sábado, 11 de fevereiro de 2012
A Gestão Urbana da Polícia Urbana
- O gajo foi para ali!
- Vamos já atrás do gajo!
...
E esta merda nunca mais acaba!
Um momento de comédia para relaxar!
Psiquiatras e Psicólogos e a Diferença de Realidades às Pessoas Normais
E outros pensam outra
Não admira dar na jiga que dá
Também não se entendem
Uns vivem uma realidade
Outros vivem outro real
Daí estas criaturas desenvolveram
Com base em muita criatividade
O manancial de transtornos psiquiátricos
Merdas técnicas psicológicas
Face à diferença em que há
De uns para pessoas normais
Tudo nesta sociedade
Tem de ser rotulado
Posto numa prateleira
Catalogado
O que é normal para uns
Não é norma para outro
É um facto
Vivemos num mundo
De pessoas diferentes
Os livros afinal não conhecem as pessoas
As criaturas humanas
São sistemas em mudança
Em constante evolução
Não vão ser livros e manuais técnicos
Que os vão definir
Caracterizar
O melhor mesmo
É deixarem as pessoas viverem
Em paz
Cada um à sua maneira
E deixar de haver
Estes constrangimentos
Que só vêm atrofiar
O decorrer normal
Da vida humana
Postado pela Associação Vamos Viver Felizes
sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012
A Batatada dos Grupos Sociais pelo Mundo fora
É tudo a vender
Sardinha e carapau
Ao preço mais baixo
A guerra que esta merda é
Já ninguém se compreende
Em tudo a que assistimos
Em toda a merda da sociedade
Representa o significado
Batatada do caralho
Infantilização das gentes das terras
Constata-se sim
Uma sociedade mais criminal
Mais agressiva
Mais violenta
Por todos os meandros do social
Se já o individual é o que é
Já nem se fala do socius
Nos grupos sociais
Verificamos pasmados
A guerras sem fim
De uns para os outros
Cada um é como é
Os outros que se fodam
E a sociedade a perder-se
Dia após dia
O conceito de união
De civilização está a morrer
A Destruição Total do ano 2000
Que fora anunciada
Pelas religiões
Chegou
Já está a acontecer
Só falta esperar pelo último dia
A Extinção Total do Ser Humano
O Fim da Humanidade
Postado pelo Grupo Activista Alerta Terra!
Os Transitmen e a Restante Legião do Trânsito
Mais antiga de Portugal
A Velha Guarda do Furgão
Viatura que está atrasada no tempo
Já devia de estar nas sucatas
Há muito tempo
A fazer material
Para as novas lixeiras que estão a aparecer
O lixo automóvel actual
Que habita o planeta Terra
Isto quando só havia o cavalo e o burro
Para nos deslocarmos
Tirando o inconveniente
De o filho da puta do animal
Cagar para caralho
Tinhamos de ter cuidado
Com o tipo de palha
Que a besta comia
De resto era sempre a andar
Não havia a merda do ruído automobilístico
E cagadeiras máquinas de pipocas
A duas rodas
Não esquecendo os peidos brutais
Que alguns quadrípedes
Ofereciam à Natureza Atmosfera
Agora é o inferno
Já não há sôssego
Uma das queixas mais importantes
São as das putas
Que segundo elas dizem
Já não conseguimos foder
Nem nos vir
Com tanto cagaçal
Nem as mamas ficam em bico
Segundo os velhos
O trãnsito dá vontade para caralho
De cagar
Aqui entra a Velha Guarda do Furgão
A maior cagadeira sonora carrinha
A quatro rodas
Já para não falar dos maiores cagões
Da Maravilhosa Estrada do Mundo
Os camionistas
Mas é o mundo de agora
Que assistimos
Mergulhado nesta merda sonora
Postado pela Comitiva de Estudos Sonoros Ambientais
A Linguagem do Povo
É toda a merda que se pode esperar
Aqui entra a criatividade
Casada com a estupidez
Quanto mais estúpido melhor
Que é para a bocaria
Bater bem na tola
Como andamos fartos de tudo
E de todos
Basta analisar com atenção
Aos Comportamentos da Espécie Humana
Para chegarmos à conclusão
Não batem bem da bola
Os parafusos daquela coisa
A que chamamos de cabeça
Anatomia Humana Livro 1
De tanto que há ainda para ler
Não estão bem apertados
Já para não falar
Da falta de óleo que possuem
Andando estes gajos na vida
Com o motor a gripar
O resultado é o que está à vista
Verbalizações cheias de agressão
Comportamentos estúpidos
Mandar foder e foder mandar
E andam assim durante os dias
E nas noites do dia
A linguagem do povo
Reflecte a sua cultura
Altamente desenvolvida
Que faz logo corar as virgens dos conventos
Mal os ouvem falar
É o descalabro
A destruição total
Total
Total
Estamos pois em Portugal
Na parvónia fenomenal
Postado pelo Grupo Felicidade Latente
A Morte da Amizade
São conceitos
Que já deixaram de fazer sentido
Simplesmente deixaram de existir
Face ao que é a sociedade de hoje
Podemos culpar com muita coisa
Uma coisa é certa
Esta sociedade é de facto uma selva
Um meio egoísta
Invejoso
Cruel
Por natureza
Pior que o reino animal
Aonde ainda se assiste
A alguns laços de amizade
Companheirismo
O ser humano se analisar de facto
Mesmo nesta civilização
Afinal vive sozinho
Caminha para lá
Em tudo está impregnado
A competição
A luta pelo melhor lugar
Em que se calca quem quiser
Para atingir determinado fim
Amigos que deixam de ser amigos
Amigos que já não são amigos
Amigos que afinal são inimigos
A sociedade vigente
A actualidade
Postado pela Revista Sentimentos
Os Paneleiros Guardiões das Gajas Boas aqui nas Terreolas
Gajas são pecado
São o demónio
Ir ao pito faz mal
Segundo os médicos
Disfunções sexuais atrofiadas
Aprendizagens pinais frustradas
Segundo os gajos das terreolas
Mandar pá cona faz azia
Que mal é que tem mandar para a cona?
Certamente não estraga a passarinha
Depois de umas boas bem dadas pinadelas
Ela até canta melhor
Dá para notar nas melodias
São mais bem construídas
Nestas terras
De ambiente minado de azia
Maldisposição crónica do indivíduo
Uma actividade tão natural
E mais uma vez
Segundo os médicantes
Ir ao pito faz bem à saúde
Aqui surge o problema
Aonde páram as gajas boas?
Que animam qualquer gajo
Até os zombies que andam por aí
O meio circundante anda a guardá-las
A inveja é tanta
Não vá elas se estragarem
E o pessoal não se vir
Só de olhar para elas
Daí se terem tornado
Os Verdadeiros Guardiões das Gajas Boas
É de notar que aqui nas terreolas
Só circulam canhões
Gordas e gajas feias
Esta sociedade faz o favor
De as canalizar para algum lado
Porque existe a crença instalada
Que sexo representa o mal
Deve ter sido das vezes
Que ouviram o padre a falar nas missas
Que o pessoal anda injectado
Com as suas palavras
Ou então é fruto
Da merda da cultura
Da essência desta merda deste país
Portugal
Postado pelo grande amigo do Professor Fusível Social
O Copo de Vinho, a Cerveja e o Tremoço
Eles encontraram-se mais uma vez para o convívio da semana, no tasco do costume. O tasco do sr. Aurélio.
Puseram as cartas em cima da mesa e deram início ao jogo. O jogo maquievélico da vida. O que se passa, o que se vai passar e suas soluções práticas.
Copo de Vinho é sempre o primeiro a abrir o jogo, Cerveja o segundo e finalmente o Tremoço.
Copo de Vinho, o mestre faz sempre aberturas dignas de seu nome. Cerveja seu discípulo segue-o sempre atentamente. Tremoço fala pouco mas vai sempre seguindo no jogo dos mais velhos.
É neste convívio que se traçam os planos para a semana seguinte através do lúdico. São elaborados esquemas mirabolantes de estratégia aplicada. São sim uma verdadeira equipa. Bem equilibrados entre eles. Cada um com o seu papel nesta pequena sociedade...
O mestre quase todas as vezes domina e controla o jogo. Cerveja fica sempre com essa impressão. Tremoço apenas aprende sonhando um dia ser Copo de Vinho.
O jogo destes “caramelos” é como um jogo de xadrez só que mais difícil, isto devido à estratégia que poêm às suas jogadas, tipo poker jogado por cowboys de filmes americanos “armados até aos dentes”. Tremoço o mais novo e sempre a aprender às vezes fica baralhado com tanto malabarismo das cartas...
É um trio que retrata bem a sociedade. Que nos ensina que de novos até velhos temos que aprender muita coisa para sermos alguém. Copo de Vinho representa o mais alto nível da sociedade do conhecimento, Cerveja o caminho, e Tremoço a iniciação. Isto é claro aqui pois apresentado como uma analogia...
Filosofia Popular do Professor Fusível Social
Libertação e Expansão da nossa Mente
O objectivo de muita gente! Os cursos já não chegam, as drogas já não funcionam, o álcool só se for etílico para que no coma possamos despertar para o além, os livros só nos confundem, as viagens só nos fazem permanecer mais aqui, as pessoas nos mostram o que já sabemos, etc...Resposta ao problema: O Espaço e a Vida Extra-Terrestre, Sua Existência ou Não!
Da confusão que saem, os que vão em direcção ao Espaço, à procura de algo, ficamos nós a pensar: que sortudos e corajosos são!!!
Do outro lado: lá vêm eles patrulhar o espaço! Vamos criar aqui umas diversões psicológicas!!
Os Terrestres: Huston, Estamo-nos a sentir um pouco mal. Redford está com cólicas intra-gástricas!
Os Homens-Verde: Acabamos de experimentar a experiência nº 1...
Os Terrestres: Daqui Torre de Control, é melhor virem para a Lua ou regressarem para Home!
Os Que Estão Lá mas não se mostram: Temos que fazer mais uma visita das nossas ao planeta da confusão, The Earth.
Os Terrestres: Huston, vamos a caminho da Terra, temos pouca benzina, não importa iremos em ponto morto, é sempre a descer...
Os Inteligentes: Vamos ajudar aquele planeta a não se destruir? Pii-up-up-le-le-pii. Não! Não! Eles não merecem! Vamos estudar apenas o egoísmo social auto-destrutivo daquela sociedade!... Zoing... Zuun...
Haverá mesmo outras formas de vida? Será que a nossa mente num outro sítio do Espaço funcionaria melhor? Serão outras formas de vida inteligentes? Serão eles visíveis? Estarão em outras dimensões que não as nossas?, etc...Tudo questões que fica em aberto aos amantes da Paraciência Ufologia!
Questões do Cientista Professor Fusível Social
O Que Procuramos Nós!?
