quinta-feira, 22 de março de 2012

Manifestações em Portugal e no Mundo - Coisa do Passado (Análise)

Os movimentos reivindicativos
As greves
As manifestações
A revolta das gentes
Do povo
Na sua maioria
Pois só o povo
Faz barulho em Portugal e no Mundo
Os outros
Deixam a carroça andar
São tudo coisas
Já ultrapassadas
A ideia de manifestação
De greves
Em si
Já estão desatualizadas
É preciso em Portugal
Um mecanismo de luta
Com mais força
Mais preciso
Que tenha sucesso
Que resolva de facto
Os problemas da sociedade
E não cairmos no passado
Pois é uma ideia
Já com muitos anos
Talvez teve os seus resultados
No tempo de outrora
Agora é preciso
Criar um movimento social
Que de facto
Faça alterar
As coisas deste sistema
Que ao que parece
Não está a funcionar
Pelo menos funciona para alguns
Não para a maioria
Daí a não coesão social
Que se assiste
Daí a crise social
Todas estas medidas
Que se têm tomado
É de fazer rir
Ao todo social
Porque nada tem mudado
Assiste-se a uma inércia social
Está tudo na mesma
Os problemas são sempre os mesmos
Cada vez piores
Nada muda
E se não se fizer de facto
Alguma coisa
Irá ficar tudo igual
O presente e o futuro
De Portugal
Do Mundo

Sociologia Contemporânea pelo Professor Fusível Social

Fuga para o Estrangeiro: Tenham Pena de Nós!

A realidade
De muitos portugueses
Pegar na mala
Tipo Linda de Suzy
Cagar em Portugal
E aí vamos nós
Cantar fora de Portugal
Quando lá chegamos
Uma outra realidade
Um outro mundo
Poderá ou não haver
Oportunidades para nós todos
Mas pelo menos
Estamos a tentar
Ter saído dum marasmo
Que é Portugal
A nível social
Sempre o foi
E continua a ser
Não vai ser a Política
Igual ou diferente
Que vai mudar esta merda
Daí os nossos conterrâneos
Fugirem deste lamaçal
Repleto de Factores Sociais Doentios
E procurarem lá fora
Uma nova luz de vida
Mas nem tudo são rosas
Nem tudo o que sabemos
É o que se lê em jornais
Ou em telejornais
Também há dificuldades
Lá fora
No estrangeiro
Os ritmos de vida
Também são diferentes
É preciso sorte
Gostarem de nós
Irem com a nossa cara
E a partir daqui
Tudo ou alguma coisa
Se pode resolver
Enfim
Vivermos melhor
Neste mundo

Postado pelo Assistente do Professor Fusível Social

terça-feira, 20 de março de 2012

Pessoal a Trabalhar na Estrada em Milheirós de Poiares

Moderno Dicionário do Trabalho:
Planeta Terra:
Mandar foder o dia inteiro
Ora para cima
Ora para baixo
Ora para ali
Ora para acolá
O capítulo da guerra
Ainda está em execução
Acelera para ali
Acelera para acolá
E esta merda nunca mais acaba
Trabalhar ao volante de uma viatura
É uma suadeira do caralho
Um gajo quando anda na rua
É um cheiro ó suor
Que não se pode
Conduzir é uma actividade
Que é preciso
Um curso universitário
Tirar o curso
Filha da Putagem Aplicada ao Volante
Para Atrasados Mentais Crónicos
Que passam o dia inteiro
A foderem-se uns aos outros
Até uma virgem
Que nunca levou pois no bujão
Faz esta merda
De conduzir à tolo
Condução Animal Portugal (C.A.P.)
Parece que o que fazem é bué de difícil
E o Job é mais outra merda
Que se faz por aí
É uma actividade
Que também está ligada ao Teatro
Pois um gajo só vê filmes
Todo o santo dia
Em Milheirós de Poiares
Os Pistoleiros do Diabo
A Azia do Caralho com Rodas
Estou Farto de Trabalhar
Velocidade que até faz crescer
Os cabelos dos colhões
Parece esta merda de terra
Uma pista de aviões supersónicos
Qual deles o mais drogado
Ou encharcado da vela
Nunca mais chega às cinco
Foda-se para esta merda
Viva o trabalho
Viva os tolos
Em Milheirós de Poiares

Comissão dos Amigos da Estrada

domingo, 18 de março de 2012

A Rebardadeira, a Prima e o Mandar Trabalhar

É uma máquina muito potente
Destinada a trabalhos duros
Corta quase todo o tipo de material
Dependendo do tipo de disco
Que lá se ponha
Quando um gajo corta à rebardeira
Fica logo tolo da cabeça
Antes de começar a utilzar
A máquina rebarbadeira
E segundo o manual de instruções
Deve-se ingerir
Uma determinada quantidade
De aquardente velha
Para processos de aquecimento
No respectivo trabalho
Pois faz muito frio de Inverno
Quando o trabalho da rebarbadeira
Chega por fim ao término
Há que botar abaixo
Uma garrafa de bom vinho
Vinho tinto da velha guarda
Quando já estamos tortos
Que nem cepos encharcados
O melhor a utilizar a seguir
É a sua prima
A Motosserra a Gasolina
Também faz um cagaçal do caralho
Pondo toda a gente bem disposta
Depois disto tudo
O melhor é relaxar.

Comissão Técnica do Trabalho em Portugal

sábado, 17 de março de 2012

Guerra Tribal nas Estradas de Portugal

O Camionista só grama camionistas
E são apenas alguns
O Distribuidor só curte distribuidores
E nem todos lhe cheira
O Taxista só se dá com taxistas
E não são todos
O Motorista dos Trolhas
Só se relaciona a bem
Com Motoristas de Trolhas
Ficando com os azeites com alguns
O Motorista dos Bombeiros
Só simpatiza com motoristas de Bombeiros
Ficando também às vezes
Com uma azia do caralho
Quando passa por ele outro motorista
Que não vai à missa dele
Os gajos do INEM
Só curtem gajos do INEM
Mas também desgostam de alguns
O Motorista de Autocarro
Só é cordial com motoristas de autocarro
E não são todos
...
Tirando agora as Tribos Profissionais
Tudo o resto é para cagar
Cagar na sopa
É o que a gente vê
Na puta das estradas de Portugal

Comissão dos Amigos da Estrada

Febras da Net

O melhor que há
Lindas como o caraças
Mamas dum gajo ficar doente
Cona de irmos ao céu
E rabos que só apetece
Lá pôr a piroca
Tirando a merda que se lê na Net
E o lixo que se observa
Estas gajas vêm trazer
A satisfação visual
Que faltava na net
Os olhos até ficam em bico
Com tanta rata boa
Por isso é que a Internet
De vez em quando
Anda meia flipada
Há mesmo muita puta na Net
Qual delas a melhor
A foder
A fazer brochada
Ou a apanhar no olho do cú
Qual delas fazem o melhor filme
A melhor pose
A melhor provocação
Enfim
As Febras da maravilhosa Net
Depois há aquelas rotas do caralho
Com a cona mais aberta
Que o túnel do marquês
Com os folhos de fora
Que até batem palmas
Há gostos para tudo...

Postado pela Comissão dos Pinoqueiros de Portugal

quinta-feira, 15 de março de 2012

As Matas de Maceda, o Putedo e o Aliviar dos Colhões

Vai um gajo dar uma volta
Para relaxar
Circula pelas estradas da mata
Furadouro, Ovar
Maceda
E o que encontra ?
Putas
Material para o pessoal
Despejar os colhões
Em horas de aflição
Vai um home a pensar
Que é cona de cair para o lado
Foda-se
Só vê
Canhões de Artilharia Pesada
Da velha Guarda
Nada de Putas boas
Ainda mais aflito
Que se foda
Puta?
Quanto é?
São X
Vamos a isso
É estar depois 15 minutos
A escolher o arbusto mais bonito
Para mandarmos para a passarinha
Dá tanto na cona
Que a passaroca até assobia
Enganando os caçadores da região
Pensando eles
Que é boa perdiz
Que anda no mato
Uma realidade aqui tão perto de nós
Portugal

Liga dos Circuitos do Ir ao Pito em Portugal

Situação em 2012 da A32 e Soluções para o Futuro Próximo

Fez-se a estrada
Está feita
Agora a história é outra
Quase ninguém passa nela
Só meia dúzia de carros
De vez em quando
Ou seja
Não há guerra
Só uns tiros e balázios
De vez em quando
Solução:
Acabar com as portagens
Estão a levar muito dinheiro
Fica então a A32 de borla
Irá haver mais guerra
Mais batatada quente
Nos dias do ano
O concessionário
Auto-Estradas Douro Litoral (AEDL)
Para resolver o problema
Vai ficar encarregue
De largar umas resmas de pregos
De vez em quando
Pela via fora
Montando depois à saída da A32
Uma oficina de chico espertos
Para remendar e substituir pneus
Ganhando este alguns trocos
Irá também ser montado
Um chapeiro
Para concertar
A chapa amassada
E um sucateiro
Para mandar de vez
Para o caralho
Os calhambeques muito fodidos
Irá haver de certo
Muita animação na estrada
Estando a pensar o concessionário
Em pôr um gajo
No fim da estrada
A vender pipocas e Super-Bock

Postado pelos Amigos da Estrada

Os Demónios de Milheirós de Poiares

Filhos do Satanás
O pai da maldade
Porque o mundo vai mal
E nós andamos fodidos
E nós temos que os aturar
Os demónios já andam na estrada
E nas ruas do mundo
Esta terra já virou um curral
Dada a quantidade de merda
Que um gajo vê todos os dias
Não pelos porcos
Nem pelas vacas
Que um gajo se queixa
Ou do cheiro à merda
Mas sim da Merda Social
Milheirós Cagadeira Nacional
Como esta terra
Tem conexões directas com Marte
O planeta da Guerra
Segundo os paneleiros filósofos da Grécia
Basta passar por esta esterqueira
Por uns tempo
Para a merda nos subir ao nariz
Aí o cheiro começa a incomodar
Esta merda virou um Infantário
Com tanta chatice pelos dias fora
Com tanta canalhada na rua
A pé
Ou bolinha de merda com quatro rodas
Ou cagadeira sonora a duas
A lei destes demónios
É mandar foder todo o dia
Porque não se aturam
Já estão fartos uns dos outros
Como esta merda virou
Uma grande merda
Esta merda parece mesmo um curral
Todos a cagar
Todos a cagar
Viva Portugal!

