São gajos e gajas
Que pertencem ao passado
Já não são deste mundo
São estes gajos e gajas
Que também habitam
As nossas estradas
Temos que os aturar
Quando tiraram a carta
Lá pensaram
Que a estrada seria sua
Podendo fazer
O que lhes desse na gana
Tudo fruto de uma educação
Que parece que não há
Nunca houve
Dá para perceber
Que não sabem o que é um carro
Apenas o conduzem
Fazendo a merda que a gente vê
Mais valia irem para uma feira
E andarem de carrinhos de choque
E foderem-se
Uns aos outros
Quando aquilo começasse a aquecer
Tiravam mais umas fichas
E mais umas voltinhas
De carrinho de choque
Podiam levar uma gaja
Ou uma boneca insuflável
E o divertimento nunca mais acabava
Em vez de andarem na estrada
De trombas
Passados
Com o decorrer do trânsito
Parece estar a faltar alguma coisa
Alguma coisa deve estar errada
Comissão dos Amigos da Estrada
segunda-feira, 30 de janeiro de 2012
A Merda Social nas Estradas de terra em terra
É andar de um lado para o outro
E presenciar à guerra campal
A confusão social
A jiga na província
Como não há nada que fazer
Fazer merda é uma alternativa
Como tudo fica cagado
Em merda ficamos mergulhados
Como começa a cheirar mal
É o salve-se quem puder
Já ninguém parece se entender
A confusão está instalada
No meio da parvónia das gentes
Gentes destas terras
Que fazem dos seus passeios
Autênticos duelos
A ver quem é o mais forte
O mais filho da puta
Faz crescer cabelo nos colhões
E ramificação florestal
Em baixo na passarinha
É uma vontade destrutiva
Que se faz sentir em toda a gente
Quando é que a palhaçada acaba?!
E crescem de vez os putos?!
Não é melhor ficar em casa?!
A ver o lixo da telivisão!
Comissão dos Amigos da Estrada
E presenciar à guerra campal
A confusão social
A jiga na província
Como não há nada que fazer
Fazer merda é uma alternativa
Como tudo fica cagado
Em merda ficamos mergulhados
Como começa a cheirar mal
É o salve-se quem puder
Já ninguém parece se entender
A confusão está instalada
No meio da parvónia das gentes
Gentes destas terras
Que fazem dos seus passeios
Autênticos duelos
A ver quem é o mais forte
O mais filho da puta
Faz crescer cabelo nos colhões
E ramificação florestal
Em baixo na passarinha
É uma vontade destrutiva
Que se faz sentir em toda a gente
Quando é que a palhaçada acaba?!
E crescem de vez os putos?!
Não é melhor ficar em casa?!
A ver o lixo da telivisão!
Comissão dos Amigos da Estrada
Nova Zona de Engate no Furadouro
A trela anda à solta
À que prender o bicho
O bicho das gajas
Elas são de facto boas
Boas como o milho maduro
Acompanhado a copo de tinto
Elas fazem despertar
A paixão que há num gajo
Matando o marasmo
Desta merda de vida social
Anda-se de um lado para o outro
A curtir a natureza
E lá aparecem as gajas
Deve ser do clima
Ou da fome da estação
Parecem andar à caça
À caça de hóme
Como aqui na zona
À falta de gaja boa
O pessoal anda um bocado
Descontente da vida
Já duma filosofia
Nem fodem
Nem deixam foder
Estas gentes dificultam
O trabalho de um gajo
Em encontrar uma gaja em condições
Já para não falar
Da paneleiragem que se assiste
Nas territas do Além
Era preciso uma mudança
Um caminhar para o futuro
Chega de paneleiros!
A Positividade nas Relações Humanas
À que prender o bicho
O bicho das gajas
Elas são de facto boas
Boas como o milho maduro
Acompanhado a copo de tinto
Elas fazem despertar
A paixão que há num gajo
Matando o marasmo
Desta merda de vida social
Anda-se de um lado para o outro
A curtir a natureza
E lá aparecem as gajas
Deve ser do clima
Ou da fome da estação
Parecem andar à caça
À caça de hóme
Como aqui na zona
À falta de gaja boa
O pessoal anda um bocado
Descontente da vida
Já duma filosofia
Nem fodem
Nem deixam foder
Estas gentes dificultam
O trabalho de um gajo
Em encontrar uma gaja em condições
Já para não falar
Da paneleiragem que se assiste
Nas territas do Além
Era preciso uma mudança
Um caminhar para o futuro
Chega de paneleiros!
A Positividade nas Relações Humanas
A Garrafita de Vinho e a Condução Demoníaca
Aperta o dia
Aparece a sede descomunal
Vontade de beber mais um copo
Se faz favor
Branco ou tinto maduro natural
Servido numa tacinha
E com a benção de Deus
Zupa!
Já cá canta mais um copo
Começa-se de facto a pensar
Raciocinar mais merda de certeza
Pois com vinho
Tinto ou branco
A mente não descorre muito bem
Quando chegamos à estrada
A via parece-nos diferente
Logo exige-nos mais habilidade
Para as merdas que fazemos
Tirando a vontade de cagar
Que é beber vinho
Logo a condução
Toma determinados efeitos
Efeitos de quem vem encharcado da vela
O último poiso
Será mais um tasco
Mais um copo de vinho
Ou assentar praça em casa
A aturar a mulher
Daí o resultado da merda que fazemos
Crónicas das Terras de Baco
Aparece a sede descomunal
Vontade de beber mais um copo
Se faz favor
Branco ou tinto maduro natural
Servido numa tacinha
E com a benção de Deus
Zupa!
Já cá canta mais um copo
Começa-se de facto a pensar
Raciocinar mais merda de certeza
Pois com vinho
Tinto ou branco
A mente não descorre muito bem
Quando chegamos à estrada
A via parece-nos diferente
Logo exige-nos mais habilidade
Para as merdas que fazemos
Tirando a vontade de cagar
Que é beber vinho
Logo a condução
Toma determinados efeitos
Efeitos de quem vem encharcado da vela
O último poiso
Será mais um tasco
Mais um copo de vinho
Ou assentar praça em casa
A aturar a mulher
Daí o resultado da merda que fazemos
Crónicas das Terras de Baco
A Existência ou não de Deus em Milheirós de Poiares
Segundo palavras de um filósofo
Deus não existe
É apenas a invenção de uns homens
Da religião
A existência de Deus
Surgiu para o consolar
Foi um negócio que se criou
À volta da identidade de Deus
Alguém com poderes supra-humanos
Que nos vigia constantemente
Se há tanta merda no mundo
E é o homem que a faz
Porque Deus não o corrige?
Isto leva a descrer
A existência do então Deus
Deus só faz sentido
Dentro das portas da Igrejas
Aonde os padres vomitam
Lixo religioso para as nossas cabeças
De maneira a andarmos bêbados
Com as suas palavras
Comissão dos Amigos da Verdade
Deus não existe
É apenas a invenção de uns homens
Da religião
A existência de Deus
Surgiu para o consolar
Foi um negócio que se criou
À volta da identidade de Deus
Alguém com poderes supra-humanos
Que nos vigia constantemente
Se há tanta merda no mundo
E é o homem que a faz
Porque Deus não o corrige?
Isto leva a descrer
A existência do então Deus
Deus só faz sentido
Dentro das portas da Igrejas
Aonde os padres vomitam
Lixo religioso para as nossas cabeças
De maneira a andarmos bêbados
Com as suas palavras
Comissão dos Amigos da Verdade
Os Odeosos das Terreolas (Os O.D.T.)
Quando saem à rua
Parece que as suas vidas
Servem para se matarem
Uns aos outros
Basta ver nos olhos deles
O ódio latente
Parece que querem bater em todos
Já não há sôssego
Como compraram a rua
À Junta de Freguesia
Consideram-se donos dela
E da merda do mundo
Gostam de mandar
Controlar
Seria melhor antes
Controlar passarinhas
E andorinhas da primavera
Em vez de andarem a perder tempo
Na rua com estas merdas
Está visto que se trabalha pouco
Por estas bandas
É mais trabalho teatro
Para o zé povinho ver
E acreditar na novela
De que se anda a fazer alguma coisa
À patrões que pagam
Para ver isso
Seria agora tempo
De acabar com esta merda
Que se assiste na rua
Ou então
Mudarem de profissão
E tornarem-se
Policias da vida dos outros
Uma profissão muito em voga
Aqui nas Terreolas do Além
Além disso
A gasolina e o gasóleo estão caros
É tempo de poupar
Austeridade
Fazer um esforço suplementar
Poupança
Comissão dos Amigos da Estrada
Parece que as suas vidas
Servem para se matarem
Uns aos outros
Basta ver nos olhos deles
O ódio latente
Parece que querem bater em todos
Já não há sôssego
Como compraram a rua
À Junta de Freguesia
Consideram-se donos dela
E da merda do mundo
Gostam de mandar
Controlar
Seria melhor antes
Controlar passarinhas
E andorinhas da primavera
Em vez de andarem a perder tempo
Na rua com estas merdas
Está visto que se trabalha pouco
Por estas bandas
É mais trabalho teatro
Para o zé povinho ver
E acreditar na novela
De que se anda a fazer alguma coisa
À patrões que pagam
Para ver isso
Seria agora tempo
De acabar com esta merda
Que se assiste na rua
Ou então
Mudarem de profissão
E tornarem-se
Policias da vida dos outros
Uma profissão muito em voga
Aqui nas Terreolas do Além
Além disso
A gasolina e o gasóleo estão caros
É tempo de poupar
Austeridade
Fazer um esforço suplementar
Poupança
Comissão dos Amigos da Estrada
A Mafia no Futebol
Jogo para ali
Jogo para acolá
Jogador para ali
Jogador para acolá
Transferência assim
Transferência assado
Indrominanços nos resultados
Dá cá o meu
Bota para o bolso
Andar a chorar ao governo
Venha daí mais um estádio novo
Arbitagem assim
Arbitagem agora desta maneira
Equipas a fazer de jogadores de merda
Grandes estrelas do relvado
Reinaldo Teles para aqui
Reinaldo Teles para ali
Clubes falidos
Já não se inventa dinheiro
O povo a assistir
E assim vai o futebol
Associação de Anti-corrupção
Jogo para acolá
Jogador para ali
Jogador para acolá
Transferência assim
Transferência assado
Indrominanços nos resultados
Dá cá o meu
Bota para o bolso
Andar a chorar ao governo
Venha daí mais um estádio novo
Arbitagem assim
Arbitagem agora desta maneira
Equipas a fazer de jogadores de merda
Grandes estrelas do relvado
Reinaldo Teles para aqui
Reinaldo Teles para ali
Clubes falidos
Já não se inventa dinheiro
O povo a assistir
E assim vai o futebol
Associação de Anti-corrupção
terça-feira, 24 de janeiro de 2012
São João de Ver: terra das Putas
Um gajo vem com a nossa viatura
A passar em direcção ao Porto
Ou em direcção a Aveiro
E o que encontra?
Só casas e casinhas de putas
Numa terra chamada
São João de Ver
Queres cona!?
Queres mandar para o buraco!?
Vem a São João de Ver
Putas não faltam
Para os gajos que andam de marcha atrás
Vem aqui o problema é outro
Cá em Portugal
Temos São João da Madeira
Para os amantes de pacote
Como é uma terra
De fufas e paneleiros
Tem muito por onde escolher
Não faltam lá sítios
Para levar no cú
Desde sítios gays
A bares gays
A cafés gays
Ou seja
Uma paneleiragem do caralho
Lá para aquelas bandas
O melhor é vir a São João de Ver
Não tem nada que enganar
E ainda se pode conhecer
Boa cona
Mesmo aqui nas terreolas
Do Além
Conologia e Tarrequeta pelo Exmo. Sr. Pénis
A passar em direcção ao Porto
Ou em direcção a Aveiro
E o que encontra?
