quinta-feira, 20 de outubro de 2011

Som Espacial em Milheirós de Poiares

Foram avistadas num monte
Naves espaciais extraterrestres
Têm como actividade
Circularem na terreola
Andando em disputas
O santo dia inteiro
Debitam das suas naves
Sons estranhos e esquisitos
E pairam pela vila
O dia todo
Com os seus sons
Comunicam linguagem ultra-moderna
Estando uma equipa de investigadores
A desenvolver um código de decifração
Para eventuais contactos no futuro
Esta linguagem também serve
Para se acariciarem mutuamente
Nutrindo o seu amor
Uns pelos outros
De lá de dentro das workstations
Costumam sair várias criaturas
Cada uma à sua maneira
Fora do normal
Aqui na terra
Comunicam também com sons
A maior parte das vezes
Com brutais grunhidos
Que normalmente querem dizer
Não andamos bem com a vida
São seres paranormais
Fruto da tradução elaborada
Pelos mesmos investigadores
As naves espaciais
Que têm aparecido em Milheirós de Poiares
São às dezenas
São muitos
Costumam-se reunir
Todas as sextas-feiras
Numa clareira num bosque
Para adorarem o seu Mestre
Para mais uma noite extra-terrestre
Quando passam uns pelos outros
Comprimentam-se sempre
Com boa educação
Ou seja:
Toma lá!
Chupa! Chupa!
Mama mas é aqui!
Mais ou menos isto traduzido
Fruto de um código avançado
De convivência social
É um povo muito antigo
Que normalmente se verifica
Pelas suas vestes
Muito tradicionais
E pelas suas máscaras sociais
Especificamente subtis
Os extraterrestres estão a pensar
Em equipar as suas naves espaciais
Com raios Ultra-Kill-Laser
Para melhor se destruirem
Nos seus contactos sociais
Estes seres pertencem à divindade Marte
Isto é
Confusão o dia todo
Não sei porquê
Mas não se entendem
Desde passarem com as suas naves espaciais
Supersónicas sempre abrir
Levando tudo à frente
Até estarem nos tascos
A debitarem lixo sonoro
É uma Civilização um pouco peculiar
Só ainda não se chegou à conclusão
O que aqui estão a fazer?
Provavelmente deverão estar a fazer
Estudos avançados sociais
De convivência extraterrestre
Para depois voltarem ao seu planeta
Com as suas experiências
Para montarem uma nova sociedade.

Antropologia do Espaço pelo Professor Fusível Social

Os Thelemoveis Tribe

Apanhando a frequência
Radio Street Station (RSS)
Aí vamos nós
De um lado para outro
Tipo baratas tontas
Bêbados com o som que fazemos
Atazanando a cabeça
Uns dos outros
Ninguém está a salvo
Ninguém fica de fora
Todos entram no jogo
O jogo dos Thelemoveis Tribe
Mediante o que estiver a dar
Na Station World Information
É fazer merda até mais não
Até que dê mesmo merda
Quando isto estiver uma merda
Então fazemos mais merda
Como seguimos à risca
Os seus mandamentos
E como somos filhos do mundo
Ninguém se entende nesta tribo
Cada um dispara a sua bala
Depois de terem todos disparado
Só falta vir contar os mortos
Isto é acordar um dia
E assistir à guerra campal
De telemóvel contra telemóvel
Sintoniza
Sintoniza
Capta
Capta
Aí vamos nós
Ficando isto um formigueiro autêntico
A luta dos Índios Thelemoveis
Cada um faz a sua programação
O seu indrominanço sonoro
E temos música o dia todo
Com os índios todos a dançar de cuecas
A levar no cú
Uns dos outros...

Grupo de Antropologia Urbana de Portugal

Tolos e Tolas de Portugal

O Júlio de Matos Social
Com todos os tolos à solta
A vermos a fazer as suas macacadas
As suas habilidades circenses
Deste circo de palhaços
Qual deles o mais engraçado
É ver merda social todo o dia
É aturar tolos e tolas da praça
Pai nosso que estais no céu
Pois a paz já morreu
Agora vive-se no Inferno Social
O tolo e a tola
Não batem bem da bola
Logo quem não bate bem da bola
É tolo ou tola
Partindo deste princípio filosófico
Da lógica da batata
Chega-se à conclusão peremptória
Que há muito tolo e tola
Em Portugal
Ou seja
Não regulam bem do capacete
Entra muito ar pelas orelhas
Têm muita areia na cabeça
Têm um parafuso a menos
Então quando andam todos desapertados
É que a gente vê tolos e tolas
Como também não batem bem no prego
A martelada não é certa
Logo o prego não fica bem martelado
O tolo e a tola
Vivem entre nós
Também têm o seu espaço
Ficando isto parecido
Como um autêntico jardim zoológico
O tolo como não regula bem da cabeça
Só faz tolices
Logo as tolices são feitas pelos tolos
Numa lógica filosófica
Como em Portugal é só tolos e tolas
Logo os tolos e tolas são de Portugal
Como em Portugal está tudo a ficar tolo
Os tolos e tolas é que não faltam por aí
Vai-se por essas terras fora
E o que se encontra?
Tolos!
Tolas!
Malucos!
Todos à espera que venha o médico
Os curar deste mal social

Liga dos Tolos e Tolas de Portugal

domingo, 16 de outubro de 2011

A Felicidade em Portugal

Felicidade
Felicidade
Assim como diz
O nosso Emanuel
O artista Pimba de Portugal
A felicidade retratada
À maneira portuguesa
O papel da azia na sociedade
Nos dias do dia-a-dia
Anda tudo farto
Uns dos outros
E nada melhor do que hipocrisia
Para sarar as feridas da guerra
Como isto em Portugal
Caminha para a confusão social
Nada melhor que mostrar
A nossa felicidade
Com tais actos marciais
Felicidade
Felicidade
Tão à moda de Portugal
Aquela boa disposição
Do verdadeiro português
Aqui nas nossas terreolas
Que só não dão um tiro
Porque vão parar à prisão
Como estar na prisão é uma merda
Infernizam a vida
uns dos outros
Com chatices à portuguesa
Anda tudo farto
Uns dos outros
E é a nossa felicidade
Felicidade
Felicidade
A azia da nossa nacionalidade
Portugal!

Escrito pelo Sr. Esteves Monteiro

Os Tubarones Tribe

Mal se põe os pés no mar
Lá eles aparecem
Ao longe
Vemos as suas barbatanas
O perigo se aproxima
Vai haver merda
O pão nosso de cada dia
E assim lutamos diariamente
Contra estas criaturas
Do mal
Da maldade aqui na terra
Como não andam bem da tola
Remédio santo chatear os outros
Porque somos os maiores
Do gueto da confusão social
Indivíduos de uma tribo
Que só arranjam confusão
Que perdem tempo na rua
Nas suas lutas pessoais
A vida deles já não lhes chega
À que intrometer nas outras vidas
As quais envenenam
Com ódios e vinganças
Dum mal estar com os outros
Só porque não se gramam
É o espectáculo diário que se assiste
Nestas terras do além
Duma morte social
Á muito proclamada
Putos dum infantário social
Que não crescem em casa
Vindo para o exterior
Fazer a habitual merda
Merdas e merdices sociais
Alimentando cada vez mais
A destruição do social
Do social que devia de ser
A extinção dos tubarões
A paz social.

Postado pelo Grupo de Antropologia Urbana de Portugal

sexta-feira, 14 de outubro de 2011

As Fábricas de Sapatos e o Thrash-Death Metal Barato

Bate as 8 horas
Começa a confusão infernal
Zinga-zinga-zinga
Sempre abrir
E nunca mais parar
Um intervalo pá sandes
E depois sempre abrir
Intervalo pá manja
E depois sempre abrir
Estando lá dentro das fabriquetas
Dá-se início à audição musical barata
De Trash-Death Metal Chunga
Tá-tá-tá-tá
Tss-tss-tss-tss
Tátátá-tátátá
Rrrrrrrrrrrrrrrr-rrrrrrrrrrrrrrrr
Tátátátátá-tátátátátá
E o cagaçal nunca mais acaba
É o filho da puta do dia inteiro
Enchendo os cornos a toda a gente
Pondo alguns doentes
Filhos natos do movimento metaleiro
Aqui na terra da Lusitânia
Um gajo quando sai da fábrica
Vem injectado com uma overdose
De Lixo Sonoro Musical Metal Barato
E assim se passa a vida
Fechados em paredes
A aturar barulho
O dia inteiro.

Liga dos Amantes de Música de Portugal

quinta-feira, 13 de outubro de 2011

Sinopse das Gajas do Mundo

Para dar como introdução
As Americanas
Fruto duma revolução sexual
Terra da liberdade
Boas como o caralho
Gostam de dar fodas
E fodem mesmo
Na Holanda
Nomeadamente Amesterdão
A Casa de Putas da Europa
Bem
Aqui não há mesmo condições logísticas
De lhes ir ao pito
Uma vez que tudo está roto
E que as bordas delas
Aos folhos
Até já assobiam
As Portuguesas
Temos algumas boas como o caralho
Não se sabe se gostam de foder
E normalmente só metem nojo
Na rua
Ou na Comunicação Social
Ou seja
Tentam um gajo
Nós vamos lá ter com elas
E elas chamam a polícia
No Médio Oriente
Bem
Estas é que mandaram mesmo foder
Fecharam as pernas de vez
Aos malucos dos muçulmanos
Andam todas tapadas
E só mostram os olhos
Por isso é que não há paz
Lá na terra de Alá
Cá em Portugal
Estamos a caminhar para lá.

Comissão dos Gajos Pinantes do Mundo

Manipulação da Informação na Comunicação Social

Os indrominanços da comunicação social
Sistemas maquiavélicos da informação
Manipulamento de conteúdos informativos
Em tudo o que é informação
Nos Jornais
Nas Revistas
Nos Livros
Na Rádio
Na Internet
No Teatro
No Cinema
Nas Artes...
Andarem-nos literalmente:
A foder a cabeça
Um tipo de informação meia criminosa
Execução duma arte já corrompida
Com apoios a técnicas psico-sociais
De persuasão
Assédio
Tirania
De interesses escondidos
Com o objectivo de fazer alguma coisa
Uma manipulação social portanto
Dum grupo
A vulgar injecção de maldade
Porque estes gajos também
Não andam bem com a vida que têm
Devem estar a trabalhar para médicos
Porque normalmente
Tudo o que fazem
É para adoecer o consumidor
Uma forma de Bullying Artístico
Uma forma de agressão artística
Pode-se verificar isto
Por exemplo
No tipo de escrita utilizado
Minanço Literário
Nas imagens que observamos
Que incomodam a maioria das vezes
Ou nos sons dos diálogos e da Música
Varifica-se uma perturbação
Nos Mídia e nas Artes
Tudo está deturpado
Minado
Corrompido portanto
Fruto desta vida em sociedade
Que tem vindo a piorar
Controlada ou querendo ser controlada
Por um determinado grupo social.