Postados pelos Amigos da Estrada

Vai Abrir Casa de Putas em Milheirós de Poiares

Material para o pessoal foder:

1- Velhas da Igreja de Milheirós de Poiares

2- Beatas da velha guarda devotas de Jesus Alcovitice

3- Viúvas esfomeadas com falta de peso

4- Canhões que andam por aí a disparar

5- Divorcidas em arrefecimento glacial

6- Virgens que nunca viram uma piroca

7- Gajas que gostam de dar fodas mas que estão em greve

8- Fêmeas gostosas em situação de quarentena por doença

9- Cona gira quente à procura de namorado

10- Mulher de Milheirós de Poiares que quer casar


Associação Profissional do Putedo Nacional

Estrada Rodoviária Nacional - Confusão Portugal

Tudo o que é rodoviário
Neste país
Está doente
Estrada Rodoviária Nacional
A Estrada da Morte
Os caminhos
As ruas
As vias
As Variantes
As vias rápidas
As auto-estradas
A ESTRADA
Actualmente
Tudo isto virou Defunto
Todos a matarem-se aos poucos
Todos dos dias
Todas as semanas
Nos feriados
Todo o ano
Por esta vida de muitos anos
Que já tenho
Enfim
A Guerra Campal em Portugal
A Batatada que é Portugal
Agora discute-se na estrada
Com velocidade
Com ruído
Com luzes
Com cores
Com publicidades
Com gestos
Enfim
Com tudo o que vier à mão
O retrato fiel
Do fim das pessoas
Do derradeiro final de Portugal

Postado pelos Amigos da Estrada

Um Amor

Me acatapultam os pensamentos que de ti tenho
esta minha natureza que, de agora, venho
o já ocupares um espaço…
no meu pensamento… nesse espaço
que me enche… que algo enche
que amar é pois, o que, de agora, faço

A inocência em uma flor imatura
que numa primavera procura o tempo
a natureza de uma flor madura
o partilhar algo de mais que me lembro

Das memórias restou a mesma morada
a sombra, a luz, o que a projectava
o dourado que na água via, enamorada
o olhar, os olhos, que nos resvalava

Me lembro do amor que lentamente o sinto
que são verdades que a mim, de agora, já não minto
o já me sentir como a água…
no meu sentimento… dentro d’água
que tudo ocupa… que nada me ocupa
que saudades apenas sinto, de agora, a mágoa.



Poesia Urbana Moderna

Doubts of the Beyond Death

We born with a single life
We live with fate to a single death
To die as a matter of fact, we don ´t know
Seems nobody to know

The end of a single physique life
The body remains, sepulchred only

Of the spirit, of the human soul
If it dies as a matter of fact
We don ´t know either
Seems nobody to know

Life beyond physique death
An olden question, an primordial doubt
Will be possible?
And if it be as a matter of fact ?
How will it be ?
We don ´t know
Seems nobody to know

However this temporary conclusion
That life ends in death
Seems not satisfying
Seems not to make sense
A whole life just with this foredoom

Must will exist continuity!
Maybe this aforetime physique space
Be it a process of preparation
Or a process of valuation
To one another newcomer life
Of spiritual charisma
Or as incarnation

But, to live how, we don ´t know
Seems nobody to know
Remaining us to wait only
Towards to enlighten
The doubts of the beyond death!


Modern Urban Poetry

Life

Such fucking life
That we have
So odious !
So monotonous !

Doing the same things
Every day
Such fucking life
It ´s not okay !

Such fucking life
For that we cry
So revolting !
So limiting !

However we must try to live
To accomplish the destiny
Even being a shit of life
It ´s the fucking reality !


Modern Urban Poetry

Everything is nothing

Ours minds are blank
We cannot see…Cannot hear…anything
Everything is nothing
Despair?…A cause of dying for!

So we die!…We must fucking die!
They will come
Taking us to a infernal true

Demons?…Demons?…

Seizing ours souls…Dominating ours thoughts
We cannot fight…Cannot resist…Nothing
Everything is nothing
So we must fucking die…Die…Die!!!…


Modern Urban Poetry

sexta-feira, 9 de março de 2012

O que é a Música?

“A música é algo de estranho. Quase diria que é um milagre, porque fica a meio caminho entre o pensamento e o fenómeno, entre o espírito e a matéria, uma espécie de mediador nebuloso, igual e desigual das coisas a que serve de mediação: espirito que requer manifestação no tempo, e matéria que se revela sem espaço”.

Heinrich Heine (1797-1856)


Como definição eleita propûs a mim mesmo entendê-la, acrescentando o meu ponto de vista.

De início Heinrich Heine, na sua definição, faz-nos transportar numa viagem misteriosa, estranha diz ele, que é a música. Estranha por que não se compreende no seu todo; quer escrita, daí a sua evolução ao longo do tempo; quer ouvida, e assim continuará, prevalecendo a dificuldade que é e sempre foi definir a música. Porque isto de definir a música tem sempre a ver com uma perspectiva pessoal, dependendo, muitas das vezes, de inúmeros factores (sociais, psicológicos, tecnológicos, etc.), isto é, cada indivíduo tem a sua própria visão da música, mediante as suas capacidades. Por exemplo, o mesmo se aplica à definição que se possa dar do conceito de Amor. É sempre subjectivo, e nenhuma delas poderá estar errada.

De seguida transporta-nos para um campo espiritual, divino, transcendente, inexplicável: a música como intermediária entre um Deus e o Homem. Faz ainda uma referência em termos físicos, pelo que se conclui, que dos cinco sentidos do ser humano, a música como produto, só é perceptível a um e um só – a audição, no entanto, os restantes podem ser coadjuvantes desta (na composição).

A música acaba por ser, como escreveu Sócrates em relação ao conhecimentoum só sei que nada sei: cada vez que se vai conhecendo mais a música mais esta nos surpreende. A música é um tipo de linguagem que vai para além do que nós conhecemos como um simples meio de comunicação. Além duma arte, facto inegável, só dela é artista quem com ela partilhar a inteligência (talento). É antes de mais, uma Linguagem Universal. Uma parte integrante da Natureza. Uma realidade psicológica sonora. Quem sabe a Linguagem dos Mundos!?...

Foi (a definição) e é sem dúvida o carácter enigmático da música que me fez “despertar” na tentativa de algo mais saber sobre.

Para concluir e resumir, a definição de música, no meu ponto de vista e aproveitando o raciocínio de Heinrich Heine, é pois o fruto de um tipo de inteligência – Inteligência Musical. É uma linguagem que nos permite exprimir pensamentos em sentimentos e vice-versa, de uma forma matemática, através de sons. Isto é, uma relação bidireccional pensamento/sentimento na díade compositor/ouvinte num universo sonoro organizado.

Todavia, fica “no ar” a seguinte questão, saciosa de respostas por aqueles que não “vêem” a música apenas como música: terá a música alguma finalidade na Natureza? Qual? Uma vez que a música é algo de estranho...


Postado pelo Excelentíssimo Professor Doutor Fusível Social

Júlio Machado Vaz e o Sexo em Portugal

Um problema do caralho
Um gajo para ir ao pito está fodido
É preciso ler uma palete
De livros de Filosofia
Nomeadamente
Autores que falam do Amor
Para se mandar para o bujão
Para além dum gajo
Ficar com uma dor de cabeça
Do catano
A ler tanta demagogia
Pois são livros
Que falam para caralho
Mas peremptoriamente
Não dizem nada
Livros ou temas sobre Amor
É a mesma coisa
Do que falar sobre o Abismo
O Buraco Negro das Emoções
Entrando lá
Nunca sabemos
Se algum dia vamos de lá sair
Sexo não são palavras
Embora se fale
Enquanto se vai ao pito
Ou quando se está a tentar ir ao pito
Sexo não é filosofia
É apenas uma parte do comportamento
Sexual Behaviour
Que pode ser bipolar
Animal ou mais humano
Tudo o resto é paleio
Filosofia Barata Sexual
Quando é para ir ao pito
É para ir ao pito
Mas como não se vai ao pito
Porque estamos em Portugal
Ir ao pito
Fica fodido de se ir
Por isso é que há médicos
Do ir ao pito
Portugal
O problema
Daí a doença
Eis a explicação

Associação Sexualidade Feliz

Os Livros de Portugal

Bem
Um gajo começa a ler
E afinal chega à conclusão
Que não leu nada
Ou seja
Leu mas não leu
Mas leu
Ou seja
São palavras e frases
Que à priori deviam de dizer
Alguma coisa
Mas que não dizem nada
São livros à base
De Filosofia Linguística
Da batata doce
Que afinal não é doce
Mas também não é amarga
Ficamos a pensar
O que deverá ser
Mas que não é nada
Ficamos nós depois a reflectir
Que talvez poderia ser doce
Mas continua a não ser doce
Mas como doce é doce
E às vezes deixa de ser doce
Fica aqui o paradoxo
Será ou não será?
Bem
É esta salgalhada demagógica
Do diz mas não diz nada
Que se perde tempo a ler livros
Para chegar à conclusão
Que de facto perdemos tempo
Os livros já não dizem nada
Ou dizem o que foi dito à muito
De escritores que vêm dizer
O que os outros já escreveram

Comissão dos Leitores do Mundo

sábado, 3 de março de 2012

A Gaja Passada da Sociedade nº 325

Zupa para um lado
Zupa para o outro
Aí vem mais uma tola
Mais uma que não bate bem da bola
É favor de a deixarem passar
Ela vai com pressa
Sempre a abrir
Assim manda a lei
É para levar tudo à frente
Tudo pó caralho
Cara de poucos amigos
Fodida como o caralho
E a gente a aturá-la
Siga para vinho
Tudo fruto desta sociedade
Ela é que tem a culpa
Faz aparecer do nada
Criaturas deste tipo
Uma tribo muito em moda
Aqui nas Terreolas do Além
A Passada
O Passado
E o Passadito
Mais uma família Tribal
De tolos e tolitos
Do aqui agora Portugal

Grupo de Intervenção Psiquiátrico de Portugal

Alteração do Nome de Casa de Putas em Portugal

Agora neste momento na Lusitânia
Casa de Putas vai-se chamar
Leitarias Brasil
Quando um gajo chega à porta
Para aviar mais uma puta
O cheiro ó leite é demais
Já para não falar
Daquelas casas de putas
Que o cheiro ó leite
Vem misturado com incenso
Deve ser para dar mais tesão
Tirando as putas
Que em baixo na cona
Aquilo é um cheiro ó bacalhau
Só falta as batatas cozidas
E a couve estufada
E estamos em Portugal
Depois um gajo pensa
Que está a aprender alguma coisa
E é só pancada na cona
E novela das nove para toda a gente
Neste momento em Portugal
Puta que é puta
Já está farta de levar na cona
Dá para ver na cara delas
Quando se lhes vai ao pito
Aquela emoção verdadeira
De se dar uma valente foda
Já se perdeu em Portugal
Agora nestas casas
É mais tipo aviar clientes
Um atrás do outro
É chegar lá aflitos
E virmo-nos na primeira que apareça
Desde que tenha uma cona
Falando de cona agora
O material que tem aparecido
Todas rotas e abertas
Que um gajo mete lá a piroca
Mesmo grossa como o caralho
E ainda tem de recorrer aos dedos
Ou então trazer umas talas de casa
Depois o inconveniente
Do que se falou no princípio
O cheiro ó leite
Parece que estamos
Num curral a tirar leite a vacas
Era tempo disto acabar
E a comissão das putas em Portugal
Tornarem as casas de fodas
Em lugares mais saudáveis
Também existe perfume na sociedade
E produtos profissionais
Para bem lavar a cona
Portugal

Comissão dos Gajos Pinoqueiros de Portugal a pedirem mais Qualidade

Jaimão e o Melhor de Portugal

Putas
Gajas a levar na cona
Paneleiros
Chamai os paneleiros
Levar no cú que fode
Cona para a frente
Cona para trás
Pito
Muito pito
Buraco
Enfim
O melhor de Portugal

Grupo Cultural Português Alternativo (Não temos mais nada que fazer)

A Maldade da Sociedade

Ela existe! De facto. Basta estarmos atentos!