Só casas e casinhas de putas
Numa terra chamada
São João de Ver
Queres cona!?
Queres mandar para o buraco!?
Vem a São João de Ver
Putas não faltam
Para os gajos que andam de marcha atrás
Vem aqui o problema é outro
Cá em Portugal
Temos São João da Madeira
Para os amantes de pacote
Como é uma terra
De fufas e paneleiros
Tem muito por onde escolher
Não faltam lá sítios
Para levar no cú
Desde sítios gays
A bares gays
A cafés gays
Ou seja
Uma paneleiragem do caralho
Lá para aquelas bandas
O melhor é vir a São João de Ver
Não tem nada que enganar
E ainda se pode conhecer
Boa cona
Mesmo aqui nas terreolas
Do Além
Conologia e Tarrequeta pelo Exmo. Sr. Pénis
Os Cavaleiros do Apocalipse a passar em Milheirós de Poiares
Entidades vindas directamente do espaço
Cuja actividade:
Não temos nada que fazer
Passam o dia todo
E algumas noites
Madrugadas
A chatear os cornos uns aos outros
Estes cavaleiros
Defensores de D. Afonso Henriques
Ainda vivem na esperança
De o encontrar ainda vivo
As cavalgaduras
Pelo dia fora
E noites especiais de chatice
Fazem lembrar as Cruzadas dos Destemidos
Em procura do seu senhor
Para erguerem seus castelos
O vinho agora cada vez está melhor
E leva-nos a representar
Tamanhas façanhas epopeicas
Cavaleiros do Apocalipse
Agora andam à solta
Cada um mais tolo que o outro
Cada um tem a sua panca
O passatempo agora aqui nas terreolas
É jogar o Euromilhões
Ou então coleccionar a caderneta
Dos Cromos do Apocalipse
Quem encher mais depressa a coleccção
Ganha um cavalo com duas orelhas
E 10 000 fardos de palha
Só visto!
Narrativas Históricas pelo Professor Hermano Saraiva Enciclopédia Viva
Cuja actividade:
Não temos nada que fazer
Passam o dia todo
E algumas noites
Madrugadas
A chatear os cornos uns aos outros
Estes cavaleiros
Defensores de D. Afonso Henriques
Ainda vivem na esperança
De o encontrar ainda vivo
As cavalgaduras
Pelo dia fora
E noites especiais de chatice
Fazem lembrar as Cruzadas dos Destemidos
Em procura do seu senhor
Para erguerem seus castelos
O vinho agora cada vez está melhor
E leva-nos a representar
Tamanhas façanhas epopeicas
Cavaleiros do Apocalipse
Agora andam à solta
Cada um mais tolo que o outro
Cada um tem a sua panca
O passatempo agora aqui nas terreolas
É jogar o Euromilhões
Ou então coleccionar a caderneta
Dos Cromos do Apocalipse
Quem encher mais depressa a coleccção
Ganha um cavalo com duas orelhas
E 10 000 fardos de palha
Só visto!
Narrativas Históricas pelo Professor Hermano Saraiva Enciclopédia Viva
O Broche e o Minete
Antiga moeda de troca
Da antiguidade arcaica natural
Surgia com o objectivo
De se pagarem favores
Uma vez que moeda cunhada
Sofria alterações de valores
Assim o Broche e o Minete
Aparecem para combater esse problema
Além de também apagar
As vontades mais carnais
Num tempo em que havia mais naturalidade
E não a confusão destes tempos
Era mais fácil
A execução dum broche
Por parte duma dama
A um necessitado
Assim também como o minete
A uma donzela desconsolada
Desde as classes mais pobres
Até às mais abastadas
Na corte também existia o fenómeno
As donzelas eram as mais quentes
E os gajos dos minetes
Os mais experienciados
Dada a diversidade de cona perto do Rei
Já naquele tempo
Haviam inúmeras técnicas
Que as donzelas usavam
Para pôr feliz um gajo
Ou truques maquiavélicos
Que os gajos usavam
Para pôr a rir
As donzelas o dia todo
Velhos tempos
Os da antiguidade
Agora nos nossos tempos
Também se fazem broches e minetes
Com técnicas ainda mais avançadas
De levar um gajo ou uma gaja
Ao céu
Ao paraíso
Crónica de Sexualidade da Província Além Mar
Da antiguidade arcaica natural
Surgia com o objectivo
De se pagarem favores
Uma vez que moeda cunhada
Sofria alterações de valores
Assim o Broche e o Minete
Aparecem para combater esse problema
Além de também apagar
As vontades mais carnais
Num tempo em que havia mais naturalidade
E não a confusão destes tempos
Era mais fácil
A execução dum broche
Por parte duma dama
A um necessitado
Assim também como o minete
A uma donzela desconsolada
Desde as classes mais pobres
Até às mais abastadas
Na corte também existia o fenómeno
As donzelas eram as mais quentes
E os gajos dos minetes
Os mais experienciados
Dada a diversidade de cona perto do Rei
Já naquele tempo
Haviam inúmeras técnicas
Que as donzelas usavam
Para pôr feliz um gajo
Ou truques maquiavélicos
Que os gajos usavam
Para pôr a rir
As donzelas o dia todo
Velhos tempos
Os da antiguidade
Agora nos nossos tempos
Também se fazem broches e minetes
Com técnicas ainda mais avançadas
De levar um gajo ou uma gaja
Ao céu
Ao paraíso
Crónica de Sexualidade da Província Além Mar
Os Putos da Estrada
Os bébés da nossa sociedade
Que se vingam das suas frustrações
A foderem ou importunarem as pessoas
Com a merda das suas viaturas
O Pópó a quatro rodas
Ou a motorichada
Para os amantes de duas
Que quando andam fodidos do capacete
O Demónio vem à Terra
A maldade instala-se no planeta
Como isto cá em baixo
Mais parece um infantário
De puto e puto
De um lado para outro
Birra aqui
Birra ali
A gente que os ature
Quando a putalhada anda chateada
Também se instala a sua prima
A azia do caralho
Pelas manhãs
Ou durante os dias
É o que se assiste nas terreolas
A canalhada vem por aí abaixo
Ou por aí acima
Desde Pigeiros
A Cesár
A Milheirós de Poiares
A Romariz
E toda a merda vai parar
A São João da Madeira
Tirando alguns
Que ainda vão cagar
A Santa Maria da Feira
Ou cagar mais longe
Para outras terreolas
Até cagarem mesmo todos
No Porto
Ou em Aveiro
Há ainda os viagantes
Que vão cagar ainda mais longe
Lisboa
Terras do Alentejo
E Algarve
Os Putos não crescem
Basta andar na estrada
Para ver esta merda toda
Comissão dos Amigos da Estrada
Que se vingam das suas frustrações
A foderem ou importunarem as pessoas
Com a merda das suas viaturas
O Pópó a quatro rodas
Ou a motorichada
Para os amantes de duas
Que quando andam fodidos do capacete
O Demónio vem à Terra
A maldade instala-se no planeta
Como isto cá em baixo
Mais parece um infantário
De puto e puto
De um lado para outro
Birra aqui
Birra ali
A gente que os ature
Quando a putalhada anda chateada
Também se instala a sua prima
A azia do caralho
Pelas manhãs
Ou durante os dias
É o que se assiste nas terreolas
A canalhada vem por aí abaixo
Ou por aí acima
Desde Pigeiros
A Cesár
A Milheirós de Poiares
A Romariz
E toda a merda vai parar
A São João da Madeira
Tirando alguns
Que ainda vão cagar
A Santa Maria da Feira
Ou cagar mais longe
Para outras terreolas
Até cagarem mesmo todos
No Porto
Ou em Aveiro
Há ainda os viagantes
Que vão cagar ainda mais longe
Lisboa
Terras do Alentejo
E Algarve
Os Putos não crescem
Basta andar na estrada
Para ver esta merda toda
Comissão dos Amigos da Estrada
A Revolta das Fufas de São João da Madeira
Se acorda com uma azia do caralho
Logo pelas manhãs malditas
Não temos nada que fazer
Passear a crica nas estradas
É uma alternativa a pensar
Nem se pensa duas vezes
Mete-se o pacote no assento
As patas no volante
E os cascos nos pedais
Aí vamos nós
Vestimo-nos a preceito
Moda Cócó-Pipi
Aí não me toques
Que eu desafino
Vamos partir a loiça toda
E assim passamos os dias
Para trás e para a frente
De merda em merda place
A fazer mais merda
Porque não gostamos do gajo
Andamos enjoadas
Maldispostas com a vida
Passear a passarinha
Faz-nos sentir melhor
E o mundo que nos ature
Uma realidade de se passa
Em São João da Madeira
Com estas malditas Fufas
Que na vez de se casarem
Ou darem umas valentes fodas
Ao contrário de andarem a incomodar
Os demais
Comissão dos Amigos da Estrada
Logo pelas manhãs malditas
Não temos nada que fazer
Passear a crica nas estradas
É uma alternativa a pensar
Nem se pensa duas vezes
Mete-se o pacote no assento
As patas no volante
E os cascos nos pedais
Aí vamos nós
Vestimo-nos a preceito
Moda Cócó-Pipi
Aí não me toques
Que eu desafino
Vamos partir a loiça toda
E assim passamos os dias
Para trás e para a frente
De merda em merda place
A fazer mais merda
Porque não gostamos do gajo
Andamos enjoadas
Maldispostas com a vida
Passear a passarinha
Faz-nos sentir melhor
E o mundo que nos ature
Uma realidade de se passa
Em São João da Madeira
Com estas malditas Fufas
Que na vez de se casarem
Ou darem umas valentes fodas
Ao contrário de andarem a incomodar
Os demais
Comissão dos Amigos da Estrada
O Chamamento Divino em Milheirós de Poiares
Deus faz parte desta terra
O sino da igreja é a prova viva
Aquilo chateia como o caralho
Mais valia lá pôr umas virgens
Com um pepino bem grosso na cona
A berrarem como umas tolas
Com o padre a acompanhar ao orgão de tubos
Vai dar quase à mesma merda
Dizem o mesmo
E o resultado é igual
Tudo ia à missa na mesma
E o pai nosso era o mesmo
Já para não falar
Dos mensageiros de Deus
Que andam por aí às carradas
Antigamente andavam a pé
Agora andam de viatura
Dizem eles que é
Uma condução divina que fazem
Que tanto castigam os outros
Que mais parece a crucificação de Cristo
Só falta vir o padreco
Benzer a festa
Milheirós de Poiares
Fora abençoada
Pelos designios de Deus
E mais sofredores da palavra de Cristo
E a cambada de todos os morcões
Ao Domingo de manhã na missa
Mais valia sofrer
Entre as pernas duma velha
Viva Milheirós
Viva Portugal
Palavras Iluminadas do Senhor
O sino da igreja é a prova viva
Aquilo chateia como o caralho
Mais valia lá pôr umas virgens
Com um pepino bem grosso na cona
A berrarem como umas tolas
Com o padre a acompanhar ao orgão de tubos
Vai dar quase à mesma merda
Dizem o mesmo
E o resultado é igual
Tudo ia à missa na mesma
E o pai nosso era o mesmo
Já para não falar
Dos mensageiros de Deus
Que andam por aí às carradas
Antigamente andavam a pé
Agora andam de viatura
Dizem eles que é
Uma condução divina que fazem
Que tanto castigam os outros
Que mais parece a crucificação de Cristo
Só falta vir o padreco
Benzer a festa
Milheirós de Poiares
Fora abençoada
Pelos designios de Deus
E mais sofredores da palavra de Cristo
E a cambada de todos os morcões
Ao Domingo de manhã na missa
Mais valia sofrer
Entre as pernas duma velha
Viva Milheirós
Viva Portugal
Palavras Iluminadas do Senhor
A Boazona Meia Psicopata
Sou boa como o caralho
Dou-te tesão?!
