quinta-feira, 3 de maio de 2012

Guerras Tribais na NetGaláxia (Explanação sucinta)

Todos os guerreiros de todas as tribos do planeta Terra e outros planetas do universo se encontram em guerra campal nestes sítios!
Artilhados dum dispositivo electrónico “pirolitizado” com um “cabito” à galáxia Net fazem do seu dia um momento zen bélico. Por outros termos, dão azo às suas insatisfações teritoriais.
Nestas guerras se pode examinar que de facto não estão em guerra, mas sim são a guerra personificada. Vê-se os planos mirabolosos de alguns no futuro. Vê-se a sociedade na actualidade. Atinge-se o pensamento que a NetGaláxia está a passar por momentos difíceis. Mas a agremiação por fora não aparenta nada de especial. Pois não! É preciso um olhar atento! Tudo o que vemos são bombas prestes a explodir, andando eles e elas a arrastar o rastilho pelas ruas à espera duma pequena faísca para se dar o Momento Finale. A eclosão dos verdadeiros seres humanos daqui do planeta Terra. O “planeta pacífico” da “nossa galáxia”.
Tudo é discutido e criticado na NetGaláxia usando os seus utilizadores os melhores dicionários para poderem embelezar suas “palavras” para que possam “cair” nos seus adversários da forma mais letal. Verifica-se uma chacina social a céu aberto.
O espaço internet é comparado aos Komités do ValeTudo.
Na NetGaláxia acabou de morrer o indivíduo diferença. Nada é tolerado. Estamos num estado Zero Tolerance. E salve-se quem puder, porque a bomba social já foi activada e ninguém sabe ao certo como desactivá-la.
NetGaláxia é, em vocábulo bonito, a “Arena” propriamente dita. Onde para olhos de quem comanda a Society é o local ideal para se pôr à prova as destrezas humanas pessoais aqui na “selva”.
Valores são esquecidos automaticamente. Estamos “escondidos”, ninguém nos vê! Eis o verbo!
Deus, o pai que está acima destes rótulos civilizacionais, não está conseguindo “intervir”. Pois a acreditação, que tanto precisava, e que não a consegue executar, faz dele um inútil aos olhos da sociedade. Chega-se, hoje em dia, à conclusão científica que Deus não existe, não há “intervenções”. Os seus “filhos” também não conseguem arranjar palavras e outras formas que façam demover as pessoas. Tudo acaba por ficar numa desacreditação social de tudo o que nos rodeia.
A Net é como um caldeirão, em que se despeja lá tudo. Chega-se-lhe o lume e fica a “cozinhar”.
É este o cenário que nos transmite a NetGaláxia...

Antropologia Social pelo Professor Fusível Social
(Alcovitice Social Aplicada Contemporânea)

A Acústica do Snooker

Tacadas, tabelas, bolas a bater e bolas no buraco e os sons que isso fazem. Bem, aqui é preciso dizer que há mesmo artistas! Falar acusticamente e jogar snooker é preciso ter “pinta”. O Snooker jogado nos cafézitos do nosso Porugal...
Quando a bola branca fala com outra bola ou bolas diz-nos sempre alguma coisa. Falta saber o quê! Será o Tempo!? As notícias!? Uma gaja jeitosa que entrou!? Tudo questões que passam pelos ouvidos de quem joga e assiste ao jogo de snooker.
Os sons do Snooker são únicos. Têm um timbre que não é igual a mais nada. Nem mesmo os dentes dos elefantes a roçarem uns nos outros se assemelha! É mesmo único!
Pode-se jogar de diversas maneira este jogo: Visualmente ou Sonoramente ou então conjugá-los.
Este jogo é nos útil para o quotidiano. Podemos aprender inúmeras coisas a jogar snooker. É pois um livro de Filosofia práctica!
Acusticamente falando este jogo produz sons que entram em nós. Falam directamente para os ouvidos e o cérebro. É um jogo psicológico, sem dúvida!
O Snooker afinal!

Explicação do Professor Fusível Social

Os WordGunBoys

Mal começa os dias as suas palavras azedam de caminho. À que partir para a destruição. Vamos escrever!...
Assim se formam os WordGunBoys desde novos, tornando-se naquilo dos autores que lemos em qualquer “sítio”.
Recebem ordens do Supremo Sensibilidade para matarem tudo quanto se mexa na sociedade. São terríveis!
Cada palavra, cada letra, é escolhida meticulosamente como as balas do cowboy Billy The Kid, para os seus duelos.
Fazem da escrita e da literartura cultural de Portugal uma arena de tiros e facadas. O Faroeste autêntico...

Tristeza do Professor Fusível Social

Os Ravers, sua Tribo e a Sociabilização Utópica

A procura das energias perdidas.
A procura da harmonia humana por entre suas manifestações.
A Música e a Dança como manifestação corpórea e espiritual.
O uso de “pastilhas” psicológicas como alavanca para a catárse das suas opressões. Ainda a práctica do uso do “cogumelo mágico” nas suas “festas” que dilatam seus olhos para uma realidade fictícia. O encarnamento dos Ravers em Clownons.
As vestes com que esta tribo se mascára. Uma forma de fuga da realidade subjugadora. Contra o que a normalidade veste.
A linguagem que usam foi fruto de um desenvolvimento da própria linguagem em si, a nível de comunicação. Aplicam o SightExtraLight. Conseguindo, eles, ver coisas que os outros, sóbrios, não veêm. Superdesenvolvidos!
Funcionam como uma sociedade secreta. Todas as suas operações são feitas à socapa. Mas uma vez lá, nos sítios onde se reúnem, o mundo deixa de importar. Ficam mergulhados numa atmosfera “especial” fazendo-os sentir como Filhos do Caminho e da Luz Social...Muito curioso!
Difíceis de encontar, misturam-se com o resto da sociedade.
São, á vista disto, uma tribo à parte na procura da sua Energia Vital com práticas um pouco utópicas face ao que a sociedade é na Real!...

Olhares étnicos do Professor Fusível Social

Matumbina e a Cambalhota Africana

África! África Minha! África Nossa! A terra de onde viemos e que um dia para lá iremos!
Ora, estando então em África e a curtir aquela natureza, só nos vai faltar as duas coisas mais importantes daquela terra. A Matumbina e a Cambalhota Africana. O que se vai explicar do que se trata: Matumbina, a fêmea, por excelência. A Cambalhota: actividade lúdica sexual.
Posto isto, é só juntar estes dois ingredientes e temos o Ramboia Bacanal Africana, mais conhecida entre os indígenas por RBA. O qual todos veneram fazendo com isso um culto em que seu ritual acompanhado ou não pelo Ritmo os fazem entrar em transe profundo entrando em contacto com a deusa Kamasutra. Neste teatro tribal são desenvolvidos conceitos elaborados da Cambalhota Africana, em que os mais velhos fazem questão de ensinarar aos mais novos e novas os ensinamentos aprendidos com a Moka dos tambores dos Drums.
É o clima e a carne que fazem da Cambalhota Africana o prato preferido de quem lá vive e de quem África visita.
Matumbina é na sua definição a mulher fêmea ideal. A que dá mais tusa dentre as mulheres do mundo. “Seu jardim é quente pra caraças”, uma expressão africana do sexo oposto!
Matumbina e a Cambalhota Africana é um regressar às origens mais remotas, aquela procura do sexo mais verdadeiro e natural. A Procura Ocidental!

Uma Expedição experiênciada pelo Professor Fusível Social

Os PBC (PoliceBehaviourControl) [Full text]

Formados pela escola práctica do comportamento social eclesiástico adoptam uma filosofia de vida de polícias do comportamento da sociedade. Com altos estudos no campo do comportamento desejam que toda a gente sejam como eles ou como os que veêm nos livros e filmes cinematográficos. Destacados para patrulhar a sociedade têm esse objectivo injectado no sangue. São pois, uma tribo reguladora dos costumes da nossa civilização. Analisando o comportamento das pessoas “ao pintelho”, com os seus olhos EagleEyes, nas metamorfoses quotidianas do mesmo.
Como tribo são uma classe de requinte, à parte, mais propriamente, uma elite. Um género de maçonaria. Muito parecidos com tribos de conceito Pró-Choice Social.
Habitam também entre nós misturados no aglomerado civilizacional. Atacam ou interveêm quando menos se espera. Temos, pois claro, de estar sempre à alerta.
As suas origens remontam ao tempo dos nazis, da Segunda Grande Guerra Mundial, da Alemanha. Consideram-se uma raça superior sendo a sua presença na sociedade um mais que. Desprezam as outras classes. Acham-se sim, filhos de Deus à sua imagem mais pura.
Antropólogos norte-americanos descobriram agora esta nova forma de selecção da espécie humana planeada pelos PBC. Uma raça entre nós prestes a dominar o espaço terrestre!

Antropolizando com o Professor Fusível Social

A Casa de Meninas

A Casa de Meninas ou vulgo Bordel ou ainda mais “poval”, Casa das Putas é pois um espaço recreativo do alivío. Nele lá vamos para exercitar o “zézito” e dar-lhe um pouco de bem-estar. O mesmo que ir ao ginásio trabalhar o “cabedal”.
Uma vez lá também podemos dar liberdade às nossas pulsões mais selvagens. Além disso, elas têm em cartaz a opção Tarzan e Jane, entre outras, a qual podemos de facto vestir os dois papéis, conforme os gostos.
Podemos também escolher entre mulheres a sério, projectos de mulheres e a opção mais cara, seres do outro mundo, que vêm com vários buracos...Isto é claro, tudo com preservativo! Não vá a associação Abraço fazer mais um protesto!...
Um relato das vivências aqui em Portugal posto de uma maneira educativa.

Relato do Professor Fusível Social

O Estudante Universitário Ideal

Receita da Avó Gertrudes:

Levar uma vida santa, que nem mesmo os santos canonizados a tiveram.
Levantar-se sempre tarde após uma noite bem relaxada.
Ler uma letras durante o dia.
Passear o resto da tarde pelo maravilhoso Portugal.
Passar a noite nos copos, e chegar bêbado a casa ou residência.
Sonhar com a salvação de Portugal!
...