Qual a sua origem e porque existe? O melhor é perguntarmos a quem a pratica. Só essa entidade o saberá responder melhor do que nós.

Os testes da vida. As dificuldades, etc... Ora o tanas! São meramente situações criadas com muita imaginação por alguém ou por vários que não têm mais nada que fazer...

O que fazer? Fácil! Aquando do próximo atentado por parte dos Talibãs aos Americanos é favor contactá-los, por sinais de fumo, que dirijam seu objectivo inicial para um novo alvo, o nosso problema. Fácil não é!? É tipo pastilhas para a dor de cabeça...

Analisando mais a fundo este problema da maldade da sociedade podemos caracterizá-lo pelas enúmeras situações que ocorrem no nosso dia-a-dia que a sociedade vive dias de guerra civil. Uma nova de guerrilha hipócrita usada por muitos seres, habitante do planeta INPORTUNUS. Vivem as suas vidinhas preocupados, mas mesmo preocupados, com o que os outros fazem e dizem. É a PIDE alargada às massas. O sonho de um antigo regime. Bem, só de pensar já me dá vontade de vomitar, vómitos tipo o filme A Mosca, verdadeiros vómitos atómicos...

São pois uma nova forma de Tribo, Legião, Grupo que assola o nosso planeta...

Verdadeiras pesquisas estão a ser feitas por estudantes de antropologia da Universidade de Oxford para se tentar compreender o porquê deste tipo de acção desta tribo.

Jane Sexy Eeff, uma antropóloga forense norte-americana já se deslocou ao local onde habitam para os estudar mais de perto!...

Fica-se à espera que estes cientistas nos possam ajudar de futuro...


Protesto do Professor Fusível Social

Os Artolas do café da manhã!

A macheza, tipo: eu sou mais macho do que tu, a minha inteligência é de facto mais superior do que a tua, por isso, baixa a bola, nem que eu fale mal da tua mãe!

Uma situação real que se passa em muitos locais sociais da nossa sociedade.

Vendo mais de perto, ser mais macho ou não ser é tudo uma belela! É apenas território e propriedade que se discute ali, mais nada! A minha inteligência é mais...Pára aí...Não há aqui qualquer sinal de inteligência aqui, ponto!...

Estamos a falar também nas coisas que se passam no plano subtil do comportamento em que às vezes nem são precisas palavras!

“Ser ou não ser macho! Eis a questão! Já Sócrates, no seu tempo, argumentava questões sobre o ser macho na terreola. Ser macho, o maior, é pois, uma premissa filosófica de pragmáticas consequênciais que todo o macho deve incorporar na sua essência do verdadeiro ser.”

É este esterco social que se assiste, às vezes, de estômago vazio, na nossa sociedade. Mas que não se pode fazer nada. Pois às vezes é uma questão de educação, de princípios, e de saber estar na sociedade e no mundo, etc, etc, etc...

Constatação do Professor Fusível Social

A Máfia Mãe Italiana e a Máfia em Portugal

Aqui no nosso “galinheiro” português a máfia encontra-se bem enraízada. Também! Podemos encontrá-la em tudo quanto é sítio. Como caracterizá-la ou topá-la?

Segundo a leitura que os “feiticeiros” fazem na “bola de cristal” adivinhamos que a Máfia é a constituição básica da nossa sociedade. No Mundo e em Portugal finalmente! Título a memorizar! Chegou tarde mas veio a tempo. Está para ficar! Queres ganhar dinheiro a valer, torna-te mafioso! Conselho e práctica dos mais bem sucedidos aqui no nosso “galinheiro”.

O galo canta de manhã bem cedo e está a dar-se início à Máfia Social. Os actores arrancam para a sequela “marginale”. Os padrinhos ordenam e os sobrinhos poêm em acção. O clima instala-se. Sente-se o ar diferente. Estamos dentro da Máfia. A sociedade deixa de ser sociedade e a Máfia abraça-nos com os seus tentáculos. O “Polvo” está cá fora. Ninguém escapa. Todos acabamos por pagar o dízimo social. Tabela-se nas coisas que a sociedade nos “oferece”...

A pura Máfia agora em Portugal! Um Êxito!!

Antropologia Forense pelo Professor Fusível Social

O “Tacho” Social – Questões Gastronómicas

A questão é ou deveria de ser: Quem melhor “come” em Portugal. Comer representa o verbo daquilo que representa a representação social. Saber comer de facto, na realidade social.

Ter conhecimentos de aonde tachar. Relevâncias filosóficas postas em práctica. A Filosofia: A vida cá na Terra.

Ser servido pelos melhores cozinheiros da cozinha.

O teatro social encenado e interpretado só pelos melhores actores.

A mesa está posta. Sentam-se os convidados. Poêm-se de fora os que não interessam. E temos a almoçarada com a melhor panela que por aí se vende. Come-se do melhor muito bem cozinhado. Servido à mesa na melhor louçã do restaurante Estrela Solar...

Pagar é outro verbo já em desuso. Usa-se agora o neologismo Gift, com todos os significados que possam conter.

É este o cenário dos tachantes sociais!

A peça desenvolve-se...

Faz-se o Teatro...

Vendem-se os bilhetes...

Os planetas assistem...

Obtem-se o lucro!

E estamos em corpo no Portugal!

Nós à volta do Sol!... (cuidado que ele agora queima!...)

À cozinha com o Professor Fusível Social

As Novelas Portuguesas

Para começar vamos dividir o título em duas partes: As novelas televisivas portuguesas e as novelas da realidade, e sua relação.

O “veneno” das novelas portuguesas. Cuja composição é feita à base de preparados de intriga, inveja, conspiração, ódio, guerras e muita infantilização. Ao longo da sua história na telivisão as novelas não têm passado disso, como diz o povo: sempre a mesma m...! A nível de enredo, a mesma coisa. A nível de actores, a qualidade começa a ser duvidosa. Temos trolhas nas obras melhores actores que os ditos profissionais. Nada contra os Trolhas. Nome correcto: Técnicos Operários de Construção Cívil. O que se passa com quem “cria” novelas? Ninguém lhes vitamina o cérebro para terem melhores ideias. Genuínas! E não cópias atrás de cópias. Começa a fartar! A vida não é assim tão repetitiva!...

As novelas da nossa realidade são aquilo que nós assistimos e sabemos do dia-a-dia. Nela encontramos pura encenação, puros actores e puros palcos da vida. Para quê ir ao teatro ou ao cinema? “Temos isso cá na “street” com melhor qualidade! Às vezes até choramos com tanta emoção!”. Existem sempre novidades em cartaz...

Somando as duas partes chega-se ao total que nos mostra uma coisa. É tudo a mesma coisa. A vida é um teatro, a vida é um grande filme! Não nos podemos é de esquecer de comprar os bilhetes e as pipocas a tempo. Atenção a isso!

Fazendo as contas ainda melhor chega-se a uma outra conclusão. As novelas são feitas lá para ao lados de Lisboa, logo, para aqueles lados a vida está um bocado tramada. Há que ter cuidado nas viagens que se possam fazer para aquelas bandas. Não queria ser distribuidor, camionista, taxista ou passeante de automóvel ou outro objecto móvel. Mas no resto de Portugal as coisas se mostram um bocado assim, não tanto como em Lisboa, porque Lisboa é Lisboa, a capital da nossa pátria, e local para onde vai tudo e aonde passa tudo. Lisboa é como o filtro da cafeteira. Para termos um café digno de se chamar café temos que o passar no filtro e ainda utilizar água em condições. Ora nenhuma problema. Quando vamos a Lisboa e queremos ver água, esta metrópole faz-nos o favor de nos oferecer a visão de um grande rio diante os nossos olhos. Tem prá lá água que se farta!...

Posto isto e em forma de conclusão, verifica-se uma realidade social problemática expressa nas novelas que a televisão transmite e nas novelas mais reais que assistimos na nossa praça. Atinge-se a mente com o pensamento de que o ser humano a continuar assim não irá muito longe...Um preságio!

Coisas da nossa terra pelo Professor Fusível Social

O Bar Psicológico

Chego ao balcão e peço:

- Faz favor...

1 - Groselha: Um jovem que se quer deitar com uma gaja mas ela está com o período.

2 – Penaché: Um “paneleiro”!

3 – Aliança Velha: Um gajo casado há muito tempo. Uma amizade que dura muito tempo. Um gajo à beira do divórcio que quer que o casamento dure toda a vida. Ou então a aliança do gajo está mesmo velha, precisa de comprar uma nova.

4 – Macieira: Um gajo macio ou que quer ser.

5 – JB: Vejam este rookie na nossa equipa do whisky.

6 - Logan: Um aspirante a jogos psicológicos e orgânicos.

7 – Vodka: A mensagem - “Fode cá!”

8 – 1920: Entrada na crise económica – aspectos históricos.

9 – Amêndoa Amarga: Católico fiel mal disposto.

10 – Aguardente Gil Vicente: Líquido bebível que nos permite desenvolver a nossa veia teatral.

11 – Baileys: A lei da baía dos S.