Queres-me comer?!
Mandar para a cona?!
Vais te foder
Vou já atrás de ti
Te cortar a piroca
Prontos
Mais uma Fufa do catano
Na nossa sociedade
Esta é mesmo passada do crânio
Ninguém se pode meter com ela
Desde andar a fazer filmes na rua
A ver quem a quer montar
Porque gaja boa como o caralho
Com valente par de mamas
Boa cona
Bom rabo
Serve na perfeição
Para bem levar na cona
Para estarmos com ela
E disfrutar
De umas valentes fodas
Como isto aqui nas terreolas
É um marasmo do caralho
Existe poucas gajas de jeito
Nas putas é só camiões usados
Com rata muito aberta
E a cheirar a bacalhau
Cheiro ó leite
Aquilo mais parece uma leitaria
Do que um bordel
O pessoal desanima
Com a falta de boa cona
Rata tipo Clips de Música
Mas como isto aqui nas terreolas
É só ver merda todos os dias
Temos de aguardar
Comissão dos Gajos Representantes das Terreolas do Além
Dou-te tesão?!
Queres-me comer?!
Mandar para a cona?!
Vais te foder
Vou já atrás de ti
Te cortar a piroca
Prontos
Mais uma Fufa do catano
Na nossa sociedade
Esta é mesmo passada do crânio
Ninguém se pode meter com ela
Desde andar a fazer filmes na rua
A ver quem a quer montar
Porque gaja boa como o caralho
Com valente par de mamas
Boa cona
Bom rabo
Serve na perfeição
Para bem levar na cona
Para estarmos com ela
E disfrutar
De umas valentes fodas
Como isto aqui nas terreolas
É um marasmo do caralho
Existe poucas gajas de jeito
Nas putas é só camiões usados
Com rata muito aberta
E a cheirar a bacalhau
Cheiro ó leite
Aquilo mais parece uma leitaria
Do que um bordel
O pessoal desanima
Com a falta de boa cona
Rata tipo Clips de Música
Mas como isto aqui nas terreolas
É só ver merda todos os dias
Temos de aguardar
Comissão dos Gajos Representantes das Terreolas do Além
quinta-feira, 19 de janeiro de 2012
Tangaria em Milheirós de Poiares
Dadas as circustâncias da vida
E tendo em conta
As premissas do viver
Assiste-se com frequência
A situações de tanga existencial
Os filósofos já argumentaram
Que tendo em conta
As vicissitudes da vida
Existe de facto a necessidade
De tanga pragmática
Os elaborados pensamentos
Da entidade tangueira
Leva-nos a crer
Que a existência na Terra
Está um bocado difícil
Dadas as adversidades alheias
No entanto
Tangaria existencial
Em resposta a outro
Surge como o remédio
Para estas situações
Pessoais
Ou profissionais
Milheirós de Poiares
Como é uma terra internacional
Tudo vem cá parar...
Postado por Coisas da Vida
E tendo em conta
As premissas do viver
Assiste-se com frequência
A situações de tanga existencial
Os filósofos já argumentaram
Que tendo em conta
As vicissitudes da vida
Existe de facto a necessidade
De tanga pragmática
Os elaborados pensamentos
Da entidade tangueira
Leva-nos a crer
Que a existência na Terra
Está um bocado difícil
Dadas as adversidades alheias
No entanto
Tangaria existencial
Em resposta a outro
Surge como o remédio
Para estas situações
Pessoais
Ou profissionais
Milheirós de Poiares
Como é uma terra internacional
Tudo vem cá parar...
Postado por Coisas da Vida
Ir ao Pito em Milheirós de Poiares
Nesta terra
Verifica-se uma certa dificuldade
Em mandar para o bujão
Mais frequentemente
Deverá ser por problemas de ambiente
Ou talvez por causa da temperatura
O gajedo faz um esforço terrível
Para se conter
Ou para se controlar
Dada a quantidade de gajas boas
Que param em Milheirós de Poiares
Quando elas saem à rua
Vestidas a matar
É de realçar
O valente par de mamas
E a rata apertada nas calças
Ou as pernas à vista
Na brutal mini-saia
Como também à falta de vontade
Tanto nelas como neles
Parece andar tudo enjoado
A Junta de Freguesia
Já decretou
O Alerta Amarelo
Para as questões de Pinanço
Foram feitos estudos aplicados
De como o pecado
Interferia nas actividades de coito
Leva-se a crer
Que talvez seja
Por questões religiosas
Podendo o padre ficar chateado
Se a malta manda muito para a cona
Há quem diga
Que em Milheirós de Poiares
Ir ao pito faz mal à saúde
Faz descer o nível
Ficando a alternativa
Pôr os dedos na cona
Ou bater a velha punheta
Tudo comportamentos já ultrapassados
Mas que ainda se fazem sentir
Em Milheirós de Poiares
Crónica O Sexo e as Terreolas
Verifica-se uma certa dificuldade
Em mandar para o bujão
Mais frequentemente
Deverá ser por problemas de ambiente
Ou talvez por causa da temperatura
O gajedo faz um esforço terrível
Para se conter
Ou para se controlar
Dada a quantidade de gajas boas
Que param em Milheirós de Poiares
Quando elas saem à rua
Vestidas a matar
É de realçar
O valente par de mamas
E a rata apertada nas calças
Ou as pernas à vista
Na brutal mini-saia
Como também à falta de vontade
Tanto nelas como neles
Parece andar tudo enjoado
A Junta de Freguesia
Já decretou
O Alerta Amarelo
Para as questões de Pinanço
Foram feitos estudos aplicados
De como o pecado
Interferia nas actividades de coito
Leva-se a crer
Que talvez seja
Por questões religiosas
Podendo o padre ficar chateado
Se a malta manda muito para a cona
Há quem diga
Que em Milheirós de Poiares
Ir ao pito faz mal à saúde
Faz descer o nível
Ficando a alternativa
Pôr os dedos na cona
Ou bater a velha punheta
Tudo comportamentos já ultrapassados
Mas que ainda se fazem sentir
Em Milheirós de Poiares
Crónica O Sexo e as Terreolas
terça-feira, 17 de janeiro de 2012
A Azia dos Camionistas nas Madrugadas da Semana
Basta andar na rua
Ou pôr o corpo à beira das estradas
Para saber que isto vai mal
Não dá para lá estar
Devido à filha da putagem
Que é isto agora de conduzir
A merda de um camião
Que é basicamente
A mesma merda que um carro
O camião é maior
E há mais paneleiragem nas mudanças
E questões de tamanho
Não cabe aonde os outros metem
Logo pela madrugada
Depara-se com uma azia do caralho
Ouvir estes gajos a conduzir
Mais parece
Uma banda de Barulho
A tocar fodida como o caralho
Como anda tudo fodido do capacete
Nós que andamos na rua
Temos que os aturar
Já nem as putas os salvam
De tamanha Filha da Putagem
Camionistas
Andam todos a caminhar
Para a destruição massiva
Para a morte das Estradas Portuguesas
E caminhos trans-fronteiriços
Para os outros que vão lá para fora
Como isto aqui nas terreolas do Norte
É tudo à pancada
E fé em Deus
Esta merda um dia irá para o caralho
Acho que neste momento
Já entramos
Na Zona Terrestre
Vamos todos para o caralho
Uma mentalidade
De atrasados mentais
Que se escondem atrás
Da merda de um camião
Fazendo a merda e merdas
Do dia-a-dia dos nossos dias
Viva Portugal!
Viva os Camionistas!
Postado pelos Amigos da Estrada
Ou pôr o corpo à beira das estradas
Para saber que isto vai mal
Não dá para lá estar
Devido à filha da putagem
Que é isto agora de conduzir
A merda de um camião
Que é basicamente
A mesma merda que um carro
O camião é maior
E há mais paneleiragem nas mudanças
E questões de tamanho
Não cabe aonde os outros metem
Logo pela madrugada
Depara-se com uma azia do caralho
Ouvir estes gajos a conduzir
Mais parece
Uma banda de Barulho
A tocar fodida como o caralho
Como anda tudo fodido do capacete
Nós que andamos na rua
Temos que os aturar
Já nem as putas os salvam
De tamanha Filha da Putagem
Camionistas
Andam todos a caminhar
Para a destruição massiva
Para a morte das Estradas Portuguesas
E caminhos trans-fronteiriços
Para os outros que vão lá para fora
Como isto aqui nas terreolas do Norte
É tudo à pancada
E fé em Deus
Esta merda um dia irá para o caralho
Acho que neste momento
Já entramos
Na Zona Terrestre
Vamos todos para o caralho
Uma mentalidade
De atrasados mentais
Que se escondem atrás
Da merda de um camião
Fazendo a merda e merdas
Do dia-a-dia dos nossos dias
Viva Portugal!
Viva os Camionistas!
Postado pelos Amigos da Estrada
A Igreja de Milheirós de Poiares e Deus
Foi assinalada
A presença de Deus
Em Milheirós de Poiares
Com o potencial tamanho sonoro
Dos Sinos da Igreja
Deus está vivo
E parece estar chateado com a gente
Deus todo poderoso
Assiste a esta loucura
Que é os dias de Milheirós
A guerra campal
O não entendimento humano
O salve-se quem puder
Anda tudo tolo
Até Deus anda maluco
Quando os sinos tocam
Aquilo mais parece
O Retorno de Deus à Terra
E Cristo Vivo na Cruz
Já não há sossego
Aonde pára a polícia
Em Milheirós de Poiares
Também não há polícia
O que é normal
É a lei da bala
Mascarilha Lone Ranger é o Xerife
O resto atira tudo para o ar
A ver se acerta em alguma coisa
Com este regresso de Deus
A Milheirós de Poiares
Dá para ver que também
Não haverá paz
Aqui na Terra do Além
Postado pelos Amigos da Cruz
A presença de Deus
Em Milheirós de Poiares
Com o potencial tamanho sonoro
Dos Sinos da Igreja
Deus está vivo
E parece estar chateado com a gente
Deus todo poderoso
Assiste a esta loucura
Que é os dias de Milheirós
A guerra campal
O não entendimento humano
O salve-se quem puder
Anda tudo tolo
Até Deus anda maluco
Quando os sinos tocam
Aquilo mais parece
O Retorno de Deus à Terra
E Cristo Vivo na Cruz
Já não há sossego
Aonde pára a polícia
Em Milheirós de Poiares
Também não há polícia
O que é normal
É a lei da bala
Mascarilha Lone Ranger é o Xerife
O resto atira tudo para o ar
A ver se acerta em alguma coisa
Com este regresso de Deus
A Milheirós de Poiares
Dá para ver que também
Não haverá paz
Aqui na Terra do Além
Postado pelos Amigos da Cruz
quarta-feira, 11 de janeiro de 2012
Cona Brava em São João da Madeira
Agora o conedo
Na Terra dos Calhaus
Anda tudo tolo
Desde andarem
De um lado para o outro
Nas suas viaturas totonix
A fazer a merda que os outros fazem
Como são adeptas de trabalho
E dá para ver
Na cara delas
O suor de tanto trabalho
Dedicam-se a estas actividades sociais
Do também mandar foder
Estas sim
Deviam de ir para as obras
Fazer massa
E chegar tijolo aos homens
Para fazer crescer as mamas
E ter mais cabelo na cona
Em vez de andarem a chatear
Os cornos a quem anda a fazer
Alguma coisa
Estas gajas
Podiam estar em casa
A passar a roupa
Ou a cozinhar
Mas não
Também vêm com as suas viaturas
Para a palhaçada social
Armadas em Bravas do Faroeste
Como em São João da Madeira
Tudo anda a mandar-se foder
Terra da fartura
Agora é que é viver
A Liberdade Existencial Pura
Da verdadeira Cona de São João da Madeira
Comissão dos Amigos da Estrada
Na Terra dos Calhaus
Anda tudo tolo
Desde andarem
De um lado para o outro
Nas suas viaturas totonix
A fazer a merda que os outros fazem
Como são adeptas de trabalho
E dá para ver
Na cara delas
O suor de tanto trabalho
Dedicam-se a estas actividades sociais
Do também mandar foder
Estas sim
Deviam de ir para as obras
Fazer massa
E chegar tijolo aos homens
Para fazer crescer as mamas
E ter mais cabelo na cona
Em vez de andarem a chatear
Os cornos a quem anda a fazer
Alguma coisa
Estas gajas
Podiam estar em casa
A passar a roupa
Ou a cozinhar
Mas não
Também vêm com as suas viaturas
Para a palhaçada social
Armadas em Bravas do Faroeste
Como em São João da Madeira
Tudo anda a mandar-se foder
Terra da fartura
Agora é que é viver
A Liberdade Existencial Pura
Da verdadeira Cona de São João da Madeira
Comissão dos Amigos da Estrada
Situação da Madeira 2
O Buraco Financeiro
O dinheiro que desapareceu
A roubalheira que se tornou
O Enganar do Povo
Granda buraco!