Culinária Social do Professor Fusível Social

A Sociologia da Biblioteca

Para começar, o que fazem lá aquelas entidades lá de volta dos livros? Estarão a guardar os livros? Os Guardiões do Conhecimento às Portas do Paraíso? Terão os livros medo de sair à rua? E o que fazem seguranças lá também?! Os livros valem assim tanto dinheiro ou é ouro? Serão todos juntos a Irmandade da Sabedoria Incontestável?...
Lá não há criatividade permitida! É apenas um depósito morto de palavras! 0,00001% X (-00) do que dizem esses compêndios, os gajos e gajas que lá estão e ainda os que para lá vão mais os que hão-de ir não aplicam nada do que aprendem. Conclusão!?...Sem palavras...
Será um local de Engate Sócio-Cultural?...
Tudo um manancial de questões que os nossos sociólogos tentam dar resposta sem contudo obterem gratificações. Pensa-se, e isto segundo os antropólogos, que a Biblioteca funcione como uma Porta Dimensional para a Eternidade! Só pode...

Questões Sociais sobre Equipamentos pelo Professor Fusível Social

Ser Doutor em Portugal!

Antes de mais, quero ser tratado, e é uma ordem, por Sr. Excelentíssimo Doutor!
Portugal atravessa uma crise de valores isto falado e dito pelo Sr. Doutor...Por favor tratem-me por Sr. Excelentíssimo Doutor...
Realçando o papel dos estudantes numa instituição educativa para alimentar os egos dos senhores doutores...
Este país está cheio de doutores e vai esgotar no futuro até bater no tecto...
Será que existem realidades prácticas para as carradas de cursos que se tiram em Portugal?
Qual a lógica andar-se a formar para ser doutor para um país de bestas quadradas! Ainda não percebi aonde é que está o brilhantismo e esforço de ser licenciado para coisa alguma aqui!
Como vocês podem observar isto está cada vez pior...É Portugal esqueci-me...onde ter já alguma coisa faz de muita gente pensar que é o supremo, etc, etc...Portugal ao seu mais alto nível!

Situação Real Portuguesa Questionável pelo Professor Fusível Social

A Guerra das Bandas 2

A Banda Y faz músicas a dizer mal da Banda X. A Banda X por sua vez faz 4 músicas brutais no seu novo albúm para responder às agressões da Banda Y.
É o pão nosso de cada dia nos dias duma banda que habitam os nossos sítios.
A música agora deixou de ser palco das salas de ensaios e espectáculos reais passando a ser a rua o novo palco da música contemporânea. Mais não digo senão, ainda levo um tiro de caçadeira de canos cerrados marca ShotGun!
Mais uma realidade da nossa sociedade...

Observações do Professor Fusível Social

Os ROADSTREETWARRIORS (full text)


Uma tribo um tanto igual ao que foram os Apaches no seu tempo. Uma tribo guerreira inagualável na nossa história na sua natureza mais natural.
Comem guerra ao pequeno-almoço e deitam-se sonhando com guerras. Vivem de tal ordem a guerra que suas vidas apenas se traduzem em pura guerra no seu mais perfeito significado. Pura Guerra! Suas mentes não têm sossêgo. Tudo o que debitam de suas cabeças é resultado de muito combater. A palavra e o conceito de amor não existe simplesmente. É bazucada a toda a hora. Batalhas duns cérebros que vivem a vida e as nossas com uma visão marcial do mundo...
Os Roadstreetwarriors são uma tribo constituída por indivíduos que são sempre aquilo que não estamos á espera. É este o seu segredo. Verdadeiros camaleões sociais.
Quando em posse de “suas” viaturas e uma vez na estrada viram lobos bravos, puros selvagens, a pura natureza no que de mais selvático podemos nos aperceber. Em tudo nas suas acções se traduz em batalhas a trabalhar. O outro é o inimigo! Tudo explicado nas suas encenações automobilísticas...de carro, de mota, de camião, de tractor, de avião, etc, tudo serve...
Estes indivíduos mesmo no seio da própria tribo originam conflitos quando as suas metas não são atingidas. Nada altruístas. De tão egoístas, socialmente falando, conseguem originar um pleno caos ambiental que se pode constatar no sonoro que produzem. Não é preciso ser músico para se topar e sentir essa melodia sonora social caótica e bélica que criam!
É pois, então, uma das tribos, os Roadstreetwarriors, que mais “trabalho” e “pachorra” dão aos antropólogos de analisar e compreender! Pode surgir a pergunta porquê analisá-los. Simples de responder. Para os integrar na nossa sociedade parametrizando com o que existe de socialmente aceitável à vida de todos.
Estes mesmos antropólogos chegaram à conclusão que para se fazer ou chegar a qualquer coisa a nível social terá de se ultrapassar este problema que esta tribo está a criar, pois tudo na sociedade está impregnado com o cunho destes indivíduos.
Poderemos nós cidadãos aceitar esta situação?!...Fica a questão!...

Urbanidades do Professor Fusível Social

quarta-feira, 2 de maio de 2012

A Tribo Aveiropoocihell

Esta tribo urbana habita uma das cidades de Portugal: Aveiro.
Eles são designados pelo rótulo de Annoying State of Mind, catogorizado pelos antropólogos britânicos Smith Swallow e Rabecca Harrison.
São caracterizados por serem uma tribo que se mistura com as demais, tendo como objectivo o incomodamento pessoal ou colectivo. Munem-se de várias técnicas para o conseguirem, desde a linguagem, o comportamento, a utilização de objectos, etc...
Com a linguagem desenvolvem tipos de conversa em que o fim a alcançar é importunar as pessoas, às vezes os cães também, sobretudo aqueles que não lhes dão cartão à sua feminilidade que impõem a todo o custo. Com o comportamento utilizam todos os tipos de estar incomodativos que possam encontrar, o típico azedume e mal-estar. Com a utilização de objectos, bem, aqui tudo pode ser usado, desde aos automóveis, roupas, telemóveis, encenações, etc, etc, etc...
São um povo que desperta o interesse de cientistas sociais. Compreender o porquê de ser assim tão chato como o caraças na nossa sociedade. Sem dúvida um assunto deveras interessante a desenvolver por estes antropólogos.
Avaliando ainda as suas características psicológicas chegamos à conclusão que as Aveiropooccihell sofrem, de facto, de um síndrome GajaBoaNãoPodeSerIgnorada. Este síndrome ainda não tem tratamento estando a ser estudado por psiquiatras alemães. Esta patologia pode se tornar perigosa, pois se a dita gaja vem com uma pistola na bolsa ainda mata um gajo! E não queremos isso, por causa do excesso de personalidades nas nossas cadeias.
Elas querem dominar o mundo, chegaram à conclusão os investigadores, querem sim comprá-lo mesmo a prestações para fazer dele o que o seu ego quiser. Ora mas isto leva-nos ao Bacanal Social, uma consequência que o Vaticano já vetou com muita azia. Pinar faz mal! É melhor ficarmos pelas revistas sociais, seja lá o que eles fazem no planeta Terra.
Elas pensam mesmo que o mundo vive, mas todo, à volta delas. Vivem numa esquizofrenia social nunca sabendo realmente quem são aos olhos dos outros nem quais os verdadeiros motivos das suas acções. Só pensam nelas próprias e estão se a cagar para o que passa à volta...talvez novelas a mais naquelas cabeças seja o problema...
Algumas delas, as mais ambiciosas, tiram cursos universitários...
É claro, uma tribo urbana em acentuado crescimento, uma tribo bullie, não benéfica ao harmonioso convívio da massa geral. Sim! Um problema social!

Urbanidades do Professor Fusível Social

Como Fazer um Romance Literário

Agora nos nossos tempos é fácil como o aço!...Sigam o meu “raciocínio”...
Segue-se ou estuda-se um indivíduo ou indivíduos durante, mais ou menos, 37 dias. Isto com umas paragens pelo caminho na tasca do sr. Alípio, comendo umas pataniscas e uns copos de vinho, enquanto se reflecte sobre a elaboração do romance... Vai-se desenvolvendo umas personagens, suas inter-ligações, uns cenários...um copo de vinho do garrafão Terras do Além... e temos quase pronto o romance faltando só dar aos dedos na maquineta de escrever. Nada de gajas durante 115 dias para que a criatividade não perca a pujança...Chegando ao escritório e sentando o traseiro na cadeira, comprada de propósito na Maxmat, secção Office, dá-se início ao cuspir de ideias para o papel. Durante o processo de criação adicionam-se uns temperos (vinagre com fartura, malagueta e um pouco, mas não muito de veneno social) e leva-se ao lume, deixando estar na queima durante, mais ou menos, 41,25 minutos e...EUREKA...Fez-se luz....cagou-se mais um romance de puro Lodo Literário Social (LSS) que nem as areias movediças do continente africano têm comparação... Parte-se para a guerra das editoras e da edição de livros aqui na nossa terra lusitana sempre rezando a todos os deuses que possam existir e teremos com alguma sorte o livrinho romanceado cá fora, à venda nas nossas “humildes” livrarias...É de pensar!

Práticas do Professor Fusível Social

Os Godsons


São filhos de uma divindade suprema enviados e com uma missão na Terra.
Ainda não sabemos qual é o seu objectivo. Estamos fechados em nossos laboratórios a estudar hipóteses experimentais. Anunciado pela Routers esta afirmação dos antropólogos investigadores escandinâvios Peter Lightsight e Gustof Landoffall.
Utilizam diversas técnicas recorrendo à mais alta tecnologia posta ao serviço pelos seu tutor. Consideram-se orientadores duma sociedade faminta de regulação. Esta regulação ainda está a ser investigada como é feita. Esperam-se notícias que poderam ser relatadas por qualquer ordem informativa social.
Não se sabe ao certo se se reunem para receberem ordens de seu mestre. De que forma, etc... Se serão seres ultra-evoluídos à escala universal. A Nasa ainda não proferiu qualquer observação sobre o assunto. Mais, Fox Mulder e Dana Scully da série X-Files prometem voltar à realidade social deste planeta, e chegarem à conclusão que afinal a vida extra-terrestre não é mais do que vida terrestre bastante desenvolvida.
Também espalham socialmente de modo eficaz as suas pretensões por quem lhes interesse de um modo bastante inteligente usando dos meios mais sofisticados que conhecemos.
Alta Tecnologia! Futuro! Os Godsons...
Estarão a criar ou desenvolver uma nova raça?! Também não sabemos! Estarão de certa forma ligados ao movimento nazista da purificação da raça humana, seja lá o que isso queira significar, para nós humanos...
Uma forma de preságio tipo o filme O Extreminador, só que aqui posta em prática por certo grupo. Padronização Social Era...
Os Godsons...