Comissão dos Puros Artístas de Portugal e do Mundo

As Boas Previsões do Tempo em Portugal

Apesar de haver muita chuva na televisão
A secção de meteorologia aquece sempre
A boazona do tempo
O calor faz-se sentir
Por todo o estúdio
Havendo propensão
De melhoras de tempo
Estando já em directo:
Vai estar bom tempo no continente
Nas ilhas vão dar boas entradas de calor
A temperatura portanto vai subir
Não se verificando entradas de frio pelo país
Pelo continente vai-se constatar
Muitas variações de temperatura
Na Beira-Litoral
O tempo vai estar molhado
No Minho
Vai haver aumento significativo
da temperatura
Em Trás-os-Montes
Calor com fartura
Na Beira Interior
Períodos de secura
Na Estremadura
Vão haver picos de calor
Na Região do Alentejo
O calor vai ser máximo
No Algarve
Então é que arrebenta
Irá acontecer
Boas temperaturas da água
Por toda a extensão
Do continente e ilhas
Podendo haver em alguns casos
Derretimento das geadas matinais
Depois de tudo estar quente
Poderá haver irupções vulcânicas
Tanto no continente
Como nas ilhas
É pois o tempo para Portugal
Nos tempos que correm
Da nossa actual sociedade
Em que tudo anda quente

Instituto do Tempo para Portugal - Departamento da Temperatura

quarta-feira, 12 de outubro de 2011

Justiça Social

O que deve ser a Justiça Social
Aqui na sociedade actual
O que deve ser uma sociedade justa
Imparcial
A todos os seres vivos
Uma Ética Global
O fim das injustiças sociais
O não à diferença
Em que todos são iguais
E todos são diferentes
Ao mesmo tempo
Na realidade local
Em Portugal
No mundo
Onde podemos caminhar
Sem sermos calcados
Oprimidos
Uma aceitação verdadeira social
Sem hipocrisia
Aquela coisa que faz soar a falso
O amor incondicional social
A aceitação do outro total
E não esta discriminação latente
Duma sociedade já corrompida
Fazer nascer novos valores
E irradicar alguns dos vigentes
Tomar como exemplo certos casos
E transportar para a sociedade toda
Havendo uma justiça social eficaz
Que funcione mesmo
Madura
Com maturidade social
Acabam-se os problemas sociais
Torna-se a sociedade mais livre
Sem estas prisões sociais que existem
Com justiça social o mundo é melhor
E é mais fácil de viver

Filosofia Social pelo Professor Fusível Social

Os Destrutivos Sociais

A palavra de ordem
É destruir
Deitar abaixo o que foi feito
Tipo comportamento infantil
Observado nos infantários
Quando um bébé com cobiça
Muita invejoso
Tenta fazer mal a outro bébé
Nesta sociedade
Não há ninguém que tome conta
Destes indivíduos anti-sociais
As polícias só perdem tempo
Com porcarias sociais do quotidiano
Mas que lhes são obrigatórias
Com o lema de destruir
Tudo se faz
Tudo e mais alguma coisa
Adoptam-se esquemas espertos
Apoia-se em tudo na sociedade
Faz-se a cabeça a muita gente
Para levar ao efeito o que se pretende
O objectivo é a destruição
O aniquilamento
Com medidas contemporâneas de violência
Violência manipulativa
Aqui entra o Bullying
Que pode ser de determinados tipos
Físico
Psicológico
Social
Económico
Sexual
Alimentar
Etc...
Tudo fruto do mal-estar pessoal
Dessa pessoa que o pratica
Tudo vem do ódio que se sente
Ou porque não gosta simplesmente
Ou porque não faz parte
Do seu esquema pessoal
Uma certa forma de racismo
Não é como eu
Quero destruí-lo
E assim se retrata
Este flagelo social
Aqui nestas terreolas
De Portugal à beira mar
Não de uma forma generalizada
Mas alguns casos particulares.

Psicologia Social Contemporânea pelo Professor Fusível Social

As Viagens e Estadia dos Antropólogos pelo Mundo

Coçar os tomates de avião ou barco
A continuação do coçar da tomateira
A dirigirem-se de carro pela região
A descoberta de uma nova tribo
Capítulo seguinte do tá-se bem
Tá tudo feito
Não há nada que fazer
As mudanças sociais são perigosas
Há quem não goste
interesses
Já na tribo
Enquanto aquilo a nível social
Não der merda
O antropólogo deixa-se ficar
Mal a merda comece
É tempo de zarpar
Em direcção a outra tribo
Chega-se depois a outra tribo
Arruma-se as malas ou a mochila
E vai-se ficando na comunidade
De repente começa também a dar merda
Mais uma vez
É tempo de nos pôr a milhas
E andam estes gajos e gajas
Pelo mundo fora
De tribo em tribo
A ver se arranjam poiso

Antropologia nos Nossos Dias pelo Professor Fusível Social

A Verdade do Teatro Barato no Mundo

Principal função:
Andar a chatear os cornos aos outros
Às pessoas da sociedade
Seja ela qual for
No entanto
Há palhaços que gostam de teatro barato:
Assistir à alcovitice social
Que normalmente se traduz por:
Falar mal dos outros
Com algum tipo de objectivo
A normal crítica social
Tipo as velhas à porta da Igreja
A cuscar sobre o que os outros
Andam a fazer:
E porque o gajo é assim!
E porque o gajo é assado!
E eu não gosto!
E eu não gramo!
O melhor é cagar mesmo na sopa
Ignorar
Esquecer
Pois se um gajo se alimenta destas merdas
Depressa se torna uma pessoa envenenada
Com as cobras da nossa sociedade

Estudos Teatrais Contemporâneos pelo Mundo Fora

Os Invejosos do Planeta Terra

Primeiro começam-se a comer
Todos uns aos outros
Assiste-se a um Vampirismo Social
Em tudo o que possa
Fazer parte da vida
Depois de estarem todos sugados
Alimentam-se de invejas
Pelo que entretanto se conseguiu
Corroem-se de veneno
Desenvolvem-se Operações Sociais
De cobiça pelo o que os outros têm
De Mapeamento Territorial
Tudo a um nível social
Aonde está
Aonde foi
O que tem
O que eu não tenho
Anda-se de um lugar para o outro
Tipo os morcegos à procura de sangue
Caindo isto num sistema sem fim
de come come
Come a cabeça do outro
Canibalismo Social
Como não andam bem
Com a sua vida social
À que roubar vidas alheias
Com esquemas psicológicos
Com artimanhas sociais
Para que se consiga
A então Parasitagem
Fruto da Inveja

Psicologia Social Contemporânea pelo Professor Fusível Social

Filosofia do Real Social

Dizem que estamos na vida real
Na realidade
Mas que realidade?
Se há tantas coisas
Que podem ser reais
Se há muitas realidades
O real pode ser o aqui
O agora
Neste espaço
Mas de certeza que é diferente
Num outro espaço
Às vezes pode acontecer
A mesma coisa
Coisas similares
A realidade é portanto
Um conjunto de realidades
Que todas juntas fazem uma realidade
A realidade social
Daí a confusão que pode haver
Entre pessoas e grupos
Há quem aceite outras realidades
Há quem simplesmente não
Surgindo então os problemas sociais
Estando ligados a problemas psicológicos
Uns fazem parte dos outros
E os outros fazem parte de uns
Portanto
Realidade é um organismo social complexo
De não fácil interpretação
É preciso fazer uma análise atenta
Da realidade em que estamos
Para esta compreender
E caminhar então para outra
Chegando nós à realidade social
O real social
O real total.

Filosofia Social Contemporânea pelo Professor Fusível Social

Lavagem ao Cérebro Social

São usados artefactos sociais
Para pôr em prática a acção
A vontade de alguns
Em manipular alguém
Ente directo de uma inveja
De alguém que não suportam
Fica provado aqui também
A outra vontade de querem controlar
Mandar em alguma coisa
Em alguém
Coerção psicológico-social
Essa lavagem cerebral
É minar o comportamento dessa pessoa
O vulgar chatear os cornos
Com tudo o que tiver à mão
E dependendo da criatividade do autor
Não deixando espaço para respirar
Não o deixar em paz
É pois uma tentativa de o quebrar
Enfraquecer-lhe as forças
Para que desista da vida
Para eles invejosos poderem triunfar
Na competição infantil da vida
Que tentam eliminar adversários
Com o apagamento de suas personalidades
É uma coisa simples:
Eu não curto o gajo!
Vamos fodê-lo!

Psicologia Social Contemporânea pelo Professor Fusível Social

O Teatro Eclesiástico do Mundo

Nas Igrejas
É o pão nosso de cada dia
Amén!
Vá para aonde a gente for
Nos meandros da Bíblia
Na realidade Igreja
Está tudo impestado de Teatro
Encenações
Situações teatrais
Situações comportamentais
Situações psicológicas
Lavagem ao cérebro literária
Desde a própria Igreja
A tudo o que lhe rodeia
Deus é o actor que nunca está presente
Jesus Cristo foi uma encenação teatral
A Virgem Maria, outra actriz
Os Apóstolos representaram a vida de Cristo
Nos funerais
O teatro é tanto
Que até enjoa o morto
Ora vejamos
Se Deus nunca apareceu na Terra
Cristo foi teatro
A virgem teatro
Os apóstolos teatro
Só faltando a morte ser teatro
Foda-se!
A igreja é teatro!
As missas: Indrominanços teatrais
Está fodido aquele que precisar da Igreja
Pois fodem-no com teatro
Todos juntos no Teatro Social
Mais um grupo social
Que utiliza o engodo da palavra
Do comportamento
E dos cenários religiosos
Para levar todos ao inferno
Porque o inferno é isso mesmo
É esta vida ser um teatro
Fazer de conta para enganar os outros
Nesta nossa vida

Estudos Religiosos Contemporâneos pela Comissão da Verdade

Ir Às Putas Para Dar Tesão No Trabalho

Como hoje em dia
Um gajo a trabalhar se aborrece
E cada vez mais é assim
Foi encontrada a solução para o problema:
Putas!
Muitas Putas!
A puta dá tesão
Para se trabalhar com mais vontade
Vê-se a vida com outros olhos
Se ainda por cima
A puta for boa como o caralho
Então é que o dia corre bem
As tarefas fazem-se mais depressa
Nada custa fazer
Se a puta tiver um par de mamas
Boas como o caralho
Melhor ainda o trabalho
Se a puta tiver um rabo
Bom como o caraças
Melhor ainda o trabalho
Se a puta tiver uma cona
Boa e apertada como o catano
Melhor ainda o trabalho
Se a puta por fim tiver uma boca
Gostosa como a puta que a pariu
Então o trabalho vai correr bem
Porque só com umas boas fodas
É que o pacote laboral
Anda para a frente

Comissão dos Gajos Trabalhadores que vão às Putas
Em prol do Progresso do Pacote Laboral

domingo, 9 de outubro de 2011

Estruturação Social: A Organização da Sociedade

Constituição da sociedade
Como se compõe
Como funciona
Ao que parece
Ninguém sabe como
Existem ideias
Suposições
Ensaios
Teorias
Uma mais ou menos verdade
A sociedade superficial
Que por sua vez
Esta apercebendo-se
Logo se muda
Mudança social automática
Um mecanismo de defesa
Auto-sobrevivência
O indivíduo parte de um sistema
Predefinido
Viajando depois em alterações sociais
A sociedade não é fixa
É móvel
Se auto-transforma
Mutável portanto
Um sistema inteligente
Relações sociais obrigatórias
Para que funcione normalmente
A normalidade exigida
Controlo social
Poderá haver desvios
Tolerância da ordem social
Conformidade ou não
Às normas estabelecidas
Direitos e deveres
Que são mais imposições que outra coisa
Realidades sociais
E não uma só
Daí a confusão que se observa
Vida social
A confusão ordinária do dia-a-dia
Estrutura social vigente
Verifica-se então:
Modalidades de estruturação
Vários campos de jogo
Sistema camaleão da sociedade
Aliado também a factor teatro
Encenações sociais
Parece como conclusão
Que a sociedade
Se esconde dela mesmo
Oferecendo-nos
Diversos palcos
Para a gente representar
Como actores sociais que somos
Despertando em alguns a confusão.

Sociologia Contemporânea pelo Professor Fusível Social

Cinema Social Filme de Cowboys

Segunda-feira
E resto da semana
Incluíndo fins-de-semana
Ao despertar do dia
No acampamento dos Índios
Planea-se o ataque
No forte dos Cowboys
Faz-se estratégia militar
O tempo vai passando
Está agora na hora
Vai começar a batalha
Entre os Índios e os Cowboys
Os Índios descem os montes
Montados a cavalos velozes
Apetrechados a arco e flecha
E machados de guerra
Os Cowboys entram na pradaria
Munidos de pistolas e espingardas
E canhões de guerra
Dá-se o confronto
Os Índios são os primeiros a atirar
Os Cowboys respondem
A batalha campal
Agora ninguém se entende mesmo
Tudo se manda passear
Com artilharia bélica
Os malefícios daquelas sonoridades
Está decretada a guerra
Entre os Índios e os Cowboys
Parece nunca mais acabar
Todos os dias
De manhã à noite
Até um dia aparecerem
Todos os corpos mortos na planície
Irá se dar por fim a guerra
E mais uns atrasados mentais
Que fazem das suas vidas
Esta merda que nós vemos
Todos os dias
Em Milheirós de Poiares

Estudos Cinematográficos pelos Amigos do Cinema

Tudo Está Ligado: Sociedade

Como um circuito electrónico
Em que tudo funciona na perfeição
Esta sociedade equipara-se
A um mesmo sistema
Tudo está bem ligado
As pessoas
Umas com as outras
Com consciência ou não
Os sistemas e subsistemas sociais
Uns com os outros
Uma verdadeira teia
Posições interligadas
De relações de parte a parte
De interesses
Fazendo a então sociedade total
O jogo social do mundo
Às vezes parece não estar ligada
Mas está sempre qualquer coisa
O adormecimento social
Quando tudo está acordado
Normalmente
Uma situação de vivência marcial
O viver em estado de guerra
Toda a gente se controla
Em que tudo se controla
O policiamento social
Tudo anda a ver
Com muitos olhos
O que se faz
Tudo desconfia
Tudo é suspeito
Marcam-se territórios
Pessoas
Situações sociais
A sociedade está agora desperta
Para uma nova forma de vida
Selvagem
A selva social
Cada um por si
Mergulhados num todo
Que parecem que andam em equipa
Iludindo-nos com estes comportamentos
Assiste-se ao teatro social vigente
A sociedade lanterna
À normal confusão do dia-a-dia
Que quem observa bem
Ninguém parece se entender
Ouvindo-se todos uns aos outros
Nos chamamentos da guerra social
Que é o viver dos nossos dias