Cada vez é maior
Quanto mais se investiga
Sobre o caso
Maior é o buraco
Tão igual
Ao das Putas
Cada vez que a gente lá vai
Maior é a abertura
Elas resolvem com silicone
O Governo da Madeira
Enganando mais o Povo
Roubando-o mais
Para onde isto irá?
Será que agora o Continente
A juntar ao seu calote também
Irá pagar também esta factura
Num futuro próximo
Vai acontecer lá para as ilhas
Aumento da Banana Regional
E para quem gostar de copos
Irá ver a cacetada mais cara
Tudo para combater
O calote Regional
O Povo e as pessoas
Ainda não viram
Que políticos não governam
Apenas fodem dinheiro dos contribuintes
Vindo eles depois
Para a Comunicação Social
Que é para o bem de toda a gente
Ora foda-se!
Questões Políticas em Portugal eo Mundo em que estamos!
O dinheiro que desapareceu
A roubalheira que se tornou
O Enganar do Povo
Granda buraco!
Cada vez é maior
Quanto mais se investiga
Sobre o caso
Maior é o buraco
Tão igual
Ao das Putas
Cada vez que a gente lá vai
Maior é a abertura
Elas resolvem com silicone
O Governo da Madeira
Enganando mais o Povo
Roubando-o mais
Para onde isto irá?
Será que agora o Continente
A juntar ao seu calote também
Irá pagar também esta factura
Num futuro próximo
Vai acontecer lá para as ilhas
Aumento da Banana Regional
E para quem gostar de copos
Irá ver a cacetada mais cara
Tudo para combater
O calote Regional
O Povo e as pessoas
Ainda não viram
Que políticos não governam
Apenas fodem dinheiro dos contribuintes
Vindo eles depois
Para a Comunicação Social
Que é para o bem de toda a gente
Ora foda-se!
Questões Políticas em Portugal eo Mundo em que estamos!
Beirute à Hora de Ponta nas Terreolas
Agora tudo se vinga
De automóvel a quatro rodas
Ou a motorizada cagadeira a mistura
O pessoal anda todo farto
Agora todos os dias
Nas malditas ruas
Verifica-se uma autêntica
Guerra Campal
A tão esperada
Guerra Civil entre as gentes
Basta constatar
O modo de condução das pessoas
Para chegar à conclusão
Que tudo virou
Filho da Puta
Anda tudo mal
Há que fazer merda
Revolucionar o sistema
O Sistema Rodoviário
As Relações das Pessoas
Que agora se tornaram
Mais honestas
Já esqueceram a hipocrisia
Agora fodem-se
À vista de toda a gente
Segundo a bíblia
É um tipo de Purificação Espiritual
Fazer mal uns aos outros
Afinal os padres têm razão
Existem de facto demónios
Monstros que deviam era de estar
A trabalhar no duro
Certamente não faziam a merda que fazem
Tanta inveja para quê?
Estas atitudes não resolvem nada
Apenas complicam
O Relacionamento Humano
Mas como isto cá em baixo
Só habitam animais
De humanos de nada se vê
Uma guerra instalada
Actualmente no nosso espaço
Comissão dos Amigos da Estrada
De automóvel a quatro rodas
Ou a motorizada cagadeira a mistura
O pessoal anda todo farto
Agora todos os dias
Nas malditas ruas
Verifica-se uma autêntica
Guerra Campal
A tão esperada
Guerra Civil entre as gentes
Basta constatar
O modo de condução das pessoas
Para chegar à conclusão
Que tudo virou
Filho da Puta
Anda tudo mal
Há que fazer merda
Revolucionar o sistema
O Sistema Rodoviário
As Relações das Pessoas
Que agora se tornaram
Mais honestas
Já esqueceram a hipocrisia
Agora fodem-se
À vista de toda a gente
Segundo a bíblia
É um tipo de Purificação Espiritual
Fazer mal uns aos outros
Afinal os padres têm razão
Existem de facto demónios
Monstros que deviam era de estar
A trabalhar no duro
Certamente não faziam a merda que fazem
Tanta inveja para quê?
Estas atitudes não resolvem nada
Apenas complicam
O Relacionamento Humano
Mas como isto cá em baixo
Só habitam animais
De humanos de nada se vê
Uma guerra instalada
Actualmente no nosso espaço
Comissão dos Amigos da Estrada
A Dívida da Câmara Municipal de São João da Madeira
Também devem dinheiro
E não é pouco
Cerca de 11 milhões de euros
Puta que pariu
Foderam tanto dinheiro aonde?
A gente anda na rua
E não vê nada de novo
Sempre a mesma merda
Será para pagar os tachos
Dos que estão agragados à Câmara?!
Será para alimentar financeiramente
Aqueles comilões todos?!
Foda-se!
O Povo questiona-se
Mas não chega a conclusão nenhuma
Só podem andar a pôr a mão
Ao dinheiro dos cofres da Câmara
Questões filosóficas
Deveras muito importantes
Já se sabe que o dinheiro do Estado
Têm asas
É como o Redbull
Bebe-se
E a gente voa
O dinheiro
Essse voou para qualquer lado
Com a justificação
Que se fez trabalho social
A desculpa do costume
Gatunos!
Assuntos Parlamentares do Numerário das Câmaras Municipais
E não é pouco
Cerca de 11 milhões de euros
Puta que pariu
Foderam tanto dinheiro aonde?
A gente anda na rua
E não vê nada de novo
Sempre a mesma merda
Será para pagar os tachos
Dos que estão agragados à Câmara?!
Será para alimentar financeiramente
Aqueles comilões todos?!
Foda-se!
O Povo questiona-se
Mas não chega a conclusão nenhuma
Só podem andar a pôr a mão
Ao dinheiro dos cofres da Câmara
Questões filosóficas
Deveras muito importantes
Já se sabe que o dinheiro do Estado
Têm asas
É como o Redbull
Bebe-se
E a gente voa
O dinheiro
Essse voou para qualquer lado
Com a justificação
Que se fez trabalho social
A desculpa do costume
Gatunos!
Assuntos Parlamentares do Numerário das Câmaras Municipais
Bocaria Velha do Caralho na Net
Por palavras mais elucidativas
Tudo a cagar na sopa
People a mandar foder
Anda tudo farto
Deve o trabalho
Andar a fazer mal à cabeça
Ou para os que coçam os tomates
Já devem ter ferida nos colhões
Agora na Net
Assiste-se a guerras de galáxias
Tudo ao pontapé
E puta que pariu
Como na Net
Não se faz nada
Apenas se vê merda
Já seria de esperar
Que estes comportamentos brotassem
Como ninguém se entende
Nunca se entenderam
Actualmente vive-se
Numa Hipocrisia Social
Por fora amigos
Por dentro invejosos
Mais uns da Lide dos Filhos da Puta
Como a Net serve
Para fazer merda
Merda assistimos todos os dias
Talvez trabalhar nas obras
Resolve-se o problema
Associação Comunicação Social
Tudo a cagar na sopa
People a mandar foder
Anda tudo farto
Deve o trabalho
Andar a fazer mal à cabeça
Ou para os que coçam os tomates
Já devem ter ferida nos colhões
Agora na Net
Assiste-se a guerras de galáxias
Tudo ao pontapé
E puta que pariu
Como na Net
Não se faz nada
Apenas se vê merda
Já seria de esperar
Que estes comportamentos brotassem
Como ninguém se entende
Nunca se entenderam
Actualmente vive-se
Numa Hipocrisia Social
Por fora amigos
Por dentro invejosos
Mais uns da Lide dos Filhos da Puta
Como a Net serve
Para fazer merda
Merda assistimos todos os dias
Talvez trabalhar nas obras
Resolve-se o problema
Associação Comunicação Social
sexta-feira, 6 de janeiro de 2012
Novas Medidas de Austeridade para Milheirós de Poiares 2012
Como isto de ser paneleiro
Andar a cheirar o cú aos outros
O Governo declarou alerta vermelho
Segundo o protocolo
Do que deve ser um gajo
Paneleirices não dão com nada
Andar a passear de viatura
A quatro rodas
Ou cagadeira sonora a duas
Os representantes do Estado
Decretaram urgência
Em abrir uma Casa de Putas
Na Terra do Além
Milheirós da Cagadeira Social
Porque isto
De se andarem todos
A mandar foder
Não vai com nada
Atrasados mentais
Também têm o mesmo comportamento
Tudo fruto de andarem
A tocar viola
Ou seja
A coçar os colhões
Logo como não têm mais nada que fazer
Vamos chatear o people
Podiam andar a cavar batatas
Ou então
A achapar massa em paredes
Como são chatos como o caralho
E têm formigueiro nas unhas
Ninguém se entende
Pensa-se que mandar pá cona
Poderá resolver o problema
Também chupar umas tetas
Poderá salvar o dia
Ou então
O velho minete à francês
Assim Milheirós de Poiares
Iria ver o dia
De maneira diferente
Eis as novas Medidas de Austeridade
Do Governo
Chega de paneleiragem!
Chega de paneleiros!
Vamos às putas!
Associação Amigos da Felicidade
Andar a cheirar o cú aos outros
O Governo declarou alerta vermelho
Segundo o protocolo
Do que deve ser um gajo
Paneleirices não dão com nada
Andar a passear de viatura
A quatro rodas
Ou cagadeira sonora a duas
Os representantes do Estado
Decretaram urgência
Em abrir uma Casa de Putas
Na Terra do Além
Milheirós da Cagadeira Social
Porque isto
De se andarem todos
A mandar foder
Não vai com nada
Atrasados mentais
Também têm o mesmo comportamento
Tudo fruto de andarem
A tocar viola
Ou seja
A coçar os colhões
Logo como não têm mais nada que fazer
Vamos chatear o people
Podiam andar a cavar batatas
Ou então
A achapar massa em paredes
Como são chatos como o caralho
E têm formigueiro nas unhas
Ninguém se entende
Pensa-se que mandar pá cona
Poderá resolver o problema
Também chupar umas tetas
Poderá salvar o dia
Ou então
O velho minete à francês
Assim Milheirós de Poiares
Iria ver o dia
De maneira diferente
Eis as novas Medidas de Austeridade
Do Governo
Chega de paneleiragem!
Chega de paneleiros!
Vamos às putas!
Associação Amigos da Felicidade
quinta-feira, 5 de janeiro de 2012
O Trabalho do Camionista
Como o camionista
Nasceu cansado
Ou seja
Segundo os médicos
Tem alergia ao trabalho
Desde pôr os pretos
A carregar-lhe o camião
Porque este
Não tira a camisa
Nem arregaça as mangas
Para cooperar no trabalho
Trabalho em equipa
Não!