Explorações Antropológicas do Professor Fusível Social

Os Papatolas

Os Papatolas vivem no mesmo mundo que nós! Descobriu-se recentemente fruto duma expedição pelo planeta Terra em toda a sua superfície subsidiado pelo governo português, mais precisamente pelo Ministério da Ciência e da Cultura em parceria. Veio a se descobrir que de facto habitam o mesmo espaço terreal do que nós, seres humanos simples. Emanam a mesma corporeidade que nós, por isso se deduz que sejam humanos. Mas que por sinal “convivem” entre nós. Suas características psicológicas mais assinaláveis: comem ou querem comer a cabeça de toda a gente ou quem lhes agite a consciênia ou a sua realidade, não querendo sequer admitir diferenças de tipo qualquer. Usam de tudo o que encontram para se armarem para que as suas batalhas possam ser vitoriosas.
Um perigo para a sociabilidade saudável do ser humano! Cartaz de protesto da Organização Activista Greenpeace. Que passou a ser agora palavra de ordem para este despertar social!
Resta aqui ficar o meu relato, dos que já despertaram para esta situação, e para os que há muito tempo os investigam...

Despertares Antropológicos do Professor Fusível Social

A Tribo Politikos


No outro dia, numa conversa de café, descobri a existência de uma tribo de nome Politikos. Perguntei ao meu amigo: Quem são? Ao que ele me respondeu somos todos nós! Fiquei pasmado.
Ele me explicou que todos nós somos como eles, mais verdadeiros e humanos se calhar mas quando se veste a camisola deles a situação muda de caso. Entre eles existem subtribos cada uma defendendo um modo diferente de viver na sociedade. Dificilmente se entendem, é xutos e pontapés a toda a hora. Mas mesmo assim conseguem levar a sua economia a bom porto. Parece impossível.
Nós somos como eles porque entendemos as coisas assim como eles. Mas somos mais honestos.
Explicou-me também que já desde o passado remoto se comportam assim, que pouco mudaram ao longo do tempo. O que é curioso, sendo no entanto interessante terem mantindo essa peculiaridade que para nós não deixa de ser um sinal característico da sua espécie.
Antropólogos de todo o mundo inclusivé antropólogos espaciais relataram que nunca tinham visto uma espécie assim, tão igual a si mesma, ao longo de tantos anos-luz. Estes mesmos cientistas afirmaram também que nunca houvera qualquer desenvolvimento mental nesta tribo, que desde o tempo dos Gregos, até aos nossos dias, vemos sempre a mesma coisa: a trapaça social. Uma doença muito perigosa que se desenvolveu no seio desta comunidade propagando-se a todas as outras corroendo a sociedade em geral, caíndo no que vemos hoje com os nossos olhos.
Já se pôs a questão do extremínio desta tribo, mas seria cair no mesmo que as pretensões de Hitler.
Fica-se apenas com a solução de os deixarem cá ficar ignorando as suas actividades, ou seja, ir ao circo, não gostar daquilo, mas bater palmas... Não adianta ser de outra maneira. As coisas não mudam. As coisas parece que não vão mudar. Algumas custaram imenso a mudar. A Chupice Maquinada Ou Mafia à Portuguesa irá continuar, por muito tempo, enquanto houver apenas dois gajos no mundo, neste lindo Portugal. Calma! No resto do mundo o campeonato ao que parece atinge mesmo níveis de Caos Estratosfer. Bem! É o mundo em que estamos...

Descobertas Antropológicas do Professor Fusível Social

quinta-feira, 5 de abril de 2012

Bricolage: Técnicas de Apanhar Cagalhões

Primeiro
Temos que analizar o cagalhão
Ver o tipo de cagadela
A sua forma
A sua textura
As suas características
Se é aguado
Se é sólido
O cheiro aqui também é importante
Se cheira pouco a merda
Se cheira a merda que tresanda
Depois é pegar na ferramenta
A pá e a vassoura
Técnicas do Recipiente
E Material de Arrasto
Apanhar o cagalhão
Ou os cagalhões
Isto quando se caga muito
E dirigirmo-nos
Para o caixote do lixo
Ao despejá-lo
Mais uma técnica a utilizar
Formas Aplicadas
De deitar o cagalhão no cotentor
Como se pode ver
Tudo tem uma técnica
Puta que pariu!

Postado pelos Catitas do Bricolage

domingo, 1 de abril de 2012

É Tempo de mudar o Óleo à Joana

Neste caso
E tendo em conta
A máquina em questão
Ela tem de estar bem quente
Mete-se os dedos no cilindro
Para verificar a temperatura
E confirmar a viscosidade
Se aquilo escorregar bem
Está na hora
De introduzir o pistão
Verificar a anilha de afinação
Estando tudo ok
Dá-se início à cambalhota do motor
Quando ela estiver
A saltar que fode
Convém Inspecionar os faróis
A ver se as luzes estão fortes
Se estão alinhadas
Devidamente equilibradas
Se a luz faz bicos
Depois vê-se os amortecedores
E dá-se um jeito nas molas
Para ela não saltar tanto
Depois da manutenção frontal
À que verificar a secção traseira
Confirmar o aperto do bujão
Lubrificar com a palheta dos dentes
Espetar dois dedos
Para abrir um pouco o buraco
Preparação da introdução
E vai dar-se início
À canzana do motor
Depois de estar a trabalhar com ela
Algum tempo
E quando ela começar a chiar pa caralho
Tem de se aplicar um silenciador
Com rodinhas
No bocal dianteiro cramalheiro
Quando começar a aparecer
Sonzinhos médio-graves
E o óleo vier todo cá para fora
A máquina está finalmente afinada

Liga dos Mecânicos da Velha Guarda das Terras do Além

Vários Significados do Som do Sino da Igreja de Milheirós de Poiares

(Tradução Sonora Moderna a partir da Disciplina Percussão):

...Há dias que é...

1- Chegada de Jesus Cristo ao Calvário.

2- Aparecimento de Deus na Terra: Mega Mortos Milheirós.

3- Desvirginamento da Virgem Maria (que é quando há confusão valente na Parvónia).

4- A extinção da fraternidade em Milheirós de Poiares

5- Azia do caralho neste dia lá para cima nos mecanismos do sino da Igreja.

6- Hora dos gajos pinoqueiros irem às putas (o padre a mandar vir no sino).

7- O pecado em Milheirós de Poiares.

8- Será que devemos dividir o pão por todos?

9- Que se fodam os outros (Deus é o caminho).

10- Beatização canónica das velhas da igreja com cera ecológica.


Postado pela Associação Amigos da Terra

Terras em Guerra umas com as Outras

Também as terras não se gramam
A competição é muita
Questões territoriais
Questões de espaço
De coisas
Do maldito materialismo
Gajo duma terra
Não grama naturalmente
Outro gajo doutra terra
A guerra está instalada
Em Portugal agora vive-se
Em ilhas isoladas
Afinal Portugal é um arquipélago
É arriscado andar de terra em terra
Já os antropólogos se vêm fodidos
Para entender tanto indio na Lusitânia
É de verificar que alguns
Atá falam dialectos diferentes
Ficando as questões de linguagem
Uma autêntica balbúrdia
Já ninguém se entende
O lusitano por vezes
Sente-se perdido
Com tanta diferença
Tem a sua cultura
Chega a outra terra
E a sua bagagem já não chega
Confusão
Ninguém se entende
São tudo coisas
Que existem
Para alimentar a guerra
Esta guerra que existe de facto
De terra em terra
Qual das terras é a melhor
As coisas
As pesooas
Etc
O fim da coesão dum país
Portugal

Etnografia Prática pelo Assistente do Professor Fusível Social

Por Que é Que Não se Vai Muitas Vezes ao Pito

Situações: (Os Dez Mandamentos do Padreco)

1º Faz mal à saúde.

2º Estraga a passarinha.

3º Começa a não cheirar muito bem (o vulgar cheiro ó leite, que nem com lixívia forte sai).

4º O Padre fica chateado (nomeadamente em Milheirós de Poiares).

5º Aumenta do Défice.

6º Ela (a gaja) fica tola.

7º Deus castiga-nos.

8º Deixamos de ser senhores.

9º Deixamos de ser paneleiros (pois já estamos habituados ao rótulo).

10º A Sociedade deixa de ser o que é.


Postado pela Crónica da Sexualidade das Terras do Além

Os Riscos das Redes Sociais

Nunca sabemos ao certo
Com quem estamos a falar
A comunicar
Torna-se portanto
De certa maneira
Perigoso
Esta actividade social
Sobretudo com estranhos
A não ser que teclamos
Com conhecidos ou amigos
Desvendar parte das nossas vidas
Via internet
Em que os outros
Ou todo o espaço internético
Possa assistir
Torna-se pois
Numa actividade perigosa
Tornando-nos mais vulneráveis
A nível social
É claro
Que tudo vai depender
Do tipo de informação
Que pela rede circule
É preciso ter cuidado
A mesma coisa
Que se passa cá fora
Quando conversamos com alguém
Estranho
Conhecido
Ou amigo
São situações diferentes
De conversação
Cada uma tem a sua maneira
De se pôr em prática
Uma conversa
Podemos ser nós mesmos
Ou então
Representar um papel social
A vida na sociedade

Postado Pelo Professor Fusível Social

O Tipo Português de Crise em Portugal

Está uma crise do caralho!
Mas todos vivemos bem
Está difícil!
Mas continuamos a passear
Não há dinheiro!
Mas faz-se compras
Temos que apertar o cinto!
Mas vamos de férias
É a austeridade!
Mas continuamos a esbanjar dinheiro
O Português
Na sua caracterização social
E até mundial
É o tipo desgraçado
Mas que tem dinheiro
Para as outras nações
Ninguém dá nada pelo português
Porque aparenta ser miserável
Aos olhos dos outros
Mas é um gajo ou gaja
Que apesar das circunstâncias
Se desenrasca sempre bem
Do pouco faz tudo
De alguma coisa
Faz muita coisa
O biscateiro social
As suas vidas
São sempre recheadas
De carradas de problemas
A palavra problemas
É mesmo típica de Portugal
O português
Tem a habilidade
De sair sempre bem desses problemas
A verdadeira essência do português
Aqui nesta coisa meia esquisita
Portugal