12 – Água: Ligado a associações da Natureza.

13 – Água das Pedras: Filho prógito da doença.

14 – Água com Gás: Pedra nos rins

15 – Nescafé: Cá não tem fé!...


Psicologia do Quotidiano pelo Professor Fusível Social

O Paradoxo da Sociedade

Queremos viver em paz. Trabalhar sossegados. As nossas empresas darem lucros. Estar bem com toda a gente. A nossa vida andar para a frente. Mas assistimos constantemente guerras na sociedade. As pessoas estão a toda a hora a guerrear umas com as outras. É certo que alguns se alheiam. É certo também que alguns não experimentam isso. Mas o facto é que no geral a sociedade combate-se. Como pode ser possível viver e progredir nesta vida? Um paradoxo da civilização humana. Em que tudo parece amigo mas na verdade matam-se nas costas uns aos outros. Soluções concretas parece não haver. Ou não se quer arranjá-las. Há quem viva da desunião. Caminho para a morte da vida em sociedade.

O “pão” da nossa sobrevivência está ameaçado!...

Sociolizando com Professor Fusível Social

Musikatos: Suas Existências na Cultura e na Vida

As questões filosóficas que nos passam na mente, a todo o gás, levam-nos a concluir reflectivamente que esta tribo acabou de desenvolver uma “Nova Coisa Musical”: A “Chatice Social”! Fenómeno cultural, subsidiado pelo Ministério da Cultura, de Portugal, apresentadores da palhaçada social! O Circo de Feras anda aí! Batatinha, o “palhaço cultural”, abre o espectáculo social! A Música agora equivale a uma das formas circenses agora em voga. Todo o mundo quer aparecer! Os bilhetes são de graça, apoiados mais uma vez pela cultura portuguesa de Portugal!

A Música plantou a sua árvore na cultura. A cultura que nós conhecemos! Mas o que lá fazem ao certo?! Faziam melhor figura num ringue de boxe com metralhadoras X-Pum-Pum-Boom e uma tanga vestida! Elas podiam fazer topless. Nenhum problema! Ficava as coisas mais picantes, tipo malagueta mexicana namorada com tequilha!

Este é um retrato honesto e verdadeiro do panorama musical, aqui em Portugal e de consequência do Mundo!

“Culturando” à mesa com o Professor Fusível Social

Cena Imitada com Os Aktores...

Vamos representar a vida! Vamos fazer de conta que vivemos! Uma vida original! Vamos estudar os outros! Eis os Aktores!

Começam bem cedo o dia a copiar os comportamentos de quem vive ou tenta viver. Andam atrás deles. Parodiam às vezes. Síndrome Patológico de Personalidade Superior. Visto estarem acima da humanidade. Demonstração de comportamento infantil de maturidade adiada.

A Terra já não é suficiente! Também imitam seres do outro espaço. Às vezes são animais. Eis, novamente, os Aktores! Tribo antropológicamente deturpada. Indivíduos ligados ao ócio, ocupando seu tempo livre, que é muito, às pseudo-actividades lúdicas do plágio comportamental, aqui na nossa terceira esfera planetária a contar do sol. A lua deixamos de lado, há uma firma cá em Portugal que quer investir em Golfe lá no satélite.

Segundo os antropólogos estas criaturas também representam os próprios antropólogos, eles mesmo. Além disso, os extraterrestres também andam chateados com os Aktores, porque têm dias que estão sempre a imitar iludindo os terráqueos. Já não chega a confusão que aqui existe e ainda vem representar mais confusão. A mesma coisa que pôr pimenta nos bifes depois de se ter posto. É chato para caraças! Arde! E obriga-nos a pôr em prática o DTA (Dicionário Técnico do Asneiredo)!...

Uma tribo a pôr em cena no nosso Teatro Global.

Sociedade Teatro em cena com Professor Fusível Social

A Doença da Cultura

Ninguém sabe ao certo o que se passa! Mas a Cultura apresenta sinais de padecimento. Investigadores médicos chegaram à brilhante conclusão que têm de tomar medidas terapêuticas. O diagnóstico é preocupante! Talvez o internamento! Enfermeiros de todos os hospitais já reservaram uma maca lá no cantinho do hospital. Compraram resmas e paletes de soro para administrarem nas veias da Cultura. O prognóstico, pensa-se, será favorável. A Cultura terá dias melhores!...

Analisando a sua doença e apoiando-nos na Ciência Patologia conclui-se que de verdade a Cultura já ultrapassou os limiares do estado saudável. Caída às vezes em estados mórbidos.

Ou deixando a hipócrisia bem estacionada e consultando o Prontuário Médico de receitas imprimido nas impressoras da Santa Casa da Misericórdia com sorteio semanal das “rifas da sorte” do jogo social da Saúde em portugal chega-se mesmo, mas mesmo, ao “enxergamento” que a Cultura deu entrada deitada na funerária do senhor Hendof Morgan Paradise.

A Cultura reflecte pois o estado de um grupo social. No nosso esmero assiste-se a um caminhar para a decadência cultural ou de vivência em sociedade. Tanto a Cultura como a sociedade sofrem do mesmo mal. Para onde iremos?! Ninguém sabe! Ficamos a aguardar como bom cosmopolita e português.

Isto mostra-nos a Cultura como uma etapa do crescimento da criança humanidade ainda em desenvolvimento.

Questões Médicas pelo Professor Fusível Social

Nikita: A “gaja” social

A prostituta sociedade.

A necessidade imposta.

O alívio animal biológico.

A viúva negra da teia social.

Nikita é uma vontade social transmitida a todos os receptores. Nikita é uma forma de energia personificada com cariz sexual. Pode-se pensar em reprodução, conceito de prole. Mas não deixa de ser um utensílio da natureza social. Os primatas mostram muito bem este efeito havendo espécies que o levam ao exagero. Não têm tanto controlo psicológico.

Porque aparece na nossa sociedade? Haverá algum interesse por detrás disto? Bem, são questões que se irão respoder a seguir.

O sexo propriamente dito leva-nos ao de mais animal da existência. Sexo é bom! Os animais fazem-no. Os humanos também, mas com adornos sociais. Isto é, juntam-lhe a cultura. E é reparar no que a sociedade produz à volta disso. Sim! Somos mais complicados! Arranjamos desculpas ou adiamentos para satisfazer uma necessidade tão natural! Os animais se calhar também elaboram estes esquemas mentais, podem é ser menos intricados. Por outras palavras, o sexo existe, entre nós seres humanos, e a sociedade como forma reguladora aplica o remédio Nikita. Existe o facto de às vezes nos sentirmos mais dependentes do sexo. Por causa do ambiente, das pessoas ou dos locais onde nos encontramos ou passamos.

Nikita é a resposta da sociedade que nos oferece a sua naturalidade. A sociedade exige-o. É pois um mecanismo social contra a não natalidade. A sociedade quer se povoar. Um outro mecanismo contra o isolamento social. A sociedade é sinónimo de grupo e não de indivíduo só.

Tudo isto explica o porquê da sociedade prostituir-se. Paga-se ou faz-se favores em troca do aniquilamento temporário dessa necessidade.

Nikita é pois uma forma de “comunicação” da civilização. Humana ou animal...

Ensinamentos da Etologia pelo Professor Fusível Social

Como se Comunica em Portugal!

1. Entro no carro e vou para o trabalho: Aparece um chico esperto a experimentar a sacanice que aprendeu durante o dia anterior.

2. Vou a um bar à noite: Está a música que um gajo põe a dizer coisas que nem ao Deus Thor agrada!

3. Vou ao café beber um martini: Aparece uma gaja vestida “especialmente” para encenar mais um sctech publicitário do tema que estiver em cartaz nessa semana.

4. Liga-se a televisão: Surge nos diversos canais mensagens a dar-nos os bons dias em linguagem GodMars.

5. Liga-se o rádio do veículo automóvel ou do local de trabalho: Aterra na Terra um ser vindo do além que com as suas técnicas de difusão e de interlocução fazem um gajo cair em estados de azia crónica imune a pastilhas Eno.

6. Vai-se à Igreja ao domingo ás 10:01: Dá-se existência à aparição do sr. Sacerdote trajado nos anunciando vocábulos em Latim Antigo com significações mais para o lado do Diabo.

7. Deus chega de facto à Terra: Estamos todos a ver futebol acompanhados à cerveja e ao amendoim.

Comunicação Social pelo Professor Fusível Social

Study Parvónia Zoo Shopping Centers

Bem, vimos aqui agora neste momento informar que a partir de agora nos Shopping Centers acaba de abrir a concurso o curso Study Parvónia Zoo. Técnicas aplicadas ao estudo da parolice social zooficada.


Requesitos para ingresso no curso: estudar os outros todos os dias, não esquecer que durante o sono também se estuda os outros.


As disciplinas são as que se seguem abaixo:


Comidela ao Hambúrguer – Gastronomia


Estudo da Pipoca - Nutrição


A Coca-Cola e o Penálty - Desporto


Técnicas Aplicadas da Bica - Farmácia


Reflexos Narcísicos nas Montras – Psicologia


Desfiles e Passerelles no Espaço - Moda


Escadas Rolantes e Comunicação Criativa – Comunicação Social


Estudo da Peça: Fazer de Conta Que Se Compra - Teatro


Nós Humanos, Macacóides em Estudo – Primatologia


Está difícil! É a crise - Economia


Saídas Profissionais:


Bilhete gratuito em direcção ao Espaço. Podendo o sorteado escolher o Planeta que quiser.

Informações Educativas do Professor Fusível Social

segunda-feira, 20 de fevereiro de 2012

O Carnaval e as Gajas Boas em Milheirós de Poiares

É dia de festa
É tempo de festejo
Chega-se à rua
Aonde estão as gajas boas?
Milheirós de Poiares
Parvónia
Ora foda-se!
Só vejo velhas
Gajs ultrapassadas
Gajas sem assunto
E gajas adeptas de Jesus Cristo
Com cona ainda com hímen
O material piteiro bom
Está em escassez
Aqui na Terreola do Além
Não se vê nada de jeito
Só se for a Nojenta da Catarina Furtado
Ou a mamalhuda da Bárbara Guimarães
Na merda da televisão
Se o Carnaval é música de putas
Por que é que não há putas na rua?
No Brazil agora é altura das putas
Virem todas para a rua
E o brazuca apanhar bebedeiras descomunais
É também a altura
Que se vai mais ao pito no Brasil
Ainda por cima metem as crianças
Aqui na Parvónia
A desfilar na rua
Feitas morconas
Ao som de Putas e Putanheiros
Da Terra Brasil
E andam aí
De um lado para o outro
Todos contentes
Só mesmo nesta parvónia
Podia acontecer tamanha bacurada
Mais uma gafe cultural dos responsáveis
Os gajos e gajas
Que organizam esta merda
Aqui na merdaleja
Podiam ao menos
Ir a umas Casas de Putas
Na vez de lhes mandar para a cona
Traziam-nas para o cortejo
A festa ficava mais quente
E com mais assunto
Em vez da palhaçada do costume
Que é todos os anos
Ver esta merda de carnaval
Aqui em Milheirós de Poiares

Postado pelos Amigos da Folia em Portugal

sábado, 11 de fevereiro de 2012

A Gestão Urbana da Polícia Urbana

- Para onde foi o gajo?!