Só quer regueifa
Andar com as patas
Nos controles do camião
Como aquilo
Não tem nada que saber
Qualquer gajo faz
A parte mais difícil
Do seu trabalho
É talvez escolher o poster
Da gaja com as mamas à mostra
E a rata à vista
O problema surge em escolher
Se é da Playboy
Ou da Hustler
Um problema do caralho
Uma vez que são todas boas
Para apanhar na cona
Ou chupar umas pissas
Nem que seja à beira da estrada
No Mato
Ou no camião
Mais propriamente
Na cabine
Aonde o camionista descansa
Do suor do dia de trabalho
Outro problema ou dificuldade
É encontrar sítio
À beira do matagal
Na altura de aviar
Mais uma puta rota
Ou ganhar vez
Nas casas de putas
Que é aos montes
Por Portugal inteiro
As estrangeiras são mais boas
Outro problema ainda
É escolher as merdas e pandeleirices
Que põem à frente do camião
Para ficar parecido
Com uma árvore de natal
Tipo à parolo português
Amante de putas e vinho
Basicamente
Os requesitos da vida de camionista
Comissão dos Amigos da Estrada
Nasceu cansado
Ou seja
Segundo os médicos
Tem alergia ao trabalho
Desde pôr os pretos
A carregar-lhe o camião
Porque este
Não tira a camisa
Nem arregaça as mangas
Para cooperar no trabalho
Trabalho em equipa
Não!
Só quer regueifa
Andar com as patas
Nos controles do camião
Como aquilo
Não tem nada que saber
Qualquer gajo faz
A parte mais difícil
Do seu trabalho
É talvez escolher o poster
Da gaja com as mamas à mostra
E a rata à vista
O problema surge em escolher
Se é da Playboy
Ou da Hustler
Um problema do caralho
Uma vez que são todas boas
Para apanhar na cona
Ou chupar umas pissas
Nem que seja à beira da estrada
No Mato
Ou no camião
Mais propriamente
Na cabine
Aonde o camionista descansa
Do suor do dia de trabalho
Outro problema ou dificuldade
É encontrar sítio
À beira do matagal
Na altura de aviar
Mais uma puta rota
Ou ganhar vez
Nas casas de putas
Que é aos montes
Por Portugal inteiro
As estrangeiras são mais boas
Outro problema ainda
É escolher as merdas e pandeleirices
Que põem à frente do camião
Para ficar parecido
Com uma árvore de natal
Tipo à parolo português
Amante de putas e vinho
Basicamente
Os requesitos da vida de camionista
Comissão dos Amigos da Estrada
sexta-feira, 30 de dezembro de 2011
Os Cavaleiros da Noite de Cesár
Ora para cima
Ora para baixo
Aí vêm eles
Todos ao monte
Montados nos seus cavalos de metal
Sem saberem o que andam a fazer
Aí passam eles o dia inteiro
No Maquinanço Filho da Puta
Uma vez que tem formigueiro
No pedal do acelerador
E na manete das mudanças
Pertencem também
À Liga dos Polícias Cívis
Portanto
Em bom Português
A cheirar o cú aos demais
Actividade do bom Português
Cidadão das Terreolas do Além
Também têm pouco que fazer
Sendo esta uma actividade alternativa
Ao coçar do colhão
Como coçar os colhões
Provoca feridas
E ir ao hospital
Agora é mais caro
Tem de ser feito com cuidado
Isto agora aqui na terreola
Assiste-se ao Patrulhamento Rodoviário
Como todos querem ser polícias
Estes treinos quotidianos
Servem de preparação para o futuro
Como em Cesár também não se passa nada
Nada melhor do que vir para a estrada
Fazer estas cagadas civilizacionais
Passar e mandar foder
Levar no cú
E mandar foder mais
Cavaleiros de Cesár
Portugal!
Viva a Portugaleja!
Comissão dos Amigos da Estrada
Ora para baixo
Aí vêm eles
Todos ao monte
Montados nos seus cavalos de metal
Sem saberem o que andam a fazer
Aí passam eles o dia inteiro
No Maquinanço Filho da Puta
Uma vez que tem formigueiro
No pedal do acelerador
E na manete das mudanças
Pertencem também
À Liga dos Polícias Cívis
Portanto
Em bom Português
A cheirar o cú aos demais
Actividade do bom Português
Cidadão das Terreolas do Além
Também têm pouco que fazer
Sendo esta uma actividade alternativa
Ao coçar do colhão
Como coçar os colhões
Provoca feridas
E ir ao hospital
Agora é mais caro
Tem de ser feito com cuidado
Isto agora aqui na terreola
Assiste-se ao Patrulhamento Rodoviário
Como todos querem ser polícias
Estes treinos quotidianos
Servem de preparação para o futuro
Como em Cesár também não se passa nada
Nada melhor do que vir para a estrada
Fazer estas cagadas civilizacionais
Passar e mandar foder
Levar no cú
E mandar foder mais
Cavaleiros de Cesár
Portugal!
Viva a Portugaleja!
Comissão dos Amigos da Estrada
Pigeiros: Os Guardiões da A32
Patrulhas territoriais
Sociedade amigos da Guarda
O que é que estes paneleiros controlam?
Só se for os gajos
Que bão às putas ao Porto
Porque em Pigeiros
Ir ao pito faz criar ferrugem no vergalho
Lá passam os dias
E as noites
No control
Como também não tem nada que fazer
Dedicam-se de coração a esta actividade
Control paneilerístico de viaturas
Como também é uma terra
Que só há gajas boas
Anda tudo a ferver
Com o calor
Quando a temperatura aperta de vez
Temos que ir em direcção ao Porto
Às putas
Mandar pá cona
Lá no Norte
Uma vez que agora faz muito frio
O Control é efectuado
Pelos agentes de Serviço
Da Irmandade Fuínhas da Terra
Que têm como objectivo
Controlar tudo e todos
Podendo dizer depois às pessoas
Ó Pá!
Eu estive a trabalhar!
Pigeiros no seu melhor!...
Postado pela Comissão dos Amigos da Estrada
Sociedade amigos da Guarda
O que é que estes paneleiros controlam?
Só se for os gajos
Que bão às putas ao Porto
Porque em Pigeiros
Ir ao pito faz criar ferrugem no vergalho
Lá passam os dias
E as noites
No control
Como também não tem nada que fazer
Dedicam-se de coração a esta actividade
Control paneilerístico de viaturas
Como também é uma terra
Que só há gajas boas
Anda tudo a ferver
Com o calor
Quando a temperatura aperta de vez
Temos que ir em direcção ao Porto
Às putas
Mandar pá cona
Lá no Norte
Uma vez que agora faz muito frio
O Control é efectuado
Pelos agentes de Serviço
Da Irmandade Fuínhas da Terra
Que têm como objectivo
Controlar tudo e todos
Podendo dizer depois às pessoas
Ó Pá!
Eu estive a trabalhar!
Pigeiros no seu melhor!...
Postado pela Comissão dos Amigos da Estrada
Os Museus da Redondeza aqui em Portugal
Museu do Chapéu
Museu da Chapelaria
São João da Madeira
Bem
Trabalhar lá nas fábricas
É a merda do costume
Sempre a mesma merda
A mesma monotonia
Dá para adormecer
E ainda vêm estes gajos e gajas adorar
O que lá se faz
Isto não é de tolos!?
Então aquilo é uma merda
E estes gajos e gajas
Ainda vão para lá
Adorar aquela merda?!
De certeza que não sabem
O que representa o trabalho!
Além disso estamos a ver
Sempre a mesma merda!
Museu do Papel
Paços de Brandão
A mesma filosofia
A mesma merda
Os outros museus
É ver coisas do passado
Bem
Estamos em Portugal
Museus deviam de mostrar coisas diferentes
Sempre que lá fossemos...
Postado pelos amigos da Cultura
Museu da Chapelaria
São João da Madeira
Bem
Trabalhar lá nas fábricas
É a merda do costume
Sempre a mesma merda
A mesma monotonia
Dá para adormecer
E ainda vêm estes gajos e gajas adorar
O que lá se faz
Isto não é de tolos!?
Então aquilo é uma merda
E estes gajos e gajas
Ainda vão para lá
Adorar aquela merda?!
De certeza que não sabem
O que representa o trabalho!
Além disso estamos a ver
Sempre a mesma merda!
Museu do Papel
Paços de Brandão
A mesma filosofia
A mesma merda
Os outros museus
É ver coisas do passado
Bem
Estamos em Portugal
Museus deviam de mostrar coisas diferentes
Sempre que lá fossemos...
Postado pelos amigos da Cultura
quarta-feira, 28 de dezembro de 2011
Os Índios Xemphrabrir das Terras do Além
Velocidade é ordem
Está provado que dá tesão
O governo agradece
E vai dar um prémio
Ao campeão
Da corrida mais louca das estradas
Estes Índios primam pela rapidez
Conseguem fazer tudo
Sem sequer o fazerem
Visto que são mais rápidos
Do que o fazer
É um paradigma filosófico
Já há muito explicado
Pelos grandes pensadores
Provou-se também
Que este fenómeno
Faz parte
Da chamada Guerra Santa
Das cidades de Portugal
Como tudo anda em guerra
Adoptou-se este sistema
Para combater a inimizade
Fodendo-se uns aos outros
Para ver se resolvem
Os problemas do ambiente
Aqui no Planeta Terra
Ficando depois tudo amigos
A solução é a velocidade
À força bruta
Para levar avante
Os seus desejos
A Guerra...
Antropologia Contemporânea pelo Professor Fusível Social
Está provado que dá tesão
O governo agradece
E vai dar um prémio
Ao campeão
Da corrida mais louca das estradas
Estes Índios primam pela rapidez
Conseguem fazer tudo
Sem sequer o fazerem
Visto que são mais rápidos
Do que o fazer
É um paradigma filosófico
Já há muito explicado
Pelos grandes pensadores
Provou-se também
Que este fenómeno
Faz parte
Da chamada Guerra Santa
Das cidades de Portugal
Como tudo anda em guerra
Adoptou-se este sistema
Para combater a inimizade
Fodendo-se uns aos outros
Para ver se resolvem
Os problemas do ambiente
Aqui no Planeta Terra
Ficando depois tudo amigos
A solução é a velocidade
À força bruta
Para levar avante
Os seus desejos
A Guerra...
Antropologia Contemporânea pelo Professor Fusível Social
Ementa Assassína do Jornal de Notícias
Uma velha em Casal Rodrigo
Que foi assaltada
Levando os assaltantes
Umas muletas Power Healing
Com 2.5 Kg de ouro.
Mais uma velha de Duas Torres
Que levou um sopapo na tromba
Levaram-lhe a dentuça de ouro
E mais umas cuecas com bordados em estanho.
Uma Casa de Putas
Que foi assaltada em Dois Pinheiros
Levaram consigo 2 vibradores em prata
E um anel vaginal em ouro.
Uma casa de paneleiros
Em São João da Madeira
Foi assaltada com gás lacrimogénio
Levaram duas Sex-Machine em Platina
Power Ass Full Penetration
Pórticos da Via do Infante
Foram enrabados 4 vezes
Crê-se que os autores
Tinham uma tara por postes
Depoimento da Psicóloga da Esquadra do Algarve.
...
E esta merda nunca mais acaba...
Repórter Estrábico com o cartão de ponto nº 2320
Que foi assaltada
Levando os assaltantes
Umas muletas Power Healing
Com 2.5 Kg de ouro.
Mais uma velha de Duas Torres
Que levou um sopapo na tromba
Levaram-lhe a dentuça de ouro
E mais umas cuecas com bordados em estanho.