Sociologia Contemporânea pelo Professor Fusível Social

Os Malefícios do Dinheiro

O dinheiro é uma interferência
O que eu preciso e o que eu obtenho
Não é do dinheiro que eu preciso
Preciso é das coisas
O uso de dinheiro
Resulta em estratificação social
Elitismo
Baseado em disparidades económicas
As pessoas não são iguais
Sem iguais poderes de compra
A maioria das pessoas são escravas de empregos
Dos quais não gostam
Porque precisam de dinheiro
Há uma tremenda corrupção
Ganância
Crime
Fraude
E muito mais por causa da necessidade
Da porcaria do dinheiro
O dinheiro é usado para controlar
O comportamento daqueles
Com poder de compra limitado
Bens como alimentos são destruídos
Para manter os preços altos
Quando as coisas são escassas
Os preços sobem
Tudo por causa
Da porcaria do dinheiro
O mal desta sociedade

Sociologia Contemporânea pelo Professor Fusível Social

A Falta de Regras Sociais em Portugal

Vá para onde formos
Existe sempre um desarranjo
Uma não ordem social
Dentro de um tipo de ordem social
Parecido com o caos
Pessoal
Social dum grupo
Nunca parece estar bem
O que se faz
Talvez um ódio latente
Não aceitação de um indivíduo
Porque não interessa
Ou porque o invejamos
Essa não ordem social
Constata-se nos comportamentos
Um pouco anómicos
Anormais
Face ao que devia de ser
Um bom comportamento social
Premissa do comportamento natural
Não selvagem
O Respeito pelos os outros
Apesar das suas diferenças
Uma situação que se assiste
Cada vez mais
Nesta actualidade contemporânea
Em que os indivíduos estão sós
Apesar de circundados por uma sociedade
Um colectivo de pessoas
Um facto contraditório vigente
Mas é a realidade
Fala-se
Discursa-se
Argumenta-se
Debate-se
Manifesta-se
Mas a mudança social exigida
Se mantém numa inércia
Não anda para a frente
Não evolui
Estando por vezes isto a caminhar
Para uma regressão social
Desagregação
Descontrolo social
Embora o controlo social
Existente seja doentio
Os factos do dia-a-dia são a prova
Apesar de ser chamada
Uma sociedade desenvolvida
A sociedade cresce em determinados aspectos
Mas o social
Peça fundamental duma civilização
Se mantém aquém das expectativas
Do ideal social
Do que devia de ser uma sociedade
O facto está provado
Pela crise mundial que se assiste
Pela insegurança física e psíquica
Dos indivíduos
Estando o planeta a caminhar
Para uma massiva destruição
A morte do social
O eu com o outro
Substituído pelo ego dos indivíduos
Egoísmo social.

Sociologia Contemporânea pelo Professor Fusível Social

Um Dia de Praia no Furadouro

- Desde gajos a jogar raquetes a chatear como o caralho.

- Ou gajos a jogar futebol na areia com bolinha de plástico, somos os maiores.

- A gaja a passear à beira mar com uma cuequinha a dizer: Querias era pôr as mãos aqui!

- A outra gaja a pôr bronzeador nas tetas a dizer: Querias era pôr aqui a língua!

- É o Sr. Martins na barraca a comer febras de porco acompanhado à mini Super-bock.

- É um gajo atrás das dunas a mandar pá cona da namorada não parando a gaja de berrar.

- É lá mais para o fundo da praia ver-se os paneleiros no engate, ou seja, a ver se enrabam a sangue frio mais um.

- É a gaja a chupar um calipo que mais parece que está a fazer uma mamada.

- São gajos na esplanada a beber cerveja e a levantar a mesa de tesão por causa das gajas boas.

- É a velha na praia a vender gelados e chupas do ano passado fazendo os passar como deste ano.

- São os pescadores a coçar os colhões porque o Carapau e a Sardinha fugiram para a Espanha.

- São os Salva-Vidas a coçar os tomates todo o dia, porque não há nada que fazer.

Associação Bandeira Azul

Ir às Putas a Bragança: Ano 2000

Fazer a viagem até Bragança
É sempre uma aventura
Mesmo quando se vai às putas
Nomeadamente nestas estradas
Em Portugal
Mal se entra na Feira
Em direcção à IP4
Futura A4
Começa a guerra
Full Contact Hell Zone
Mas ao que parece
Ir ao pito em Bragança
Tem sido problemático
Por causa das mulheres casadas
Como se vai até lá cima
Para mandar uma boa foda
Isto causa transtornos às casadas
Como estas não consolam os maridos
Ou seja
Não sabem aquecer um homem
Ficam aquém dumas boas fodas
O gajedo tem de recorrer às brasileiras
Aquilo lá em Bragança
É uma guerra fodida
Casadas Portuguesas e Putas Brasileiras
Daí a gente chegar à socapa
Dar as fodas que quer dar
E pôr-se no caralho
O mais depressa possível
Antes que leve um tiro...

Postado por João Paulo Matias

sábado, 8 de outubro de 2011

Vai Acabar os Passeios na Estrada

Agora tem de se pagar
Mais uma medida do Estado
É pagar forte e feio
O Governo precisa de dinheiro
E não quer ir trabalhar para as obras
Nada melhor do que gamar
Aos contribuintes
A Lógica Política
Pagai os Impostos
E tendes as estradas
As estradas aparecem
Agora pagai lá mais para aprenderem
A não confiar no Governo
E nesta cambada de chulos
Isto não são medidas
Para ajudar o Povo
Não conseguem ter ideias
Nem com o vinho dos almoçaricos
Logo
Impostos
Fodei-vos!
Pagai!
Agora então a mama do passeio
Pelas estradas portuguesas
Parece estar a acabar
Com o tamanho desta crise
Tudo o que for estrada
Irá se pagar uma contribuição
Porque o Governo precisa de dinheiro
Agora os Passeantes de Estrada
Irão que ter de desenvolver
Uma outra actividade
Pelo menos vai haver mais sôssego
Só quem andar mais abonado
É que poderá passear então
Pelas Maravilhosas Estradas de Portugal

Comissão dos Amigos da Estrada

A Tribo Os Índios Ióphuckyou

Batem as 6 horas
O sino começa a tocar
O cagaçal do costume
Deus afinal está na terra
Milheirós de Poiares
Passa o primeiro:
Vai pró caralho!
Passa o segundo:
Pró caralho!
Passa o terceiro:
Ide pó caralho!
Os Índios estão todos cá fora
De arco e flecha em punho
Montados nos seus cavalos modernos
O pão nosso de cada dia
O dia-a-dia da tribo os Ióphuckyou
Volta a passarem
Toma chupa!
Chupa lá!
INDROMINANÇOS BÉLICOS A VIATURA
A tribo anda farta
Curtem mesmo coçar os colhões na estrada
Gritos guerreiros se ouvem
É atirada a primeira flecha
Começa a guerra
Começou a guerra em Milheirós de Poiares
Índio estar mal disposto
AZIA CRÓNICA DO GUERREIRO
Índio não gostar de fodas
Andar chateado
É a crise
A CRISE MENTAL CRÓNICA
E assim andam nos seus cavalos
Em guerras tribiais diárias
Chatices
Provocações
Uns aos outros
Os Ióphuckyou
A TRIBO FILHA DA GUERRA
Como não têm mais nada que fazer
A destruição é a sua salvação
E por aí andam
De parafusos desapertados
A tornar este mundo
Ainda mais uma merda!

Grupo de Antropologia Urbana

O Tamanho do Calote do Governo

O Governo deve dinheiro
A dívida é tão grande
Que até mete medo
Os buracos são tantos
Que dá para esconder
Lá toda a gente
Os credores
Bem
Isso é toda a gente
O Governo deve dinheiro
A toda a gente no mundo
Não é só em Portugal
São calotes que nunca mais acabam
Como isto de pagar
É um verbo do presente indicativo
Mas que o Governo
O conjuga no futuro
Pagarei
Pagarei se tiver dinheiro
Como pelos vistos não há dinheiro
Logo pela lógica da batata
Eu não pago!
Alguém paga!
Fica no livro portanto
O livro de calotes nacional
E internacional
Como esta merda um dia
Ainda vai ser vendida a alguém
Nada melhor do que Portugal
Vir a fazer parte doutro país
Talvez a Espanha
Ou o Brasil
Quem diria que já fomos donos
Do grande país Brasil
A terra do samba e das putas
Porque como isto está
Parece que nem estas medidas
Vai salvar o Governo
Que eles dizem Portugal
Os Portugueses
Estes gajos do Governo
Como só pensam neles
O Povo dirá um dia:
Fodei-vos!
Ide foder o caralho!
Arranjai mas é ideias de jeito!
Foi para isso que a gente votou!
Para viabilizar Portugal!
As contas do Governo
O que ele não está a ganhar
Foram tempos de mamadas descomunais
Em tudo quanto era gente
Agora a teta secou!
Não há mais leite!
Tem de se arranjar
Mais uma vaca leiteira!
Que dê mais leite!
Que é para a gente outra vez
Pôr os beiços gulosos nas tetas
Chega!
Tem de haver controlo
O que nunca houve
Foram precisos vir estes gajos da Troika
Para nos dizerem a merda que isto estava
Nem mesmo com a contabilidade
À frente dos cornos
O Governo conseguiu ver o descalabro
Mas como isto é Portugal
Já era de esperar
Aguardemos pelo futuro
A ver o que isto vai dar!...

Comissão Por Uma Política Mais Limpa!

Deus e Milheirós de Poiares

Este ser todo poderoso
Já desistiu de Milheirós de Poiares
Foi pregar para outra freguesia
Destas pessoas já se esqueceu
Bem lá no alto
Tão alto tão alto
Que nem se vê Deus a ignorar-nos
Duma terra já morta de valores
E de pessoas meias mortas
Desta guerra diária
Tudo apenas para fazer porcaria
Que não têm assunto nenhum
Valor algum social
Ou seja
Apenas quesílias pessoais
Deus agora remeteu Milheirós de Poiares
Para o capítulo da Morte no Envangelho
Sempre que um gajo quiser morrer
Nada melhor do que vir a esta terra
Nela podemos conhecer
As últimas palavras da vida
O derradeiro final do nosso caminho
Na Igreja desta freguesia
Apenas se executam funerais
Pois como foi dito
Apenas se morre em Milheirós de Poiares
O nascimento para a vida
Foi pois encerrado
Já não se nasce
Já não se cresce
Apenas se vai-se morrendo
Por entre estas pessoas
As quais só trazem com elas
A Morte
Tudo fruto de pessoas já fartas de viver
Há que morrer mais cedo
Matar o próximo também
Matarmo-nos a todos
E caminhar felizes para o fim
O fim duma vida
Entre vidas
Em Milheirós de Poiares

Palestra do Vigente Padre da Terra do Além

Os Motoristas da Transdev

Qual deles o melhor
Tanto gajos como gajas
Nenhum deles bate bem da bola
Que ao conduzirem autocarros
Mais parecem conduzir blindados
Em plena guerra aberta civil
Mais um emprego de limpar cú a meninos
E andam estes palhaços
A pensarem que estão
A fazer uma grande merda
Não respeitam ninguém
São autoritários nas suas conduções
Estão-se a cagar para os passageiros
E pertencem também
À LIGA dos DONOS da ESTRADA
A sorte destes espertalhões
É o dinheiro que ganham ao fim do mês
Vir directamente de França
Pois esta é uma empresa francesa
Que compra portuguesas falidas
Ou seja
Fica com o lixo dos outros
Pois estes autocarros como são
São apenas sucata nas nossas estradas
O Patrão desta merda está longe
E não vê a merda que nós fazemos
Nos dias do dia-a-dia
Uns aos outros
Aqui na Província da Parvónia
A Transdev
Esta empresa
É mais uma empresa
Que mete gajos e gajas
No qual o seu objectivo
É foder autocarros todos os dias
Por outras palavras
Mandar de vez para o ferro velho estas latas
Verdadeiros trogloditas ao volante
De certeza que não sabem
O que é verdadeiramente
Conduzir um autocarro
Isto é
A nível profissional
E não esta palhaçada
Que se assiste todos os dias
Desta criançada com parafusos a menos
Que despejam as suas frustrações
No pedal do acelerador
Ou na caixa de velocidades
Mas como a empresa tem muito dinheiro
Venham daí mais autocarros
Para a gente os foder
Nas pessoas...