Postado pelo Assistente do Professor Fusível social

Luta entre Animais às vezes na Sociedade

A sociedade afinal é animal
Numa das suas superfícies
É civilizada
Depende dos dias
Noutros
A verdadeira selva social
Em que só vemos animais
Autênticos animais
Verifica-se isto
No todo social
Desta sociedade
Nas coisas
Nas pessoas
Na linguagem
No comportamento
Enfim
Tudo
Cada vez mais
Este ciclo
Se verifica
É uma nova etapa da civilização
A modernidade dos tempos que correm
Estamos a ficar mais violentos
É uma verdade
Há quem diga que são as crises
As culpadas destas situações
Que alteram o homem
Porque o ser humano na sua essência
Apesar de ser também selvagem
A sua origem
Bem lá longe
Apesar de viver em sociedade
E depende do sítio aonde viver
Consegue por vezes ser cordial
Amistoso
Característica essêncial
Para se viver numa sociedade
A sociedade deve ser isto
Para que possa evoluir
Progredir
Tornando-se ainda mais sociedade
À medida que passa o factor tempo
São melhores os comportamentos positivos
Em vez dos negativos
Apesar de haver quem
Se alimente de negatividade
Mas a experiência
Leva-me a concluir
Que mais tarde ou cedo
Estas atitudes
Acabam por adoecer o indivíduo
Uma determinada sociedade
É hora de caminharmos
Para a verdadeira sociedade
Uma sociedade de seres humanos

Postado pelo Professor Fusível Social

Interpretação do Mundo

O que o Mundo é para nós
O que ele representa
Se há Mundo
Se há nós
O Eu
Cada indivíduo
Tem a sua própria noção de Mundo
Cada um vê o Mundo à sua maneira
A idiosincracia de cada um
Se houver
Um tipo de Esquizofrenia Social
Que todo o ser humano padece
Até deixar de ser um dia
À medida que vai conhecendo
O que o rodeia
Conseguir interpretar
As Linguagens do Mundo
É certo que existem grupos
Em que os indivíduos
Pensam da mesma maneira
Há também diferenças
Também há semelhanças
Daí o interesse
De viver no Mundo
De o descobrir
Podemos conhecer
Alguma coisa do Mundo
Podemos até o conhecer o todo
Mas esse conhecimento nunca chega
Porque o Mundo está sempre a aparecer
Diante de nós
De uma maneira completamente diferente
Não muito pelas coisas
Mas pelas pessoas
O Aspecto Social do Mundo
Estamos sempre a aprender
Por vezes também regredimos
Que se calhar
Se trata apenas
De um ajustação do conhecimento
Os Meandros da Aprendizagem
O Perfeito Labirinto do Conhecimento
O Mundo confunde-se com a realidade
A realidade baralha-se com o Mundo
Acontecem Negociações Psicológicas
Dentro de cada indivíduo
Adaptação Pessoal
Para logo a seguir
Acontecer a Adaptação Social
Para podermos estar no Mundo
Viver nele
Construção do Conhecimento Social
Enfim
Do Mundo em que vivemos

Postado pelo Professor Fusível Social

Disfunções Mentais ao Volante de uma Viatura

Vulgares atrasados mentais
É o que se pode chamar
Não é que sejam incapacitados
Têm é apenas um ligeiro atraso
Devem vir das remanescências medievais
Dos tempos dos cavaleiros
Dos reis e das rainhas
A fúris da estrada
Leva a estes comportamentos
Que vão além da violência normal
Assiste-se a uma anormalidade brutal
A vulgar passadice da tola
Pelos caminhos de Portugal
Não é só aqui
Nestas terras do além
Verifica-se por todo o Portugal
Mas aqui o caso é especial
Este distrito
O de Aveiro
Estas terras próximas do além
Filhas da guerra
É peculiar nestes comportamentos
Atitudes disfuncionais ao volante
A lei agora
É matar o que vem à frente
A lei dos pistoleiros
Em terras de autênticos cowboys
A cavalo de quatro rodas
Não se compreende tanta agressão
Se um gajo não anda bem
Que fique em casa
Que não venha para a estrada
Fazer mais merda
Se gosta tanto de velocidade
Existem pistas de formula 1
O resultado do agora contemporãneo
Lixo Social Rodoviário
Em relação a este assunto
A Polícia nada faz
A Polícia está-se a cagar
Para esta situação nas estradas
Só se houver cacetada grossa
Que não falta muito
Basta ler os jornais
Da Merdaleja Portugal
É que entrevem
A violência é a palavra do dia
Nas estradas portuguesas
Por todo o lugar deste país
Resolver problemas pessoais
De conflitos sociais
De desgramações a outras entidades
Do espaço galático da estrada
Lapada velha
Xutos e Pontapés
À maneira portuguesa
Enfim
Voltamos de novo
Ao infantário
De pistola de plástico
Merda atrás de merda
A foder os outros

Comissão dos Amigos da Estrada

A Negatividade do Mundo

O que representa o Mundo?
A vida?
Esta merda?
Representa o Absoluto Nada
Uma coisa que nada não é
E que aparenta ser alguma coisa
mas que afinal nada é
O vazio
As coisas na sua essência
As pessoas
O Bicheza Social
O formigueiro que é esta merda
A confusão iminente
Que vêm de sempre
De coisas negativas
Coisas más para nós
A doença social
O adoecer das pessoas
As relações sociais
Que estão a morrer
O mundo que está a caminhar
Para o fim
O desentendimento humano
A guerra do mundo
Destas coisas negativas
Que nos alimentam todos os dias
Ao que se sabe
Ninguém tem a solução
Nem as soluções que se encontraram
São mais ou menos positivas
Para aonde vamos?!

Postado pelo Assistente do Professor Fusível Social

A Azia do Caralho nas Manhãs do dia em Milheirós de Poiares

Segundo os Médicos Especialistas:
Foi diagnosticado doença
Esta situação
A que se assiste
Em Milheirós de Poiares
A Azia Matinal
Nas Segundas Feiras
Foi provado que o mal
Deriva de problemas ambientais
O ambiente anda doente
O Clima é podre
Basta olhar para a cara das pessoas
E sentir o ódio latente
Que têm uns pelos outros
É uma terra
Em que não se grama nada
estas entidades pessoais
Vivem dentro delas
Um autêntico Abismo Existêncio-Social
A azia é o resultado final
Destas interações sociais doentias
Acordam com ódio
Trabalham com ódio
Comem com ódio
Dormem com ódio
E sonham com ódio
O Ódio
O grande problema destas pessoas
O potenciador
A Maldita Estrada
A Destruição Social Vigente
Desta terra Milheirós de Poiares
Em que se torna quase impossível
De andar na rua
Sem haver merda grossa
A acontecer do dia maravilhoso
Ou seja
a definição de dia aqui na Parvónia
Mais um dia de merda
A juntar á merda da semana
À merda do mês
E à merda do ano
Por alguns anos de merda
Uma vida de merda
Milheirós de Poiares
Parvónia do Lixo Social

Associação Vamos Viver Felizes!

A Adele e a Tristeza Musical

Mais uma gaja
Que não ouve o que canta
Para ela tudo que faça som
É mais uma música para se vender
Como é que há pessoas
Que ouvem estas tristezas
Músicas depressivas
Temas para alimentar
A azia dos dias da semana
Portugal é cliente da Adele
Porque isto aqui nas quinas
É uma tristeza do caralho
Só vejo tristes à minha frente
Ficou provado que com Adele
Caminhamos para a depressão
Até já teve direito a prémios
Estas merdas de música
Que só alimentam
A doença em nós
O que se passa com os editores
São surdos
Ou querem adoecer o pessoal
O pessoal quer andar feliz
Ó!
Enganei-me!
Estou afinal em Portugal
A terra da Tristeza
Que o diga o Fado
A Expressão Nacional
Da tristeza dos Lamentos de Portugal

Crónica da Rádio: Ouvidos da Alma bem Abertos!

Os PontapéNaBola

Viva o meu clube! E mais nada!

Chuta a bola! Corre prá frente! Acerta na baliza!

Os PontapéNaBola!

Segundo os antropólogos esta equipa de indivíduos são perdidos pela bola. Dormem com ela de noite. Amam a bola! E toda a sua vida anda à volta da bola. Não fosse ela redonda.

Em todo o planeta se verifica este comportamento, mesmo em tribos afastadas umas das outras. Pois são daquelas tribos que existem de facto, mas que são distribuidas no globo por várias tribos, cada uma no seu local convivendo com as demais.

PontapéNaBola possuem caracteristicas psicológicas de origem na agressão. Seu “modo vivendis” assenta precisamente neste tipo de comportamento.Arrastam-no para tudo na sua vida.

A lógica do seu “modo operandis” é discutida constantemente entre os elementos do grupo. É difícil de perceber qual o seu verdadeiro ou inconsciente objectivo. Não se percebe para que serve. Investigadores reflectiram e concluíram que talvez esteja associado ao crescimento acelerado da barba. Tornando-os mais machos. Um requesito importante no seu meio social.

Dar uns chutos na bola e preparar o jogo com o objectico de enfiar a bola na baliza é visto como uma analogia da relação sexual, afirmam investigadores de psicologia e sexologia aplicada.

PontapéNaBola é uma tribo competitiva. A sua essência e razão de existir cai sobre o princípio de que têm de ser os melhores. Limpando o “sarampo” aos seus adversários.

Esta tribo interage com muitas outras tribos. Uma tribo social. Comunitária. Em cada terreola do planeta existe um exemplar deste tipo de tribo. Estão em todo o lado!

Antropologia Social do Professor Fusível Social

Manifestações Tribais na Assembleia da “Banana” da República

Constituição Tribal:

Os CDS_Indians: Comunidade dos Sertos

Os PSD_Indians: Povo Social Divino

Os PS_Indians: Povo Sabedoria

Os PCP_Indians: Povo Comunitário Planetário

Os BE_Indians: Bando Endo-Melhoria

Os Verdes_Indians: Natura

Os OtherThing_Indians: Mesclagem de Tribos

Discute-se e argumenta-se o ideal “Banana” para a sociedade. O que é “Banana”? “Banana” é o resultado económico-social pretendido. “Banana” é o representante desse ideal. “Banana” é um termo tribal ancestral que representa a sociedade. “Banana” é o que nós todos queremos! Daí a frase mítica: os macacos gostam de bananas! O macaco, primata social. O macaco, nós, sociedade. As bananas, as opções para a sociedade.

Vive-se neste momento dias de guerra na assembleia da “banana”, na sociedade, no mundo!