É acordar depois de uma noite de sono e batemos na mesma questão. Já encontrei aquilo que queria ou ainda tenho de continuar a procurar? Andamos à procura de alguma coisa é certo, mas não sabemos bem ao certo o que é! Se de facto sabemos mesmo se é isso que procuramos? Às vezes o sono é preenchido com essa procura escondida nos sonhos ou pesadelos que sonhamos. Saímos de casa para o nosso destino sempre constantemente a indagar, procuramos em tudo uma resposta, um sossego para a nossa agitação... Por vezes, pensamos encontrar a resposta, isto várias vezes, chegando nós a pensar se realmente sabemos o que procuramos, mais uma vez. Estará em nós, nas pessoas, no trabalho, nas coisas, na cultura, no ar, no passado, no presente, no futuro ou se será algo extraterrestrial?! A procura dos E.U.A.: Eles procuram algo! Será o que nos disseram?!...É de pensar...
Do Cientista Fusível Social
A Religião e sua Representação
O que é que a religião significa para nós nos nossos dias mais contemporâneos? Bem, poderão se dizer muitas coisas, por exemplo, a religião serve como um medicamento que se toma para os males do nosso viver, para a nossa incompreensão do que nos rodeia, porque nos sentimos bem em exercê-la, porque ficamos a saber mais coisas que não sabiamos, porque é uma forma de convívio, ou porque se pratica como a mesma coisa do que ir ao futebol, etc...
Dentro da religião podemos escolher uma quantidade considerável de opções presentes na sociedade que nos ofereçem os seus serviços, uns gratuitamente outros não. Podemos escolher uma opção ou várias.
Será verdade o que lá dizem?! Bem, aqui depende de cada um. Do que acreditam e do que procuram. É certo que nenhuma religião por si só poderá atender a todas as nossas ânsias e questões, que às vezes se poderam tornar incomodativas. Decerto percebem! Já houve quem disse que o melhor era “provar” um pouco de tudo. Haverá religiões mais indicadas para determinados assuntos, ou que os poêm de outra forma, daí às vezes, a escolha das pessoas.
Existe também a questão de estar na religião X por estar, porque a maioria está, ou porque simplesmente queremos essa mesma escolha.
Também podemos aqui dilatar o conceito Religião e partir para outros campos da sociedade, fazendo essas mesmas coisas como religião, como algo em que acreditamos e que nos faz sentir bem...
A Tribo os Phiches
A tribo os Phiches é uma peculiar tribo que habita o nosso planeta, a Terra. Conseguiram impor-se em relação às outras mantendo as suas caracteristícas que os diferenciam. O seu carácter distintivo é notório nas relações que têm com os outros, dentro do seu clã ou fora dele, fora da sua tribo. São indivíduos que conseguem manter uma relação com as pessoas com plena harmonia. Onde nessas relações são excluídas qualquer tipo de competição social, tudo isto feito de uma forma completamente natural, dada a sua maneira de ser. Os Phiches são uma tribo que abomina a guerra, em toda a sua concepção, buscam antes de mais, a paz e a harmonia humana. Como é que vemos isso? Simples! Estando com eles, ou convivendo com eles, ou ainda observando os seus comportamentos. São indivíduos que sabem estar no mundo, no espaço (local), na vida. Noção de território para eles é apenas uma questão administrativa. São um povo nada territorial, contentando-se apenas com o que têm, humildes também. Seguem o lema: cada coisa a seu tempo e conseguida merecidamente. Cada interacção social sua representa apenas e só apenas um conhecer mais e melhor a nova situação, não estando presente a noção de conquista. É uma tribo que segundo eles servem de ponte para todas as outras. É pois sua vontade humilde conhecerem e partilharem com as demais para um melhor viver. Porque segundo o chefe desta tribo: Nós com outros de uma forma pacífica e compreensiva, aqui no nosso mundo, podemos o conhecer melhor e a nós!
Fica aqui uma pequena descrição desta magnífica tribo que habita o mesmo mundo que nós...
Antropologia pelo Professor Fusível Social
Sociologia da Discoteca
Outros dias vai-se á discoteca e é o Cazaquistão kill-kill-kill.
Noutros entra-se e assistimos a mais um videoclip tipo Michael Jackson – Triller: Vivências Charuto e Álcool Prime Time, acabando eles a noite com os olhos esbogalhados que mais parecem lanternas.
Há dias que é só pela música. Até dar peidos fica bem. Tudo uma questão de tom e harmonia...
Há outros dias em que a discoteca está mesmo fechada.
Experiências do Professor Fusível Social
Pais! Quero tirar um curso!
Tirar um curso em Portugal é como as músicas que se ouve por quem toca. Há que ter em atenção de ver quem as toca senão ferem os ouvidos do escutante criando distúrbios na sua personalidade. Sim a questão do Ensino em Portugal! É como jogar no euromilhões, normalmente só sai a um gajo! É necessário antes de mais todos os futuros alunos tirarem um curso de como ter aulas nas escolas, suas implicações no dia-a-dia de ser estudante, ou seja, tirar um curso de como ser estudante em Portugal, daí a fuga de muitos para outras bandas da europa e do mundo. Esta é pois a solução deste problema que realmente existe aqui na nossa ilha Portugal!
Energia das Pessoas
A Taça de Graal da nossa sociedade não só procurada pelas mulheres mas também por muitos homens. Aquilo que de facto a nossa vida anseia. A Harmonia em todos os seus aspectos, psicológica e social.
Somos confrontados, todos os dias, com diversos tipos de pessoas, tendo cada uma delas uma determinada frequência energética que poderá nos ser benéfica ou maléfica. Temos que exercer constantemente a nossa escolha que às vezes poderemos não ter alternativa de escolha dadas as circunstâncias da vida. O objectivo disto tudo é tentar harmonizar o mais possível durante a nossa vida, procurar as pessoas certas, estar no sítio certo. Pois é, isto não é fácil, daí o gozo que é viver. Estarmos na vida, às vezes em situações labirinticas e arranjarmos uma maneira de lá sairmos, encontrando a desejada harmonia energética que nos faz sentir como tudo está bem. Mas aqui isto leva-nos a outra questão: e os outros? Exacto, os outros também têm de ter em mente este tipo de procura, nada de pessoas negativas e destrutivas, para que possa então haver a tal sintonia energética entre todos, o que é ainda um pouco sonhador pensar assim tento em conta a sociedade em que estamos. Existe a necessidade de acabar com a ignorância das pessoas no geral face a este problema. Sermos de facto uma comunidade...Que é ao fim e ao cabo o que as pessoas do bem viver querem!
A Função do Namoro nos Países Baixos
A Função do Namoro nos Países Baixos: dar umas berlaitadas na senaita e falar de emoções! (foi bué da bom!!, quando é que vamos dar a próxima?) Por outras palavras, palavra de ordem de um povo que fala, come e respira “secho”. Ir ao buraco é como ir ao futebol tem que se ir e mais nada, nem importa se às vezes se vai contra a vontade o que interessa é ir...Bem, pura demência e de quem não vive aqui na Terra e ser tão cego para não ver a máquina social que está por detrás do SEXO. O negócio que esta merda representa para o mundo em si, se formos a ver tudo anda à volta do SEXO. Pura parolice do ser macho ou fêmea e de quem não for nem uma coisa nem outra é porque “anda de marcha atrás” ou seja é paneleiro, homossexual para comunidade doutoral, não se vendo com isto o quanto esta sociedade é infantil...há vitaminas na farmácia para crescimento!
Observações sexológicas do Professor Fusível Social
quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012
Realidade Social de uma terra de Portugal
Realidade Social de uma terra de Portugal dum caro amigo meu: Milheirós de Poiares Parvónia Hollywood City. Uma terra onde ninguém, ao que parece, sabe quem é, no que se torna durante o dia, nas interacções socias ou no campo psicológico pessoal. É de constatar que a dita terra é como os ensaios cinematográficos efectuados em Hollywood, Los Angeles, Califórnia, E.U.A. Em que mal desperta o dia ou às vezes de madrugada se põe em práticas as mais avançadas técnicas do cinema social contemporâneo, em que actores, figurantes, palcos, situações, se unem para criar com muita imaginação, e noites perdidas de engendramento, mais um “filme” que, diga-se de passagem ultrapassa as expectativas. O cinema e o teatro que por aí se faz não chega aos calcanhares destes trailers daqui da parvónia Milheirós de Poiares...Aconselho vivamente uma visita a esta terra!
P.S. Milheirós de Poiares, Santa Maria da Feira, Aveiro, Portugal
Do atento Professor Fusível Social
Manual da Salvação: Como Chatear as Pessoas ao Volante de um Automóvel
a) Aparecer nas curvas sem que a vítima se aperceba ora para direita ora para esquerda, tanto faz.
b) Surpreender nos cruzamentos, semáforos, sinais STOP ou no desvios de entidades que pairam na estrada.
c) Aparecer de óculos de sol anos 80 e a ouvir Iron Maiden nas alturas.
d) A usar todas as técnicas de sedução da revista Maria
e) A expressar o gesto universal da harmonia cá na Terra.
f) A acelerar o automóvel até atingir os 115 decibéis que dá um efeito de passadice mental “parto-te já o focinho”.
Mais conselhos do Professor Fusível Social
Bullying Televisivo
Basta ligar a televisão para assistirmos passado um pouco o quanto agressiva pode se tornar. Isto a nível sonoro, a nível verbal, a nível visual, etc... A nível sonoro desde a musica que por lá passa, analisando um pouco; a nível verbal, o discurso que se ouve que esconde por vezes subtilmente puro bullying; a nível visual, as imagens, as cores, etc...Parece que às vezes não estamos a ver nada senão a sermos agredidos por alguém por detrás dos conteúdos, tipo uma massa controladora de informação que nos mina a mente, que vai dar às mensagens subliminares que tanto se fala. Um utensílio controlador da sociedade...É de pensar.
P.S. Bullying: é um termo inglês utilizado para descrever atos de violência física ou psicológica, intencionais e repetidos, praticados por um indivíduo (bully ou "valentão") ou grupo de indivíduos com o objetivo de intimidar ou agredir outro indivíduo (ou grupo de indivíduos) incapaz(es) de se defender.
Constatação do estimado Professor Fusível Social.A Guerra das Bandas
-Ó Martins, vamos montar uma banda para partir esta merda toda!
-Curtição Fagundes, bora lá!
-Temos que arranjar uns instrumentos, fonix!
-Tou a ver aqui um esquema do caraças!
-Diz lá
-Vai ser assim...
-...
-...
-...
-...
No final, passado aí uma três horas, 5 charutos, e umas cabeçadas na parede decidiram. Compraram dois automóveis.Um todo quitado tipo tunning e outro um carro normal a gasolina meio fodido na chapa. Pegaram nos automóveis e foram fazer música para a estrada!!!...
O Mundo está perdido! Somos os maiores! Espanto do Professor Fusível Social
Jesus Cristo e o Metal
Jesus filho de Deus, o Deus em que tudo de superior é seu fruto e que todos seus ensinamentos são linhas das quais não nos podemos desviar. Assim reza a bíblia em palavras simples...
O Metal uma forma de religião ou culto alternativo da nossa sociedade albergando todo o tipo de questão que o nosso pequenino cérebro possa imaginar, às vezes, nem mesmo fumado uns cacetes do melhor, aí encontrado nas nossas ruas.