Comissão dos Amigos da Estrada

sexta-feira, 7 de outubro de 2011

A Azia das Gajas de Milheirós de Poiares

Feitos vários estudos
Chegou-se à brilhante conclusão
Na maioria "canucas"
Mentalmente
Que nem para dar fodas servem
Andar com elas é só perder tempo
Quanto mais lambê-las
Deitadas nuas na cama
No trabalho ou na escola
É uma azia fodida
Sempre chatice a toda a hora
A mulher de Milheirós de Poiares
Foi feita para ficar em casa
A lavar roupa e a limpar tachos
Ainda um gajo pensa
Que se podia divertir
Com uma gaja destas
Mas não!
Também são filhas da guerra
Da azia diária de Milheirós de Poiares
Podiam estar em casa
A passar roupa e a ver a Praça da Alegria
Mas não!
Também gostam de chatear as pessoas
Já se pensou que uma fodas bem dadas
Naquelas coninhas de Deus
As pudesse salvar de trabalhos
Mas como a tinhozice é tanta
Foder em Milheirós de Poiares é pecado
Faz mal à saúde
O Padre fica fodido para caralho
Outro paneleiro da sociedade
Dar para notar no sino da Igreja
Cona faz mal!
Começamos a falar com o Diabo!
Como estas gajas daqui da terreola
Só perdem tempo com merdas
Em vez de andarem a dar
Uma valentes cambalhotas
Para treinarem para o casamento
Não!
É vê-las de um lado para o outro
Tipo baratas tontas
A ver se fazem merda
Como os outros merdas fazem
Estas virgens do caralho
Em vez de andarem com pila
Entre as pernas
Só perdem portanto tempo
Com as suas guerrinhas
Não fossem elas de Milheirós de Poiares
Talvez essas fodas valentes
As levassem ao céu
E pudessem viver mais em paz
Bem perto do paraíso
E longe do Inferno
Chatice do caralho
Milheirós de Poiares

Comissão dos Gajos de Milheirós de Poiares já fartos de as aturar.

Guerra Cívil em Milheirós de Poiares

Preparam-se as armas
Enchem-se de pólvora os balázios
Para atirar aos "amigos"
Logo pela manhã
Enquanto a pólvora está fresca
Limpam-se as armas
Para dar seguimento
A mais uma jornada marcial
Na terreola Milheirós de Poiares
PATRULHAS DE RECONHECIMENTO TOPOGRÁFICO
Da Parvónia Milheiroense
Porque parece que trabalhamos para a Polícia
Vestida a farda e preparados
Aí vamos nós para as viaturas
VIATURAS BLINDADAS DE ASSALTO
E é ir por ai abaixo
Ou por aí acima
A mandar foder
Com tiros e balázios
Porque andamos fartos desta merda
Chupas para toda a gente
E tudo tem que ir para o caralho
Quando chegamos ao destino
Uma felicidade tremenda nos sobe ao peito
A vida é mais bonita
Tudo coisas da vida destes frustados
Em que não há nada no mundo
Que os faça sentirem-se bem
Ou simplesmente
Darem-se como pessoas normais
Antes pelo contrário
É comportamento mais besta
Portanto mais animal
Como Milheirós é terra de bichos
Nada melhor do que isto se ter tornado
Um Jardim Zoológico Selvagem

Postado pelo Jornal da Terra do Além

A Desarmonia Inter-Relacional na Parvónia

- Olá bom dia!
- Vá levar no cú!
- Bom dia!
- Vai apanhar na peida!
- Muito bom dia!
- Ó paneleiro vai chatear o caralho!
Etc...
...
Isto é o que isto é agora
Traduzindo em Linguagem Comportamental
Aqui na terreola de Deus que já fugiu
Ou seja
Uma terrível Hipocrisia que se assiste
Uma merda de sociabilidade
Uma bosta de socialização
Não há sociedade aqui em Milheirós de Poiares
Tudo uma cambada de hipócritas
De pessoas falsas
Em que não há valores nenhuns
Apenas o dinheiro conta
Está mais que visto
O Relacionamento entre as pessoas é doentio
Não se aprende efectivamente nada
Fala-se fala-se mas népia
Conteúdos áridos de ideias
Vento na cabeça
Canal aberto entre as orelhas
As conversas só conseguem ficar melhores
Depois da quarta cerveja ir a abaixo
Ou da garrafa de litro de vinho
Quando se abre a boca
Sóbrio
Normalmente é para dizer merda
Como depois tudo fica mais merda
Mais merda se diz boca fora
E esta merda nunca mais acaba
Existe pois uma Desarmonia Inter-Relacional
Inexistência de Harmonia entre as pessoas
Fruto de convivências fúteis
Em que não se dão simplesmente
Duma Parvónia
Milheirós de Poiares

Psicologia Social pelo Grupo Vamos Viver Felizes

Os Índios Thripa da VCI do Porto

É lá chegar ao Porto
E dizer:
Ai Jesus!!...
Que caralho de merda é esta!!
Tanto índio!!
Puta que pariu!!...

Vamos ver:

- É fodas e fodinhas na via oposta para quem vem ao contrário.

- É gajos a conduzir em contramão porque se enganaram nas portagens.

- É Camiões que vão pó caralho.

- É entradas em saídas à campeão nacional.

- É ultrapassagens à Inglês, pela direita.

- É conduções à bêbado, aos esses (S´s).

- É gajos que conduzem a matar.

- É corridas NASCAR à volta da VCI.

- É assistir a provas de Contra-Relógio.

- É ver guerras pessoais, ora para a frente ora para trás.

- Etc...


... Tudo fruto das Conversações dos Índios Thripa...


Grupo de Antropologia Urbana Portuguesa

A32: A Nova Estrada do Inferno

Da merda que isto ficou
Aqui na redondeza
Por estas estradas fora
Mais um palco de infernidades
Vai ser inaugurado
Todos os diabinhos e demoniozinhos
Vão agora curtir para a nova estrada
Das Terreolas do Além
Irão aparecer fodas e fodinhas
Como o costume por estas vias
A toda a hora
Agora é que vamos ver
O Capítulo das Vinganças Infernais 2
A continuação da saga
A Liga dos Donos da Estrada
Irá tomar posse dentro em breve
Desta maravilhosa estrada
Irão ver se a compram
Para depois darem início às guerrinhas
Agora já podem assapar até ao fundo do pedal
Levar as viaturas automobiles até ao limite
Ou seja
Conduzir ainda mais à tolo
Como andamos cheios de dinheiro
E gostamos de o foder em mecânicos
Nada melhor do que fodê-lo nesta estrada
O diabo ele próprio irá inaugurar a estrada
Com água benta demoníaca
Para levar ao Inferno os trajectos futuros
Agora gajo que acorde mal disposto
Poderá curar melhor a azia nesta estrada
Vai ser uma estrada que só irá trazer benefícios
Agora para ir às putas
Em vez de mandar para a cona
Nestas Putas Rotas da Redondeza
Vai-se à cona para o Porto
É um tirinho
Ou então
Em direcção a Aveiro
Lá também há putas
Irá ser uma Estrada Foda no futuro
Lá para a meia-noite
Quando a lua está cheia
Em vez de rali competitivo
Agora vamos ter Fórmula 1
Há que evoluir!
O Governo é nosso amigo!
O Governo pensa em nós!...

Associação dos Amigos da Estrada

Actividades do Futuro no Parque das Travessas em São joão da Madeira

- Corridinhas tá-se bem não estamos na droga.

- Caminhadas Fitness sou boa como o caralho.

- Piqueniques familiares que mais parecem a messe abastada dos graduados do 31º Batalhão de Infantaria do Exército Português.

- Jovens casais a fazerem Sketchs Publicitários de Filmes Porn.

- Gajas boazonas boas como o milho com alto par de mamas a passearem os caezinhos.

- Gajos deitados na relva em cima duma toalha a dar tanga ao Buraco de Ozono.

- É os tolos (Os Índios Halvinegrus) da variante (A Estrada da Morte) às cacetadas uns aos outros a ouvirem Xutos e Pontapés.

- É o rio que lá passa, antigo esgoto de Romariz e Milheirós de Poiares aonde se cagava e mijava e depositava-se as camisas de vénus das fodas da noite anterior.

- É os patos e gansos a cagarem e a enxafurdarem-se naquela merda.

- É agora ver que a água desse mesmo rio serve de água potável à "comunidade" sanjoanense.


Comissão de Turismo em Portugal: O que é Portugal?!

Acabou a Mama para a Madeira

De todas as bocarias
Que João Alberto Mandou
O Governo do Continente enfartou-se:
Acabou as verbas para a Madeira!
Acabou a mama!
Fodei-vos!
Dedicai-vos à Agricultura!
Ou à pesca!
Assistir às candidaturas de Alberto
É presenciar a palhaçadas descomunais
Ora diz
Ora rediz
Ora acusa
Ora manda foder
Com Alberto João Jardim
Tudo vai para o caralho
Como a Madeira está quase a ir
Para o caralho
Nada melhor que o actual presidente
Mandar foder tudo e todos
Como o pessoal da Madeira
Gosta de palhaços
Nada melhor que este presidente
A Madeira nos dias que correm
Parece mais um queijo Suíço:
Cheia de buracos
Porque isto de ser político
E prometer tudo e mais alguma coisa
Fazer as coisas com o dinheiro dos outros
Nada mais fácil
Como lá na Madeira esqueceram-se
Que agora têm de pagar a factura
Que de tanto ano a mamar em apoios do Estado
Isto com a crise tinha de acabar
Agora é vê-los lá na Madeira
A mandarem-se foder uns aos outros
E o Continente
E o Continente
Este aqui também não está melhor
Os políticos daqui também não o gramam
Isto vai dar merda!
Ou então esquece-se
E faz-se como o costume:
Mete-se na gaveta
Arquiva-se o processo
O Povo paga no futuro!

Comissão por uma Política Mais Limpa!

sábado, 1 de outubro de 2011

O Que Se Aprende A Ler Jornais

Nada!
Absolutamente nada!
A não ser memorizar merdas
Que no futuro são para nos foder
Passa um gajo
Desde a página da frente
Até à última página
Dos jornais nacionais e internacionais
A literalmente
A levar no cú!
Pois é isso que os jornais fazem
Mandar pó cú!
Como do cú só sai merda
Ou às vezes entra lá qualquer coisa
Isto para a lide dos paneleiros
Os gajos que andam de marcha atrás
Logo diz-nos:
Aí vem merda
Como um gajo já está farto
De ler tanta merda
Chega à conclusão
Que isto é tudo uma merda
Para quê perder tempo
A ler merdas de notícias
As quais não nos trazem benefícios
Antes pelo contrário
Adoece as mentes
Com tanta Cagação Mundial
Por palavras mais honestas
Tanta Filha da Putagem
Por este mundo fora!!!...

Comissão da Verdade do Mundo

Lisboa: A Capital da Confusão Tribal

Aquilo quem lá vai fazer uma visitinha
É para jurar nunca mais
Ao ver semelhante confusão do caralho
É mesmo para desistir de Lisboa
Lá entre eles
Os Índios Alphace
Parece que não há entendimento humano
Todas as tribos urbanas estão em guerra
É no Dia-a-Dia
É nos Transportes
É na Comunicação Social
É na Cultura
É no Trabalho
É no Lazer
É nas Putas
Enfim
Por tudo quanto é sítio
Índios Alphace não estar bem!
Ser preciso Conselho Espiritual
De Grande Chefe Poortuugha
Como Lisboa sempre foi significado:
Capital Balbúrdia Ninguém Se Entende
O Governo já decretou:
Alerta Vermelho!
O Benfica já fez um jogo de futebol
Como Movimento Interventivo Social
Para subsidiar
As despesas dos ferimentos da guerra
Lá na terra dos Índio Alphace
Parece não haver sôssego
O Exército já declarou
Nomeadamente
Pelo Grande Chefe das Forças Armadas
Guerra Cívil dos Pacóvios
Parece estar a chegar o fim
Da Capital Lisboa
Capital Confusão Tribal!