Tenta-se o concílio das tribos. Que já dura tempo a fartar! Já desde os tempos remotos quando a sociedade dava os seus primeiros passos como civilização. Com vista à paz social!

Nas discussões, mais propriamente, “batatada” argumentativa ou dialéctica nunca se chega a lado nenhum.

O chefe-mor de todas as tribos encontra-se indeciso e apreensivo. Seus conselheiros o confundem mais. Os Xamãs não conseguem prever espiritualidades adequadas.

Sobrevive-se um clima de incerteza e insegurança!

A Assembleia da “Banana” borbulha por completo. A nação índia está abalada. As divindades estão sem respostas!...

Antropologia pelo Professor Fusível Social

Os Musikatos

Os Musikatos é uma super família constituída por muitas tribos ou subtribos se lhes quisermos chamar assim. Deles fazem parte os Drums, assim como os Kordas, os Wind, os Vox e muitas outras que teimam em aparecer. Sobre quem são cada uma dessas tribos que fazem parte dos Musikatos iremos falar num outro artigo ou artigos mais adiante. Por agora iremos apenas falar sobre a tribo principal em si. A tribo total, os Musikatos.

Em primeiro lugar, são, a quem os observa, uma tribo constituída por elementos um pouco diferentes do que estamos habituados a ver. Pelas suas vestes, pelos seus modos e pela sua aparência. À quem os chame de excêntricos devido à sua postura na sociedade. Embora muitos dos Musikatos se apresentem trajando uma normalidade mais aceitável.

Têm conflitos constantes com os Consevadoris, uma outra tribo presente na sociedade, que iremos também falar mais adiante em textos.

Fazem da sua vida e do que produzem nos seus dias o que podemos chamar de Arte. Assim é a realidade do que criam porque foge sem dúvida ao que habita aqui na Terra. Procuram a diferença, para melhor.

Como exemplo duma característica psicológica sua, esta tribo numa conversa, além de entenderem o que a gente entende também a nível sonoro conseguem “ver” outras coisas. Tudo é Som, tudo é Música! Assim enxergam...

É uma tribo de raça apurada para a sensibilidade auditiva. Juntos com outros seres vivos, como o cão, o morcego, o golfinho e outros formam uma espécie de “especiais”. Possuem, de facto, características que os fazem ser diferentes da normalidade, do vulgar.

Os Musikatos como linguagem, além das que as pessoas normais possuem, têm uma outra que as fazem se tornar mais aptas. Um tipo de psico-linguagem que neste caso a usam como música para as suas comunicações.

Pode ser suficiente para concluirmos que têm uma forma de ser e comunicar um pouco extraterrestre, precisamente por se afastarem da dita normalidade que paira aqui no planeta. Um exemplo disso é o filme Encontros Imediatos de 3º Grau. Vejam o filme!

Os Musikatos apresentam sim uma nova forma de ser e estar na sociedade. Uma tribo “especial”...

Antropologia Social pelo Professor Fusível Social

Os MotaCabedalBarulho

O sonho desta tribo é andar de mota a 253,75 kilómetros por hora com uma “boneca” atrás toda artilhada.

Esta civilização tem como actividade principal efectuar estudos aplicados de sonorização ambiental. Quanto mais cagaçal fizer a mota melhor é a máquina. Conseguem com as suas experiências dominar as hostes. Alcatrão Liso é a sua terra natal. Nativos da velocidade e da destreza motocíclica.

Reunem-se em pequenas ou grandes concentrações, onde pavonear é o pão nosso de cada dia. Fazem apresentações do seu veículo, a mota, e vendem as suas “damas” à comunidade.

Enchem-se de cerveja e vinho e à mistura uns cacetes para iluminar os olhos andando estes depois de mota com as lanternas acesas.

Também curtem ou fazem que curtem música. Mas o que interessa é as gajas boas com um valente par de mamas em cima do palco para a gente se babar toda pela boca ou pela calças abaixo.

Os MotaCabedalBarulho são uma tribo da nossa actualidade!

Urbanidades pelo Assistente do Professor Fusível Social

Tarzan: Um Outsider

Conta a história que nascera na selva ou que fora abandonado pelos seus pais. O que interessa é que foi parar à selva. Foi criado e cresceu pela selva. Um selvagem aos olhos da sociedade.

Tarzan são os olhos duma sociedade numa selva. O que será e como deverá de ser. Tarzan também é aquilo que a sociedade não quer. É o que acontece àqueles que não querem fazer o que a sociedade dita. É o castigo da sociedade. O castigo da humanidade.

Pois é, mas Tarzan contrariou isso tudo e consegui sobreviver naquele mundo tão diferente do que a sociedade nos representa. Alcançou a sua procura e bem-estar apesar das vicissitudes da sua vida.

Foi e é estudado pela sociedade como forma de comparação e igualmente fruto de um pouco de inveja.

Desenvolveu-se naquela selva e comunicou com aquele mundo. Se falava ou não, não sabemos. Embora em muitos filmes cinematográficos o apresentem como ser falante. Alcançou uma realidade sua. Criou uma coisa que a soceidade não estava à espera. Daí o seu interesse desta por esta personagem. Coisas novas fazem despertar a curiosidade!

A selva serve aqui de analogia a todos os lugares que possamos viver, dentro ou fora duma sociedade. Podemos nos sentir como Tarzan. Podemos ser um Tarzan das nossas vidas. Aos olhos duma sociedade, etc.

A Sociologia e outras Ciências Sociais caracterizam-no como um Outsider. Exactamente! Pois está ou esteve fora da Sociedade ou do que dela é característico, como normalmente aceitável ou permitido. Isto explica tudo, pois a diferença dá trabalho e chatice!

Tarzan é como definição todo aquele ou aqueles indivíduos que se encontrem nesta mesma situação a nível social.

Tarzan foi, é, e poderá ser qualquer um de nós!...

Antropologia pelo Professor Fusível Social

Os CalçaJustaNoPedal

Segundo reza a história ninguém sabe a origem desta tribo. Não se sabe como surgiram na sociedade. Se serão fruto duma necessidade social. Estudados e analisados por outras tribos vizinhas, despertam a curiosidade de quem os vê.

Utilizam um instrumento caricato: a bicicleta e uma calcinha justa. Um utensílio constituído por um quadro, duas rodas, pedais, cramalheiras e carretos, uns “collants” e muita vontade de dar ao pedal.

São amigos do ambiente. Compinchas de todas as associações pró-ambientais. Greenpeace Activists são seus irmãos de luta. Lutam por um Planeta Verde! Tirando os dias quando a gente os ouve que é só bocaria velha. Também sofrem de azia crónica.

É sabido que se reúnem semanalmente, ao fim-de-semana, numa localidade existente em Portugal.

Porque são uma tribo “partida” socialmente. Encontrando-se espalhada por outras tribos. Uma subtribo.

Nessa reuniões alcança-se a paz suprema do planeta. Comunicam com os seus semelhantes de todo o universo. Falam de tudo desenvolvendo soluções para essa paz universal. Expôem seus escritos na ferramenta livro com vista à partilha de ideias e alcance de mais uns trocos no bolso. Bebem uns “canecos” misturando energia à sua comezaina. Sempre alegres vêm o mundo de uma forma positiva. Além de estarem inseridos numa tribo têm como finalidade dos seus encontros estabelecer relações com outras tribos. O Conhecimento Planetário!

Sáo pois, os CalçaJustaNoPedal uma tribo assinalável da Antropologia Urbana. Investigadores querem fazer desta tribo um exemplo da sociabilidade aqui no planeta Terra.

Mais urbanidades do Professor Fusível Social

Os Drums

As entidades musicais que mais “cagaçal” fazem num colectivo. Escondem-se num conjunto de instrumentos fazendo aquilo a que chamam música. Dão porrada a toda a hora nas suas interpretações. Estão divididos por entre a era do metal e da madeira. Tocam armados com duas lanças.

Esta tribo é uma sub-tribo da tribo Musikatos. Dão se todos bem havendo por vezes alguns desacatos musicais. Mas os Drums conseguem sempre resolver a situação. São considerados por ser quase não considerados Musikatos, devido à velha questão se o que fazem é de facto música!...

A sua origem, ao que parece, nasceu em África, a terra dos tambores e dos chocalhos. O ritmo é o coração da sua identidade amando estes tudo e todos à sua volta. Em África esta tribo servia de elo comunicativo com as outras tribos, desenhando eles as acções passadas, presentes e futuras dos guerreiros que defendiam cada tribo. Serviam também juntos com o resto dos Musikatos para executarem danças rituais para o corpo e o espírito. Os Drums regulam pois a harmonia intra-tribal e extra-tribal. São mediadores.

Tanto em África como no Ocidente e Oriente nós sentimos a sua presença. Cada um à sua maneira.

Num grupo musical a sua função é tabelar a música em si. “Servirem à mesa” todo o grupo e todo o mundo que os assiste.

Na sociedade actual servem agora de contadores narrativo-musicais assim como seus companheiros musicais.

Juntos com os Musikatos formam uma super-tribo noticiadora do que se passa no planeta e universo que se julga ser importante para todos. São uma forma de activismo. Activismo Social mais precisamente.

Agora deturpados, servem também para animar a malta!

É esta por conseguinte a definição que melhor encontrei dos Drums...

Tribalismos do Professor Fusível Social

Os Tok-Tok Pum-Pum (Full Text)

São seres que vivem nos subterrâneos da sociedade. Vivem escondidos por entre multidões. Difíceis de se encontrarem.

Pertencem a uma categoria inferior da tribo Musikatos.

Fazem das suas acções perfeitos diálogos sonoros, acústicos. Têm o som na sua alma. “Falam” sonoramente com os objectos, qualquer tipo de objecto.

Pensa-se, e isto segundo antropólogos conceituados, que esta tribo não terá desenvolvido linguagem, falada ou outro tipo qualquer. Pelo que se conhece desta sociedade rudimentar ainda não conhecemos outras formas de linguagem. É pois um campo de investigação a fervilhar. Das suas comunicações precárias chega-se à conclusão que possuem poucos conhecimentos de música. Isto devido ao simples facto de suas composições sonoras serem vulgares. A melodia existente nas suas “composições” não apresenta qualquer tipo de novidade. O ritmo igualmente. A única coisa a assinalar é os diferentes timbres que usam. Uma música tímbrica sobretudo. Amantes concerteza da Percussão, conscientes ou não disso.