O que uma coisa tem a ver com a outra? Que ligação existirá entre os dois? Serão opostos, antagónicos? __???+00
Jesus Cristo de facto curtia Metal, estava mais próximo da era do metal do que nós por isso concluo que de facto Jesus Cristo era um metaleiro. Para o castigarem os romanos não lhe fizeram a vontade, uma cruz de metal, mas sim de madeira que se lixou! Mais uma conclusão brilhante de génio, dois pontos, na tabela mais longe.
A vontade do universo é afastarmo-nos do Metal, cada vez mais estamos afastados da sua era, daquela realidade psicológica em que tudo se via sem os artefactos da nossa vigente sociedade. As interferências que sentinos neste nosso viver...Assim o Metal surge como som que é como uma máscara que a gente usa para se proteger desta envolvente ambiental meia doentia que não nos deixa os olhos, o corpo, a alma ver!
Daí usar esta analogia com Jesus Cristo um pouco cómica fazendo ressaltar o porquê de Jesus Cristo ser quem foi, e os outros não. Porquê? Porque os outros talvez representavam iludindo Jesus Cristo levando isto à sua morte. Nada mais do que uma conspiração muito bem encenada!...
Jesus já não conseguia ver a realidade que o cercava, não havia Metal na altura, Venon ainda não existia, Jesus acabou por se lixar na sua ilusão. A Utópica Paz encenada entre nós todos à base de orações de palavras, etc...
Cada vez mais estamos contaminados com tudo que existe, quanto mais existe, mais nos anti-existe, um paradoxo das nossas vidas...
A futura Psicóloga
A futura Psicóloga acorda de manhã lá por volta do meio-dia, sempre cansada como o caraças, almoça e lá para as 3 vai para a faculdade. Pelo caminho tenta encontrar alguém para o estudar psicologicamente ou então anda atrás de algum gajo que não curte, normal dor de cotovelo, e então dá azo aos seus estudos idiossincrásicos psicológicos desse determinado indivíduo para mais tarde fazer uma tese, isto se chegar ao fim do curso sabe lá Zeon como.
É triste esta nova espécie que surge entre nós mas como os nossos amigos verdes são pacientes toleram este tipo de comportamento desviante marcadamente psicopatológico.
Dum turísta amigo do Professor Fusível Social
O Trabalho
Tendo em conta as premissas da nossa sociedade face ao Trabalho e peremptoriamente o que as pessoas pensam acerca dele chegamos à conclusão que não chegamos a nenhum lado. Mais, estamos fritos, pois Trabalho é Trabalho e é aquilo que a gente que trabalha sabe: uma Valente Guerra. Nem o caso de Vietnam chega aos calcanhares das subtilezas que esta guerra, o Trabalho representa. Não passa senão duma encenação muito bem disfarçada da Guerra propriamente dita, uma guerrilha social tecnicamente muito bem elaborada. Ou seja, não chega ser soldado, tropa, guerrilheiro, lutador, o que se quiser pensar, nem mesmo John Rambo se via como herói.
Os comportamentos de quem trabalha são de quem sobrevive nesta grande confusão marcial em que cada um desenvolve ou trás de casa as armas que mais lhe convier para dar azo ao sucesso de mais uma jornada de trabalho.
Pode-se aqui estudar as características de quem trabalha ou de quem que faz que trabalha ou ainda de quem trabalha e destrói ao mesmo tempo. Penso que é observável a todos, não será necessário citar exemplos mas, posso dar um pequeno exemplo tipo uma costureira que ao trabalhar na sua máquina vai engendrando sonoridades incomodativas do género não se metam comigo que eu sou muita má, etc...A imaginação e a atenção são agora aquilo que a gente precisa para descobrir mais situações do género.
A guerra O Trabalho dá-se em toda a parte do contexto social, em casa, nas estradas, nos media, nos espaços de lazer, durante o sono, durante o sexo, etc... É mesmo a Guerra!!! Salvam-se os que conseguem e muitos morrem exactamente como as guerras que as televisões nos mostram ou os filmes dos cineastas americanos. As mortes na sociedade pelo Trabalho podem ser desistências de trabalhos, doenças, etc... O caos humano que se avizinha...
Apesar deste olhar caótico e marcial do Trabalho ele ainda consegue ser às vezes boa disposição, bem-estar, convivêncial, de camaradagem, etc, tudo entre gente adulta é claro, porque também o que foi dito foi dito por causa das crianças que assolam o mundo do Trabalho.
Mais nada irei dizer então despedindo-me com os cumprimentos do Professor Fusível Social...
O Controle Internético
Para começar, Sim à Censura, Sim à PIDE, Sim ao facismo, Sim à Ditadura, Sim aos Polícias do Mundo...
O Controle Internético. Descrito como uma actividade desenvolvida por artolas que gerem a informação da net, tipo os gajos a quem a gente paga a merda da Internet.
Os Artolas são outro povo habitante do nosso mesmo e comum mundo Terra que teimam invadir a liberdade de expressão aqui na nossa maravilhosa Terra, na nossa maravilhosa freguesia, no nosso maravilhoso concelho, no nosso maravilhoso distrito, no nosso maravilhoso país e na nossa maravilhosa Europa, etc.
Pagamos um serviço e somos mal prestados, conclusão, não nos deixam fazer o que queremos. Conclusão: opressão tecnológica ao mais alto nível.
O Controle Internético também se verifica nas buscas que fazemos ao apercebermo-nos nas subtis mensagens que por lá param. Ou seja, pura agressão, ameaças, ofensas, etc..Concluíndo: Bullying tecnológico ao mais alto nível e de primeira divisão só para os melhores jogadores.
Querem-nos bater é certo. Tou cheio de medo. Já me borrei todo... Corajoso este gajo!
Abram os olhos a esta situação contemporânea semeada com estas sementes más de indivíduos que habitam a nossa sociedade!!!
A Tribo Os Xatoos
Segundo os antropólogos mais conceituados do merkado a tribo dos Xatoos é caracterizada por ser constituída por elementos chatos como o caraças em que todo o seu comportamento se reduz à naúsea das suas vítimas. De tudo um pouco fazem para atingir seus objectivos petulantes. A agressão é palavra de ordem nas suas atitudes diárias e nocturnas. Seria necessário que alguém acabasse com este tipo de situação. Os antropólogos neste momento não conseguem explicar este comportamento estando neste momento nos seus laboratórios a ensaiar experimentos solucionavéis. Novas teorias hão-de surgir, mas nada de prática, ora bolas! Cientistas americanos estão a tentar desenvolver um novo super-herói para combater este crime que viola sem dúvida a paz merecedora dos cidadãos.
Tenta-se concluir como estes seres vivem à milhares de anos, como comem, o que fazem, se trabalham, etc, se vivem ao menos!...
Livros e resmas de artigos foram feitos para tentar explicar este povo, mas nada adiantou para elucidar como estas criaturas tão inteligentes conseguem ser assim...
Surge aqui uma necessidade comunitária de se criar uma associação ou um partido eficaz de facto para que esta bagunça social se extinga de uma vez por todas ressurgindo sim a paz utópica da nossa sociedade!
Antropologia quotidiana pelo Professor Fusível Social...
Os Beras e as Beras Daki
E aqui ficou mais um relato da nossa terra que a gente habita concluíndo e chegando mesmo à conclusão clara como a água por que é que os extraterrestres desistiram de nós...É para pensar!
a continuar...
Um abraço da Antropologia pelo professor Fusível Social
Os Veículos e a sua Psico-Condução!
É de reparar que Manel nem sempre conduz da mesma maneira. Quando vem com os azeites nota-se logo na sua condução maravilhosa. As sinfonias que cria no seu veículo...É de pensar!
Agora mais a sério!...
É de notar que na sociedade o trânsito tomava formas normais, a normalidade, o trânsito é aquilo que a gente está habituado a ouvir e sentir, pois é, mas analisando com mais atenção reparamos que o dito trânsito além de ser um mero ruído é também música e condicionamento. Explicando melhor... O trãnsito como uma melodia influencia-nos de uma determinada maneira, planeada ou não, pode ser maquinada ou em livre execução, levando-nos a sentir ou a apercebermo-nos de determinadas realidades o que também nos pode levar às paisagens sonoras tão bem faladas que explicam o porquê de nós nos sentir de determinada maneira num determinado dia. Isto tudo pode ser a mera vida do dia-a-dia ou ser um plano engendrado, uma manipulação daí o condicionamento, daí a música em toda a sua capacidade...Somando os dois o poder da mente!!
Constatações do Professor Fusível Social
segunda-feira, 30 de janeiro de 2012
Os Passados e Passadas Atrás de um Volante
Que pertencem ao passado
Já não são deste mundo
São estes gajos e gajas
Que também habitam
As nossas estradas
Temos que os aturar
Quando tiraram a carta
Lá pensaram
Que a estrada seria sua
Podendo fazer
O que lhes desse na gana
Tudo fruto de uma educação
Que parece que não há
Nunca houve
Dá para perceber
Que não sabem o que é um carro
Apenas o conduzem
Fazendo a merda que a gente vê
Mais valia irem para uma feira
E andarem de carrinhos de choque
E foderem-se
Uns aos outros
Quando aquilo começasse a aquecer
Tiravam mais umas fichas
E mais umas voltinhas
De carrinho de choque
Podiam levar uma gaja
Ou uma boneca insuflável
E o divertimento nunca mais acabava
Em vez de andarem na estrada
De trombas
Passados
Com o decorrer do trânsito
Parece estar a faltar alguma coisa
Alguma coisa deve estar errada
Comissão dos Amigos da Estrada
A Merda Social nas Estradas de terra em terra
E presenciar à guerra campal
A confusão social
A jiga na província
Como não há nada que fazer
Fazer merda é uma alternativa
Como tudo fica cagado
Em merda ficamos mergulhados
Como começa a cheirar mal
É o salve-se quem puder
Já ninguém parece se entender
A confusão está instalada
No meio da parvónia das gentes
Gentes destas terras
Que fazem dos seus passeios
Autênticos duelos
A ver quem é o mais forte
O mais filho da puta
Faz crescer cabelo nos colhões
E ramificação florestal
Em baixo na passarinha
É uma vontade destrutiva
Que se faz sentir em toda a gente
Quando é que a palhaçada acaba?!
E crescem de vez os putos?!
Não é melhor ficar em casa?!
A ver o lixo da telivisão!
Comissão dos Amigos da Estrada
Nova Zona de Engate no Furadouro
À que prender o bicho
O bicho das gajas
Elas são de facto boas
Boas como o milho maduro
Acompanhado a copo de tinto
Elas fazem despertar
A paixão que há num gajo
Matando o marasmo
Desta merda de vida social
Anda-se de um lado para o outro
A curtir a natureza
E lá aparecem as gajas
Deve ser do clima
Ou da fome da estação
Parecem andar à caça
À caça de hóme
Como aqui na zona
À falta de gaja boa
O pessoal anda um bocado
Descontente da vida
Já duma filosofia
Nem fodem
Nem deixam foder
Estas gentes dificultam
O trabalho de um gajo
Em encontrar uma gaja em condições
Já para não falar
Da paneleiragem que se assiste
Nas territas do Além
Era preciso uma mudança
Um caminhar para o futuro
Chega de paneleiros!