Uma Casa de Putas
Que foi assaltada em Dois Pinheiros
Levaram consigo 2 vibradores em prata
E um anel vaginal em ouro.
Uma casa de paneleiros
Em São João da Madeira
Foi assaltada com gás lacrimogénio
Levaram duas Sex-Machine em Platina
Power Ass Full Penetration
Pórticos da Via do Infante
Foram enrabados 4 vezes
Crê-se que os autores
Tinham uma tara por postes
Depoimento da Psicóloga da Esquadra do Algarve.
...
E esta merda nunca mais acaba...
Repórter Estrábico com o cartão de ponto nº 2320
Guerra Campal em Santa Maria da Feira
Nasce a alvorada no reino
O reino dos cavaleiros
Dos reis e das rainhas
Estamos a ver tolos e tolas
Todos em demanda
Toma! Toma!
Toma lá chupa esta!
E somos os maiores!
O Jardim Infantil da Feira
Com os bébés todos à solta
Vamos mandar foder!
Ué! Ué! Ué!
Somos os maiores!
De espada em punho
Aí vem eles!
Aí vem elas!
Qual deles o mais tolo
O Hospital Rodoviário da Feira
Com os doentes todos à solta
Yuppi! Yuppi!
Somos os maiores!
Postado pelo Mensageiro da Santa terra da Guerra
O reino dos cavaleiros
Dos reis e das rainhas
Estamos a ver tolos e tolas
Todos em demanda
Toma! Toma!
Toma lá chupa esta!
E somos os maiores!
O Jardim Infantil da Feira
Com os bébés todos à solta
Vamos mandar foder!
Ué! Ué! Ué!
Somos os maiores!
De espada em punho
Aí vem eles!
Aí vem elas!
Qual deles o mais tolo
O Hospital Rodoviário da Feira
Com os doentes todos à solta
Yuppi! Yuppi!
Somos os maiores!
Postado pelo Mensageiro da Santa terra da Guerra
Coisas da Vida Social aqui nas Terreolas do Além: Portugal
...
O Joaquim passa a 200 na sua viatura
O Martins vai atrás a 180 a ver se o acaça
O Gusmão passa por eles e pergunta se já está a dar o futebol
O Hilário para a motoreta para os ver a passar
A Joana baixa as calças e mostra-lhes o rabo
Nisto passa um casal de velhos e questiona-se a ver se era algum ministro
O Talomão sai a correr de casa atrás da última novidade no shopping
O José passeava nos seus passeios de fodas
Entenda-se aqui: ver se fode o outro
A Dona Joaquina estende a roupa à meia-noite para a roupa secar ao som da verdade
O Chefe Silva demite-se do seu cargo e vai trabalhar para as rações SóVacas
As Rolas e Pombas da Praça cantam logo de manhã a 5.ª Sinfonia de Beethoven com uma mistura dos Mortification
Cristo desiste de ser cristo e casa-se com Deus numa Igreja para Homossexuais Alucinados
...
Diário da Vida Social das Terras do Além de Portucale
O Joaquim passa a 200 na sua viatura
O Martins vai atrás a 180 a ver se o acaça
O Gusmão passa por eles e pergunta se já está a dar o futebol
O Hilário para a motoreta para os ver a passar
A Joana baixa as calças e mostra-lhes o rabo
Nisto passa um casal de velhos e questiona-se a ver se era algum ministro
O Talomão sai a correr de casa atrás da última novidade no shopping
O José passeava nos seus passeios de fodas
Entenda-se aqui: ver se fode o outro
A Dona Joaquina estende a roupa à meia-noite para a roupa secar ao som da verdade
O Chefe Silva demite-se do seu cargo e vai trabalhar para as rações SóVacas
As Rolas e Pombas da Praça cantam logo de manhã a 5.ª Sinfonia de Beethoven com uma mistura dos Mortification
Cristo desiste de ser cristo e casa-se com Deus numa Igreja para Homossexuais Alucinados
...
Diário da Vida Social das Terras do Além de Portucale
Los Cavaleros de la Notche
Mira
Bueno
Nosotros hamos hablar
Del Cavalero de la notche
E su cavalo
Montado adelante
Vasculhando la carretera
La mierda do alcatrone
Chicas buenas
Bon pare de tetas
Una buena rata
Super-Bocky
E temos la notche
Del cavalero de la notche
Cercando putas
Con lo chero
Chero à la vino vierde
E putas buenas
Lo verdadero camino
Del cavalero de la notche
Nada de paneleros
Mucha rata
E viva la notche
...
......
.........
Resumo de História de Espanha: Capítulo Boémia
Bueno
Nosotros hamos hablar
Del Cavalero de la notche
E su cavalo
Montado adelante
Vasculhando la carretera
La mierda do alcatrone
Chicas buenas
Bon pare de tetas
Una buena rata
Super-Bocky
E temos la notche
Del cavalero de la notche
Cercando putas
Con lo chero
Chero à la vino vierde
E putas buenas
Lo verdadero camino
Del cavalero de la notche
Nada de paneleros
Mucha rata
E viva la notche
...
......
.........
Resumo de História de Espanha: Capítulo Boémia
Nova Casa de Paneleiros em São João da Madeira
Agora
Quem quizer apanhar no cú
É só comprar um mapa
E procurar
São João da Madeira
Tem de ser à hora de ponta
Dá mais tesão
Quando se encontrar a tal casa
É só entrar
E esperar à mesa
Os paneleiros aparecem logo
Pode-se ir sem cuecas
Para facilitar o trabalho deles
Ir ao cú
Apanhar na cagueiro
Apanhar no traseiro
Apanhar na peida
Ou na Tarraqueta
Padaria da Velha Guarda
Sedenta de piroca
Pelo olho acima
Quando se está lá dentro
É melhor mandar vir alguma coisa
E pagar logo
Porque há fome de dinheiro
A crise chega a todos
Convém ir com um perfumezinho
Tipo Rabeta da Primeira Liga
De mandar um gajo olhar para nós
E dizer:
O meu!
Vou-te já ao cú
Sim podes vir
Pois eu gosto à brava
Que é para sair daqui de marcha atrás
Engatado com uma primeira no cú
Normalmente é isto que se passa
Lá para aquelas bandas
Cú é ordem
Ir ao pito
É coisa do passado
São muitos modernos
Faz muita sujeira
Mandar para a cona
Já para não falar
Do cheiro a bacalhau
Só se for na altura do Natal
Com o Pai Natal a assistir
De pau feito nas calças vermelhas
E prontos
Quem quizer apanhar no cú
Já sabe
Não há nada que enganar
São João da Madeira vem no mapa
Ou então GPS
Meter lá as coordenadas
E com o cheiro ao cú
O carro dirige-se para lá!
Liga dos Desviados Sexuais de Portugal
Quem quizer apanhar no cú
É só comprar um mapa
E procurar
São João da Madeira
Tem de ser à hora de ponta
Dá mais tesão
Quando se encontrar a tal casa
É só entrar
E esperar à mesa
Os paneleiros aparecem logo
Pode-se ir sem cuecas
Para facilitar o trabalho deles
Ir ao cú
Apanhar na cagueiro
Apanhar no traseiro
Apanhar na peida
Ou na Tarraqueta
Padaria da Velha Guarda
Sedenta de piroca
Pelo olho acima
Quando se está lá dentro
É melhor mandar vir alguma coisa
E pagar logo
Porque há fome de dinheiro
A crise chega a todos
Convém ir com um perfumezinho
Tipo Rabeta da Primeira Liga
De mandar um gajo olhar para nós
E dizer:
O meu!
Vou-te já ao cú
Sim podes vir
Pois eu gosto à brava
Que é para sair daqui de marcha atrás
Engatado com uma primeira no cú
Normalmente é isto que se passa
Lá para aquelas bandas
Cú é ordem
Ir ao pito
É coisa do passado
São muitos modernos
Faz muita sujeira
Mandar para a cona
Já para não falar
Do cheiro a bacalhau
Só se for na altura do Natal
Com o Pai Natal a assistir
De pau feito nas calças vermelhas
E prontos
Quem quizer apanhar no cú
Já sabe
Não há nada que enganar
São João da Madeira vem no mapa
Ou então GPS
Meter lá as coordenadas
E com o cheiro ao cú
O carro dirige-se para lá!
Liga dos Desviados Sexuais de Portugal
Passeantes de Automóvel: A Saga Final
De tanto trabalharem
Há que passeear
Dar ar aos colhões
E ver a passarada
Porque o cheiro ao suor é muito
No trabalho
Não fazem outra coisa
Do que mandar vir
Nunca mais chega as férias
Que é para a gente
Que adora trabalhar
Coçar os tomates
En la carratera del Portugal
Fazer parte do circo habitual
Fode aqui
Fode ali
Os palhaços estão na estrada
Tirolilo
Tirolé
A Palhaçada Nacional
A vida vai torta
E nada a endireita
Como deviamos de estar
Todos nas obras
A achapar massa
E botar tijolos nas paredes
Andamos aqui em empregos
Tipos Senhores do Faroeste
Porque mandar foder é um Must
Está In
Está na moda
Só falta o bigode nos cornos
E elas barba na cona
Pito da Velha Guarda
Pode ser com chatos
Ou sem chatos
Depende o que ela fizer
Lá no trabalho
Porque está visto
Que gaja fica com azia
Quando trabalha
É bem melhor coçar a cona
Todo o santo dia
E dizer que trabalhou muito
À portuguesa
Os passeantes de automóvel
Ainda não descobriram
Que aqui não se passa nada
O que andam a ver?
Gajas boas também não há!
Os cromos do costume
Pensar um gajo
Que podia dar umas valentes fodas
E só anda a perder tempo
Mais vale as velhas putas
Fodas da Velha Guarda
Melhor que o Portugal no Coração
E o paneleiro do João Baião
E a amiga sua irmã
Portugal no seu melhor
Comissão dos Utentes da Estrada da Portugalândia
Há que passeear
Dar ar aos colhões
E ver a passarada
Porque o cheiro ao suor é muito
No trabalho
Não fazem outra coisa
Do que mandar vir
Nunca mais chega as férias
Que é para a gente
Que adora trabalhar
Coçar os tomates
En la carratera del Portugal
Fazer parte do circo habitual
Fode aqui
Fode ali
Os palhaços estão na estrada
Tirolilo
Tirolé
A Palhaçada Nacional
A vida vai torta
E nada a endireita
Como deviamos de estar
Todos nas obras
A achapar massa
E botar tijolos nas paredes
Andamos aqui em empregos
Tipos Senhores do Faroeste
Porque mandar foder é um Must
Está In
Está na moda
Só falta o bigode nos cornos
E elas barba na cona
Pito da Velha Guarda
Pode ser com chatos
Ou sem chatos
Depende o que ela fizer
Lá no trabalho
Porque está visto
Que gaja fica com azia
Quando trabalha
É bem melhor coçar a cona
Todo o santo dia
E dizer que trabalhou muito
À portuguesa
Os passeantes de automóvel
Ainda não descobriram
Que aqui não se passa nada
O que andam a ver?
Gajas boas também não há!