Tirado do Guia Turístico de Portugal 2011

Roubalheira do Caralho em Portugal

Tudo rouba
Tuma gama
E não são só os vulgos ladrões
É por todo o lado
A cada sítio que nos vamos
Estão logo a meter-nos a mão ao bolso
Ao nosso lindo dinheiro
A começar
É o patrão para o qual trabalhamos
A roubar-nos forte e feio
Da merda de salário que dá por direito
Pelo trabalho que foi feito
Uma Injustiça Laboral Social
Vamos ao Médico:
- Foda-se!
- Roubar o caralho!!
Vai-se fazer compras para a casa:
- Puta que pariu de gatunos!!
Vai-se comer fora:
- Ladrões do catano!!
Vai-se ao mecânico:
- Gatuno do caralho!!
Vai-se á Inspecção do carro:
- Ide roubar a joana!!
Vai-se pagar os seguros:
- Roubar a Ti Alice!!
Paga-se os Impostos:
- Governo Típico Ladrão do Costume!!
Faz-se um casamento:
- É tudo a roubar!!
Vai-se às putas:
- Mais vale enrabar galinhas!!
Traduzido em Português para toda a gente:
Tudo o que se possa comprar
Já tem a margem roubalheira
Para eles enriquecerem mais depressa
Até na morte
As Agências Funerárias:
Os maiores gatunos da nossa sociedade

Centro de Estudos de "Roubalhação" de Portugal

A Antropologia Cultural no Mundo

Nos tempos que correm
Quem quiser estudar merda
Nada melhor do que se dedicar
À Antropologia Cultural
Está provado que toda a Cultura
No mundo
Se traduz:
Em Merda Cultural Humanóide
Toda e qualquer actividade
Artística
Científica
industrial
Laboral
De essência nula para o ser humano
Não lhe oferece nada
Porque se for a ver bem
Todos os seus conteúdos
Mostra-nos um vazio
De sentido para a vida
Pesquisando bem
Não nos mostra coisa alguma
Tudo coisas para despertar a guerra
A guerra entre os seres humanos
Porque tudo se torna competição
Fruto de invejas
Infantilidades
Enfim
O caos
Daí o mundo a nível cultural
Se apresentar da maneira que é
Uma Valente Balbúrdia
A Balbúrdia do Faroeste
Do faroeste que é a vida aqui na Terra
Dum mundo cheio de Pistoleiros
O vulgar Filho da Puta
Que não tem mais nada que fazer
Do que dedicar-se em corpo pleno
À pura destruição
Destruição Cultural
O que nós assistimos
Neste mundo cultural
Logo
Em conclusão
A Antropologia Cultural
Deve estar a perder o seu tempo
Em estudos da decadência da Cultura
Deste Mundo Terra.

Associação da Antroplogia Verdadeira no Planeta Terra

Ir à Igreja Católica em Portugal

Para quem gosta de Dinossauros
E de estudar Fósseis
Nada melhor
Do que ir à Igreja Católica
Dum credo já mais do que ultrapassado
Duma Bíblia cheia de frases feitas
Que só transpira a Teatro
Já não basta assistir às missas
E ver aquela palhaçada toda
Numa REPRESENTAÇÃO ECLESIÁSTICA
A começar pelo Cristo que está cruxificado
Bem lá no alto das Igrejas
Que é sempre diferente
Ou seja
Nunca sabemos quem é o gajo
De Deus
Escreve-se muito sobre ele
Mas nunca foi visto por ninguém
Injectam-se com rezas missais
A todo o momento
Na esperança que esse Deus
Venha cá baixo abençoa-los
Ir às missas efectivamente
Não se aprende nada
A não ser que um gajo goste
De aturar os sermões do Padre
Os SERMÕES DE DEUS
Já não chega a Bíblia toda
Ser um manancial de textos
De PORRADA LITERÁRIA
Isto é
Deus a cascar no corpo dos crentes
Para quem gosta de sofrer
E todo o católico
É um verdadeiro sofredor
Nada melhor do que ir à Missa
Às Igrejas Católicas do Mundo

Comissão da Verdade do Mundo

O Fuso Horário em Milheirós de Poiares

Mal acaba a madrugada
Começa o início da confusão horária
Os gatos poêm-se andar
Os cães vadios poêm-se a milhas
Começa então a desordem
No meu relógio dá umas horas
Acertadas pelo horário da net em Portugal
Na televisão outras horas
Na rádio umas outras horas
O sino do Padre também horas diferentes
Os galos da terreola cantam outras horas
Ninguém se entende
Confusão do caralho
PERTURBAÇÃO SOCIAL
Será que em Portugal
Andará alguma coisa certa?
Nem o Governo que é o Governo
Anda certo
Quanto mais horas aqui em Portugal
Muito mais aqui na parvónia
Milheirós de Poiares
Anda tudo tolo
Maluco do capacete
Deve ser das hormonas
Ou do tempo meteorológico
Pois este fuso horário
Só podia aparecer aqui na Merdaleja
Milheirós de Poiares
Uma terra Internacional

Postado pelo Serviço das Horas em Portugal

A Nova Escola de Condução em Portugal

Escola de condução
- Para pessoas com dificuldades Cognitivas
- Para pessoas que não batem bem da bola
- Para atrasados mentais
e - Para bestas do caralho
...
Irão fazer exercícios
À volta dum monumento fálico
Tentando acertar em alvos
Irão para o efeito ser distribuídos
Arcos e flechas
O vencedor irá receber uma taça
E uma medalha em ouro com uma fotografia
A fotografia do paneleiro dele próprio
Os apoios financeiros serão oferecidos
Pelas bombas de combustíveis da região
Irão oferecer 69 bidões de 250 litros cada ao campeão
Podendo depois andar todo o ano
A coçar os colhões pela parvónia
Esta escola de condução
Ficará encarregue depois
De oferecer um certificado em moldura
Como comprovativo da Deficiência Mental

por Escola de Condução Alternativa de Portugal

O Som Maléfico dos Automobiles

Parecem as viaturas do Diabo
Iguais ao Diabo a conduzir
Que trazem a maldade com eles
Cuspindo como uma serpente
Para toda a gente
Gente frustrada com a vida
Vingam-se então a Automobile
São pessoas que ao que parece
Não gostam de pessoas
Em que tudo à sua frente
É para abater
Aniquilar
Nem com as idas à Igreja
Quando eram mais novos
Para ouvir bons conselhos
Os conseguiram indireitar
Para os bons caminhos da vida
Em vez de diariamente
Andarem a fazer mal
Uns aos outros
É tudo putalhada
Que parece que é
A primeira vez que conduzem
Transpirando pelos olhos
Uma INVEJA MALÉFICA DO DIABO
Como se arranham na pele
E trepam paredes
Com tamanha enfermidade
Nada como fazer a sua catárse
Nas ruas das estradas das terreolas
Já não são filhos de pais e mães
São discípulos sim do Diabo
SATANÁS NOSSO QUE ESTAIS NA TERRA
Que envenenam todos os sítios
Por onde passam
Deixando sempre a sua marca
Nas pessoas pelas quais eles passaram
Filhos de uma vida já de Inferno
Já estão queimados há muito tempo
Com O MAL DA LEI DO DIABO
Arrastando os demais
Para essa FOGUEIRA DE MALDADES
São filhos também de uma vida suicídio
Que se matam a eles próprios
Todos os dias
Com as suas atitutes maléficas
O Pão Nosso de Cada Dia
Por estas Terreolas daqui do Norte de Portugal
Esta, Milheirós de Poiares
E terras vizinhas
Não podia de deixar de ser diferente
Será que um dia isto irá acabar?!
Estes indivíduos não têm Consciência Moral?!
E Social?!
Para aonde irá esta Guerra?!
Como conseguem sobreviver?!
A matarem-se todos os dias...
Ora com os Automobiles
Ora com a palavra
Ora com os actos
Enfim com as coisa da vida...

Palestra do Vigente Padre da Terra do Além

A Rusga dos Policias Cívis

Milheirós de Poiares Apocalipse Now
Acorda-se de manhã
E não há nada que fazer
Plano do dia:
Coçar os colhões
Mas eu não quero coçar os colhões!
Já estão em ferida!
Também não quero ir ao médico!
Vamos para a rua!
Ver o que os outros andam a fazer
Veste-se a farda
A FARDA DE INTERVENÇÃO PRÓ-ALCOVITICE
Vai-se até à viatura de assalto
E aí vamos nós prá rua patrulhar
Ver se os passarinhos estão a cantar
Se os galos estão a horas no canto
Se o sino da Igreja está a bater bem
Se os mortos estão bem enterrados
Se há cães na rua
Se há gatos nos contentores do lixo
Porque aqui em Milheirós
Não faltam contentores de lixo
Uma medida de mérito
Da nossa Junta de Freguesia
Bem!
Tudo coisas interessantes de se fazer
Melhor do que coçar os colhões em casa
Podia-se estar a aquecer a mulher
Uma vez que andam muito frias
Dadas as circunstâncias de SOCIABILIDADE
Aqui na Parvónia Terreola do Além
Isto aqui é acordar de manhã
Sempre com os azeites
E uma azia fodida para caralho
Penso que será uma DISFUNÇÃO CRÓNICA DO CÉREBRO
Mas teimam em não se tratarem
Preferindo andarem doentes todo o santo dia
O trabalho durante a semana
Pôem-os num ESTADO CAÓTICO DE SOCIABILIZAÇÃO
É vê-los a mandarem-se foder o dia todo
E esta merda não acaba
Desde andarem de automóvel ou motorizada
Em indrominanços somos os maiores
Até estarem nos tascos a mandarem bocas
Ou irem para as terras vizinhas
Continuação do mesmo EPISÓDIO MARCIAL
Estes doentes precisam de ocupação
Talvez
CENTROS DE APOIO OCUPACIONAL
Para Pessoas com Disfunções Sociais
Como não há GUARDA em Milheirós de Poiares
Nada melhor que esta paneleiragem
Virarem POLÍCIAS CIVÍS DA TERREOLA DO ALÉM
Policiamento que na verdade se trata
Mas é de Alcovitice Social
Ocupação em voga para pessoas
Que não têm mais nada que fazer
Da puta da vida deles
Indo então com estas medidas
Ocuparem-se da vida dos outros
Bem-Vindos à MERDALEJA SOCIAL

Jornal da Terra do Além (Milheirós de Poiares)

sexta-feira, 30 de setembro de 2011

O Que a Antropologia Diz mas Não Diz Nada

Pura Filosofia de palavras vazias
Retrata o nada parecendo tudo
Perdemos tempo a ler o que dizem
E ficamos a saber coisa nenhuma
Por palavras mais clarividentes
Pura Demagogia
Tão igual aos discursos dos nossos políticos
Falam falam falam
Merda! O que é que o gajo disse?!
Ou ainda pior
Acreditamos cegamente no que dizem
E andamos toda a vida a ver se fazem alguma coisa
Do que se fala e se estuda
Em nada tem mudado o mundo
O mundo continua na mesma
Mais grave!
Cada vez está pior
Não passam de meros Observadores Sociais
Apenas recoletam informação
Para depois no futuro se cagar nela
Porque já não faz sentido
A nível antroplógico
A nível social
A nível de vida práctica
Daí ser caracterizada como Filosofia
Palavreado eluquente para foder a cabeça às pessoas
BULLYING LINGUÍSTICO SOCIAL
Então o que andam a fazer nesta disciplina
Andam a fazer nada a pensar
Que estão a fazer alguma coisa
Para depois chegarem à conclusão
Foda-se! Não fizemos puto!
Já de ser uma disciplina de Estudo do Homem
E das merdas que ele faz
Muito coisa de positivo não se pode esperar
Tendo em conta a Civilização Actual
Logo chega-se à conclusão peremptória
Que tudo é nada e nada é tudo!...

Associação da Antroplogia Verdadeira no Planeta Terra

Receitas Cócó-Pipi da Praça da Alegria

Antes de mais
Para quê tanta merda
Para se comer
Efectivamente almoçar ou jantar
Estes gajos e gajas da televisão
Não sabem cozinhar coisas mais simples
E não estes pratos apaneleirados
Que ao que parece
Deve ser para paneleiros comer
Paneleirice pra´qui
Paneleirice pra´li
Ou então não têm mais nada que fazer
Em perder tanto tempo
Na puta da cozinha
Estava fodido
Se para comer
Tinha de contratar um Chefe
Ou ir ao Restaurante Cócó Pipi da zona
Nada melhor do que fazer a nossa manja
À nossa maneira
De um modo o mais simples possível
Para quê complicar tanto
Com tantas pandeleirices gastronómicas
Tão em voga nas nossa televisões
E ao que parece
Na nossa sociedade
Não adianta apaneleirar
Na confecção dos alimentos
Porque os alimentos por si só
Já são uma merda
Toda a gente se queixa!
Vamos ser mais práticos por favor!
Chega de complicações na cozinha
Este tipo de cozinha
Este tempo que se demora a preparar a manja
Deve ser para gajos e gajas
Que não têm mais nada que fazer
De certeza!