A Positividade nas Relações Humanas
A Garrafita de Vinho e a Condução Demoníaca
Aparece a sede descomunal
Vontade de beber mais um copo
Se faz favor
Branco ou tinto maduro natural
Servido numa tacinha
E com a benção de Deus
Zupa!
Já cá canta mais um copo
Começa-se de facto a pensar
Raciocinar mais merda de certeza
Pois com vinho
Tinto ou branco
A mente não descorre muito bem
Quando chegamos à estrada
A via parece-nos diferente
Logo exige-nos mais habilidade
Para as merdas que fazemos
Tirando a vontade de cagar
Que é beber vinho
Logo a condução
Toma determinados efeitos
Efeitos de quem vem encharcado da vela
O último poiso
Será mais um tasco
Mais um copo de vinho
Ou assentar praça em casa
A aturar a mulher
Daí o resultado da merda que fazemos
Crónicas das Terras de Baco
A Existência ou não de Deus em Milheirós de Poiares
Deus não existe
É apenas a invenção de uns homens
Da religião
A existência de Deus
Surgiu para o consolar
Foi um negócio que se criou
À volta da identidade de Deus
Alguém com poderes supra-humanos
Que nos vigia constantemente
Se há tanta merda no mundo
E é o homem que a faz
Porque Deus não o corrige?
Isto leva a descrer
A existência do então Deus
Deus só faz sentido
Dentro das portas da Igrejas
Aonde os padres vomitam
Lixo religioso para as nossas cabeças
De maneira a andarmos bêbados
Com as suas palavras
Comissão dos Amigos da Verdade
Os Odeosos das Terreolas (Os O.D.T.)
Parece que as suas vidas
Servem para se matarem
Uns aos outros
Basta ver nos olhos deles
O ódio latente
Parece que querem bater em todos
Já não há sôssego
Como compraram a rua
À Junta de Freguesia
Consideram-se donos dela
E da merda do mundo
Gostam de mandar
Controlar
Seria melhor antes
Controlar passarinhas
E andorinhas da primavera
Em vez de andarem a perder tempo
Na rua com estas merdas
Está visto que se trabalha pouco
Por estas bandas
É mais trabalho teatro
Para o zé povinho ver
E acreditar na novela
De que se anda a fazer alguma coisa
À patrões que pagam
Para ver isso
Seria agora tempo
De acabar com esta merda
Que se assiste na rua
Ou então
Mudarem de profissão
E tornarem-se
Policias da vida dos outros
Uma profissão muito em voga
Aqui nas Terreolas do Além
Além disso
A gasolina e o gasóleo estão caros
É tempo de poupar
Austeridade
Fazer um esforço suplementar
Poupança
Comissão dos Amigos da Estrada
A Mafia no Futebol
Jogo para acolá
Jogador para ali
Jogador para acolá
Transferência assim
Transferência assado
Indrominanços nos resultados
Dá cá o meu
Bota para o bolso
Andar a chorar ao governo
Venha daí mais um estádio novo
Arbitagem assim
Arbitagem agora desta maneira
Equipas a fazer de jogadores de merda
Grandes estrelas do relvado
Reinaldo Teles para aqui
Reinaldo Teles para ali
Clubes falidos
Já não se inventa dinheiro
O povo a assistir
E assim vai o futebol
Associação de Anti-corrupção
terça-feira, 24 de janeiro de 2012
São João de Ver: terra das Putas
A passar em direcção ao Porto
Ou em direcção a Aveiro
E o que encontra?
Só casas e casinhas de putas
Numa terra chamada
São João de Ver
Queres cona!?
Queres mandar para o buraco!?
Vem a São João de Ver
Putas não faltam
Para os gajos que andam de marcha atrás
Vem aqui o problema é outro
Cá em Portugal
Temos São João da Madeira
Para os amantes de pacote
Como é uma terra
De fufas e paneleiros
Tem muito por onde escolher
Não faltam lá sítios
Para levar no cú
Desde sítios gays
A bares gays
A cafés gays
Ou seja
Uma paneleiragem do caralho
Lá para aquelas bandas
O melhor é vir a São João de Ver
Não tem nada que enganar
E ainda se pode conhecer
Boa cona
Mesmo aqui nas terreolas
Do Além
Conologia e Tarrequeta pelo Exmo. Sr. Pénis
Os Cavaleiros do Apocalipse a passar em Milheirós de Poiares
Cuja actividade:
Não temos nada que fazer
Passam o dia todo
E algumas noites
Madrugadas
A chatear os cornos uns aos outros
Estes cavaleiros
Defensores de D. Afonso Henriques
Ainda vivem na esperança
De o encontrar ainda vivo
As cavalgaduras
Pelo dia fora
E noites especiais de chatice
Fazem lembrar as Cruzadas dos Destemidos
Em procura do seu senhor
Para erguerem seus castelos
O vinho agora cada vez está melhor
E leva-nos a representar
Tamanhas façanhas epopeicas
Cavaleiros do Apocalipse
Agora andam à solta
Cada um mais tolo que o outro
Cada um tem a sua panca
O passatempo agora aqui nas terreolas
É jogar o Euromilhões
Ou então coleccionar a caderneta
Dos Cromos do Apocalipse
Quem encher mais depressa a coleccção
Ganha um cavalo com duas orelhas
E 10 000 fardos de palha
Só visto!
Narrativas Históricas pelo Professor Hermano Saraiva Enciclopédia Viva
O Broche e o Minete
Da antiguidade arcaica natural
Surgia com o objectivo
De se pagarem favores
Uma vez que moeda cunhada
Sofria alterações de valores
Assim o Broche e o Minete
Aparecem para combater esse problema
Além de também apagar
As vontades mais carnais
Num tempo em que havia mais naturalidade
E não a confusão destes tempos
Era mais fácil
A execução dum broche
Por parte duma dama
A um necessitado
Assim também como o minete
A uma donzela desconsolada
Desde as classes mais pobres
Até às mais abastadas
Na corte também existia o fenómeno
As donzelas eram as mais quentes
E os gajos dos minetes
Os mais experienciados
Dada a diversidade de cona perto do Rei
Já naquele tempo
Haviam inúmeras técnicas
Que as donzelas usavam
Para pôr feliz um gajo
Ou truques maquiavélicos
Que os gajos usavam
Para pôr a rir
As donzelas o dia todo
Velhos tempos
Os da antiguidade
Agora nos nossos tempos
Também se fazem broches e minetes
Com técnicas ainda mais avançadas
De levar um gajo ou uma gaja
Ao céu
Ao paraíso
Crónica de Sexualidade da Província Além Mar
Os Putos da Estrada
Que se vingam das suas frustrações
A foderem ou importunarem as pessoas
Com a merda das suas viaturas
O Pópó a quatro rodas
Ou a motorichada
Para os amantes de duas
Que quando andam fodidos do capacete
O Demónio vem à Terra
A maldade instala-se no planeta
Como isto cá em baixo
Mais parece um infantário
De puto e puto
De um lado para outro
Birra aqui
Birra ali
A gente que os ature
Quando a putalhada anda chateada
Também se instala a sua prima
A azia do caralho
Pelas manhãs
Ou durante os dias
É o que se assiste nas terreolas
A canalhada vem por aí abaixo
Ou por aí acima
Desde Pigeiros
A Cesár
A Milheirós de Poiares
A Romariz
E toda a merda vai parar
A São João da Madeira
Tirando alguns
Que ainda vão cagar
A Santa Maria da Feira
Ou cagar mais longe
Para outras terreolas
Até cagarem mesmo todos
No Porto
Ou em Aveiro
Há ainda os viagantes
Que vão cagar ainda mais longe
Lisboa
Terras do Alentejo
E Algarve
Os Putos não crescem
Basta andar na estrada
Para ver esta merda toda
Comissão dos Amigos da Estrada
A Revolta das Fufas de São João da Madeira
Logo pelas manhãs malditas
Não temos nada que fazer
Passear a crica nas estradas
É uma alternativa a pensar
Nem se pensa duas vezes
Mete-se o pacote no assento
As patas no volante
E os cascos nos pedais
Aí vamos nós
Vestimo-nos a preceito
Moda Cócó-Pipi
Aí não me toques
Que eu desafino
Vamos partir a loiça toda
E assim passamos os dias
Para trás e para a frente
De merda em merda place
A fazer mais merda
Porque não gostamos do gajo
Andamos enjoadas
Maldispostas com a vida
Passear a passarinha
Faz-nos sentir melhor
E o mundo que nos ature
Uma realidade de se passa
Em São João da Madeira
Com estas malditas Fufas
Que na vez de se casarem
Ou darem umas valentes fodas
Ao contrário de andarem a incomodar
Os demais
Comissão dos Amigos da Estrada
O Chamamento Divino em Milheirós de Poiares
O sino da igreja é a prova viva
Aquilo chateia como o caralho
Mais valia lá pôr umas virgens
Com um pepino bem grosso na cona
A berrarem como umas tolas
Com o padre a acompanhar ao orgão de tubos
Vai dar quase à mesma merda
Dizem o mesmo
E o resultado é igual
Tudo ia à missa na mesma
E o pai nosso era o mesmo
Já para não falar
Dos mensageiros de Deus
Que andam por aí às carradas
Antigamente andavam a pé
Agora andam de viatura
Dizem eles que é
Uma condução divina que fazem
Que tanto castigam os outros
Que mais parece a crucificação de Cristo
Só falta vir o padreco
Benzer a festa
Milheirós de Poiares
Fora a abençoada
Pelos designios de Deus
E mais sofredores da palavra de Cristo
E a cambada de todos os morcões
Ao Domingo de manhã na missa
Mais valia sofrer
Entre as pernas duma velha
Viva Milheirós
Viva Portugal
Palavras Iluminadas do Senhor
A Boazona Meia Psicopata
Dou-te tesão?!
Queres-me comer?!
Mandar para a cona?!
Vais te foder
Vou já atrás de ti
Te cortar a piroca
Prontos
Mais uma Fufa do catano
Na nossa sociedade
Esta é mesmo passada do crânio
Ninguém se pode meter com ela
Desde andar a fazer filmes na rua
A ver quem a quer montar
Porque gaja boa como o caralho
Com valente par de mamas
Boa cona
Bom rabo
Serve na perfeição
Para bem levar na cona
Para estarmos com ela
E disfrutar
De umas valentes fodas
Como isto aqui nas terreolas
É um marasmo do caralho
Existe poucas gajas de jeito
Nas putas é só camiões usados
Com rata muito aberta
E a cheirar a bacalhau
Cheiro ó leite
Aquilo mais parece uma leitaria
Do que um bordel
O pessoal desanima
Com a falta de boa cona
Rata tipo Clips de Música
Mas como isto aqui nas terreolas
É só ver merda todos os dias
Temos de aguardar
Comissão dos Gajos Representantes das Terreolas do Além
quinta-feira, 19 de janeiro de 2012
Tangaria em Milheirós de Poiares
E tendo em conta
As premissas do viver
Assiste-se com frequência
A situações de tanga existencial
Os filósofos já argumentaram
Que tendo em conta
As vicissitudes da vida
Existe de facto a necessidade
De tanga pragmática
Os elaborados pensamentos
Da entidade tangueira
Leva-nos a crer
Que a existência na Terra
Está um bocado difícil
Dadas as adversidades alheias
No entanto
Tangaria existencial
Em resposta a outro
Surge como o remédio
Para estas situações
Pessoais
Ou profissionais
Milheirós de Poiares
Como é uma terra internacional
Tudo vem cá parar...