Morfologicamente não são conhecidos, até agora, relatos de suas características. São e foram pouco conhecidos.

Podem se encontrar em qualquer parte da sociedade, em qualquer sítio. Sentimos e ouvimos logo a sua presença.

São as criaturas mais “invisíveis” da nossa sociedade.

Os Tok-Tok Pum-Pum são daquelas tribos que, ao que parece, pretendem se manter no anonimato. Sociais sim, mas apenas dentro do seu grupo.

Antropologia Social pelo Professor Fusível Social

quinta-feira, 22 de março de 2012

Manifestações em Portugal e no Mundo - Coisa do Passado (Análise)

Os movimentos reivindicativos
As greves
As manifestações
A revolta das gentes
Do povo
Na sua maioria
Pois só o povo
Faz barulho em Portugal e no Mundo
Os outros
Deixam a carroça andar
São tudo coisas
Já ultrapassadas
A ideia de manifestação
De greves
Em si
Já estão desatualizadas
É preciso em Portugal
Um mecanismo de luta
Com mais força
Mais preciso
Que tenha sucesso
Que resolva de facto
Os problemas da sociedade
E não cairmos no passado
Pois é uma ideia
Já com muitos anos
Talvez teve os seus resultados
No tempo de outrora
Agora é preciso
Criar um movimento social
Que de facto
Faça alterar
As coisas deste sistema
Que ao que parece
Não está a funcionar
Pelo menos funciona para alguns
Não para a maioria
Daí a não coesão social
Que se assiste
Daí a crise social
Todas estas medidas
Que se têm tomado
É de fazer rir
Ao todo social
Porque nada tem mudado
Assiste-se a uma inércia social
Está tudo na mesma
Os problemas são sempre os mesmos
Cada vez piores
Nada muda
E se não se fizer de facto
Alguma coisa
Irá ficar tudo igual
O presente e o futuro
De Portugal
Do Mundo

Sociologia Contemporânea pelo Professor Fusível Social

Fuga para o Estrangeiro: Tenham Pena de Nós!

A realidade
De muitos portugueses
Pegar na mala
Tipo Linda de Suzy
Cagar em Portugal
E aí vamos nós
Cantar fora de Portugal
Quando lá chegamos
Uma outra realidade
Um outro mundo
Poderá ou não haver
Oportunidades para nós todos
Mas pelo menos
Estamos a tentar
Ter saído dum marasmo
Que é Portugal
A nível social
Sempre o foi
E continua a ser
Não vai ser a Política
Igual ou diferente
Que vai mudar esta merda
Daí os nossos conterrâneos
Fugirem deste lamaçal
Repleto de Factores Sociais Doentios
E procurarem lá fora
Uma nova luz de vida
Mas nem tudo são rosas
Nem tudo o que sabemos
É o que se lê em jornais
Ou em telejornais
Também há dificuldades
Lá fora
No estrangeiro
Os ritmos de vida
Também são diferentes
É preciso sorte
Gostarem de nós
Irem com a nossa cara
E a partir daqui
Tudo ou alguma coisa
Se pode resolver
Enfim
Vivermos melhor
Neste mundo

Postado pelo Assistente do Professor Fusível Social

terça-feira, 20 de março de 2012

Pessoal a Trabalhar na Estrada em Milheirós de Poiares

Moderno Dicionário do Trabalho:
Planeta Terra:
Mandar foder o dia inteiro
Ora para cima
Ora para baixo
Ora para ali
Ora para acolá
O capítulo da guerra
Ainda está em execução
Acelera para ali
Acelera para acolá
E esta merda nunca mais acaba
Trabalhar ao volante de uma viatura
É uma suadeira do caralho
Um gajo quando anda na rua
É um cheiro ó suor
Que não se pode
Conduzir é uma actividade
Que é preciso
Um curso universitário
Tirar o curso
Filha da Putagem Aplicada ao Volante
Para Atrasados Mentais Crónicos
Que passam o dia inteiro
A foderem-se uns aos outros
Até uma virgem
Que nunca levou pois no bujão
Faz esta merda
De conduzir à tolo
Condução Animal Portugal (C.A.P.)
Parece que o que fazem é bué de difícil
E o Job é mais outra merda
Que se faz por aí
É uma actividade
Que também está ligada ao Teatro
Pois um gajo só vê filmes
Todo o santo dia
Em Milheirós de Poiares
Os Pistoleiros do Diabo
A Azia do Caralho com Rodas
Estou Farto de Trabalhar
Velocidade que até faz crescer
Os cabelos dos colhões
Parece esta merda de terra
Uma pista de aviões supersónicos
Qual deles o mais drogado
Ou encharcado da vela
Nunca mais chega às cinco
Foda-se para esta merda
Viva o trabalho
Viva os tolos
Em Milheirós de Poiares

Comissão dos Amigos da Estrada

domingo, 18 de março de 2012

A Rebardadeira, a Prima e o Mandar Trabalhar

É uma máquina muito potente
Destinada a trabalhos duros
Corta quase todo o tipo de material
Dependendo do tipo de disco
Que lá se ponha
Quando um gajo corta à rebardeira
Fica logo tolo da cabeça
Antes de começar a utilzar
A máquina rebarbadeira
E segundo o manual de instruções
Deve-se ingerir
Uma determinada quantidade
De aquardente velha
Para processos de aquecimento
No respectivo trabalho
Pois faz muito frio de Inverno
Quando o trabalho da rebarbadeira
Chega por fim ao término
Há que botar abaixo
Uma garrafa de bom vinho
Vinho tinto da velha guarda
Quando já estamos tortos
Que nem cepos encharcados
O melhor a utilizar a seguir
É a sua prima
A Motosserra a Gasolina
Também faz um cagaçal do caralho
Pondo toda a gente bem disposta
Depois disto tudo
O melhor é relaxar.

Comissão Técnica do Trabalho em Portugal

sábado, 17 de março de 2012

Guerra Tribal nas Estradas de Portugal

O Camionista só grama camionistas
E são apenas alguns
O Distribuidor só curte distribuidores
E nem todos lhe cheira
O Taxista só se dá com taxistas
E não são todos
O Motorista dos Trolhas
Só se relaciona a bem
Com Motoristas de Trolhas
Ficando com os azeites com alguns
O Motorista dos Bombeiros
Só simpatiza com motoristas de Bombeiros
Ficando também às vezes
Com uma azia do caralho
Quando passa por ele outro motorista
Que não vai à missa dele
Os gajos do INEM
Só curtem gajos do INEM
Mas também desgostam de alguns
O Motorista de Autocarro
Só é cordial com motoristas de autocarro
E não são todos
...
Tirando agora as Tribos Profissionais
Tudo o resto é para cagar
Cagar na sopa
É o que a gente vê
Na puta das estradas de Portugal

Comissão dos Amigos da Estrada

Febras da Net

O melhor que há
Lindas como o caraças
Mamas dum gajo ficar doente
Cona de irmos ao céu
E rabos que só apetece
Lá pôr a piroca
Tirando a merda que se lê na Net
E o lixo que se observa
Estas gajas vêm trazer
A satisfação visual
Que faltava na net
Os olhos até ficam em bico
Com tanta rata boa
Por isso é que a Internet
De vez em quando
Anda meia flipada
Há mesmo muita puta na Net
Qual delas a melhor
A foder
A fazer brochada
Ou a apanhar no olho do cú
Qual delas fazem o melhor filme
A melhor pose
A melhor provocação
Enfim
As Febras da maravilhosa Net
Depois há aquelas rotas do caralho
Com a cona mais aberta
Que o túnel do marquês
Com os folhos de fora
Que até batem palmas
Há gostos para tudo...

Postado pela Comissão dos Pinoqueiros de Portugal

quinta-feira, 15 de março de 2012

As Matas de Maceda, o Putedo e o Aliviar dos Colhões

Vai um gajo dar uma volta
Para relaxar
Circula pelas estradas da mata
Furadouro, Ovar
Maceda
E o que encontra ?
Putas
Material para o pessoal
Despejar os colhões
Em horas de aflição
Vai um home a pensar
Que é cona de cair para o lado
Foda-se
Só vê
Canhões de Artilharia Pesada
Da velha Guarda
Nada de Putas boas
Ainda mais aflito
Que se foda
Puta?
Quanto é?
São X
Vamos a isso
É estar depois 15 minutos
A escolher o arbusto mais bonito
Para mandarmos para a passarinha
Dá tanto na cona
Que a passaroca até assobia
Enganando os caçadores da região
Pensando eles
Que é boa perdiz
Que anda no mato
Uma realidade aqui tão perto de nós
Portugal

Liga dos Circuitos do Ir ao Pito em Portugal

Situação em 2012 da A32 e Soluções para o Futuro Próximo

Fez-se a estrada
Está feita
Agora a história é outra
Quase ninguém passa nela
Só meia dúzia de carros
De vez em quando
Ou seja
Não há guerra
Só uns tiros e balázios
De vez em quando
Solução:
Acabar com as portagens
Estão a levar muito dinheiro
Fica então a A32 de borla
Irá haver mais guerra
Mais batatada quente
Nos dias do ano
O concessionário
Auto-Estradas Douro Litoral (AEDL)
Para resolver o problema
Vai ficar encarregue
De largar umas resmas de pregos
De vez em quando
Pela via fora
Montando depois à saída da A32
Uma oficina de chico espertos
Para remendar e substituir pneus
Ganhando este alguns trocos
Irá também ser montado
Um chapeiro
Para concertar
A chapa amassada
E um sucateiro
Para mandar de vez
Para o caralho
Os calhambeques muito fodidos
Irá haver de certo
Muita animação na estrada
Estando a pensar o concessionário
Em pôr um gajo
No fim da estrada
A vender pipocas e Super-Bock

Postado pelos Amigos da Estrada

Os Demónios de Milheirós de Poiares

Filhos do Satanás
O pai da maldade
Porque o mundo vai mal
E nós andamos fodidos
E nós temos que os aturar
Os demónios já andam na estrada
E nas ruas do mundo
Esta terra já virou um curral
Dada a quantidade de merda
Que um gajo vê todos os dias
Não pelos porcos
Nem pelas vacas
Que um gajo se queixa
Ou do cheiro à merda
Mas sim da Merda Social
Milheirós Cagadeira Nacional
Como esta terra
Tem conexões directas com Marte
O planeta da Guerra
Segundo os paneleiros filósofos da Grécia
Basta passar por esta esterqueira
Por uns tempo
Para a merda nos subir ao nariz
Aí o cheiro começa a incomodar
Esta merda virou um Infantário
Com tanta chatice pelos dias fora
Com tanta canalhada na rua
A pé
Ou bolinha de merda com quatro rodas
Ou cagadeira sonora a duas
A lei destes demónios
É mandar foder todo o dia
Porque não se aturam
Já estão fartos uns dos outros
Como esta merda virou
Uma grande merda
Esta merda parece mesmo um curral
Todos a cagar
Todos a cagar
Viva Portugal!