Associação dos Manjantes de Portugal

O Que Estudam Os Antropólogos Visuais

Ao que parece estudam as imagens
O lado visual das coisas do mundo
Mas da maneira como está o globo
Parece que só andam a perder tempo
Tudo o que se tem visto do mundo
Com os nossos olhos
Portanto a nível visual
É tudo uma merda
Só se vê merda pelo mundo fora
Poucas coisas de facto positivas
Nas televisões
Nos Jornais
Nas revistas
Na Internet
Na visita a uma tribo lá na terra do caralho
Nós mesmos
O meu primo
O meu vizinho
O gajo de Braga
O gajo de Lisboa
O gajo de Faro
Toda a gente
Uma valente merda
O que na verdade vemos
É a guerra
Em todo o que é imagem
No que é visual
Basta estar atento ao que se passa
Para chegar a esta conclusão
Não se trata de doença
É uma constatação do mundo actual
No que se tornou
Esta merda de Globalização

Comissão de Estudos de Antroplogia Mundiais

Moscas, Baratas, Ratos e Formigas em Milheirós de Poiares

O Corpo de Intervenção de Desparasitação de Portugal
Tem feito o seu trabalho eficazmente
Tendo conseguido aniquilar todos estes bichos
No decorrer duma semana
É de louvar o seu trabalho profissional
Fruto da experiência acumulada
Ao longo de muitos anos
As moscas não paravam de aparecer
As baratas apareciam constantemente
Os ratos roiam tudo
As formigas impestavam tudo quanto era sítio
Graças à aplicação de um produto Industrial
TITS and HOT PUSSY United States Brand
Foi remédio santo
Tudo que era bicharada desapareceu
Milheirós de Poiares voltou à normalidade
...
Aqui fica mais um relato
De um filme futurístico
De Brutal Ficção Científica
Porque isto no presente
Ainda é o pão nosso de cada dia
Esta peste parece não acabar
Mais uma terra de Portugal
Milheirós de Poiares
Que padece de bicharada
Pede-se a quem souber
De alguma entidade
Que possa pôr termo a este inferno!

Clube de Cinema de Ficção Científica de Portugal

BIBLIOTECAS: Estudos Avançados de Salvamento de Portugal

Agora nas Bibliotecas de Portugal
Está em curso uma nova medida do Governo
Pôr os gajos e gajas
Que vão para lá ler
Ou simplesmente coçar os colhões
Acompanhados de cadernos e livros
Para porem em curso uma Acção Salvadora
De objectivos prácticos
Para salvar Portugal
Está visto que o Governo
Este Governo PSD
Só nos está a foder ainda mais
Logo colocar as bibliotecas ao seu serviço
E dar trabalho àquela cambada de malandros
Pô-los também a foder-nos!
Salvando Portugal
Uma frase muita bonita
Muito Política
Mas que signica
O que foi dito atrás
Além de encher os cofres do Governo
Como estes gajos e gajas das Bibliotecas
São supra-inteligentes
É um pecado despediçar estas mentes brilhantes
Como o Estado só tem gajos inteligentes
Mais inteligentes vem fortificar
A Comissão Estatal de Estudos pelos Portugueses
Mais uma frase bonita política
O que virá a seguir do Governo?
Irá ser dado apoio à edificação de empresas
No Planeta Marte
Os Americanos já estão quase
A acabar a Estação Orbital
Em Portugal está quase haver uma Rampa de Lançamento
De Mega-Foguetões
Irá ser mais um investimento do Governo
Para as novas empresas de Portugal
Como o dinheiro das contribuições irá vir do céu
Logo será credível
E entrará directamente nas contas bancárias do Estado
Para depois quando tivermos o dinheiro
Pagar os calotes
Tapar melhor os buracos
Que ao que parece
Mais parece um Campo de Golfe que nunca mais acaba
Ou seja
Quando a gente pensa que já viu todos os buracos
Aparece sempre mais algum
Daí o interesse do Jogo
Da Política em Portugal
Será desta forma uma medida de assinalar
Bibliotecas ao serviço dos Interesses do Estado!

Comissão de Medidas Económicas para Portugal

FAGGETS ANOYING SYSTEM

Pela definição
Do Verdadeiro Dicionário do Português:
Sistema que alguns usam
Para chatear os cornos aos outros
Comportamento pandeleirístico
Irritante
Infantil
Como não têm mais nada que fazer
Por exemplo:
Montar a mulher
Ou as primas boas
Dedicam-se a esta apaixonante arte
A arte de importunar os demais
Estudos técnicos já foram feitos
E chegou-se à conclusão
Que estes comportamentos
São tão iguais aos dos putos do infantário
ACTIVIDADE DIÁRIA INCESSANTE
DE ANDAR A FAZER MERDA
A qual já mete nojo
Descobriu-se também
Que são mesmo chatos para caralho
Podiam ir beber
Um café e um bagaço
E falar de gajas boas
Mas não
Habitualmente só perdem tempo com merdas
Como também andam abonados de dinheiro
Nada como fodê-lo em gasolina
Ou gasóleo
O que vai dar à mesma merda
Porque os preços vão ficar iguais
É pegar nas viaturas automobiles
E dar começo à palhaçada
Do FAGGET ANOYING SYSTEM
Como no mercado também existem putas
Estes paneleiros podiam ir lá fazer ginástica
Uma vez que as putas
Têm a disciplina HARDCORE SEX NON STOP
Em vez de andarem na rua das terreolas
No Zinga-Zinga
Vamos chatear o gajo
Era tempo de ver que estes parolos
Da maneira que conduzem
Só se estão a foder a eles
Especialmente às suas viaturas a quatro rodas
DESARRANJOS NO FUNCIONAMENTO DO MOTOR E CARROÇARIA
Os outros Faggets de motorizada
Também têm dinheiro
Para no futuro comprar outra CAGAÇAL MOTORIZADA
Filhos de tolos
E mais tolos que são
Que deviam era de ir apanhar no cú
Lá para o Porto no Marquês
Bem junto das suas primas
As Putas
Não arranjam maneira de crescer
Nem com o bagaço e o vinho e a tabacada
Os filhos da puta dão homens
Os eternos putos das terreolas
Os FAGGETS ANOYING SYSTEM
Mais uma tribo urbana em estudo
De características pouco urbanas por sinal
De Baixo Carácter Social
Enfim
Numa terra de parolos
Numa Parvónia
Numa Merdaleja
Tudo isto era de esperar!...

Associação de Antropologia Urbana Portuguesa

quarta-feira, 28 de setembro de 2011

Os Centros Comerciais (Shopping´s) e a Injecção do Consumo

Bota gasolina!
Bota gasóleo!
Paga Zé!
Aí vamos nós para o Shopping
Um gajo chega lá
Foda-se!
Puta que pariu!
É só merdas para um gajo foder dinheiro!
Ainda por cima não dão nada a ninguém
Ora vamos para a frente
Ora vamos para trás
Loja sim
Loja não
Para cima nas rolantes
Para baixo nas escadas automáticas
Tudo a mesma merda
É tudo só para um gajo ver se fica teso
Vai-se comer ao último piso
É para andar a cagar o dia inteiro
No dia seguinte
Vai-se às livrarias
E só se lê merda cultural
Está visto que em Portugal
Não há nada de jeito
Para um gajo efectivamente
Aprender alguma coisa de jeito
Só se anda a perder tempo
Ora vamos sozinhos
Ora vamos com amigos
Ora vamos acompanhados com a dama
Foda-se!
Puta que pariu!
Portugal precisa de ser inventado
Outra vez!
Um sistema social que só nos droga
Com a merda do consumo
A Solução Inteligente do Capitalismo
Tudo merdas que vêm dos States
Para a Parvónia Portugal
Ao que parece para a Europa igualmente
Pensando nós que nos estão
A oferecer alguma coisa
Antes pelo contrário
É uma forma astuta de nos roubar
Sacar o nosso dinheiro
Que tanto custa a ganhar
De nos viciar no gasto
Pelos dias fora da vida
Naquela Propaganda de Produtos
Tão bonitos aos nossos olhos
De forma a iludir-nos
É assim o consumo
Bem-vindos ao Capitalismo
O Mundo!

postado pela Defesa do Consumidor

O Fim da Mama dos Militares Portugueses

Parece que vai acabar a chupeta
A mama daqueles que têm a nação portugal
Como honra no coração
E que até morrem pela nação
Pelo menos é o que se jura
No Juramento da Bandeira
Pois agora vão ter oportunidade
De morrer pela nação
Tendo em conta os Cortes Salariais
Parece que o Governo anda arrependido
De tanto pagar a estes gajos e gajas
Sobretudo a graduados
Que actualmente só andam
A coçar os colhões nos quarteis
Tirando as esporádicas operações militares
Ou seja
Teatrada Militar com a Bandeira Portuguesa
Ao peito ou na boina
As merdas que se fazem dentro dos quarteis
Parece Escolinhas de Teatro Militar
Para os pacóvios dos restantes portugueses
Acreditarem que de facto
Estão a fazer alguma coisa
O Governo como anda a cortar com tudo
E precisa de dinheiro
Para as merdas que anda a fazer
Pelos vistos obras de interesse governamental
Por palavras mais esclarecedoras
Actividade que o governo põe em curso
Para salvaguardar apenas os seus interesses
Nomeadamente
Do pessoal vigente da pasta do governo
Ou interesses de poder
De estatuto
Ou monetários
Vai chegar a vez dos militares
Também sofrer com a austeridade
Medida Roubalheira Governamental Actual 2011/2012
Pois o Estado precisa urgentemente de dinheiro
Para pagar os "calos"
Porque Gestão Financeira
Ainda é uma disciplina nova
Que o Governo anda a aprender
Posto isto parece que vai haver
Estruturações lá dentro da Tropa
Ou seja:
Vai haver merda!

Gabinete de Estudos Militares Portugueses

Concertos de Música na Terra de D. Afonso Henriques: Portucale

Bem, aqui é o salve-se quem puder
Porque estamos todos a cagar
Músico que é músico
Está-se a cagar para o mundo
Só quando precisa de dinheiro
Para gravar mais umas musiquinhas
É que vem ter com o planeta
Musiquinha para ali
Musiquinha pra aqui
doença emocional nº1
doença emocional nº2
E a lista de doenças não acaba
Fazendo pois depois um álbum de doenças
Mal-estar crónico de um mundo doente
Porque o mundo de facto está doente
Tudo o que se possa dizer
Tudo o que se possa tocar
Vai reflectir sempre doença
Porque o mundo não muda
Este planeta já vem assim de há muito tempo
É um problema civilizacional
Do foro antropológico
Do entendimento racial
Do acordo tribal
De as pessoas se darem bem
Umas com as outras
Mas como este mundo está povoado de problemas
E poucas situações de boas convivências
Era de esperar que um dia
O globo se torna-se assim
É a actualidade
A nossa agora Realidade
O que se pode esperar do mundo
Nos concertos de música
Logo puxando pela Lógica
Chega-se à conclusão
Que as coisas não andam bem
Não se bate bem da bola
Passa-se alguma coisa
Alguma perturbação
O prato forte desta disciplina
A Música!
Reflectida nos concertos
Festivais e Actividades afins
Que se assiste por este mundo fora
De uma forma explícita
Ou então
Numa forma teatrializada...

História da Música em Portugal nos Dias de Hoje

Sigmund Freud e a Psicanálise

O grande problema da Psicanálise foi Sigmund Freud
Este por sua vez complicou o que se chama desta disciplina
Por si só não merece tamanhas complicações
Ou baralhações literárias para confundir quem quer entender
Sigmund Freud fez da Psicanálise uma autêntica balbúrdia
Confusão do Caralho sobre a Mente Humana
De ilações e associações confusas
Em que para estudar o homem
Desenvolveu teorias e não prácticas
Autênticos Labirintos Interpretativos
Que quem chega a ler
ou simplesmente a estudar o tema
Depressa se torna confuso
Não se conseguindo perceber ao certo
Que directrizes ou rumos seguir
Para a verdadeira compreensão humana
Do ser humano no seu todo
Não só a nível psicológico
Porque uma parte está associada à outra
Daí esta disciplina "pecar"
Porque especifíca
Não se abordando as associações
Que estão implícitas no ser humano total
Logo
Para quê complicar tanto com tanto jargão
Os problemas do foro psicológico
Apenas palavras simples o podiam fazer facilmente
Mas como se observa
Uma tremenda confusão nestas ciências humanas
Tornando-as por vezes vagas
Em que às vezes não se diz nada
Dizem-se palavras mas não se diz nada
Vem complicar ainda mais o problema
Do estudo do ser humano
Daí a Psicanálise ser mais uma disciplina
Que trouxe ainda mais problemas
Complicou ainda mais o estudo
Do ser humano

Totem Humano por Professor Fusível Social

O Coçar dos Colhões dos Índios de Romariz "Land"

Vila de Romariz
Freguesia do Concelho de Santa Maria da Feira
Aí vem eles
Montados nos seus cavalos
A motor e quatro rodas
Tirando alguns
Da velha guarda dos chatos do caralho
de motorizada a mistura
Normalmente
A Norma Vigente da Terreola
Como o costume de todos os dias
Vêm com os azeites
Aquilo lá na terra deles
Área de Zona Infernal
Deve ser mesmo uma valente merda
Além de não se passar nada
Uma vez que Deus já desistiu de Romariz
A não ser o Padre da paróquia
Bem lá no alto
Que ainda acredita na presença de Deus
Entre Nós
Talvez por estar perto do céu
Aí vem eles todos aos molhos
Ora para cima
Ora para baixo
Nas filhas da putagem
Do Pai Nosso que Estáis no Céu
Como não há nada que fazer
É Pois lei fazer merda por aí fora
É ver a foderem-se uns aos outros
Pelo decorrer do santo dia
O Padre de Romariz já os declarou como mortos
Os Zombies da Guerra da Sociedade
Sociedade Marcial de Romariz
Os quais de tão cegos de frustração
Se vingam da vida com violências
Não interessa quem passa
É tudo para ir para o caralho
Chegamos a casa felizes
E parece que dormimos em paz
No leito de palha
Está provado que trabalho
Faz mal a estes caramelos
Se tornam ainda mais violentos
Regredindo em infantilidades
Tendo um gajo que aturar
Estas merdas todos os dias
Será que irá haver paz?!
Não sei!
Cada vez mais acredito menos
Será que estes gajos não crescem?!
Puta que pariu!...