Postado por Coisas da Vida
Ir ao Pito em Milheirós de Poiares
Verifica-se uma certa dificuldade
Em mandar para o bujão
Mais frequentemente
Deverá ser por problemas de ambiente
Ou talvez por causa da temperatura
O gajedo faz um esforço terrível
Para se conter
Ou para se controlar
Dada a quantidade de gajas boas
Que param em Milheirós de Poiares
Quando elas saem à rua
Vestidas a matar
É de realçar
O valente par de mamas
E a rata apertada nas calças
Ou as pernas à vista
Na brutal mini-saia
Como também à falta de vontade
Tanto nelas como neles
Parece andar tudo enjoado
A Junta de Freguesia
Já decretou
O Alerta Amarelo
Para as questões de Pinanço
Foram feitos estudos aplicados
De como o pecado
Interferia nas actividades de coito
Leva-se a crer
Que talvez seja
Por questões religiosas
Podendo o padre ficar chateado
Se a malta manda muito para a cona
Há quem diga
Que em Milheirós de Poiares
Ir ao pito faz mal à saúde
Faz descer o nível
Ficando a alternativa
Pôr os dedos na cona
Ou bater a velha punheta
Tudo comportamentos já ultrapassados
Mas que ainda se fazem sentir
Em Milheirós de Poiares
Crónica O Sexo e as Terreolas
terça-feira, 17 de janeiro de 2012
A Azia dos Camionistas nas Madrugadas da Semana
Ou pôr o corpo à beira das estradas
Para saber que isto vai mal
Não dá para lá estar
Devido à filha da putagem
Que é isto agora de conduzir
A merda de um camião
Que é basicamente
A mesma merda que um carro
O camião é maior
E há mais paneleiragem nas mudanças
E questões de tamanho
Não cabe aonde os outros metem
Logo pela madrugada
Depara-se com uma azia do caralho
Ouvir estes gajos a conduzir
Mais parece
Uma banda de Barulho
A tocar fodida como o caralho
Como anda tudo fodido do capacete
Nós que andamos na rua
Temos que os aturar
Já nem as putas os salvam
De tamanha Filha da Putagem
Camionistas
Andam todos a caminhar
Para a destruição massiva
Para a morte das Estradas Portuguesas
E caminhos trans-fronteiriços
Para os outros que vão lá para fora
Como isto aqui nas terreolas do Norte
É tudo à pancada
E fé em Deus
Esta merda um dia irá para o caralho
Acho que neste momento
Já entramos
Na Zona Terrestre
Vamos todos para o caralho
Uma mentalidade
De atrasados mentais
Que se escondem atrás
Da merda de um camião
Fazendo a merda e merdas
Do dia-a-dia dos nossos dias
Viva Portugal!
Viva os Camionistas!
Postado pelos Amigos da Estrada
A Igreja de Milheirós de Poiares e Deus
A presença de Deus
Em Milheirós de Poiares
Com o potencial tamanho sonoro
Dos Sinos da Igreja
Deus está vivo
E parece estar chateado com a gente
Deus todo poderoso
Assiste a esta loucura
Que é os dias de Milheirós
A guerra campal
O não entendimento humano
O salve-se quem puder
Anda tudo tolo
Até Deus anda maluco
Quando os sinos tocam
Aquilo mais parece
O Retorno de Deus à Terra
E Cristo Vivo na Cruz
Já não sossego
Aonde pára a polícia
Em Milheirós de Poiares
Também não há polícia
O que é normal
É a lei da bala
Mascarilha Lone Ranger é o Xerife
O resto atira tudo para o ar
A ver se acerta em alguma coisa
Com este regresso de Deus
A Milheirós de Poiares
Dá para ver que também
Não haverá paz
Aqui na Terra do Além
Postado pelos Amigos da Cruz
quarta-feira, 11 de janeiro de 2012
Cona Brava em São João da Madeira
Na Terra dos Calhaus
Anda tudo tolo
Desde andarem
De um lado para o outro
Nas suas viaturas totonix
A fazer a merda que os outros fazem
Como são adeptas de trabalho
E dá para ver
Na cara delas
O suor de tanto trabalho
Dedicam-se a estas actividades sociais
Do também mandar foder
Estas sim
Deviam de ir para as obras
Fazer massa
E chegar tijolo aos homens
Para fazer crescer as mamas
E ter mais cabelo na cona
Em vez de andarem a chatear
Os cornos a quem anda a fazer
Alguma coisa
Estas gajas
Podiam estar em casa
A passar a roupa
Ou a cozinhar
Mas não
Também vêm com as suas viaturas
Para a palhaçada social
Armadas em Bravas do Faroeste
Como em São João da Madeira
Tudo anda a mandar-se foder
Terra da fartura
Agora é que é viver
A Liberdade Existencial Pura
Da verdadeira Cona de São João da Madeira
Comissão dos Amigos da Estrada
Situação da Madeira 2
O dinheiro que desapareceu
A roubalheira que se tornou
O Enganar do Povo
Granda buraco!
Cada vez é maior
Quanto mais se investiga
Sobre o caso
Maior é o buraco
Tão igual
Ao das Putas
Cada vez que a gente lá vai
Maior é a abertura
Elas resolvem com silicone
O Governo da Madeira
Enganando mais o Povo
Roubando-o mais
Para onde isto irá?
Será que agora o Continente
A juntar ao seu calote também
Irá pagar também esta factura
Num futuro próximo
Vai acontecer lá para as ilhas
Aumento da Banana Regional
E para quem gostar de copos
Irá ver a cacetada mais cara
Tudo para combater
O calote Regional
O Povo e as pessoas
Ainda não viram
Que políticos não governam
Apenas fodem dinheiro dos contribuintes
Vindo eles depois
Para a Comunicação Social
Que é para o bem de toda a gente
Ora foda-se!
Questões Políticas em Portugal eo Mundo em que estamos!
Beirute à Hora de Ponta nas Terreolas
De automóvel a quatro rodas
Ou a motorizada cagadeira a mistura
O pessoal anda todo farto
Agora todos os dias
Nas malditas ruas
Verifica-se a uma autêntica
Guerra Campal
A tão esperada
Guerra Civil entre as gentes
Basta constatar
O modo de condução das pessoas
Para chegar à conclusão
Que tudo virou
Filho da Puta
Anda tudo mal
Há que fazer merda
Revolucionar o sistema
O Sistema Rodoviário
As Relações das Pessoas
Que agora se tornaram
Mais honestas
Já esqueceram a hipocrisia
Agora fodem-se
À vista de toda a gente
Segundo a bíblia
É um tipo de Purificação Espiritual
Fazer mal uns aos outros
Afinal os padres têm razão
Existem de facto demónios
Monstros que deviam era de estar
A trabalhar no duro
Certamente não faziam a merda que fazem
Tanta inveja para quê?
Estas atitudes não resolvem nada
Apenas complicam
O Relacionamento Humano
Mas como isto cá em baixo
Só habitam animais
De humanos de nada se vê
Uma guerra instalada
Actualmente no nosso espaço
Comissão dos Amigos da Estrada
A Dívida da Câmara Municipal de São João da Madeira
E não é pouco
Cerca de 11 milhões de euros
Puta que pariu
Foderam tanto dinheiro aonde?
A gente anda na rua
E não vê nada de novo
Sempre a mesma merda
Será para pagar os tachos
Dos que estão agragados à Câmara?!
Será para alimentar financeiramente
Aqueles comilões todos?!
Foda-se!
O Povo questiona-se
Mas não chega a conclusão nenhuma
Só podem andar a pôr a mão
Ao dinheiro dos cofres da Câmara
Questões filosóficas
Deveras muito importantes
Já se sabe que o dinheiro do Estado
Têm asas
É como o Redbull
Bebe-se
E a gente voa
O dinheiro
Essse voou para qualquer lado
Com a justificação
Que se fez trabalho social
A desculpa do costume
Gatunos!
Assuntos Parlamentares do Numerário das Câmaras Municipais
Bocaria Velha do Caralho na Net
Tudo a cagar na sopa
People a mandar foder
Anda tudo farto
Deve o trabalho
Andar a fazer mal à cabeça
Ou para os que coçam os tomates
Já devem ter ferida nos colhões
Agora na Net
Assiste-se a guerras de galáxias
Tudo ao pontapé
E puta que pariu
Como na Net
Não se faz nada
Apenas se vê merda
Já seria de esperar
Que estes comportamentos brotassem
Como ninguém se entende
Nunca se entenderam
Actualmente vive-se
Numa Hipocrisia Social
Por fora amigos
Por dentro invejosos
Mais uns da Lide dos Filhos da Puta
Como a Net serve
Para fazer merda
Merda assistimos todos os dias
Talvez trabalhar nas obras
Resolve-se o problema
Associação Comunicação Social
sexta-feira, 6 de janeiro de 2012
Novas Medidas de Austeridade para Milheirós de Poiares 2012
Andar a cheirar o cú aos outros
O Governo declarou alerta vermelho
Segundo o protocolo
Do que deve ser um gajo
Paneleirices não dão com nada
Andar a passear de viatura
A quatro rodas
Ou cagadeira sonora a duas
Os representantes do Estado
Decretaram urgência
Em abrir uma Casa de Putas
Na Terra do Além
Milheirós da Cagadeira Social
Porque isto
De se andarem todos
A mandar foder
Não vai com nada
Atrasados mentais
Também têm o mesmo comportamento
Tudo fruto de andarem
A tocar viola
Ou seja
A coçar os colhões
Logo como não têm mais nada que fazer
Vamos chatear o people
Podiam andar a cavar batatas
Ou então
A achapar massa em paredes
Como são chatos como o caralho
E têm formigueiro nas unhas
Ninguém se entende
Pensa-se que mandar pá cona
Poderá resolver o problema
Também chupar umas tetas
Poderá salvar o dia
Ou então
O velho minete à francês
Assim Milheirós de Poiares
Iria ver o dia
De maneira diferente
Eis as novas Medidas de Austeridade
Do Governo
Chega de paneleiragem!
Chega de paneleiros!
Vamos às putas!
Associação Amigos da Felicidade
quinta-feira, 5 de janeiro de 2012
O Trabalho do Camionista
Nasceu cansado
Ou seja
Segundo os médicos
Tem alergia ao trabalho
Desde pôr os pretos
A carregar-lhe o camião
Porque este
Não tira a camisa
Nem arregaça as mangas
Para cooperar no trabalho
Trabalho em equipa
Não!