- O gajo foi para ali!

- Vamos já atrás do gajo!


...

E esta merda nunca mais acaba!


Um momento de comédia para relaxar!

Psiquiatras e Psicólogos e a Diferença de Realidades às Pessoas Normais

Como uns pensam uma coisa
E outros pensam outra
Não admira dar na jiga que dá
Também não se entendem
Uns vivem uma realidade
Outros vivem outro real
Daí estas criaturas desenvolveram
Com base em muita criatividade
O manancial de transtornos psiquiátricos
Merdas técnicas psicológicas
Face à diferença em que há
De uns para pessoas normais
Tudo nesta sociedade
Tem de ser rotulado
Posto numa prateleira
Catalogado
O que é normal para uns
Não é norma para outro
É um facto
Vivemos num mundo
De pessoas diferentes
Os livros afinal não conhecem as pessoas
As criaturas humanas
São sistemas em mudança
Em constante evolução
Não vão ser livros e manuais técnicos
Que os vão definir
Caracterizar
O melhor mesmo
É deixarem as pessoas viverem
Em paz
Cada um à sua maneira
E deixar de haver
Estes constrangimentos
Que só vêm atrofiar
O decorrer normal
Da vida humana

Postado pela Associação Vamos Viver Felizes

sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012

A Batatada dos Grupos Sociais pelo Mundo fora

Peixaria do caralho
É tudo a vender
Sardinha e carapau
Ao preço mais baixo
A guerra que esta merda é
Já ninguém se compreende
Em tudo a que assistimos
Em toda a merda da sociedade
Representa o significado
Batatada do caralho
Infantilização das gentes das terras
Constata-se sim
Uma sociedade mais criminal
Mais agressiva
Mais violenta
Por todos os meandros do social
Se já o individual é o que é
Já nem se fala do socius
Nos grupos sociais
Verificamos pasmados
A guerras sem fim
De uns para os outros
Cada um é como é
Os outros que se fodam
E a sociedade a perder-se
Dia após dia
O conceito de união
De civilização está a morrer
A Destruição Total do ano 2000
Que fora anunciada
Pelas religiões
Chegou
Já está a acontecer
Só falta esperar pelo último dia
A Extinção Total do Ser Humano
O Fim da Humanidade

Postado pelo Grupo Activista Alerta Terra!

Os Transitmen e a Restante Legião do Trânsito

É a raça dos gajos das carrinhas
Mais antiga de Portugal
A Velha Guarda do Furgão
Viatura que está atrasada no tempo
Já devia de estar nas sucatas
Há muito tempo
A fazer material
Para as novas lixeiras que estão a aparecer
O lixo automóvel actual
Que habita o planeta Terra
Isto quando só havia o cavalo e o burro
Para nos deslocarmos
Tirando o inconveniente
De o filho da puta do animal
Cagar para caralho
Tinhamos de ter cuidado
Com o tipo de palha
Que a besta comia
De resto era sempre a andar
Não havia a merda do ruído automobilístico
E cagadeiras máquinas de pipocas
A duas rodas
Não esquecendo os peidos brutais
Que alguns quadrípedes
Ofereciam à Natureza Atmosfera
Agora é o inferno
Já não há sôssego
Uma das queixas mais importantes
São as das putas
Que segundo elas dizem
Já não conseguimos foder
Nem nos vir
Com tanto cagaçal
Nem as mamas ficam em bico
Segundo os velhos
O trãnsito dá vontade para caralho
De cagar
Aqui entra a Velha Guarda do Furgão
A maior cagadeira sonora carrinha
A quatro rodas
Já para não falar dos maiores cagões
Da Maravilhosa Estrada do Mundo
Os camionistas
Mas é o mundo de agora
Que assistimos
Mergulhado nesta merda sonora

Postado pela Comitiva de Estudos Sonoros Ambientais

A Linguagem do Povo

A lábia do povo
É toda a merda que se pode esperar
Aqui entra a criatividade
Casada com a estupidez
Quanto mais estúpido melhor
Que é para a bocaria
Bater bem na tola
Como andamos fartos de tudo
E de todos
Basta analisar com atenção
Aos Comportamentos da Espécie Humana
Para chegarmos à conclusão
Não batem bem da bola
Os parafusos daquela coisa
A que chamamos de cabeça
Anatomia Humana Livro 1
De tanto que há ainda para ler
Não estão bem apertados
Já para não falar
Da falta de óleo que possuem
Andando estes gajos na vida
Com o motor a gripar
O resultado é o que está à vista
Verbalizações cheias de agressão
Comportamentos estúpidos
Mandar foder e foder mandar
E andam assim durante os dias
E nas noites do dia
A linguagem do povo
Reflecte a sua cultura
Altamente desenvolvida
Que faz logo corar as virgens dos conventos
Mal os ouvem falar
É o descalabro
A destruição total
Total
Total
Estamos pois em Portugal
Na parvónia fenomenal

Postado pelo Grupo Felicidade Latente

A Morte da Amizade

Assim como o amor
São conceitos
Que já deixaram de fazer sentido
Simplesmente deixaram de existir
Face ao que é a sociedade de hoje
Podemos culpar com muita coisa
Uma coisa é certa
Esta sociedade é de facto uma selva
Um meio egoísta
Invejoso
Cruel
Por natureza
Pior que o reino animal
Aonde ainda se assiste
A alguns laços de amizade
Companheirismo
O ser humano se analisar de facto
Mesmo nesta civilização
Afinal vive sozinho
Caminha para lá
Em tudo está impregnado
A competição
A luta pelo melhor lugar
Em que se calca quem quiser
Para atingir determinado fim
Amigos que deixam de ser amigos
Amigos que já não são amigos
Amigos que afinal são inimigos
A sociedade vigente
A actualidade

Postado pela Revista Sentimentos

Os Paneleiros Guardiões das Gajas Boas aqui nas Terreolas

Segundo Deus e os seus ensinamentos
Gajas são pecado
São o demónio
Ir ao pito faz mal
Segundo os médicos
Disfunções sexuais atrofiadas
Aprendizagens pinais frustradas
Segundo os gajos das terreolas
Mandar pá cona faz azia
Que mal é que tem mandar para a cona?
Certamente não estraga a passarinha
Depois de umas boas bem dadas pinadelas
Ela até canta melhor
Dá para notar nas melodias
São mais bem construídas
Nestas terras
De ambiente minado de azia
Maldisposição crónica do indivíduo
Uma actividade tão natural
E mais uma vez
Segundo os médicantes
Ir ao pito faz bem à saúde
Aqui surge o problema
Aonde páram as gajas boas?
Que animam qualquer gajo
Até os zombies que andam por aí
O meio circundante anda a guardá-las
A inveja é tanta
Não vá elas se estragarem
E o pessoal não se vir
Só de olhar para elas
Daí se terem tornado
Os Verdadeiros Guardiões das Gajas Boas
É de notar que aqui nas terreolas
Só circulam canhões
Gordas e gajas feias
Esta sociedade faz o favor
De as canalizar para algum lado
Porque existe a crença instalada
Que sexo representa o mal
Deve ter sido das vezes
Que ouviram o padre a falar nas missas
Que o pessoal anda injectado
Com as suas palavras
Ou então é fruto
Da merda da cultura
Da essência desta merda deste país
Portugal

Postado pelo grande amigo do Professor Fusível Social

O Copo de Vinho, a Cerveja e o Tremoço

Eles encontraram-se mais uma vez para o convívio da semana, no tasco do costume. O tasco do sr. Aurélio.

Puseram as cartas em cima da mesa e deram início ao jogo. O jogo maquievélico da vida. O que se passa, o que se vai passar e suas soluções práticas.

Copo de Vinho é sempre o primeiro a abrir o jogo, Cerveja o segundo e finalmente o Tremoço.

Copo de Vinho, o mestre faz sempre aberturas dignas de seu nome. Cerveja seu discípulo segue-o sempre atentamente. Tremoço fala pouco mas vai sempre seguindo no jogo dos mais velhos.

É neste convívio que se traçam os planos para a semana seguinte através do lúdico. São elaborados esquemas mirabolantes de estratégia aplicada. São sim uma verdadeira equipa. Bem equilibrados entre eles. Cada um com o seu papel nesta pequena sociedade...

O mestre quase todas as vezes domina e controla o jogo. Cerveja fica sempre com essa impressão. Tremoço apenas aprende sonhando um dia ser Copo de Vinho.

O jogo destes “caramelos” é como um jogo de xadrez só que mais difícil, isto devido à estratégia que poêm às suas jogadas, tipo poker jogado por cowboys de filmes americanos “armados até aos dentes”. Tremoço o mais novo e sempre a aprender às vezes fica baralhado com tanto malabarismo das cartas...

É um trio que retrata bem a sociedade. Que nos ensina que de novos até velhos temos que aprender muita coisa para sermos alguém. Copo de Vinho representa o mais alto nível da sociedade do conhecimento, Cerveja o caminho, e Tremoço a iniciação. Isto é claro aqui pois apresentado como uma analogia...

Filosofia Popular do Professor Fusível Social

Libertação e Expansão da nossa Mente

O objectivo de muita gente! Os cursos já não chegam, as drogas já não funcionam, o álcool só se for etílico para que no coma possamos despertar para o além, os livros só nos confundem, as viagens só nos fazem permanecer mais aqui, as pessoas nos mostram o que já sabemos, etc...Resposta ao problema: O Espaço e a Vida Extra-Terrestre, Sua Existência ou Não!

Da confusão que saem, os que vão em direcção ao Espaço, à procura de algo, ficamos nós a pensar: que sortudos e corajosos são!!!

Do outro lado: lá vêm eles patrulhar o espaço! Vamos criar aqui umas diversões psicológicas!!

Os Terrestres: Huston, Estamo-nos a sentir um pouco mal. Redford está com cólicas intra-gástricas!