Os cromos do costume
Pensar um gajo
Que podia dar umas valentes fodas
E só anda a perder tempo
Mais vale as velhas putas
Fodas da Velha Guarda
Melhor que o Portugal no Coração
E o paneleiro do João Baião
E a amiga sua irmã
Portugal no seu melhor
Comissão dos Utentes da Estrada da Portugalândia
sexta-feira, 23 de dezembro de 2011
Portugal = Terras Vamos nos Mandar Foder Uns Aos Outros
É Chegar às estradas de Portugal
E assistir à Palhaçada Nacional
Passe quem passe
Venha quem venha
Chupa, Chupa
Toma lá
Mais um que já fodi
Assim pensa o Atrasado Mental
Os doentes exercem a sua posição
No mundo
No espaço territorial
No Hospital
A Estrada Nacional
Como acham piada ao jogo
Do mandar foder o outro
Esta actividade
Dá-lhes muita tesão
Basta ver as fodas
Que por aí dão
E tão contentes
Que andam elas
Tornaram-se paneleiros
Rabetas da Estrada
A chupar pissas uns aos outros
Em vez de andarem atrás de gajas
Perdem tempo na estrada
No Campeonato das fodas e fodinhas
Faz também crescer
Os cabelos dos colhões
De andarem tanto tempo
Com o pacote sentado
Como isto agora aqui
Em Portugal
Nas terreolas dos parolos
Se manda foder tudo
E como mandar vir
A gente paga
Ou fica a dever
Que está na moda
Os Deficientes Mentais
Com Atraso Regressivo
Dedicam-se todos contentes
A esta parolice
Da Excelência do mandar foder
Ao que parece também
Em todo o lado
E ainda se riem
Uns para os outros
Sinal de Atraso Mental Crónico
Disfunção de Conexões no Cérebro
Mas é o Portugal que nós temos
País de atrasados mentais
Basta ligar a televisão
Ou ler os jornais
Para ver quão grande merda é isto!
Relato de um Reformado cagando para esta Merda = Portugal
E assistir à Palhaçada Nacional
Passe quem passe
Venha quem venha
Chupa, Chupa
Toma lá
Mais um que já fodi
Assim pensa o Atrasado Mental
Os doentes exercem a sua posição
No mundo
No espaço territorial
No Hospital
A Estrada Nacional
Como acham piada ao jogo
Do mandar foder o outro
Esta actividade
Dá-lhes muita tesão
Basta ver as fodas
Que por aí dão
E tão contentes
Que andam elas
Tornaram-se paneleiros
Rabetas da Estrada
A chupar pissas uns aos outros
Em vez de andarem atrás de gajas
Perdem tempo na estrada
No Campeonato das fodas e fodinhas
Faz também crescer
Os cabelos dos colhões
De andarem tanto tempo
Com o pacote sentado
Como isto agora aqui
Em Portugal
Nas terreolas dos parolos
Se manda foder tudo
E como mandar vir
A gente paga
Ou fica a dever
Que está na moda
Os Deficientes Mentais
Com Atraso Regressivo
Dedicam-se todos contentes
A esta parolice
Da Excelência do mandar foder
Ao que parece também
Em todo o lado
E ainda se riem
Uns para os outros
Sinal de Atraso Mental Crónico
Disfunção de Conexões no Cérebro
Mas é o Portugal que nós temos
País de atrasados mentais
Basta ligar a televisão
Ou ler os jornais
Para ver quão grande merda é isto!
Relato de um Reformado cagando para esta Merda = Portugal
Condutores Rookie e o Ínicio da Filha da Putagem
Mortos por virem para a estrada
Fazer a merda
Que os outros fazem
Não descansam em paz
Até porem em prática
As novas técnicas
De Filha da Putagem
Tudo a ver
Quem é o maior ao volante
Dando ínicio ao capítulo
Vamos chatear os cornos
Em vez de andarem a trabalhar
Estes malandros do caralho
Passam os seus dias de ócio
A coçar os colhões
Agarrados à regueifa
Ou dedicarem-se seriamente
À actividade
De mandar para a cona
Ou para elas
Chupar umas pilas
E abrir as pernas
Ao primeiro que passe
Para ver se crescem um bocadinho
Como não há nada que fazer
E como não gostam de trabalhar
Nada melhor
Do que passear o queijo
Adoram foder dinheiro
Porque também
Não precisam de trabalhar
Vêm para a rua
Combater as suas frustrações
E a malta que os ature
Viva Portugal
E estas terras de tanto Filho da Puta
Comissão dos Amigos da Estrada
Fazer a merda
Que os outros fazem
Não descansam em paz
Até porem em prática
As novas técnicas
De Filha da Putagem
Tudo a ver
Quem é o maior ao volante
Dando ínicio ao capítulo
Vamos chatear os cornos
Em vez de andarem a trabalhar
Estes malandros do caralho
Passam os seus dias de ócio
A coçar os colhões
Agarrados à regueifa
Ou dedicarem-se seriamente
À actividade
De mandar para a cona
Ou para elas
Chupar umas pilas
E abrir as pernas
Ao primeiro que passe
Para ver se crescem um bocadinho
Como não há nada que fazer
E como não gostam de trabalhar
Nada melhor
Do que passear o queijo
Adoram foder dinheiro
Porque também
Não precisam de trabalhar
Vêm para a rua
Combater as suas frustrações
E a malta que os ature
Viva Portugal
E estas terras de tanto Filho da Puta
Comissão dos Amigos da Estrada
quarta-feira, 21 de dezembro de 2011
O Porto e o Fim do Mundo
É verdade
O mundo já chegou ao fim
Não numa guerra
Mas a nível antropológico
A nível de pessoas
De gentes
Basta chegar ao Porto
Andar no Porto
E sair depois do Porto
Para chegar à conclusão
Que o mundo terminou
Nunca vi tanta merda
Na minha vida
A nível de civismo
É mesmo para cagar
De pernas abertas
Naquela merda
Na rua só se assiste
A tristezas terrestres
Actividades dos elementos
Da Liga dos Filhos da Puta de Portugal
Como anda tudo fodido
E tudo quer foder
Nada melhor
Do que se mandarem foder
Todos uns aos outros
A hipocrisia no seu melhor
Mais um selo da sociedade actual
Já a Biblia dizia
Que por volta do ano 2000
O mundo acabaria
Que iria haver uma grande catástrofe
Aí está
O que esta merda é agora
El fin del mundo
Postado por Cidadão do Mundo: Jaime
O mundo já chegou ao fim
Não numa guerra
Mas a nível antropológico
A nível de pessoas
De gentes
Basta chegar ao Porto
Andar no Porto
E sair depois do Porto
Para chegar à conclusão
Que o mundo terminou
Nunca vi tanta merda
Na minha vida
A nível de civismo
É mesmo para cagar
De pernas abertas
Naquela merda
Na rua só se assiste
A tristezas terrestres
Actividades dos elementos
Da Liga dos Filhos da Puta de Portugal
Como anda tudo fodido
E tudo quer foder
Nada melhor
Do que se mandarem foder
Todos uns aos outros
A hipocrisia no seu melhor
Mais um selo da sociedade actual
Já a Biblia dizia
Que por volta do ano 2000
O mundo acabaria
Que iria haver uma grande catástrofe
Aí está
O que esta merda é agora
El fin del mundo
Postado por Cidadão do Mundo: Jaime
Filhos da Puta à solta em São João da Madeira
Nasce o dia
Vem os Filhos da Puta para a rua
Como não têm mais nada que fazer
Portanto
Passam o dia a coçar os colhões
A viatura de quatro rodas
Antiga cidade do trabalho
Agora terra
Estamos fartos de trabalho
É melhor passear
Dedicam-se a estas actividades
Andar a chatear os cornos
Aos outros
Como está provado
Que nesta terra
Homens gostam de homens
Portanto
Paneleiragem do caralho
Não gostam de cona
Ou andam muito enjoados
Ou porque na Bíblia
Diz que foder é pecado
Perdem tempo diariamente
A foderem-se
Uns aos outros
Gastando preciosa energia
Como é também terra
De putalhada com dinheiro
Não respeitam ninguém
Arrogância
Somos os maiores
E andamos nós
A aturar esta merda
Não há jeito destes paneleiros
Crescerem um pouco
O dinheiro não é tudo!
Postado por Cidadão do Mundo: Jaime
Vem os Filhos da Puta para a rua
Como não têm mais nada que fazer
Portanto
Passam o dia a coçar os colhões
A viatura de quatro rodas
Antiga cidade do trabalho
Agora terra
Estamos fartos de trabalho
É melhor passear
Dedicam-se a estas actividades
Andar a chatear os cornos
Aos outros
Como está provado
Que nesta terra
Homens gostam de homens
Portanto
Paneleiragem do caralho
Não gostam de cona
Ou andam muito enjoados
Ou porque na Bíblia
Diz que foder é pecado
Perdem tempo diariamente
A foderem-se
Uns aos outros
Gastando preciosa energia
Como é também terra
De putalhada com dinheiro
Não respeitam ninguém
Arrogância
Somos os maiores
E andamos nós
A aturar esta merda
Não há jeito destes paneleiros
Crescerem um pouco
O dinheiro não é tudo!
Postado por Cidadão do Mundo: Jaime
sábado, 17 de dezembro de 2011
Os Malefícios do Demónio da Boémia em Milheirós de Poiares
Tudo começa
Nas manhãs de Domingo
Por dentro das portas
Do Santuário Supremo da Verdade
A Igreja de Milheirós de Poiares
Basta ouvir o sino da Puta da Igreja
Para saberemos
Que acreditam mesmo naquela merda
Tamanha é a potência
Do estalo do Badalo
No metal do sino
E assim dá início
O Padreco da Terreola
A mais um discurso
Purificador da Palavra de Deus
Deus é grande
Deus nos vai salvar
Desta merda toda
Assim vomita o Padre
Acalmando o estômago
A Hóstias Benzidas
E garrafita de Tinto Maduro
De Alta Casta Social
Vindo directamente
Do Continente ou do LIDL
Prateleira Promoções Divinas
Sangue de Cristo
Jesus foi o nosso Mártir
Por nós sofreu
Bebe-se ele umas copadas
E mandá-se mais pá Cona
Mais vezes
Em Jerusalém não faltavam putas
O sofrimento não era tanto
As palavras do Padre
Não eram tão amargas
Já não chega a azia
Da terra do Além
Todo o santo dia
E ainda vem este
Mais a sua comitiva
De cruxificados para toda a vida
Fiéis Devotos da Beatice
Que com palavras envenenadas
De credos passados
Minam cabeças a tolos
De pessoas que não viveram
Que não vivem
Dizer-nos o que é a vida
Só em Milheirós de Poiares
E Igrejas vizinhas
Das Terras do Além da Misericórdia
Das vagas dos pecados
Dum mar contaminado
Assim vomitam eles
Esta merda toda
Todos os Domingos de manhã
Ou quando há missa
Viva Portugal!
Tem cá cada coisa!!
Foda-se!
Puta que Pariu!
Comissão dos Seres Vivos de Milheirós de Poiares
Nas manhãs de Domingo
Por dentro das portas
Do Santuário Supremo da Verdade
A Igreja de Milheirós de Poiares
Basta ouvir o sino da Puta da Igreja
Para saberemos
Que acreditam mesmo naquela merda
Tamanha é a potência
Do estalo do Badalo
No metal do sino
E assim dá início
O Padreco da Terreola
A mais um discurso
Purificador da Palavra de Deus
Deus é grande
Deus nos vai salvar
Desta merda toda
Assim vomita o Padre
Acalmando o estômago
A Hóstias Benzidas
E garrafita de Tinto Maduro
De Alta Casta Social
Vindo directamente
Do Continente ou do LIDL
Prateleira Promoções Divinas
Sangue de Cristo
Jesus foi o nosso Mártir
Por nós sofreu
Bebe-se ele umas copadas
E mandá-se mais pá Cona
Mais vezes
Em Jerusalém não faltavam putas
O sofrimento não era tanto
As palavras do Padre
Não eram tão amargas
Já não chega a azia
Da terra do Além
Todo o santo dia
E ainda vem este
Mais a sua comitiva
De cruxificados para toda a vida
Fiéis Devotos da Beatice
Que com palavras envenenadas
De credos passados
Minam cabeças a tolos
De pessoas que não viveram
Que não vivem
Dizer-nos o que é a vida
Só em Milheirós de Poiares
E Igrejas vizinhas
Das Terras do Além da Misericórdia
Das vagas dos pecados
Dum mar contaminado
Assim vomitam eles
Esta merda toda
Todos os Domingos de manhã
Ou quando há missa
Viva Portugal!