Associação Vamos Viver em Paz

O Mundo está para Acabar

Almas sem vida
Que deambulam pelas nossas ruas
De corações que já perderam
O lado humano
Filhos duma agora guerra
Social
Duma tribo dentro de tribos
De uma violência sem fim
O término das relações humanas
O ultrapassar da hipocrísia
Nesta sociedade actual
Todas as definições destas decadências
Já ultrapassaram os limites
Da humanidade
Da sociabilidade
Palavra que agora também já não existe
Agora só acontece o nada
Coisa nenhuma
O zero civilizacional
E basta ver por tudo
Quanto é comunicação social
Neste momento estamos num planeta vazio
De valores
De pessoas
O que conta agora é o dinheiro
O pilim
O capitalismo na sua essência
O dinheiro em troca das pessoas
Das vivências
Da definição de comunidade
A qual já não existe
Tudo acabou
O mundo de facto já acabou!

Temas da Realidade por Professor Fusível Social

A Palhaçada Política em Portugal

Primeiro antes de tudo
O antigo Governo (PS)
Só andou a foder dinheiro
A mesma política igual
Que a do Governo de Cavaco Silva
Agora o novo PSD
De Passos Coelho vem salvar esta merda
Como isto já está enterrado em dívidas
Uma valente merda ficou
Conclusão:
Anteriores Governos andaram a brincar
Com o dinheiro dos contribuintes
E com a miséria que havia nos cofres
As empresas do Estado
Eram tipo vacas leiteiras secas
Esta merda de Portugal iria para o charco
Era já de prever
Foi o que aconteceu
Agora...
Medidas de Austeridade para foder o Povo
Os gajos e gajas que trabalham neste país
Inclusivé outras situações
Reformados e Pensionistas
No Futuro
Este Governo Actual (PSD)
Chegou à conclusão
Da merda que foi feita
Pelos anteriores artistas
O pão nosso de cada dia
Das lides políticas:
Baralhar o povo com jogadas
Só falta ver para aonde isto vai
O que ainda vai acontecer
Para que o Governo possa encher os cofres
Será que depois vão foder o dinheiro todo?
E mais da mesma merda virá acontecer?!
Será que não arranjam medidas mais justas?
E não esta roubalheira ao Povo
Fruto da Gestão Incompetente
Dos dinheiros do Estado
Sobretudo das nossas contribuições
Em termos acreditado nestes palhaços
Desta Palhaçada Política
Desta merda de Portugal País!

Associação Por um Portugal Mais Limpo

A Tribo: Os Paneleirotes da Estrada

As putas existem de facto
É uma realidade que se pode acreditar
Elas existem aqui bem perto de nós
É só procurar no terreno
Em vez de andarem a perder tempo com merdas
SITUAÇÕES SOCIAIS SEM ASSUNTO
Só basta localizar o templo
E dirigirem-se até lá
Não fazem mal nenhum
Chegando lá podemos escolher
ESCOLHA DE PARCEIRA SEXUAL AO NOSSO GOSTO
E usufruir de uma valente foda
CAMBALHOTA DO CARALHO
Muito bem dada por sinal
Em vez de perder tempo com
CAGAÇÕES PESSOAIS SOCIAS
Respectivas a determinadas pessoas
Tipo namoros infrutíferos
Ou casamentos intediantes
Em que o sexo mais parece
A secura tórrida dum deserto
E caminhar feliz para um caminho de crescimento
Pessoal
Individual
Grupal
Social
Antropológico
Falando em Português "Truca-Zuca"
Perder os "3"
E caminhar para a vida
Sem estorvar os outros
Resumindo-se no tão simples:
REALIZAÇÃO DE UM SERVIÇO SOCIAL
Tendo em vista o evoluir humano
Evolução Antropológica
Chega de paneleirices!
É tempo de acabar nesta zona
A CIRCULAÇÃO INCOMODATIVA DE PANELEIROTES
E assim tornarem-se: Homens
Porque algumas gajas que habitam estas terreolas
Só nos fazem perder tempo
É ter visto nesse tempo
Que tivemos a aturar CRIANÇAS!

Colectivo de Antropologia Urbana Portuguesa

A Situação das Rádios em Portugal nas Terreolas

Sentados à mesa
Com os colhões bem pousados na cadeira
Normalmente cadeira Top Line XPTO
Para gajos mandarem bocas via rádio
CAGAREM AO MICROFONE PEIDARIA HUMANA RADIOFÓNICA
Fazer daquela merda
A programação diária
E não passa de um rol de bocas
Para mandar a determinados gajos e gajas
Como é mais um trabalho
De limpar cú a meninos
- Ok!
- Estamos no ar
- Aqui vai merda
Truca-zuca, truca-zuca
Bota CD, tira outro
E aí vai mais merda
Nada como matar o tempo
A injectar musiquinhas bocas para o ar
Para La Sociedad
Aqui vai mais um sucesso
Do artista Totonix tá-se bem
Com PROJECÇÃO TURÍSTICA INTERNACIONAL
Porque agora o Turismo
É a solução dos buracos da Economia Nacional
Estes artistas na verdade
Só andam a passear
É ofício que também não dá para a sopa
A não ser as editoras a mantê-los
As suas paranóias malucas sociais
aqui vai mais uma musiquinha
Para alegrar o povo
Ou antes
Traduzindo antropologicamente
Tomai lá!, chupai esta!
Tá fixe!?
E assim é o dia das EMISSÓES DE RÁDIO
Por esta merda de país
Portugal

Colectivo dos Músicos Portugueses de Portugal já Fartos

segunda-feira, 26 de setembro de 2011

Far-West na Variante em São João da Madeira

Mal o dia acorda
Com toda a gente ainda a dormir
Começa o tiroteio na variante
Os cowboys vêm em demanda
Com pistola em punho
Ora para cima ora para baixo
Cada um mais tolo que o outro
Embora por cima seja melhor
Os que vêm a descer
Vêm a foder os que sobem
Os que vêm a subir
A foder os que descem
Quem está no parque
Numa desportiva
Também não escapa
Também tem de os aturar
Está provado que acordam maldispostos
E para curar a azia
Que ao que parece é crónica
Nada melhor do que vir fazer merda com as viaturas
Para a puta da Variante
E assim se diverte esta canalhada
Esta cambada de atrasados mentais
Porque não encontrei melhor definição
Para os rotular
Estes homens putos
Que resolvem tudo à força bruta
Que fazem da agressão a sua arma
Esta Variante em são João da Madeira
Agora é palco de azeites
De azeitices ao volante do automóbil
Preparações para o rali nacional da putalhada
Actividade agora vigente aqui nestas terreolas
De aplicação de velocidade no motor e nas rodas
Para efectivamente chatear os cornos às pessoas
Descobriram este novo passatempo palhaçada
A conduzir as suas viaturas a rodas
Deve ter sido do ar a entrar nos cornos
Àquela velocidade pela janela ou pela chaufagem
Ou pelo ar condicionado para os mais abonados
Que foi feita a descoberta
Como não têm nada que fazer em casa
A não ser fazer mais merda ainda
Vêm também para estrada fazer cagadas
Quem os está a ouvir
Aquilo deixou de serem carros
Passaram a ser aviões em combate
Com putas de acelarações
E Filhas da puta de reduções
Para ver se assustam alguém
Mas como o povo já cagou na sopa
Bem podem ir para o ar
Para atmosfera
Lá sim!
Lá andam os aviões
Esta tribo como não grama ninguém
Vingam-se então assim com as suas viaturas
Já não chegando andarem pela cidade
Ou pelas terreolas
A mandarem-se foder uns aos outros
Mas é assim que vive o atrasado mental
Os atrasados mentais
Porque são muitos
Puta que pariu a mãe deles
Esta é que tem culpa
Que os tinha de parir pela cona fora
Mas prontos, já estão cá fora
Aturemo-los

Liga das Pessoas em Condições para Andarem cá Fora na Rua

sábado, 24 de setembro de 2011

As Fábricas de Portugal e o Ambiente Acústico

Tudo começa quando se entra lá dentro
É difícil de estar lá dentro
Duro de viver na área
Quanto mais trabalhar lá no interior
A nível acústico
Não tem nenhum nível acústico
As coisas são feitas à sorte
Meia bola e força
Dispoêm as coisas mais ou menos organizadas
Mas a um nível físico
Do resultado obtido dessa planificação
Falando de ondas sonoras
Suas propagações e reflexos
Acaba por ser tudo uma porcaria
Impossibilitando
O bom trabalhar numa fábrica
Já para não dizer
Outras situações
Que o nível sonoro esteja implicado
Seria necessário fazer um estudo prévio
De Acústica Sonora ou Musical ao espaço
Apropriar as coisas ao som que se vai fazer
Incluíndo as pessoas também
Só assim é que poderá resultar
Um espaço mais ou menos aceitável
Para a prática do trabalho
Uma Área livre de ruídos incómodos
O material de protecção auditiva que distribuem
Actualmente nas fábricas
De efeito nenhum fazem
Apenas atenuam alguma coisa
"Come-se" com o som íncómodo no corpo
O problema maior está lá na mesma:
A Estruturação Sonora dos objectos do espaço fabril
E suas repercussões nos trabalhadores
Ou quem lá vá ficar
Penso que em Portugal
Ainda não aconteceu nada de novo
A este nível nos espaços fabris
Vamos esperar pelo amanhã!

Acústica pelo Professor Fusível Social

Por Que É Que Isto É Uma Merda

Isto é uma merda porque é uma merda
Como merda é merda logo vai ser merda
Tendo em conta a merda que acontece
Resulta sempre em merda
Como a merda cheira mal
Logo vai ainda cheirar a mais merda
Quando os merdas aparecem
Merda vai haver
Logo merda torna-se merda
Como isto já emerdou tudo
Visto que a merda está em todo o lado
Tudo fica uma merda
Merda é pois merda da merda que é merda
Tendo em conta a merda que acontece
Fica logo tudo uma merda
Como só sai merda da boca
Merda vamos ouvir de certeza
Mergulhados em merda
Para a merda vamos
Por isso está explicado a merda
Que esta merda é
Pois de tanta merda na merda
Isto ficou uma merda
Daí isto ser uma valente merda!

Merdologia Aplicada tendo em conta o Futuro

As Idas à Igreja nos Domingos de Manhã

Clientela:

- Os Fuínhas do Padre
- As Alcoviteiras
- As Beatas
- As Viúvas que andam atrás de marido
- Os que ainda acreditam em Deus
- As Putas da Igreja
- As Vaidosas
- Os Peneirentos
- Os Actores que vão representar para a Igreja
- As Gajas e Gajos que sabem as Rezas de trás para a frente
- O Cego-Surdo-Mudo que vai à Igreja
- Os Tarados
- Os Paneleiros
...

E assim começa a missa...
...Em Nome do Pai...

Pela Legião Portuguesa Religiosa

Os Hospitais e Bombeiros em Portugal: Situação Actual

Como todos os sistemas de Portugal,
Este também está falido
O Sistema de Saúde Português
E Organismos ligados a ele
Ou para lá caminham
Ou antes: Falência Técnica
Uma expressão que virou moda em Portugal
Fruto de má gestões e de desgoverno de dinheiros:
Gastos em equipamento médico caro
Despesas com medicamentos
Pagamento de salários altos a médicos
Que não se compreende
Por que é que ganham tanto
Comparado com outras profissões técnicas
Este sistema tem os dias contados
Por si só não consegue sobreviver
Terá como sempre de o Governo os ajudar
Mais injectamentos de capitais
Nomeadamente para Hospitais
Centros de Saúde
E Bombeiros inclusivé
Quanto a estes
Aqui em Portugal se tivermos um acidente
Agora vamos ter de ir a pé
Para o hospital
Bombeiros como tudo
Também andam falidos
Já para não falar das guerras com o INEM
Com dividas que até metem medo
Exactamente com as dos Hospitais
Que é dinheiro que para lá se deve
Que até assusta
Já tiveram que fechar serviços
Porque o gasóleo está caro
Ou porque simplesmente
Não dá para as despesas
Aonde vão buscar tanto dinheiro
Para pagar as despesas e calotes
Inerentes ao exercício deste sistema?
Os Bombeiros a maioria são voluntários
Logo não há muita despesa
A nível de salários
Existe a despesa dos combustiveis
Há a manutenção das viaturas
Problemas mecânicos
Pagar ao pessoal efectivo das corporações
Apagar incêndios só dá prejuízo
Bem!
Aonde vão buscar o dinheiro?
Tem de ser o Governo a ampará-los
A mesma situação dos Hospitais
Porque por eles para fazer dinheiro
Tá Keto!
O Governo paga tudo
Logo, e em conclusão
Bombeiros e Hospitais e Centros de Saúde
SÓ DÃO PREJUÍZO!
Não admira andarmos a pagar estes impostos
Para alimentar este sistema!