Os Homens-Verde: Acabamos de experimentar a experiência nº 1...

Os Terrestres: Daqui Torre de Control, é melhor virem para a Lua ou regressarem para Home!

Os Que Estão Lá mas não se mostram: Temos que fazer mais uma visita das nossas ao planeta da confusão, The Earth.

Os Terrestres: Huston, vamos a caminho da Terra, temos pouca benzina, não importa iremos em ponto morto, é sempre a descer...

Os Inteligentes: Vamos ajudar aquele planeta a não se destruir? Pii-up-up-le-le-pii. Não! Não! Eles não merecem! Vamos estudar apenas o egoísmo social auto-destrutivo daquela sociedade!... Zoing... Zuun...

Haverá mesmo outras formas de vida? Será que a nossa mente num outro sítio do Espaço funcionaria melhor? Serão outras formas de vida inteligentes? Serão eles visíveis? Estarão em outras dimensões que não as nossas?, etc...Tudo questões que fica em aberto aos amantes da Paraciência Ufologia!

Questões do Cientista Professor Fusível Social

O Que Procuramos Nós!?

É acordar depois de uma noite de sono e batemos na mesma questão. Já encontrei aquilo que queria ou ainda tenho de continuar a procurar? Andamos à procura de alguma coisa é certo, mas não sabemos bem ao certo o que é! Se de facto sabemos mesmo se é isso que procuramos? Às vezes o sono é preenchido com essa procura escondida nos sonhos ou pesadelos que sonhamos. Saímos de casa para o nosso destino sempre constantemente a indagar, procuramos em tudo uma resposta, um sossego para a nossa agitação... Por vezes, pensamos encontrar a resposta, isto várias vezes, chegando nós a pensar se realmente sabemos o que procuramos, mais uma vez. Estará em nós, nas pessoas, no trabalho, nas coisas, na cultura, no ar, no passado, no presente, no futuro ou se será algo extraterrestrial?! A procura dos E.U.A.: Eles procuram algo! Será o que nos disseram?!...É de pensar...

Do Cientista Fusível Social

A Religião e sua Representação

O que é que a religião significa para nós nos nossos dias mais contemporâneos? Bem, poderão se dizer muitas coisas, por exemplo, a religião serve como um medicamento que se toma para os males do nosso viver, para a nossa incompreensão do que nos rodeia, porque nos sentimos bem em exercê-la, porque ficamos a saber mais coisas que não sabiamos, porque é uma forma de convívio, ou porque se pratica como a mesma coisa do que ir ao futebol, etc...

Dentro da religião podemos escolher uma quantidade considerável de opções presentes na sociedade que nos ofereçem os seus serviços, uns gratuitamente outros não. Podemos escolher uma opção ou várias.

Será verdade o que lá dizem?! Bem, aqui depende de cada um. Do que acreditam e do que procuram. É certo que nenhuma religião por si só poderá atender a todas as nossas ânsias e questões, que às vezes se poderam tornar incomodativas. Decerto percebem! Já houve quem disse que o melhor era “provar” um pouco de tudo. Haverá religiões mais indicadas para determinados assuntos, ou que os poêm de outra forma, daí às vezes, a escolha das pessoas.

Existe também a questão de estar na religião X por estar, porque a maioria está, ou porque simplesmente queremos essa mesma escolha.

Também podemos aqui dilatar o conceito Religião e partir para outros campos da sociedade, fazendo essas mesmas coisas como religião, como algo em que acreditamos e que nos faz sentir bem...

Irmandade do Professor Fusível Social

A Tribo os Phiches

A tribo os Phiches é uma peculiar tribo que habita o nosso planeta, a Terra. Conseguiram impor-se em relação às outras mantendo as suas caracteristícas que os diferenciam. O seu carácter distintivo é notório nas relações que têm com os outros, dentro do seu clã ou fora dele, fora da sua tribo. São indivíduos que conseguem manter uma relação com as pessoas com plena harmonia. Onde nessas relações são excluídas qualquer tipo de competição social, tudo isto feito de uma forma completamente natural, dada a sua maneira de ser. Os Phiches são uma tribo que abomina a guerra, em toda a sua concepção, buscam antes de mais, a paz e a harmonia humana. Como é que vemos isso? Simples! Estando com eles, ou convivendo com eles, ou ainda observando os seus comportamentos. São indivíduos que sabem estar no mundo, no espaço (local), na vida. Noção de território para eles é apenas uma questão administrativa. São um povo nada territorial, contentando-se apenas com o que têm, humildes também. Seguem o lema: cada coisa a seu tempo e conseguida merecidamente. Cada interacção social sua representa apenas e só apenas um conhecer mais e melhor a nova situação, não estando presente a noção de conquista. É uma tribo que segundo eles servem de ponte para todas as outras. É pois sua vontade humilde conhecerem e partilharem com as demais para um melhor viver. Porque segundo o chefe desta tribo: Nós com outros de uma forma pacífica e compreensiva, aqui no nosso mundo, podemos o conhecer melhor e a nós!

Fica aqui uma pequena descrição desta magnífica tribo que habita o mesmo mundo que nós...

Antropologia pelo Professor Fusível Social

Sociologia da Discoteca

Uns dias vamos lá e a palavra de ordem é Engate. Toda a gente Engata. Até as taças engatam os botelhos de champanhe. As colunas de som dançam de uma forma que nos poêm tolos. O porteiro está com um chumaço um pouco duvidoso. As gajas do bar metem os dedos nos copos. Os Dj´s engatam musicalmente. A cerveja dá-nos tesão. A bola de cristal parece que nos está a piscar os olhos constantemente. O pessoal que está na pista, derretem-se todos uns com os outros, parece o descongelamento dos glaciares, há quem se afogue lá no meio. Depois há as gajas que têm a mania que são boas que vão para lá só meter nojo. Chupa no dedo aqui não tocas na chicha. Recorrendo o pessoal desesperado mais tarde às suas amigas: as Putas…Etc


Outros dias vai-se á discoteca e é o Cazaquistão kill-kill-kill.


Noutros entra-se e assistimos a mais um videoclip tipo Michael Jackson – Triller: Vivências Charuto e Álcool Prime Time, acabando eles a noite com os olhos esbogalhados que mais parecem lanternas.


Há dias que é só pela música. Até dar peidos fica bem. Tudo uma questão de tom e harmonia...


Há outros dias em que a discoteca está mesmo fechada.




Experiências do Professor Fusível Social

Pais! Quero tirar um curso!

Tirar um curso em Portugal é como as músicas que se ouve por quem toca. Há que ter em atenção de ver quem as toca senão ferem os ouvidos do escutante criando distúrbios na sua personalidade. Sim a questão do Ensino em Portugal! É como jogar no euromilhões, normalmente só sai a um gajo! É necessário antes de mais todos os futuros alunos tirarem um curso de como ter aulas nas escolas, suas implicações no dia-a-dia de ser estudante, ou seja, tirar um curso de como ser estudante em Portugal, daí a fuga de muitos para outras bandas da europa e do mundo. Esta é pois a solução deste problema que realmente existe aqui na nossa ilha Portugal!

Solução Educacional Genial pelo Professor Fusível Social

Energia das Pessoas

A Taça de Graal da nossa sociedade não só procurada pelas mulheres mas também por muitos homens. Aquilo que de facto a nossa vida anseia. A Harmonia em todos os seus aspectos, psicológica e social.

Somos confrontados, todos os dias, com diversos tipos de pessoas, tendo cada uma delas uma determinada frequência energética que poderá nos ser benéfica ou maléfica. Temos que exercer constantemente a nossa escolha que às vezes poderemos não ter alternativa de escolha dadas as circunstâncias da vida. O objectivo disto tudo é tentar harmonizar o mais possível durante a nossa vida, procurar as pessoas certas, estar no sítio certo. Pois é, isto não é fácil, daí o gozo que é viver. Estarmos na vida, às vezes em situações labirinticas e arranjarmos uma maneira de lá sairmos, encontrando a desejada harmonia energética que nos faz sentir como tudo está bem. Mas aqui isto leva-nos a outra questão: e os outros? Exacto, os outros também têm de ter em mente este tipo de procura, nada de pessoas negativas e destrutivas, para que possa então haver a tal sintonia energética entre todos, o que é ainda um pouco sonhador pensar assim tento em conta a sociedade em que estamos. Existe a necessidade de acabar com a ignorância das pessoas no geral face a este problema. Sermos de facto uma comunidade...Que é ao fim e ao cabo o que as pessoas do bem viver querem!

À nossa fonte pelo Professor Fusível Social

A Função do Namoro nos Países Baixos

A Função do Namoro nos Países Baixos: dar umas berlaitadas na senaita e falar de emoções! (foi bué da bom!!, quando é que vamos dar a próxima?) Por outras palavras, palavra de ordem de um povo que fala, come e respira “secho”. Ir ao buraco é como ir ao futebol tem que se ir e mais nada, nem importa se às vezes se vai contra a vontade o que interessa é ir...Bem, pura demência e de quem não vive aqui na Terra e ser tão cego para não ver a máquina social que está por detrás do SEXO. O negócio que esta merda representa para o mundo em si, se formos a ver tudo anda à volta do SEXO. Pura parolice do ser macho ou fêmea e de quem não for nem uma coisa nem outra é porque “anda de marcha atrás” ou seja é paneleiro, homossexual para comunidade doutoral, não se vendo com isto o quanto esta sociedade é infantil...há vitaminas na farmácia para crescimento!

Observações sexológicas do Professor Fusível Social

quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012

Realidade Social de uma terra de Portugal

Realidade Social de uma terra de Portugal dum caro amigo meu: Milheirós de Poiares Parvónia Hollywood City. Uma terra onde ninguém, ao que parece, sabe quem é, no que se torna durante o dia, nas interacções socias ou no campo psicológico pessoal. É de constatar que a dita terra é como os ensaios cinematográficos efectuados em Hollywood, Los Angeles, Califórnia, E.U.A. Em que mal desperta o dia ou às vezes de madrugada se põe em práticas as mais avançadas técnicas do cinema social contemporâneo, em que actores, figurantes, palcos, situações, se unem para criar com muita imaginação, e noites perdidas de engendramento, mais um “filme” que, diga-se de passagem ultrapassa as expectativas. O cinema e o teatro que por aí se faz não chega aos calcanhares destes trailers daqui da parvónia Milheirós de Poiares...Aconselho vivamente uma visita a esta terra!