Postados pelos Amigos da Estrada

Vai Abrir Casa de Putas em Milheirós de Poiares

Material para o pessoal foder:

1- Velhas da Igreja de Milheirós de Poiares

2- Beatas da velha guarda devotas de Jesus Alcovitice

3- Viúvas esfomeadas com falta de peso

4- Canhões que andam por aí a disparar

5- Divorcidas em arrefecimento glacial

6- Virgens que nunca viram uma piroca

7- Gajas que gostam de dar fodas mas que estão em greve

8- Fêmeas gostosas em situação de quarentena por doença

9- Cona gira quente à procura de namorado

10- Mulher de Milheirós de Poiares que quer casar


Associação Profissional do Putedo Nacional

Estrada Rodoviária Nacional - Confusão Portugal

Tudo o que é rodoviário
Neste país
Está doente
Estrada Rodoviária Nacional
A Estrada da Morte
Os caminhos
As ruas
As vias
As Variantes
As vias rápidas
As auto-estradas
A ESTRADA
Actualmente
Tudo isto virou Defunto
Todos a matarem-se aos poucos
Todos dos dias
Todas as semanas
Nos feriados
Todo o ano
Por esta vida de muitos anos
Que já tenho
Enfim
A Guerra Campal em Portugal
A Batatada que é Portugal
Agora discute-se na estrada
Com velocidade
Com ruído
Com luzes
Com cores
Com publicidades
Com gestos
Enfim
Com tudo o que vier à mão
O retrato fiel
Do fim das pessoas
Do derradeiro final de Portugal

Postado pelos Amigos da Estrada

Um Amor

Me acatapultam os pensamentos que de ti tenho
esta minha natureza que, de agora, venho
o já ocupares um espaço…
no meu pensamento… nesse espaço
que me enche… que algo enche
que amar é pois, o que, de agora, faço

A inocência em uma flor imatura
que numa primavera procura o tempo
a natureza de uma flor madura
o partilhar algo de mais que me lembro

Das memórias restou a mesma morada
a sombra, a luz, o que a projectava
o dourado que na água via, enamorada
o olhar, os olhos, que nos resvalava

Me lembro do amor que lentamente o sinto
que são verdades que a mim, de agora, já não minto
o já me sentir como a água…
no meu sentimento… dentro d’água
que tudo ocupa… que nada me ocupa
que saudades apenas sinto, de agora, a mágoa.



Poesia Urbana Moderna

Doubts of the Beyond Death

We born with a single life
We live with fate to a single death
To die as a matter of fact, we don ´t know
Seems nobody to know

The end of a single physique life
The body remains, sepulchred only

Of the spirit, of the human soul
If it dies as a matter of fact
We don ´t know either
Seems nobody to know

Life beyond physique death
An olden question, an primordial doubt
Will be possible?
And if it be as a matter of fact ?
How will it be ?
We don ´t know
Seems nobody to know

However this temporary conclusion
That life ends in death
Seems not satisfying
Seems not to make sense
A whole life just with this foredoom

Must will exist continuity!
Maybe this aforetime physique space
Be it a process of preparation
Or a process of valuation
To one another newcomer life
Of spiritual charisma
Or as incarnation

But, to live how, we don ´t know
Seems nobody to know
Remaining us to wait only
Towards to enlighten
The doubts of the beyond death!


Modern Urban Poetry

Life

Such fucking life
That we have
So odious !
So monotonous !

Doing the same things
Every day
Such fucking life
It ´s not okay !

Such fucking life
For that we cry
So revolting !
So limiting !

However we must try to live
To accomplish the destiny
Even being a shit of life
It ´s the fucking reality !


Modern Urban Poetry

Everything is nothing

Ours minds are blank
We cannot see…Cannot hear…anything
Everything is nothing
Despair?…A cause of dying for!

So we die!…We must fucking die!
They will come
Taking us to a infernal true

Demons?…Demons?…

Seizing ours souls…Dominating ours thoughts
We cannot fight…Cannot resist…Nothing
Everything is nothing
So we must fucking die…Die…Die!!!…


Modern Urban Poetry

sexta-feira, 9 de março de 2012

O que é a Música?

“A música é algo de estranho. Quase diria que é um milagre, porque fica a meio caminho entre o pensamento e o fenómeno, entre o espírito e a matéria, uma espécie de mediador nebuloso, igual e desigual das coisas a que serve de mediação: espirito que requer manifestação no tempo, e matéria que se revela sem espaço”.

Heinrich Heine (1797-1856)


Como definição eleita propûs a mim mesmo entendê-la, acrescentando o meu ponto de vista.

De início Heinrich Heine, na sua definição, faz-nos transportar numa viagem misteriosa, estranha diz ele, que é a música. Estranha por que não se compreende no seu todo; quer escrita, daí a sua evolução ao longo do tempo; quer ouvida, e assim continuará, prevalecendo a dificuldade que é e sempre foi definir a música. Porque isto de definir a música tem sempre a ver com uma perspectiva pessoal, dependendo, muitas das vezes, de inúmeros factores (sociais, psicológicos, tecnológicos, etc.), isto é, cada indivíduo tem a sua própria visão da música, mediante as suas capacidades. Por exemplo, o mesmo se aplica à definição que se possa dar do conceito de Amor. É sempre subjectivo, e nenhuma delas poderá estar errada.

De seguida transporta-nos para um campo espiritual, divino, transcendente, inexplicável: a música como intermediária entre um Deus e o Homem. Faz ainda uma referência em termos físicos, pelo que se conclui, que dos cinco sentidos do ser humano, a música como produto, só é perceptível a um e um só – a audição, no entanto, os restantes podem ser coadjuvantes desta (na composição).

A música acaba por ser, como escreveu Sócrates em relação ao conhecimento – um só sei que nada sei: cada vez que se vai conhecendo mais a música mais esta nos surpreende. A música é um tipo de linguagem que vai para além do que nós conhecemos como um simples meio de comunicação. Além duma arte, facto inegável, só dela é artista quem com ela partilhar a inteligência (talento). É antes de mais, uma Linguagem Universal. Uma parte integrante da Natureza. Uma realidade psicológica sonora. Quem sabe a Linguagem dos Mundos!?...

Foi (a definição) e é sem dúvida o carácter enigmático da música que me fez “despertar” na tentativa de algo mais saber sobre.

Para concluir e resumir, a definição de música, no meu ponto de vista e aproveitando o raciocínio de Heinrich Heine, é pois o fruto de um tipo de inteligência – Inteligência Musical. É uma linguagem que nos permite exprimir pensamentos em sentimentos e vice-versa, de uma forma matemática, através de sons. Isto é, uma relação bidireccional pensamento/sentimento na díade compositor/ouvinte num universo sonoro organizado.

Todavia, fica “no ar” a seguinte questão, saciosa de respostas por aqueles que não “vêem” a música apenas como música: terá a música alguma finalidade na Natureza? Qual? Uma vez que a música é algo de estranho...


Postado pelo Excelentíssimo Professor Doutor Fusível Social

Júlio Machado Vaz e o Sexo em Portugal

Um problema do caralho
Um gajo para ir ao pito está fodido
É preciso ler uma palete
De livros de Filosofia
Nomeadamente
Autores que falam do Amor
Para se mandar para o bujão
Para além dum gajo
Ficar com uma dor de cabeça
Do catano
A ler tanta demagogia
Pois são livros
Que falam para caralho
Mas peremptoriamente
Não dizem nada
Livros ou temas sobre Amor
É a mesma coisa
Do que falar sobre o Abismo
O Buraco Negro das Emoções
Entrando lá
Nunca sabemos
Se algum dia vamos de lá sair
Sexo não são palavras
Embora se fale
Enquanto se vai ao pito
Ou quando se está a tentar ir ao pito
Sexo não é filosofia
É apenas uma parte do comportamento
Sexual Behaviour
Que pode ser bipolar
Animal ou mais humano
Tudo o resto é paleio
Filosofia Barata Sexual
Quando é para ir ao pito
É para ir ao pito
Mas como não se vai ao pito
Porque estamos em Portugal
Ir ao pito
Fica fodido de se ir
Por isso é que há médicos
Do ir ao pito
Portugal
O problema
Daí a doença
Eis a explicação

Associação Sexualidade Feliz

Os Livros de Portugal

Bem
Um gajo começa a ler
E afinal chega à conclusão
Que não leu nada
Ou seja
Leu mas não leu
Mas leu
Ou seja
São palavras e frases
Que à priori deviam de dizer
Alguma coisa
Mas que não dizem nada
São livros à base
De Filosofia Linguística
Da batata doce
Que afinal não é doce
Mas também não é amarga
Ficamos a pensar
O que deverá ser
Mas que não é nada
Ficamos nós depois a reflectir
Que talvez poderia ser doce
Mas continua a não ser doce
Mas como doce é doce
E às vezes deixa de ser doce
Fica aqui o paradoxo
Será ou não será?
Bem
É esta salgalhada demagógica
Do diz mas não diz nada
Que se perde tempo a ler livros
Para chegar à conclusão
Que de facto perdemos tempo
Os livros já não dizem nada
Ou dizem o que foi dito à muito
De escritores que vêm dizer
O que os outros já escreveram

Comissão dos Leitores do Mundo

sábado, 3 de março de 2012

A Gaja Passada da Sociedade nº 325

Zupa para um lado
Zupa para o outro
Aí vem mais uma tola
Mais uma que não bate bem da bola
É favor de a deixarem passar
Ela vai com pressa
Sempre a abrir
Assim manda a lei
É para levar tudo à frente
Tudo pó caralho
Cara de poucos amigos
Fodida como o caralho
E a gente a aturá-la
Siga para vinho
Tudo fruto desta sociedade
Ela é que tem a culpa
Faz aparecer do nada
Criaturas deste tipo
Uma tribo muito em moda
Aqui nas Terreolas do Além
A Passada
O Passado
E o Passadito
Mais uma família Tribal
De tolos e tolitos
Do aqui agora Portugal