Crónica: Mais Notícias de Portugal

A Criminalidade em Portugal

Afinal não faltam
Filhos da puta em Portugal
Das merdas que fazem todos os dias
E só basta ler os jornais diáriamente
Para dar conta disso
Acidentes
Assaltos
Destruição de propriedade
Tentativas de homicídio
Homicídios consumados
Problemas com drogas
Etc etc
Chegou o tempo de os castigar
Afinal a Polícia ou a Guarda
Andam a trabalhar bem
Pôr estes filhos da puta
Atrás das grades
Só falta saber o que leva
A estes gajos e gajas
Fazerem tais asneiras
Talvez fruto de vinganças
Situações psicopatizadas
Gajos e gajas que não batem bem da bola
Que são os principais motivos
Ajustes de contas
Porque como já foi dito
Parece que as pessoas
Aqui em Portugal
Estão a começar a darem-se mal
Um sintoma que já vem de muito de trás
Já era de esperar destas pessoas
Do passado
Como isto a nível social já faliu
A relação das pessoas azedou
Nada como fazer justiça
Pelas próprias mãos
Para se tramarem logo depois
É o retrato do Portugal de agora
Uma terra onde reina a confusão
Onde o nível de criminalidade
Não para de subir na tabela
E o mais engraçado
É que não é só nas grandes cidades
Que acontece estas merdas
Bem mesmo no interior de Portugal
Assiste-se a cada coisa
Chiça!
Isto está mesmo mal!
Para onde iremos
Com tais comportamentos?!

Crónica Portuguesa de Estudos Criminais

sexta-feira, 23 de setembro de 2011

O Amor em Milheirós de Poiares

As abelhas andam à solta
A fazer mel por todo o lado
O Amor anda no ar
Abraços
Beijinhos
e carinhos dos amantes
Como é bonito o Amor
De manhã o sol brilha mais
O ar respira-se melhor
Em tudo o que fazemos
Está lá o Amor
Que bonito
Corações ternos
Vidas rosadas
Alimentadas por este alimento
O Amor
Os passarinhos piam
E nós gostamos de ouvir
Os caezinhos ladram
E nós sorrimos para eles
Em tudo o que fazemos
Banhamos com Amor
Como o Amor é lindo
É pena isto ter acabado
Nestas terreolas daqui desta zona
Incluindo Portugal por todo
Milheirós de Poiares
É mais uma terra
Mergulhada na guerra
Que se assiste todos os dias
O Fim do Amor
...
Como é que há gente casada aqui em Portugal
Será que a Igreja os andou a enganar?
O Casamento não vem do Amor?
Será que os padres andam a perder tempo?
Ou também já cagaram nisto?
Santa Hipocrisia!...

Postado pela Sociedade Universal do Amor

A Ladroagem dos Bancos em Portugal

Negócio do caralho
Nós vamos lá pedir dinheiro
Simpatia do caralho
Tudo para nos foder
E fodem-nos com juros desde os 20% para cima
Os gajos do banco pegam
E vão buscá-lo lá fora a mais ou menos 5%
Pouco para cima ou para baixo
Fazendo as contas
Já estão a ganhar aí uns 15%
Da maquia que a gente pediu emprestado
Puta que pariu de negócio
Façam lá as contas!
Umas viagens ao estrangeiro
As despesas o banco paga
Ou seja
O que nós pagamos aqui em Portugal
Dá para eles fazerem a festa toda
Não admira andarem cheios dele
Já para não falar
Dos depósitos a prazo
Que pagam juros de fazer rir a um cego
Ou antes, mandá-los foder
Com os quais brincam
Com esse dinheiro no jogo das Bolsas
Conseguindo ter capital
Para fluir nas respectivas
Por que é que pagamos tanto
Aqui em Portugal?
A resposta já foi encontrada!
Ganância
Antes que acabe a mama
É melhor mamar bem até ao fundo!
Isto é
Nos Portugueses
Ou antes
Quem lá vai pedir dinheiro!

Crónica da Economia Portuguesa

Os Imigrantes de Portugal

Não sendo todos
O costume:
Nojeira Social do Imigrante
Insistência em transmitir uma Imagem de Sucesso
De Riqueza Exterior durante as Férias
Vir para aqui (POrtugal)
Enganar os Pacóvios
Onde na realidade
Se estão a enganar a eles próprios
Exemplos Característicos:
É o filho daquela que está na Suiça/França/Lux/Alemanha/etc
Que trouxe um carro novo
Normalmente uma Bombaça a quatro rodas
Passeios e voltinhas
Andar a mostrar pela aldeia aos amigos de infância
É o casal X que dizem que vão começar a construir uma Super Hiper Vivenda
Porque uma casa normal não chega
É a filha do Jaquim que se vai casar
E convidar toda a terreola ou a aldeia
É a Sra. Y que vai à missa mostrar as jóias
E as fatiotas guardadas religiosamente durante o ano
São exemplos, mas acontecem
Denomino isso por pura e simples hipocrisia
Ganhe-se muito, ganhe-se pouco,
A gestão cabe a cada um
E se houvesse mais humildade
Este mundo estaria muito melhor.
Mas sabe Deus como vivem lá no estrangeiro
Durante o ano..

Liga de Portugal

domingo, 18 de setembro de 2011

As Novas Estradas de Milheirós de Poiares

Agora é ver todos os dias
Quem chega lá primeiro
Tradução Moderna do Português:
Eu cheguei primeiro!
Eu cheguei primeiro!
Toma! Toma!
Chupa! Chupa!
Baixa a bola filho da puta!
Vai levar no cú ó paneleiro!
E esta merda nunca mais acaba
Terra de Atrasados Mentais
Terra que sempre foi
Não é de admirar tais comportamentos
Comportamentos Primários Individuais
As invejas são tão grandes
Que se existisse Deus
Uma vez que são católicos ferverosos
Este iria castigá-los com Pecado Capital
Para todo o lado que se vá
É sempre a mesma merda
É observar trogloditas em demanda
Tipo aqueles Filmes Malucos Chungas
De Investidas Epopeicas da Cavalaria Armada
Só mesmo vindo aqui a esta terra
(Milheirós de Poiares, Santa Maria da Feira, Aveiro)
É que um gajo pode constatar
Que de facto é verdade
Ainda há Deficientes Mentais ao Volante!
Ou antes como dizia o gajo
Bestas do caralho!

Postado por Liga dos Utentes das Estradas de Portugal

sábado, 17 de setembro de 2011

A Governação de Alberto João Jardim e a Madeira

Com este gajo político no Governo da Madeira
Aquilo sempre quiz dizer a todos
Balbúrdia do Caralho
Confusão do Catano Madeirense
Aquela merda nem com o Turismo deu lucro
A Madeira é pois actualmente uma Ilha Falida
Era de ver com um Presidente igual ao de Gondomar
Major Valentim Loureiro
Traduzido em Português Correcto:
Mafioso Corrupto Propenso a Jogadas Lucrativas
Fodendo o Outro, Avé Maria Cheia de Graça!
Aquela merda deu no que deu
Mais uma ilha
Ou conjunto de pessoas falidas
Que o Governo de Portugal Continental
Os vai ter de segurar
Porque Alberto João Jardim fez merda
Aquilo na Madeira sempre foi uma máfia fodida
Fodas e fodinhas a toda a hora
Desvio de Dinheiro
Lavagem de Dinheiro
Dinheiro para ali
Dinheiro para acolá
Obras disto
Obras daquilo
Dá cá
Bota pó bolso
Siga venha mais uma
Deu no que deu
Políticos só pensam neles
O que interessa é estar no poleiro
E receber a contribuição Governativa do Estado
O Ordenado que recebem
Se for a ver
Todo o tempo que lá estão
Estão simplesmente a representar
Com paleio prometedor
Nós prometemos
Nós prometemos que fazemos
Ou seja, Paleio Político para Pacóvios
Das mudanças, apoios, ajudas e alterações
Das condições de vida das pessoas
Ou seja,
A encher os cornos das pessoas
Com Balelas e Aldrabices Futurísticas
E que no final pouco ou nada acontece
Os políticos fazem a merda deles
Os outros que se fôdam
Que chegue depressa ao fim do mês
Comprar as merdas que queremos
E assim levam o país e os que acreditaram neles
Na História da carochinha do costume
Enfim Política
Que irá de ter de ser alterado no dicionário
Em breve...
CHEGA DE ALDRABÕES! CHEGA DE ALDRABICE!

Associação Por Uma Política Mais Limpa!

O Fim das Estradas em Portugal

O Plano de Intervenção Nacional
Já foi delineado
Altas patentes do Governo decretaram
A Exclusão Permanente das Estradas de Portugal
Disseram:
CHEGA DE SE FODEREM UNS AOS OUTROS!
Está-se a pensar em fazer uma rotas aéreas no Espaço
As rotas da atmosfera, mais abaixo, já estão ocupadas
Já têm Jiga que chegue
Agora vai-se conduzir no Espaço
As viaturas irão ser munidas de propulsores
Coadjuvados e Comparticipados pelo Governo
Lá vai haver mais liberdade
E espaço não vai faltar
Para os gajos e gajas espaçosas daqui do planeta
Lá se se foderem ninguém daqui da Terra irá ver
Além disso as viatuas iram ser equipadas
Com Metralhadoras Laser SuperSonic Completamente Automáticas
Assim se houver merda
Acaba-se logo com a raça do gajo
Como tudo anda farto
A farteza toma fim no momento
Do primir do gatilho
Assim Portugal vai ter sôssego definitivo
Das guerras pessoais e frustadas destes palhaços
Que parecem que ainda não sairam
Do Jardim Infantil
Local de Cagadas e Birras e Afins Actividades
Não irá haver policiamento espacial
Nem multas por excesso de velocidade
Porque não vai ser no Espaço
Que a Polícia vai trabalhar de facto
Uma vez que com os propulsores
Irão andar sempre à velocidade da luz
Arrasando tudo e todos
Por ora e como conclusão
Portugal cá em baixo vai respirar de novo
E a paz irá voltar à Nação
Viva o Governo por estas medidas!

Liga do Mundo sem Viaturas Motorizadas

Os Filmes Portugueses feitos em Portugal e o Mundo

Como grande díscipulo das Artes Cinematográficas
Uma só palavra pode ser dita:
Merda
Uma valente merda o que a gente vê aqui em Portugal
Está visto e provado que estes gajos
Do Portugal Continental
Nomeadamente das Capitais
Só andam a perder tempo
E mais ainda mais importante
A gastar dinheiro desnecessário
Mais valia oferecerem o dinheiro
Para Instituições de Caridade
O Filme em si... Zero
Não puxa
Com conteúdos e contextos já mais que batidos
Assuntos que toda a gente já sabe
"É bater no ceguinho todos os dias"
Portugal como todos os países
Precisam de filmes com assuntos em condições
Matérias importantes e não a merda que nós assistimos
Como passivos espectadores de cinema ou video
Há que haver contextos mesmo aliciantes
Temas novos repletos de novidade
Tanto a nível pessoal como a nível social
E não esta cagada cinematográfica
Que se depara neste Portugal velho de ideias
As quais vai buscar à merda do cinema estrangeiro
Sobretudo americano
Não só filmes
Mas como também séries televisivas
Que não deixam de ser filmes
Ou seja,
São filmes com episódios
Que vai dar à mesma merda
Isto aqui no Mundo a nível de Cinema
Parou no tempo
Há muito que tem estado na mesma situação
Filmes parecidos
Assuntos chunga
Temas batidos
Personagens que já estamos fartos
Enfim,
Não andam a comer sopa às refeições
Não aparecem ideias novas
Mesmo realmente novas
E não copiadelas baratas de filmes
Antigos ou recentes
Enfim
O Cinema parece que morreu!...

Postado por Clube do Cinema