P.S. Milheirós de Poiares, Santa Maria da Feira, Aveiro, Portugal



Do atento Professor Fusível Social

Manual da Salvação: Como Chatear as Pessoas ao Volante de um Automóvel

a) Aparecer nas curvas sem que a vítima se aperceba ora para direita ora para esquerda, tanto faz.

b) Surpreender nos cruzamentos, semáforos, sinais STOP ou no desvios de entidades que pairam na estrada.

c) Aparecer de óculos de sol anos 80 e a ouvir Iron Maiden nas alturas.

d) A usar todas as técnicas de sedução da revista Maria

e) A expressar o gesto universal da harmonia cá na Terra.

f) A acelerar o automóvel até atingir os 115 decibéis que dá um efeito de passadice mental “parto-te já o focinho”.

Mais conselhos do Professor Fusível Social

Bullying Televisivo

Basta ligar a televisão para assistirmos passado um pouco o quanto agressiva pode se tornar. Isto a nível sonoro, a nível verbal, a nível visual, etc... A nível sonoro desde a musica que por lá passa, analisando um pouco; a nível verbal, o discurso que se ouve que esconde por vezes subtilmente puro bullying; a nível visual, as imagens, as cores, etc...Parece que às vezes não estamos a ver nada senão a sermos agredidos por alguém por detrás dos conteúdos, tipo uma massa controladora de informação que nos mina a mente, que vai dar às mensagens subliminares que tanto se fala. Um utensílio controlador da sociedade...É de pensar.

P.S. Bullying: é um termo inglês utilizado para descrever atos de violência física ou psicológica, intencionais e repetidos, praticados por um indivíduo (bully ou "valentão") ou grupo de indivíduos com o objetivo de intimidar ou agredir outro indivíduo (ou grupo de indivíduos) incapaz(es) de se defender.

Constatação do estimado Professor Fusível Social.

A Guerra das Bandas

-Ó Martins, vamos montar uma banda para partir esta merda toda!

-Curtição Fagundes, bora lá!

-Temos que arranjar uns instrumentos, fonix!

-Tou a ver aqui um esquema do caraças!

-Diz lá

-Vai ser assim...

-...

-...

-...

-...

No final, passado aí uma três horas, 5 charutos, e umas cabeçadas na parede decidiram. Compraram dois automóveis.Um todo quitado tipo tunning e outro um carro normal a gasolina meio fodido na chapa. Pegaram nos automóveis e foram fazer música para a estrada!!!...

O Mundo está perdido! Somos os maiores! Espanto do Professor Fusível Social

Jesus Cristo e o Metal

Jesus filho de Deus, o Deus em que tudo de superior é seu fruto e que todos seus ensinamentos são linhas das quais não nos podemos desviar. Assim reza a bíblia em palavras simples...

O Metal uma forma de religião ou culto alternativo da nossa sociedade albergando todo o tipo de questão que o nosso pequenino cérebro possa imaginar, às vezes, nem mesmo fumado uns cacetes do melhor, aí encontrado nas nossas ruas.

O que uma coisa tem a ver com a outra? Que ligação existirá entre os dois? Serão opostos, antagónicos? __???+00

Jesus Cristo de facto curtia Metal, estava mais próximo da era do metal do que nós por isso concluo que de facto Jesus Cristo era um metaleiro. Para o castigarem os romanos não lhe fizeram a vontade, uma cruz de metal, mas sim de madeira que se lixou! Mais uma conclusão brilhante de génio, dois pontos, na tabela mais longe.

A vontade do universo é afastarmo-nos do Metal, cada vez mais estamos afastados da sua era, daquela realidade psicológica em que tudo se via sem os artefactos da nossa vigente sociedade. As interferências que sentinos neste nosso viver...Assim o Metal surge como som que é como uma máscara que a gente usa para se proteger desta envolvente ambiental meia doentia que não nos deixa os olhos, o corpo, a alma ver!

Daí usar esta analogia com Jesus Cristo um pouco cómica fazendo ressaltar o porquê de Jesus Cristo ser quem foi, e os outros não. Porquê? Porque os outros talvez representavam iludindo Jesus Cristo levando isto à sua morte. Nada mais do que uma conspiração muito bem encenada!...

Jesus já não conseguia ver a realidade que o cercava, não havia Metal na altura, Venon ainda não existia, Jesus acabou por se lixar na sua ilusão. A Utópica Paz encenada entre nós todos à base de orações de palavras, etc...

Cada vez mais estamos contaminados com tudo que existe, quanto mais existe, mais nos anti-existe, um paradoxo das nossas vidas...

Reflexões do Professor Fusível Social.

A futura Psicóloga

A futura Psicóloga acorda de manhã lá por volta do meio-dia, sempre cansada como o caraças, almoça e lá para as 3 vai para a faculdade. Pelo caminho tenta encontrar alguém para o estudar psicologicamente ou então anda atrás de algum gajo que não curte, normal dor de cotovelo, e então dá azo aos seus estudos idiossincrásicos psicológicos desse determinado indivíduo para mais tarde fazer uma tese, isto se chegar ao fim do curso sabe lá Zeon como.

É triste esta nova espécie que surge entre nós mas como os nossos amigos verdes são pacientes toleram este tipo de comportamento desviante marcadamente psicopatológico.

Dum turísta amigo do Professor Fusível Social

O Trabalho

Tendo em conta as premissas da nossa sociedade face ao Trabalho e peremptoriamente o que as pessoas pensam acerca dele chegamos à conclusão que não chegamos a nenhum lado. Mais, estamos fritos, pois Trabalho é Trabalho e é aquilo que a gente que trabalha sabe: uma Valente Guerra. Nem o caso de Vietnam chega aos calcanhares das subtilezas que esta guerra, o Trabalho representa. Não passa senão duma encenação muito bem disfarçada da Guerra propriamente dita, uma guerrilha social tecnicamente muito bem elaborada. Ou seja, não chega ser soldado, tropa, guerrilheiro, lutador, o que se quiser pensar, nem mesmo John Rambo se via como herói.

Os comportamentos de quem trabalha são de quem sobrevive nesta grande confusão marcial em que cada um desenvolve ou trás de casa as armas que mais lhe convier para dar azo ao sucesso de mais uma jornada de trabalho.

Pode-se aqui estudar as características de quem trabalha ou de quem que faz que trabalha ou ainda de quem trabalha e destrói ao mesmo tempo. Penso que é observável a todos, não será necessário citar exemplos mas, posso dar um pequeno exemplo tipo uma costureira que ao trabalhar na sua máquina vai engendrando sonoridades incomodativas do género não se metam comigo que eu sou muita má, etc...A imaginação e a atenção são agora aquilo que a gente precisa para descobrir mais situações do género.

A guerra O Trabalho dá-se em toda a parte do contexto social, em casa, nas estradas, nos media, nos espaços de lazer, durante o sono, durante o sexo, etc... É mesmo a Guerra!!! Salvam-se os que conseguem e muitos morrem exactamente como as guerras que as televisões nos mostram ou os filmes dos cineastas americanos. As mortes na sociedade pelo Trabalho podem ser desistências de trabalhos, doenças, etc... O caos humano que se avizinha...

Apesar deste olhar caótico e marcial do Trabalho ele ainda consegue ser às vezes boa disposição, bem-estar, convivêncial, de camaradagem, etc, tudo entre gente adulta é claro, porque também o que foi dito foi dito por causa das crianças que assolam o mundo do Trabalho.

Mais nada irei dizer então despedindo-me com os cumprimentos do Professor Fusível Social...

O Controle Internético

Para começar, Sim à Censura, Sim à PIDE, Sim ao facismo, Sim à Ditadura, Sim aos Polícias do Mundo...

O Controle Internético. Descrito como uma actividade desenvolvida por artolas que gerem a informação da net, tipo os gajos a quem a gente paga a merda da Internet.

Os Artolas são outro povo habitante do nosso mesmo e comum mundo Terra que teimam invadir a liberdade de expressão aqui na nossa maravilhosa Terra, na nossa maravilhosa freguesia, no nosso maravilhoso concelho, no nosso maravilhoso distrito, no nosso maravilhoso país e na nossa maravilhosa Europa, etc.

Pagamos um serviço e somos mal prestados, conclusão, não nos deixam fazer o que queremos. Conclusão: opressão tecnológica ao mais alto nível.

O Controle Internético também se verifica nas buscas que fazemos ao apercebermo-nos nas subtis mensagens que por lá param. Ou seja, pura agressão, ameaças, ofensas, etc..Concluíndo: Bullying tecnológico ao mais alto nível e de primeira divisão só para os melhores jogadores.

Querem-nos bater é certo. Tou cheio de medo. Já me borrei todo... Corajoso este gajo!

Abram os olhos a esta situação contemporânea semeada com estas sementes más de indivíduos que habitam a nossa sociedade!!!

Um desabafo do estimável Professor Fusível.

A Tribo Os Xatoos

Segundo os antropólogos mais conceituados do merkado a tribo dos Xatoos é caracterizada por ser constituída por elementos chatos como o caraças em que todo o seu comportamento se reduz à naúsea das suas vítimas. De tudo um pouco fazem para atingir seus objectivos petulantes. A agressão é palavra de ordem nas suas atitudes diárias e nocturnas. Seria necessário que alguém acabasse com este tipo de situação. Os antropólogos neste momento não conseguem explicar este comportamento estando neste momento nos seus laboratórios a ensaiar experimentos solucionavéis. Novas teorias hão-de surgir, mas nada de prática, ora bolas! Cientistas americanos estão a tentar desenvolver um novo super-herói para combater este crime que viola sem dúvida a paz merecedora dos cidadãos.

Tenta-se concluir como estes seres vivem à milhares de anos, como comem, o que fazem, se trabalham, etc, se vivem ao menos!...

Livros e resmas de artigos foram feitos para tentar explicar este povo, mas nada adiantou para elucidar como estas criaturas tão inteligentes conseguem ser assim...

Surge aqui uma necessidade comunitária de se criar uma associação ou um partido eficaz de facto para que esta bagunça social se extinga de uma vez por todas ressurgindo sim a paz utópica da nossa sociedade!

Antropologia quotidiana pelo Professor Fusível Social...