Só quer regueifa
Andar com as patas
Nos controles do camião
Como aquilo
Não tem nada que saber
Qualquer gajo faz
A parte mais difícil
Do seu trabalho
É talvez escolher o poster
Da gaja com as mamas à mostra
E a rata à vista
O problema surge em escolher
Se é da Playboy
Ou da Hustler
Um problema do caralho
Uma vez que são todas boas
Para apanhar na cona
Ou chupar umas pissas
Nem que seja à beira da estrada
No Mato
Ou no camião
Mais propriamente
Na cabine
Aonde o camionista descansa
Do suor do dia de trabalho
Outro problema ou dificuldade
É encontrar sítio
À beira do matagal
Na altura de aviar
Mais uma puta rota
Ou ganhar vez
Nas casas de putas
Que é aos montes
Por Portugal inteiro
As estrangeiras são mais boas
Outro problema ainda
É escolher as merdas e pandeleirices
Que põem à frente do camião
Para ficar parecido
Com uma árvore de natal
Tipo à parolo português
Amante de putas e vinho
Basicamente
Os requesitos da vida de camionista
Comissão dos Amigos da Estrada
sexta-feira, 30 de dezembro de 2011
Os Cavaleiros da Noite de Cesár
Ora para baixo
Aí vêm eles
Todos ao monte
Montados nos seus cavalos de metal
Sem saberem o que andam a fazer
Aí passam eles o dia inteiro
No Maquinanço Filho da Puta
Uma vez que tem formigueiro
No pedal do acelerador
E na manete das mudanças
Pertencem também
À Liga dos Polícias Cívis
Portanto
Em bom Português
A cheirar o cú aos demais
Actividade do bom Português
Cidadão das Terreolas do Além
Também têm pouco que fazer
Sendo esta uma actividade alternativa
Ao coçar do colhão
Como coçar os colhões
Provoca feridas
E ir ao hospital
Agora é mais caro
Tem de ser feito com cuidado
Isto agora aqui na terreola
Assiste-se ao Patrulhamento Rodoviário
Como todos querem ser polícias
Estes treinos quotidianos
Servem de preparação para o futuro
Como em Cesár também não se passa nada
Nada melhor do que vir para a estrada
Fazer estas cagadas civilizacionais
Passar e mandar foder
Levar no cú
E mandar foder mais
Cavaleiros de Cesár
Portugal!
Viva a Portugaleja!
Comissão dos Amigos da Estrada
Pigeiros: Os Guardiões da A32
Sociedade amigos da Guarda
O que é que estes paneleiros controlam?
Só se for os gajos
Que bão às putas ao Porto
Porque em Pigeiros
Ir ao pito faz criar ferrugem no vergalho
Lá passam os dias
E as noites
No control
Como também não tem nada que fazer
Dedicam-se de coração a esta actividade
Control paneilerístico de viaturas
Como também é uma terra
Que só há gajas boas
Anda tudo a ferver
Com o calor
Quando a temperatura aperta de vez
Temos que ir em direcção ao Porto
Às putas
Mandar pá cona
Lá no Norte
Uma vez que agora faz muito frio
O Control é efectuado
Pelos agentes de Serviço
Da Irmandade Fuínhas da Terra
Que têm como objectivo
Controlar tudo e todos
Podendo dizer depois às pessoas
Ó Pá!
Eu estive a trabalhar!
Pigeiros no seu melhor!...
Postado pela Comissão dos Amigos da Estrada
Os Museus da Redondeza aqui em Portugal
Museu da Chapelaria
São João da Madeira
Bem
Trabalhar lá nas fábricas
É a merda do costume
Sempre a mesma merda
A mesma monotonia
Dá para adormecer
E ainda vêm estes gajos e gajas adorar
O que lá se faz
Isto não é de tolos!?
Então aquilo é uma merda
E estes gajos e gajas
Ainda vão para lá
Adorar aquela merda?!
De certeza que não sabem
O que representa o trabalho!
Além disso estamos a ver
Sempre a mesma merda!
Museu do Papel
Paços de Brandão
A mesma filosofia
A mesma merda
Os outros museus
É ver coisas do passado
Bem
Estamos em Portugal
Museus deviam de mostrar coisas diferentes
Sempre que lá fossemos...
Postado pelos amigos da Cultura
quarta-feira, 28 de dezembro de 2011
Os Índios Xemphrabrir das Terras do Além
Está provado que dá tesão
O governo agradece
E vai dar um prémio
Ao campeão
Da corrida mais louca das estradas
Estes Índios primam pela rapidez
Conseguem fazer tudo
Sem sequer o fazerem
Visto que são mais rápidos
Do que o fazer
É um paradigma filosófico
Já há muito explicado
Pelos grandes pensadores
Provou-se também
Que este fenómeno
Faz parte
Da chamada Guerra Santa
Das cidades de Portugal
Como tudo anda em guerra
Adoptou-se este sistema
Para combater a inimizade
Fodendo-se uns aos outros
Para ver se resolvem
Os problemas do ambiente
Aqui no Planeta Terra
Ficando depois tudo amigos
A solução é a velocidade
À força bruta
Para levar avante
Os seus desejos
A Guerra...
Antropologia Contemporânea pelo Professor Fusível Social
Ementa Assassína do Jornal de Notícias
Que foi assaltada
Levando os assaltantes
Umas muletas Power Healing
Com 2.5 Kg de ouro.
Mais uma velha de Duas Torres
Que levou um sopapo na tromba
Levaram-lhe a dentuça de ouro
E mais umas cuecas com bordados em estanho.
Uma Casa de Putas
Que foi assaltada em Dois Pinheiros
Levaram consigo 2 vibradores em prata
E um anel vaginal em ouro.
Uma casa de paneleiros
Em São João da Madeira
Foi assaltada com gás lacrimogénio
Levaram duas Sex-Machine em Platina
Power Ass Full Penetration
Pórticos da Via do Infante
Foram enrabados 4 vezes
Crê-se que os autores
Tinham uma tara por postes
Depoimento da Psicóloga da Esquadra do Algarve.
...
E esta merda nunca mais acaba...
Repórter Estrábico com o cartão de ponto nº 2320
Guerra Campal em Santa Maria da Feira
O reino dos cavaleiros
Dos reis e das rainhas
Estamos a ver tolos e tolas
Todos em demanda
Toma! Toma!
Toma lá chupa esta!
E somos os maiores!
O Jardim Infantil da Feira
Com os bébés todos à solta
Vamos mandar foder!
Ué! Ué! Ué!
Somos os maiores!
De espada em punho
Aí vem eles!
Aí vem elas!
Qual deles o mais tolo
O Hospital Rodoviário da Feira
Com os doentes todos à solta
Yuppi! Yuppi!
Somos os maiores!
Postado pelo Mensageiro da Santa terra da Guerra
Coisas da Vida Social aqui nas Terreolas do Além: Portugal
O Joaquim passa a 200 na sua viatura
O Martins vai atrás a 180 a ver se o acaça
O Gusmão passa por eles e pergunta se já está a dar o futebol
O Hilário para a motoreta para os ver a passar
A Joana baixa as calças e mostra-lhes o rabo
Nisto passa um casal de velhos e questiona-se a ver se era algum ministro
O Talomão sai a correr de casa atrás da última novidade no shopping
O José passeava nos seus passeios de fodas
Entenda-se aqui: ver se fode o outro
A Dona Joaquina estende a roupa à meia-noite para a roupa secar ao som da verdade
O Chefe Silva demite-se do seu cargo e vai trabalhar para as rações SóVacas
As Rolas e Pombas da Praça cantam logo de manhã a 5.ª Sinfonia de Beethoven com uma mistura dos Mortification
Cristo desiste de ser cristo e casa-se com Deus numa Igreja para Homossexuais Alucinados
...
Diário da Vida Social das Terras do Além de Portucale
Los Cavaleros de la Notche
Bueno
Nosotros hamos hablar
Del Cavalero de la notche
E su cavalo
Montado adelante
Vasculhando la carretera
La mierda do alcatrone
Chicas buenas
Bon pare de tetas
Una buena rata
Super-Bocky
E temos la notche
Del cavalero de la notche
Cercando putas
Con lo chero
Chero à la vino vierde
E putas buenas
Lo verdadero camino
Del cavalero de la notche
Nada de paneleros
Mucha rata
E viva la notche
...
......
.........
Resumo de História de Espanha: Capítulo Boémia
Nova Casa de Paneleiros em São João da Madeira
Quem quizer apanhar no cú
É só comprar um mapa
E procurar
São João da Madeira
Tem de ser à hora de ponta
Dá mais tesão
Quando se encontrar a tal casa
É só entrar
E esperar à mesa
Os paneleiros aparecem logo
Pode-se ir sem cuecas
Para facilitar o trabalho deles
Ir ao cú
Apanhar na cagueiro
Apanhar no traseiro
Apanhar na peida
Ou na Tarraqueta
Padaria da Velha Guarda
Sedenta de piroca
Pelo olho acima
Quando se está lá dentro
É melhor mandar vir alguma coisa
E pagar logo
Porque há fome de dinheiro
A crise chega a todos
Convém ir com um perfumezinho
Tipo Rabeta da Primeira Liga
De mandar um gajo olhar para nós
E dizer:
O meu!
Vou-te já ao cú
Sim podes vir
Pois eu gosto à brava
Que é para sair daqui de marcha atrás
Engatado com uma primeira no cú
Normalmente é isto que se passa
Lá para aquelas bandas
Cú é ordem
Ir ao pito
É coisa do passado
São muitos modernos
Faz muita sujeira
Mandar para a cona
Já para não falar
Do cheiro a bacalhau
Só se for na altura do Natal
Com o Pai Natal a assistir
De pau feito nas calças vermelhas
E prontos
Quem quizer apanhar no cú
Já sabe
Não há nada que enganar
São João da Madeira vem no mapa
Ou então GPS
Meter lá as coordenadas
E com o cheiro ao cú
O carro dirige-se para lá!
Liga dos Desviados Sexuais de Portugal
Passeantes de Automóvel: A Saga Final
Há que passeear
Dar ar aos colhões
E ver a passarada
Porque o cheiro ao suor é muito
No trabalho
Não fazem outra coisa
Do que mandar vir
Nunca mais chega as férias
Que é para a gente
Que adora trabalhar
Coçar os tomates
En la carratera del Portugal
Fazer parte do circo habitual
Fode aqui
Fode ali
Os palhaços estão na estrada
Tirolilo
Tirolé
A Palhaçada Nacional
A vida vai torta
E nada a endireita
Como deviamos de estar
Todos nas obras
A achapar massa
E botar tijolos nas paredes
Andamos aqui em empregos
Tipos Senhores do Faroeste
Porque mandar foder é um Must
Está In
Está na moda
Só falta o bigode nos cornos
E elas barba na cona
Pito da Velha Guarda
Pode ser com chatos
Ou sem chatos
Depende o que ela fizer
Lá no trabalho
Porque está visto
Que gaja fica com azia
Quando trabalha
É bem melhor coçar a cona
Todo o santo dia
E dizer que trabalhou muito
À portuguesa
Os passeantes de automóvel
Ainda não descobriram
Que aqui não se passa nada
O que andam a ver?
Gajas boas também não há!