Grupo de Intervenção Psiquiátrico de Portugal

Alteração do Nome de Casa de Putas em Portugal

Agora neste momento na Lusitânia
Casa de Putas vai-se chamar
Leitarias Brasil
Quando um gajo chega à porta
Para aviar mais uma puta
O cheiro ó leite é demais
Já para não falar
Daquelas casas de putas
Que o cheiro ó leite
Vem misturado com incenso
Deve ser para dar mais tesão
Tirando as putas
Que em baixo na cona
Aquilo é um cheiro ó bacalhau
Só falta as batatas cozidas
E a couve estufada
E estamos em Portugal
Depois um gajo pensa
Que está a aprender alguma coisa
E é só pancada na cona
E novela das nove para toda a gente
Neste momento em Portugal
Puta que é puta
Já está farta de levar na cona
Dá para ver na cara delas
Quando se lhes vai ao pito
Aquela emoção verdadeira
De se dar uma valente foda
Já se perdeu em Portugal
Agora nestas casas
É mais tipo aviar clientes
Um atrás do outro
É chegar lá aflitos
E virmo-nos na primeira que apareça
Desde que tenha uma cona
Falando de cona agora
O material que tem aparecido
Todas rotas e abertas
Que um gajo mete lá a piroca
Mesmo grossa como o caralho
E ainda tem de recorrer aos dedos
Ou então trazer umas talas de casa
Depois o inconveniente
Do que se falou no princípio
O cheiro ó leite
Parece que estamos
Num curral a tirar leite a vacas
Era tempo disto acabar
E a comissão das putas em Portugal
Tornarem as casas de fodas
Em lugares mais saudáveis
Também existe perfume na sociedade
E produtos profissionais
Para bem lavar a cona
Portugal

Comissão dos Gajos Pinoqueiros de Portugal a pedirem mais Qualidade

Jaimão e o Melhor de Portugal

Putas
Gajas a levar na cona
Paneleiros
Chamai os paneleiros
Levar no cú que fode
Cona para a frente
Cona para trás
Pito
Muito pito
Buraco
Enfim
O melhor de Portugal

Grupo Cultural Português Alternativo (Não temos mais nada que fazer)

A Maldade da Sociedade

Ela existe! De facto. Basta estarmos atentos!

Qual a sua origem e porque existe? O melhor é perguntarmos a quem a pratica. Só essa entidade o saberá responder melhor do que nós.

Os testes da vida. As dificuldades, etc... Ora o tanas! São meramente situações criadas com muita imaginação por alguém ou por vários que não têm mais nada que fazer...

O que fazer? Fácil! Aquando do próximo atentado por parte dos Talibãs aos Americanos é favor contactá-los, por sinais de fumo, que dirijam seu objectivo inicial para um novo alvo, o nosso problema. Fácil não é!? É tipo pastilhas para a dor de cabeça...

Analisando mais a fundo este problema da maldade da sociedade podemos caracterizá-lo pelas enúmeras situações que ocorrem no nosso dia-a-dia que a sociedade vive dias de guerra civil. Uma nova de guerrilha hipócrita usada por muitos seres, habitante do planeta INPORTUNUS. Vivem as suas vidinhas preocupados, mas mesmo preocupados, com o que os outros fazem e dizem. É a PIDE alargada às massas. O sonho de um antigo regime. Bem, só de pensar já me dá vontade de vomitar, vómitos tipo o filme A Mosca, verdadeiros vómitos atómicos...

São pois uma nova forma de Tribo, Legião, Grupo que assola o nosso planeta...

Verdadeiras pesquisas estão a ser feitas por estudantes de antropologia da Universidade de Oxford para se tentar compreender o porquê deste tipo de acção desta tribo.

Jane Sexy Eeff, uma antropóloga forense norte-americana já se deslocou ao local onde habitam para os estudar mais de perto!...

Fica-se à espera que estes cientistas nos possam ajudar de futuro...


Protesto do Professor Fusível Social

Os Artolas do café da manhã!

A macheza, tipo: eu sou mais macho do que tu, a minha inteligência é de facto mais superior do que a tua, por isso, baixa a bola, nem que eu fale mal da tua mãe!

Uma situação real que se passa em muitos locais sociais da nossa sociedade.

Vendo mais de perto, ser mais macho ou não ser é tudo uma belela! É apenas território e propriedade que se discute ali, mais nada! A minha inteligência é mais...Pára aí...Não há aqui qualquer sinal de inteligência aqui, ponto!...

Estamos a falar também nas coisas que se passam no plano subtil do comportamento em que às vezes nem são precisas palavras!

“Ser ou não ser macho! Eis a questão! Já Sócrates, no seu tempo, argumentava questões sobre o ser macho na terreola. Ser macho, o maior, é pois, uma premissa filosófica de pragmáticas consequênciais que todo o macho deve incorporar na sua essência do verdadeiro ser.”

É este esterco social que se assiste, às vezes, de estômago vazio, na nossa sociedade. Mas que não se pode fazer nada. Pois às vezes é uma questão de educação, de princípios, e de saber estar na sociedade e no mundo, etc, etc, etc...

Constatação do Professor Fusível Social

A Máfia Mãe Italiana e a Máfia em Portugal

Aqui no nosso “galinheiro” português a máfia encontra-se bem enraízada. Também! Podemos encontrá-la em tudo quanto é sítio. Como caracterizá-la ou topá-la?

Segundo a leitura que os “feiticeiros” fazem na “bola de cristal” adivinhamos que a Máfia é a constituição básica da nossa sociedade. No Mundo e em Portugal finalmente! Título a memorizar! Chegou tarde mas veio a tempo. Está para ficar! Queres ganhar dinheiro a valer, torna-te mafioso! Conselho e práctica dos mais bem sucedidos aqui no nosso “galinheiro”.

O galo canta de manhã bem cedo e está a dar-se início à Máfia Social. Os actores arrancam para a sequela “marginale”. Os padrinhos ordenam e os sobrinhos poêm em acção. O clima instala-se. Sente-se o ar diferente. Estamos dentro da Máfia. A sociedade deixa de ser sociedade e a Máfia abraça-nos com os seus tentáculos. O “Polvo” está cá fora. Ninguém escapa. Todos acabamos por pagar o dízimo social. Tabela-se nas coisas que a sociedade nos “oferece”...

A pura Máfia agora em Portugal! Um Êxito!!

Antropologia Forense pelo Professor Fusível Social

O “Tacho” Social – Questões Gastronómicas

A questão é ou deveria de ser: Quem melhor “come” em Portugal. Comer representa o verbo daquilo que representa a representação social. Saber comer de facto, na realidade social.

Ter conhecimentos de aonde tachar. Relevâncias filosóficas postas em práctica. A Filosofia: A vida cá na Terra.

Ser servido pelos melhores cozinheiros da cozinha.

O teatro social encenado e interpretado só pelos melhores actores.

A mesa está posta. Sentam-se os convidados. Poêm-se de fora os que não interessam. E temos a almoçarada com a melhor panela que por aí se vende. Come-se do melhor muito bem cozinhado. Servido à mesa na melhor louçã do restaurante Estrela Solar...

Pagar é outro verbo já em desuso. Usa-se agora o neologismo Gift, com todos os significados que possam conter.

É este o cenário dos tachantes sociais!

A peça desenvolve-se...

Faz-se o Teatro...

Vendem-se os bilhetes...

Os planetas assistem...

Obtem-se o lucro!

E estamos em corpo no Portugal!

Nós à volta do Sol!... (cuidado que ele agora queima!...)

À cozinha com o Professor Fusível Social

As Novelas Portuguesas

Para começar vamos dividir o título em duas partes: As novelas televisivas portuguesas e as novelas da realidade, e sua relação.

O “veneno” das novelas portuguesas. Cuja composição é feita à base de preparados de intriga, inveja, conspiração, ódio, guerras e muita infantilização. Ao longo da sua história na telivisão as novelas não têm passado disso, como diz o povo: sempre a mesma m...! A nível de enredo, a mesma coisa. A nível de actores, a qualidade começa a ser duvidosa. Temos trolhas nas obras melhores actores que os ditos profissionais. Nada contra os Trolhas. Nome correcto: Técnicos Operários de Construção Cívil. O que se passa com quem “cria” novelas? Ninguém lhes vitamina o cérebro para terem melhores ideias. Genuínas! E não cópias atrás de cópias. Começa a fartar! A vida não é assim tão repetitiva!...

As novelas da nossa realidade são aquilo que nós assistimos e sabemos do dia-a-dia. Nela encontramos pura encenação, puros actores e puros palcos da vida. Para quê ir ao teatro ou ao cinema? “Temos isso cá na “street” com melhor qualidade! Às vezes até choramos com tanta emoção!”. Existem sempre novidades em cartaz...

Somando as duas partes chega-se ao total que nos mostra uma coisa. É tudo a mesma coisa. A vida é um teatro, a vida é um grande filme! Não nos podemos é de esquecer de comprar os bilhetes e as pipocas a tempo. Atenção a isso!

Fazendo as contas ainda melhor chega-se a uma outra conclusão. As novelas são feitas lá para ao lados de Lisboa, logo, para aqueles lados a vida está um bocado tramada. Há que ter cuidado nas viagens que se possam fazer para aquelas bandas. Não queria ser distribuidor, camionista, taxista ou passeante de automóvel ou outro objecto móvel. Mas no resto de Portugal as coisas se mostram um bocado assim, não tanto como em Lisboa, porque Lisboa é Lisboa, a capital da nossa pátria, e local para onde vai tudo e aonde passa tudo. Lisboa é como o filtro da cafeteira. Para termos um café digno de se chamar café temos que o passar no filtro e ainda utilizar água em condições. Ora nenhuma problema. Quando vamos a Lisboa e queremos ver água, esta metrópole faz-nos o favor de nos oferecer a visão de um grande rio diante os nossos olhos. Tem prá lá água que se farta!...

Posto isto e em forma de conclusão, verifica-se uma realidade social problemática expressa nas novelas que a televisão transmite e nas novelas mais reais que assistimos na nossa praça. Atinge-se a mente com o pensamento de que o ser humano a continuar assim não irá muito longe...Um preságio!

Coisas da nossa terra pelo Professor Fusível Social