Os Beras e as Beras Daki

Falando um pouco de História, os Beras eram um povo, uma legião, um grupo, um bando de indivíduos com determinadas características físicas e psicológicas que habitavam e ainda habitam aqui na Terra, nas terras, nos sítios, bem aonde possam estar na sua realidade imposta anti-diferença. São gajos e gajas que seu objectivo é controlar o mundo, as pessoas, os gatos, os cães e às vezes uns insectos esquisitos como o caraças que agora não me lembro do nome. Por outras palavras, o espaço em que estão tem de ser controlado ao milésimo, isto também para pessoas que os rodeiam, etc. O que sentem e o que pensam para serem assim leva-nos a duas conclusões: sentem-se de certo mal com essa megalomania, ponto! Exemplos de situações: É saires de casa para ir trabalhar passares num tasco para tomar um café e observares aquele ambiente tipo western o mais bera possível e que possas imaginar com a gratificação de sentires aquela merda toda que alguns ainda dizem que se trata da sociabilização da sociedade, e um gajo pensa foda-se que palavras tão bonitas para descrever tamanha bosta, foda-se. Um outro exemplo, é ires de carro na tua e mirares o comportamento alheio e reparar na guerra que isto aqui nestas bandas é para se fazer alguma coisa. Tipo Beirute anos 80 à hora de ponta...
E aqui ficou mais um relato da nossa terra que a gente habita concluíndo e chegando mesmo à conclusão clara como a água por que é que os extraterrestres desistiram de nós...É para pensar!

a continuar...

Um abraço da Antropologia pelo professor Fusível Social

Os Veículos e a sua Psico-Condução!

É de reparar que Manel nem sempre conduz da mesma maneira. Quando vem com os azeites nota-se logo na sua condução maravilhosa. As sinfonias que cria no seu veículo...É de pensar!

Agora mais a sério!...

É de notar que na sociedade o trânsito tomava formas normais, a normalidade, o trânsito é aquilo que a gente está habituado a ouvir e sentir, pois é, mas analisando com mais atenção reparamos que o dito trânsito além de ser um mero ruído é também música e condicionamento. Explicando melhor... O trãnsito como uma melodia influencia-nos de uma determinada maneira, planeada ou não, pode ser maquinada ou em livre execução, levando-nos a sentir ou a apercebermo-nos de determinadas realidades o que também nos pode levar às paisagens sonoras tão bem faladas que explicam o porquê de nós nos sentir de determinada maneira num determinado dia. Isto tudo pode ser a mera vida do dia-a-dia ou ser um plano engendrado, uma manipulação daí o condicionamento, daí a música em toda a sua capacidade...Somando os dois o poder da mente!!

Constatações do Professor Fusível Social

segunda-feira, 30 de janeiro de 2012

Os Passados e Passadas Atrás de um Volante

São gajos e gajas
Que pertencem ao passado
Já não são deste mundo
São estes gajos e gajas
Que também habitam
As nossas estradas
Temos que os aturar
Quando tiraram a carta
Lá pensaram
Que a estrada seria sua
Podendo fazer
O que lhes desse na gana
Tudo fruto de uma educação
Que parece que não há
Nunca houve
Dá para perceber
Que não sabem o que é um carro
Apenas o conduzem
Fazendo a merda que a gente vê
Mais valia irem para uma feira
E andarem de carrinhos de choque
E foderem-se
Uns aos outros
Quando aquilo começasse a aquecer
Tiravam mais umas fichas
E mais umas voltinhas
De carrinho de choque
Podiam levar uma gaja
Ou uma boneca insuflável
E o divertimento nunca mais acabava
Em vez de andarem na estrada
De trombas
Passados
Com o decorrer do trânsito
Parece estar a faltar alguma coisa
Alguma coisa deve estar errada

Comissão dos Amigos da Estrada

A Merda Social nas Estradas de terra em terra

É andar de um lado para o outro
E presenciar à guerra campal
A confusão social
A jiga na província
Como não há nada que fazer
Fazer merda é uma alternativa
Como tudo fica cagado
Em merda ficamos mergulhados
Como começa a cheirar mal
É o salve-se quem puder
Já ninguém parece se entender
A confusão está instalada
No meio da parvónia das gentes
Gentes destas terras
Que fazem dos seus passeios
Autênticos duelos
A ver quem é o mais forte
O mais filho da puta
Faz crescer cabelo nos colhões
E ramificação florestal
Em baixo na passarinha
É uma vontade destrutiva
Que se faz sentir em toda a gente
Quando é que a palhaçada acaba?!
E crescem de vez os putos?!
Não é melhor ficar em casa?!
A ver o lixo da telivisão!

Comissão dos Amigos da Estrada

Nova Zona de Engate no Furadouro

A trela anda à solta
À que prender o bicho
O bicho das gajas
Elas são de facto boas
Boas como o milho maduro
Acompanhado a copo de tinto
Elas fazem despertar
A paixão que há num gajo
Matando o marasmo
Desta merda de vida social
Anda-se de um lado para o outro
A curtir a natureza
E lá aparecem as gajas
Deve ser do clima
Ou da fome da estação
Parecem andar à caça
À caça de hóme
Como aqui na zona
À falta de gaja boa
O pessoal anda um bocado
Descontente da vida
Já duma filosofia
Nem fodem
Nem deixam foder
Estas gentes dificultam
O trabalho de um gajo
Em encontrar uma gaja em condições
Já para não falar
Da paneleiragem que se assiste
Nas territas do Além
Era preciso uma mudança
Um caminhar para o futuro
Chega de paneleiros!

A Positividade nas Relações Humanas

A Garrafita de Vinho e a Condução Demoníaca

Aperta o dia
Aparece a sede descomunal
Vontade de beber mais um copo
Se faz favor
Branco ou tinto maduro natural
Servido numa tacinha
E com a benção de Deus
Zupa!
Já cá canta mais um copo
Começa-se de facto a pensar
Raciocinar mais merda de certeza
Pois com vinho
Tinto ou branco
A mente não descorre muito bem
Quando chegamos à estrada
A via parece-nos diferente
Logo exige-nos mais habilidade
Para as merdas que fazemos
Tirando a vontade de cagar
Que é beber vinho
Logo a condução
Toma determinados efeitos
Efeitos de quem vem encharcado da vela
O último poiso
Será mais um tasco
Mais um copo de vinho
Ou assentar praça em casa
A aturar a mulher
Daí o resultado da merda que fazemos

Crónicas das Terras de Baco

A Existência ou não de Deus em Milheirós de Poiares

Segundo palavras de um filósofo
Deus não existe
É apenas a invenção de uns homens
Da religião
A existência de Deus
Surgiu para o consolar
Foi um negócio que se criou
À volta da identidade de Deus
Alguém com poderes supra-humanos
Que nos vigia constantemente
Se há tanta merda no mundo
E é o homem que a faz
Porque Deus não o corrige?
Isto leva a descrer
A existência do então Deus
Deus só faz sentido
Dentro das portas da Igrejas
Aonde os padres vomitam
Lixo religioso para as nossas cabeças
De maneira a andarmos bêbados
Com as suas palavras

Comissão dos Amigos da Verdade

Os Odeosos das Terreolas (Os O.D.T.)

Quando saem à rua
Parece que as suas vidas
Servem para se matarem
Uns aos outros
Basta ver nos olhos deles
O ódio latente
Parece que querem bater em todos
Já não há sôssego
Como compraram a rua
À Junta de Freguesia
Consideram-se donos dela
E da merda do mundo
Gostam de mandar
Controlar
Seria melhor antes
Controlar passarinhas
E andorinhas da primavera
Em vez de andarem a perder tempo
Na rua com estas merdas
Está visto que se trabalha pouco
Por estas bandas
É mais trabalho teatro
Para o zé povinho ver
E acreditar na novela
De que se anda a fazer alguma coisa
À patrões que pagam
Para ver isso
Seria agora tempo
De acabar com esta merda
Que se assiste na rua
Ou então
Mudarem de profissão
E tornarem-se
Policias da vida dos outros
Uma profissão muito em voga
Aqui nas Terreolas do Além
Além disso
A gasolina e o gasóleo estão caros
É tempo de poupar
Austeridade
Fazer um esforço suplementar
Poupança

Comissão dos Amigos da Estrada

A Mafia no Futebol

Jogo para ali
Jogo para acolá
Jogador para ali
Jogador para acolá
Transferência assim
Transferência assado
Indrominanços nos resultados
Dá cá o meu
Bota para o bolso
Andar a chorar ao governo
Venha daí mais um estádio novo
Arbitagem assim
Arbitagem agora desta maneira
Equipas a fazer de jogadores de merda
Grandes estrelas do relvado
Reinaldo Teles para aqui
Reinaldo Teles para ali
Clubes falidos
Já não se inventa dinheiro
O povo a assistir
E assim vai o futebol

Associação de Anti-corrupção

terça-feira, 24 de janeiro de 2012

São João de Ver: terra das Putas

Um gajo vem com a nossa viatura
A passar em direcção ao Porto
Ou em direcção a Aveiro
E o que encontra?
Só casas e casinhas de putas
Numa terra chamada
São João de Ver
Queres cona!?
Queres mandar para o buraco!?
Vem a São João de Ver
Putas não faltam
Para os gajos que andam de marcha atrás
Vem aqui o problema é outro
Cá em Portugal
Temos São João da Madeira
Para os amantes de pacote
Como é uma terra
De fufas e paneleiros
Tem muito por onde escolher
Não faltam lá sítios
Para levar no cú
Desde sítios gays
A bares gays
A cafés gays
Ou seja
Uma paneleiragem do caralho
Lá para aquelas bandas
O melhor é vir a São João de Ver
Não tem nada que enganar
E ainda se pode conhecer
Boa cona
Mesmo aqui nas terreolas
Do Além

Conologia e Tarrequeta pelo Exmo. Sr. Pénis

Os Cavaleiros do Apocalipse a passar em Milheirós de Poiares

Entidades vindas directamente do espaço
Cuja actividade:
Não temos nada que fazer
Passam o dia todo
E algumas noites
Madrugadas
A chatear os cornos uns aos outros
Estes cavaleiros
Defensores de D. Afonso Henriques
Ainda vivem na esperança
De o encontrar ainda vivo
As cavalgaduras
Pelo dia fora
E noites especiais de chatice
Fazem lembrar as Cruzadas dos Destemidos
Em procura do seu senhor
Para erguerem seus castelos
O vinho agora cada vez está melhor
E leva-nos a representar
Tamanhas façanhas epopeicas
Cavaleiros do Apocalipse
Agora andam à solta
Cada um mais tolo que o outro
Cada um tem a sua panca
O passatempo agora aqui nas terreolas
É jogar o Euromilhões
Ou então coleccionar a caderneta
Dos Cromos do Apocalipse
Quem encher mais depressa a coleccção
Ganha um cavalo com duas orelhas
E 10 000 fardos de palha
Só visto!

Narrativas Históricas pelo Professor Hermano Saraiva Enciclopédia Viva