Os cromos do costume
Pensar um gajo
Que podia dar umas valentes fodas
E só anda a perder tempo
Mais vale as velhas putas
Fodas da Velha Guarda
Melhor que o Portugal no Coração
E o paneleiro do João Baião
E a amiga sua irmã
Portugal no seu melhor
Comissão dos Utentes da Estrada da Portugalândia
sexta-feira, 23 de dezembro de 2011
Portugal = Terras Vamos nos Mandar Foder Uns Aos Outros
E assistir à Palhaçada Nacional
Passe quem passe
Venha quem venha
Chupa, Chupa
Toma lá
Mais um que já fodi
Assim pensa o Atrasado Mental
Os doentes exercem a sua posição
No mundo
No espaço territorial
No Hospital
A Estrada Nacional
Como acham piada ao jogo
Do mandar foder o outro
Esta actividade
Dá-lhes muita tesão
Basta ver as fodas
Que por aí dão
E tão contentes
Que andam elas
Tornaram-se paneleiros
Rabetas da Estrada
A chupar pissas uns aos outros
Em vez de andarem atrás de gajas
Perdem tempo na estrada
No Campeonato das fodas e fodinhas
Faz também crescer
Os cabelos dos colhões
De andarem tanto tempo
Com o pacote sentado
Como isto agora aqui
Em Portugal
Nas terreolas dos parolos
Se manda foder tudo
E como mandar vir
A gente paga
Ou fica a dever
Que está na moda
Os Deficientes Mentais
Com Atraso Regressivo
Dedicam-se todos contentes
A esta parolice
Da Excelência do mandar foder
Ao que parece também
Em todo o lado
E ainda se riem
Uns para os outros
Sinal de Atraso Mental Crónico
Disfunção de Conexões no Cérebro
Mas é o Portugal que nós temos
País de atrasados mentais
Basta ligar a televisão
Ou ler os jornais
Para ver quão grande merda é isto!
Relato de um Reformado cagando para esta Merda = Portugal
Condutores Rookie e o Ínicio da Filha da Putagem
Fazer a merda
Que os outros fazem
Não descansam em paz
Até porem em prática
As novas técnicas
De Filha da Putagem
Tudo a ver
Quem é o maior ao volante
Dando ínicio ao capítulo
Vamos chatear os cornos
Em vez de andarem a trabalhar
Estes malandros do caralho
Passam os seus dias de ócio
A coçar os colhões
Agarrados à regueifa
Ou dedicarem-se seriamente
À actividade
De mandar para a cona
Ou para elas
Chupar umas pilas
E abrir as pernas
Ao primeiro que passe
Para ver se crescem um bocadinho
Como não há nada que fazer
E como não gostam de trabalhar
Nada melhor
Do que passear o queijo
Adoram foder dinheiro
Porque também
Não precisam de trabalhar
Vêm para a rua
Combater as suas frustrações
E a malta que os ature
Viva Portugal
E estas terras de tanto Filho da Puta
Comissão dos Amigos da Estrada
quarta-feira, 21 de dezembro de 2011
O Porto e o Fim do Mundo
O mundo já chegou ao fim
Não numa guerra
Mas a nível antropológico
A nível de pessoas
De gentes
Basta chegar ao Porto
Andar no Porto
E sair depois do Porto
Para chegar à conclusão
Que o mundo terminou
Nunca vi tanta merda
Na minha vida
A nível de civismo
É mesmo para cagar
De pernas abertas
Naquela merda
Na rua só se assiste
A tristezas terrestres
Actividades dos elementos
Da Liga dos Filhos da Puta de Portugal
Como anda tudo fodido
E tudo quer foder
Nada melhor
Do que se mandarem foder
Todos uns aos outros
A hipocrisia no seu melhor
Mais um selo da sociedade actual
Já a Biblia dizia
Que por volta do ano 2000
O mundo acabaria
Que iria haver uma grande catástrofe
Aí está
O que esta merda é agora
El fin del mundo
Postado por Cidadão do Mundo: Jaime
Filhos da Puta à solta em São João da Madeira
Vem os Filhos da Puta para a rua
Como não têm mais nada que fazer
Portanto
Passam o dia a coçar os colhões
A viatura de quatro rodas
Antiga cidade do trabalho
Agora terra
Estamos fartos de trabalho
É melhor passear
Dedicam-se a estas actividades
Andar a chatear os cornos
Aos outros
Como está provado
Que nesta terra
Homens gostam de homens
Portanto
Paneleiragem do caralho
Não gostam de cona
Ou andam muito enjoados
Ou porque na Bíblia
Diz que foder é pecado
Perdem tempo diariamente
A foderem-se
Uns aos outros
Gastando preciosa energia
Como é também terra
De putalhada com dinheiro
Não respeitam ninguém
Arrogância
Somos os maiores
E andamos nós
A aturar esta merda
Não há jeito destes paneleiros
Crescerem um pouco
O dinheiro não é tudo!
Postado por Cidadão do Mundo: Jaime
sábado, 17 de dezembro de 2011
Os Malefícios do Demónio da Boémia em Milheirós de Poiares
Nas manhãs de Domingo
Por dentro das portas
Do Santuário Supremo da Verdade
A Igreja de Milheirós de Poiares
Basta ouvir o sino da Puta da Igreja
Para saberemos
Que acreditam mesmo naquela merda
Tamanha é a potência
Do estalo do Badalo
No metal do sino
E assim dá início
O Padreco da Terreola
A mais um discurso
Purificador da Palavra de Deus
Deus é grande
Deus nos vai salvar
Desta merda toda
Assim vomita o Padre
Acalmando o estômago
A Hóstias Benzidas
E garrafita de Tinto Maduro
De Alta Casta Social
Vindo directamente
Do Continente ou do LIDL
Prateleira Promoções Divinas
Sangue de Cristo
Jesus foi o nosso Mártir
Por nós sofreu
Bebe-se ele umas copadas
E mandá-se mais pá Cona
Mais vezes
Em Jerusalém não faltavam putas
O sofrimento não era tanto
As palavras do Padre
Não eram tão amargas
Já não chega a azia
Da terra do Além
Todo o santo dia
E ainda vem este
Mais a sua comitiva
De cruxificados para toda a vida
Fiéis Devotos da Beatice
Que com palavras envenenadas
De credos passados
Minam cabeças a tolos
De pessoas que não viveram
Que não vivem
Dizer-nos o que é a vida
Só em Milheirós de Poiares
E Igrejas vizinhas
Das Terras do Além da Misericórdia
Das vagas dos pecados
Dum mar contaminado
Assim vomitam eles
Esta merda toda
Todos os Domingos de manhã
Ou quando há missa
Viva Portugal!
Tem cá cada coisa!!
Foda-se!
Puta que Pariu!
Comissão dos Seres Vivos de Milheirós de Poiares
A Futura Guerra Cívil Que Vai Acontecer em Portugal
Para tal acontecer
Se já antes havia dificuldades
Para as gentes se entenderem
Agora com esta modernidade
Ainda pior
Já ninguém atura ninguém
Já se cagou no respeito
Basta só ir um pouco
Para as Estradas Portuguesas
Viajar pela Cultura
Assistir a Desporto
Andar no Trabalho
Etc...Etc...
E circular um pouco pelo país
Para chegar à conclusão
Depois de alguma análise
Que isto está tudo fodido
É ver fodas e fodinhas
A toda a hora
Para ficarmos mesmos fodidos
Com tanta foda que nos dão
Já ninguém se compreende
Uns aos outros
Parece não haver
A ideia do Social
Mas antes
A ideia do individual
E tudo o resto que se foda
Tudo à nossa maneira
Assim já diziam
Os Xutos e Pontapés
E muito bem dito
É certo que isto vai dar merda
Para não falar de outras merdas
Que acontecem no país
Mas como isto está tudo uma merda
Uma valente merda
Isto vai ficar
Surgindo aqui neste momento
A Revolucionária Guerra Cívil
Aqui na nossa terra
Portugal
Mais ou menos parecida
Com a da vizinha Espanha
Nostros Hermanos
Alguns anos atrás
História Contemporânea pelo Professor Fusível Social
Milheirós de Poiares a uns Bons Anos Atrás
Receptores das Divindades da Terra:
...
No Water canalized
Bebia-se água directamente da Terra
No Esgotos
Caga-se para a Terra
No Tv
Imaginava-se e fazia-se novelas e filmes
No Radio
Bastava ouvir a vizinhada
No Telefone
Tudo à base de sinais de fumos
No Internet
Usava-se Telepatia Desenvolvida Extraterrestre
No Gás canalized
O Tone tinha de carregar a bilha às costas
No Automobile ou trotinete
Ou Transportes de jeito
O Camelo andava a pé
...
Tirando isto
E à espera que não faltasse mais nada
Muitas danças à chuva
E anos de espera
Pela ajuda da Autarquia
Da Promessa dos Políticos
Etnografia pelo Professor Fusível Social
domingo, 11 de dezembro de 2011
Cruel Natureza
E no alto da majestosa chaminé
Por enquanto, ausência se vivia
O ninho confiava ansiosamente
A chegada das reais aves
Que exaustivamente,
Por fim regressavam
Acolhendo-se, preparando-se
Para cumprirem o já anual
Dever natural…
A criação
O tempo percorria momentaneamente
As expectativas eram grandes
As esperas eram muitas
Tentar o que não se conseguiu
Uma cria, um filho
Um continuar da espécie
Contudo, essa necessidade vital
Resplandeceu-se platonicamente
Um rebento brotara enfim
Todavia, imensas eram as adversidades
Descobrindo-se o quanto de patíbulo
Possuíra a vida , a Natureza
Do resistir nada valeu
Tornando aquele presente confiante
Em futuro nada, uma certeza !
Poesia Urbana
Testemunho
E tal acto escabroso acontecera
Assassínio premeditado posto em uso
Por alma terrivelmente malévolo.
À vitima negada a salvação
Golpe fatal perpetuara a sentença
Com morte inevitável
Tornando, substituindo em cadáver putrefacto
Esventrado, esvaziado, esbanjado
Do seu existencial líquido.
No chão, marcas imortalizadas
Testemunho de um acto impiedoso
Que da vida, julgamento macabro!!!…
Poesia Urbana
I´m just on the road
Walking speedily
Without know
Where to go
Questions that I have
Thoughts that I load
Searching for solutions
Finding disillusions
Because the end
It ´s coming slow
I ´m just on the road
Questions that I have
Thoughts that I load
I ´m just on the road
Only because the end
It ´s coming slow !
Urban Poetry Words
Miserable Decay
Let that desire possess me
Without see if I can hurt somebody…
Reason, everyone have
For to criticise me
Pitilessly !…..
I´ m very compulsive
And when I awake to realise that
Already have got out
Of the track!…
Miserable decay!…
Responsibilities have them I
Before the family and the society!…
Which doesn’t like to be betrayed
Society that shelter me!…
Better times will come
Everything will be forgotten!
When I enter into the gateway:
The life, he will increase
Society that will say!
Miserable decay!…
So, liberated will live
When the evil runs away from me
In thought I will restrain me:
Why this miserable decay?
Lord! Have pity of me!…
Miserable decay!…
Urban Poetry Words
quarta-feira, 7 de dezembro de 2011
B-A-BA do Mandar Foder em São João da Madeira
Acordam os tolos
Porque simplesmente
Não batem bem da bola
Doentes com a doença Inveja
Assim fazem o seu dia
Por entre os dias
Do resto dos dias
E assim andam eles
Todos contentes
Com este tipo de vida
Vida de merda
Merdinhas da sociedade
Onde jaz a maldade
Em situações que não crescem
Comportando-se
Como cianças
De chupa na boca
A fazer merda
O dia inteiro
Nesta cidade
São João da Madeira
Assiste-se a merda social
Infantilidades
Dos putos da sociedade
Que se andassem a trabalhar
De certeza
Não faziam
Tanta merda
Mas é isto
A terra das coisas
São João da Madeira
Associação Vamos Viver Felizes
O Divertimento em Portugal
E pelo o que se assiste
Nos canais de divertimento
Nas televisões
Em sítios de suposta diversão
Em Bares
Em Discotecas
O que se assiste
Não tem nada a ver
Com divertimento
Só se for
As habituais tangas
Ou as bobedeiras
Ou a droga nos cornos
Uma forma de divertimento
Frustrada
Das Elites de Portugal
Como não há nada de novo
E tudo virou marasmo
Aparece a tanga
A ver se as coisas mudam
Uma solução do mundo
Para resolver problemas
Que tem dado os seus frutos
Aqui na Portugalândia
Basta ver televisão
Mais propriamente
Programas de Comédia
Ou frequentar
Determinados sítios
Aqui na Lusitânia
Aonde reina
Os Contos Mágicos
De Tanguice Nacional
Parece que isto vai
De vento em proa
Tem tendência a melhorar
Vai depender
Da orientação do vento
Ou seja
Do lado em que o vento bater
Já não se diverte em Portugal
Já não há diversão
A sua prima
A Azia
É o que está a dar
Está na moda
Andar com azia é que é
Já foi tempo dos sorrisos
E das gargalhadas
Agora só na Assembleia da República
A Palhaçada do Costume
Andarem-se todos a mandar foder
E ainda a ver
Se levam Portugal
A bom porto
O sítio da Diversão
Em Portugal
Tudo o resto faliu
Já não tem assunto
Uma ideia fabulosa:
Deixar de haver partidos
Facções
E juntarem todos
Para salvar esta merda
Associação dos Tristes de Portugal
sábado, 26 de novembro de 2011
Santa Estupidez à Hora de Ponta
E assistir
À palhaçada do costume
Tolos e tolitos
Todos em demanda
Qual deles
O mais tolo
Parece que foi decretado
Andar muito rápido
Para escapar
À velocidade do som
Deve ser mais uma técnica avançada
De condução automobilística
Ou a motorizada a duas rodas
Parece haver uma competição
A ver quem anda mais depressa
Faz crescer os cabelos no peito
E as consequências na cabeça
É andarem todos tolos
Todos os dias
Como as Terras do Além
São habitadas
Por estes seres
Não há mesmo nada a fazer
Já nasceram assim
Portanto fica tudo na mesma
Tolos e mais tolos
De um lado para o outro
Nas terreolas do desasossego
Na rua confusão
Em casa confusão
No trabalho mais confusão
Os que coçam os tomates
Também fazem confusão
Enfim
Confusão do caralho
Aqui nas Terreolas do Além
Comissão dos Amigos da Estrada
terça-feira, 22 de novembro de 2011
A Virgem da Redtrotinetemóbile de Milheirós de Poiares
Ora vem para baixo
Aí vem ela
Com o seu Redmóbile
A azia
Ela traz consigo
Todos os dias
Sempre que passa
Por nós
É um cheiro ao suor
Das actividades de patrulha
Efectuadas por ela
Vai todos os dias à missa
Rezar pelo seu patrono
Para lhe dar sorte
Nas lides da estrada
Como também pertence
À lide
Vamos mandar foder
Aí vem ela toda tola
Como todos os tolos da terra
Como nenhum deles
Bate bem da bola
Estão bem uns para os outros
Como o trabalho
Não surte qualquer efeito
Nestas entidades
Uma vez que só fazem merda
Só mesmo o copo de vinho
Os pode salvar
A virgem é mais uma
Da Terra do Além
Que com a sua trotinete
Faz maravilhas na estrada
Desde incomodar
Tudo e todos
Sem falar
Nas suas míticas patrulhas
A ver se está tudo no sítio
Como não tem mais nada que fazer
Nada melhor do que dar que fazer
Aos outros
Andando eles todos
Uns atrás dos outros a foderem-se
Como isto é terra de tolos
E não há nenhum certo
Nada como mandar foder
Para melhorar o dia
A virgem do Redtrotinetemóbile
Anda sempre molhada
No banco
Porque tudo lhe dá tesão
Há quem diga
Que anda à caça de Pau
Mais uma personagem
Da Terra do Além
Milheirós de Poiares
Comissão de Antropologia Aplicada Portuguesa
sexta-feira, 18 de novembro de 2011
Rest
seating here with my loneliness
to finish what I’m thinking
and forget what they are
those persons that I am
in time, in my way
only an accident
me in this way
I just could die now
cause I kissed her face once
I just could say goodbye now
cause I brought music to this dance
You could now rest your soul
stop running against time
to try courage than hiding
from yourself
to feel the seasons in your heart
cause change it’s so close
beneath from one step of you
from the eyes of those
Put aside of you yourself
bring some light to the dark
refuse your last cigar
forget what they are
those persons that I am
in time, in my way
only an accident
me in this way
I just could lie now
cause I kissed her face once
I just could say why now
cause I brought music to this dance
You could now rest your soul
in a beautiful grave
ashes to ashes...
buried only in your head
You could now rest your soul
so close...
beneath from one step of you
from the eyes of those.
Urban Poetry Words
Seven lives from an Indian man
against the cold of the out side
so cool this feeling
the sounds of the music around
around, the ground beneath
be alive in this small town
stopped in time waiting for
I remember about those
seven lives from an Indian man
About what the Indian man said to me
- Son bring peace than war
inside you about everyone
play how much you can
till you reach your heaven
inside you about everyone
then you walk alone with everyone aside
with everything inside
feet over feet
till you count your steps
feet over feet again
behind those dark shadows
of this big trees
then you see the Indian man
right beside you, with you
beneath the ashes of time
that you kept in your closet
for a long, long time
I saw him again
the Indian man with a few more years
in his words... Human thoughts
on his own advice that he kept for me
myself now, I try hardly to be
be old in this mind, in this young life
myself, another one, I try to be too
I remember about those
seven lives from an Indian man
About what the Indian man said to me
- Walk aside of the chair where you are living
where the eyes can’t see the images in the background
walk aside directly to your big closed door
facing what you are looking for
cause when we have anything
something is everything
so wait for your time
when someone would be there
as everything and not as something
And I remember about those
seven lives from an Indian man
but who should I believe?
friends, an old man, the Indian man
he that kept inside my grief
from this twisted mind
since those seven years
how should I believe?
friends, an old man...
Urban Poetry Words
Live and let live
The feelings don ´t worth
People are nothing
Everything change from bad to worse
Improvement is a illusion
Illusions mean reality
Live and let live !
Live and let live !
Promises that we hear
Everyday, unrealisable for sure !
Glittering as they should be
To blind us from the real truth
A future punishment
Of this egoistic world
So, live and let live !
Live and let live !
Urban Poetry Words
Macabre Fun
Doing frightful things
Outraging against human life
Results are guiltless victims
Without any justification.
We should apply a punishment
To not drop in obliteration
This macabre fun of them.
Macabre fun
Macabre fun
Make that this poor souls are revenged
As we will sentence, condemning them
With the same severity, equal which they applied.
Macabre fun
Macabre fun
Urban Poetry Words
Human Race end...
Are we strong enough to believe in salvation?
No!!! Our race is condemned to the end!
Destructible us we are it will means mutilation…
Mutilation of the human fucking race!!…
Destruction is a obvious way and we will follow her
Until the end
There will not be any possible salvation to our race
Banishment a reality.
War!… a way of surviving
Destruction a consequence of war
That makes the enjoyable death
kill even more!…
Feeling death…
Being death…
Us we shall be remain !!!…
Urban Poetry Words
Dúvidas do para além da Morte
Vivemos com destino a uma morte
Morrer de facto, não sabemos
Parece ninguém saber
O fim de uma vida física
O corpo resta, sepultado apenas
Do espirito, da alma humana
Se morre de facto, também não sabemos
Parece ninguém saber
Vida para além da morte física
Uma questão antiga,
Uma dúvida primordial
Será possível ?
E se for de facto ?
Como será ?
Não sabemos
Parece ninguém saber
Todavia esta conclusão finita
De que a vida termina em morte
Não parece satisfatória
Não parece ter sentido
Uma vida inteira só com este fado
Terá que existir uma continuação !
Talvez este espaço físico anterior
Seja um processo de preparação
Ou um processo de avaliação
Para uma outra vida vindoura
De carácter espiritual
Ou como encarnação
Mas viver como, não sabemos
Parece ninguém saber
Restando-nos esperar apenas
Para esclarecer
As dúvidas do para além da Morte !
Poesia Urbana
Harmonia Após Vida
Ódio macabramente suportado
De não poder possuir-te, de seres…
Eternamente minha
A realidade marca o destino incontestado
Contrariedade da minha vontade
Abruptamente delineado por uma força divina
Penoso é o caminho do penitente
Dias a fim de colossais sofrimentos
Em que perpetuam esperanças nos pensamentos
Esperanças de um amor possivelmente concretizável
Do qual da vida lhe daria prazer de vida resplandecente
Mas tal força, impostamente, o sentenciou
Com marca de impossível absolvência
Pecado mortal como pena da resplandecência
Apoteosamente como delito punível
Pondo término o seu caminho existencial…
Caminho esse cegamente seguido
Caminho puritano sem espaço lacunal.
Inconformado de seu fim malogrado
Perfaz vingança de tão injusta decisão
Executando por mãos próprias a cruel sacrificação
Do seu amor acto incompreensível,
Suicídio seguidamente congratulado!!!…
Poesia Urbana
A Vontade de Trabalhar aqui nas Terreolas
Não da vontade de trabalhar
Mas da vontade da vontade
De fazer mais merda
Merda está definida nos dicionários
Como qualquer actividade
Que resulta sempre em merda
Já para não falar da azia
De que é trabalhar
Aqui nas Terreolas do Além
Já não há vontade
A vontade de trabalhar
Foi declarada morta
Está lá registada
No Registo Civil
Andar na vida
Sempre a ajustar contas
Não fosse isto Portugal
Terra de atrasados mentais
Parece que têm sempre algo a dizer
Nem que seja merda
Nas palavras
Nos comportamentos
Com as coisas
Com tudo em que ponham mãos
Essa vontade é resultado
Do mandar foder
Que é o trabalho
Aqui nas Terreolas da Guerra
Um autêntico infantário
De bebés cheios de birras
Já para não falar
Dos chorões dos patrões
Que quando chega ao fim do mês
Então é que é ver birras
De caixão à cova
Porque trabalha-se
Logo recebe-se
Porque a vida
É difícil para todos
Para Patrões
Para empregados
Já para não abordar
A questão da chulagem
Que é os ordenados
Aqui nas Terras do Além
Do lindo Portugal
Talvez isto explique
A azia laboral no perímetro
A falta de vontade de trabalhar
Não admira haver tanta merda
Aqui na vida social
Das terrinhas de Portugal
A vontade que já foi...
Crónicas da Avozinha Gestrudes