Tem cá cada coisa!!
Foda-se!
Puta que Pariu!
Comissão dos Seres Vivos de Milheirós de Poiares
A Futura Guerra Cívil Que Vai Acontecer em Portugal
Já faltou mais
Para tal acontecer
Se já antes havia dificuldades
Para as gentes se entenderem
Agora com esta modernidade
Ainda pior
Já ninguém atura ninguém
Já se cagou no respeito
Basta só ir um pouco
Para as Estradas Portuguesas
Viajar pela Cultura
Assistir a Desporto
Andar no Trabalho
Etc...Etc...
E circular um pouco pelo país
Para chegar à conclusão
Depois de alguma análise
Que isto está tudo fodido
É ver fodas e fodinhas
A toda a hora
Para ficarmos mesmos fodidos
Com tanta foda que nos dão
Já ninguém se compreende
Uns aos outros
Parece não haver
A ideia do Social
Mas antes
A ideia do individual
E tudo o resto que se foda
Tudo à nossa maneira
Assim já diziam
Os Xutos e Pontapés
E muito bem dito
É certo que isto vai dar merda
Para não falar de outras merdas
Que acontecem no país
Mas como isto está tudo uma merda
Uma valente merda
Isto vai ficar
Surgindo aqui neste momento
A Revolucionária Guerra Cívil
Aqui na nossa terra
Portugal
Mais ou menos parecida
Com a da vizinha Espanha
Nostros Hermanos
Alguns anos atrás
História Contemporânea pelo Professor Fusível Social
Para tal acontecer
Se já antes havia dificuldades
Para as gentes se entenderem
Agora com esta modernidade
Ainda pior
Já ninguém atura ninguém
Já se cagou no respeito
Basta só ir um pouco
Para as Estradas Portuguesas
Viajar pela Cultura
Assistir a Desporto
Andar no Trabalho
Etc...Etc...
E circular um pouco pelo país
Para chegar à conclusão
Depois de alguma análise
Que isto está tudo fodido
É ver fodas e fodinhas
A toda a hora
Para ficarmos mesmos fodidos
Com tanta foda que nos dão
Já ninguém se compreende
Uns aos outros
Parece não haver
A ideia do Social
Mas antes
A ideia do individual
E tudo o resto que se foda
Tudo à nossa maneira
Assim já diziam
Os Xutos e Pontapés
E muito bem dito
É certo que isto vai dar merda
Para não falar de outras merdas
Que acontecem no país
Mas como isto está tudo uma merda
Uma valente merda
Isto vai ficar
Surgindo aqui neste momento
A Revolucionária Guerra Cívil
Aqui na nossa terra
Portugal
Mais ou menos parecida
Com a da vizinha Espanha
Nostros Hermanos
Alguns anos atrás
História Contemporânea pelo Professor Fusível Social
Milheirós de Poiares a uns Bons Anos Atrás
Verdadeira terra dos Índios
Receptores das Divindades da Terra:
...
No Water canalized
Bebia-se água directamente da Terra
No Esgotos
Caga-se para a Terra
No Tv
Imaginava-se e fazia-se novelas e filmes
No Radio
Bastava ouvir a vizinhada
No Telefone
Tudo à base de sinais de fumos
No Internet
Usava-se Telepatia Desenvolvida Extraterrestre
No Gás canalized
O Tone tinha de carregar a bilha às costas
No Automobile ou trotinete
Ou Transportes de jeito
O Camelo andava a pé
...
Tirando isto
E à espera que não faltasse mais nada
Muitas danças à chuva
E anos de espera
Pela ajuda da Autarquia
Da Promessa dos Políticos
Etnografia pelo Professor Fusível Social
Receptores das Divindades da Terra:
...
No Water canalized
Bebia-se água directamente da Terra
No Esgotos
Caga-se para a Terra
No Tv
Imaginava-se e fazia-se novelas e filmes
No Radio
Bastava ouvir a vizinhada
No Telefone
Tudo à base de sinais de fumos
No Internet
Usava-se Telepatia Desenvolvida Extraterrestre
No Gás canalized
O Tone tinha de carregar a bilha às costas
No Automobile ou trotinete
Ou Transportes de jeito
O Camelo andava a pé
...
Tirando isto
E à espera que não faltasse mais nada
Muitas danças à chuva
E anos de espera
Pela ajuda da Autarquia
Da Promessa dos Políticos
Etnografia pelo Professor Fusível Social
domingo, 11 de dezembro de 2011
Cruel Natureza
A primavera vivia o seu primeiro dia
E no alto da majestosa chaminé
Por enquanto, ausência se vivia
O ninho confiava ansiosamente
A chegada das reais aves
Que exaustivamente,
Por fim regressavam
Acolhendo-se, preparando-se
Para cumprirem o já anual
Dever natural…
A criação
O tempo percorria momentaneamente
As expectativas eram grandes
As esperas eram muitas
Tentar o que não se conseguiu
Uma cria, um filho
Um continuar da espécie
Contudo, essa necessidade vital
Resplandeceu-se platonicamente
Um rebento brotara enfim
Todavia, imensas eram as adversidades
Descobrindo-se o quanto de patíbulo
Possuíra a vida , a Natureza
Do resistir nada valeu
Tornando aquele presente confiante
Em futuro nada, uma certeza !
Poesia Urbana
E no alto da majestosa chaminé
Por enquanto, ausência se vivia
O ninho confiava ansiosamente
A chegada das reais aves
Que exaustivamente,
Por fim regressavam
Acolhendo-se, preparando-se
Para cumprirem o já anual
Dever natural…
A criação
O tempo percorria momentaneamente
As expectativas eram grandes
As esperas eram muitas
Tentar o que não se conseguiu
Uma cria, um filho
Um continuar da espécie
Contudo, essa necessidade vital
Resplandeceu-se platonicamente
Um rebento brotara enfim
Todavia, imensas eram as adversidades
Descobrindo-se o quanto de patíbulo
Possuíra a vida , a Natureza
Do resistir nada valeu
Tornando aquele presente confiante
Em futuro nada, uma certeza !
Poesia Urbana
Testemunho
O destino fora marcado
E tal acto escabroso acontecera
Assassínio premeditado posto em uso
Por alma terrivelmente malévolo.
À vitima negada a salvação
Golpe fatal perpetuara a sentença
Com morte inevitável
Tornando, substituindo em cadáver putrefacto
Esventrado, esvaziado, esbanjado
Do seu existencial líquido.
No chão, marcas imortalizadas
Testemunho de um acto impiedoso
Que da vida, julgamento macabro!!!…
Poesia Urbana
E tal acto escabroso acontecera
Assassínio premeditado posto em uso
Por alma terrivelmente malévolo.
À vitima negada a salvação
Golpe fatal perpetuara a sentença
Com morte inevitável
Tornando, substituindo em cadáver putrefacto
Esventrado, esvaziado, esbanjado
Do seu existencial líquido.
No chão, marcas imortalizadas
Testemunho de um acto impiedoso
Que da vida, julgamento macabro!!!…
Poesia Urbana
I´m just on the road
I ´m just on the road
Walking speedily
Without know
Where to go
Questions that I have
Thoughts that I load
Searching for solutions
Finding disillusions
Because the end
It ´s coming slow
I ´m just on the road
Questions that I have
Thoughts that I load
I ´m just on the road
Only because the end
It ´s coming slow !
Urban Poetry Words
Walking speedily
Without know
Where to go
Questions that I have
Thoughts that I load
Searching for solutions
Finding disillusions
Because the end
It ´s coming slow
I ´m just on the road
Questions that I have
Thoughts that I load
I ´m just on the road
Only because the end
It ´s coming slow !
Urban Poetry Words
Miserable Decay
I make such thing so thoughtless!
Let that desire possess me
Without see if I can hurt somebody…
Reason, everyone have
For to criticise me
Pitilessly !…..
I´ m very compulsive
And when I awake to realise that
Already have got out
Of the track!…
Miserable decay!…
Responsibilities have them I
Before the family and the society!…
Which doesn’t like to be betrayed
Society that shelter me!…
Better times will come
Everything will be forgotten!
When I enter into the gateway:
The life, he will increase
Society that will say!
Miserable decay!…
So, liberated will live
When the evil runs away from me
In thought I will restrain me:
Why this miserable decay?
Lord! Have pity of me!…
Miserable decay!…
Urban Poetry Words
Let that desire possess me
Without see if I can hurt somebody…
Reason, everyone have
For to criticise me
Pitilessly !…..
I´ m very compulsive
And when I awake to realise that
Already have got out
Of the track!…
Miserable decay!…
Responsibilities have them I
Before the family and the society!…
Which doesn’t like to be betrayed
Society that shelter me!…
Better times will come
Everything will be forgotten!
When I enter into the gateway:
The life, he will increase
Society that will say!
Miserable decay!…
So, liberated will live
When the evil runs away from me
In thought I will restrain me:
Why this miserable decay?
Lord! Have pity of me!…
Miserable decay!…
Urban Poetry Words
quarta-feira, 7 de dezembro de 2011
B-A-BA do Mandar Foder em São João da Madeira
Começa o dia
Acordam os tolos
Porque simplesmente
Não batem bem da bola
Doentes com a doença Inveja
Assim fazem o seu dia
Por entre os dias
Do resto dos dias
E assim andam eles
Todos contentes
Com este tipo de vida
Vida de merda
Merdinhas da sociedade
Onde jaz a maldade
Em situações que não crescem
Comportando-se
Como cianças
De chupa na boca
A fazer merda
O dia inteiro
Nesta cidade
São João da Madeira
Assiste-se a merda social
Infantilidades
Dos putos da sociedade
Que se andassem a trabalhar
De certeza
Não faziam
Tanta merda
Mas é isto
A terra das coisas
São João da Madeira
Associação Vamos Viver Felizes
Acordam os tolos
Porque simplesmente
Não batem bem da bola
Doentes com a doença Inveja
Assim fazem o seu dia
Por entre os dias
Do resto dos dias
E assim andam eles
Todos contentes
Com este tipo de vida
Vida de merda
Merdinhas da sociedade
Onde jaz a maldade
Em situações que não crescem
Comportando-se
Como cianças
De chupa na boca
A fazer merda
O dia inteiro
Nesta cidade
São João da Madeira
Assiste-se a merda social
Infantilidades
Dos putos da sociedade
Que se andassem a trabalhar
De certeza
Não faziam
Tanta merda
Mas é isto
A terra das coisas
São João da Madeira
Associação Vamos Viver Felizes
O Divertimento em Portugal
Neste país
E pelo o que se assiste
Nos canais de divertimento
Nas televisões
Em sítios de suposta diversão
Em Bares
Em Discotecas
O que se assiste
Não tem nada a ver
Com divertimento
Só se for
As habituais tangas
Ou as bobedeiras
Ou a droga nos cornos
Uma forma de divertimento
Frustrada
Das Elites de Portugal
Como não há nada de novo
E tudo virou marasmo
Aparece a tanga
A ver se as coisas mudam
Uma solução do mundo
Para resolver problemas
Que tem dado os seus frutos
Aqui na Portugalândia
Basta ver televisão
Mais propriamente
Programas de Comédia
Ou frequentar
Determinados sítios
Aqui na Lusitânia
Aonde reina
Os Contos Mágicos
De Tanguice Nacional
Parece que isto vai
De vento em proa
Tem tendência a melhorar
Vai depender
Da orientação do vento
Ou seja
Do lado em que o vento bater
Já não se diverte em Portugal
Já não há diversão
A sua prima
A Azia
É o que está a dar
Está na moda
Andar com azia é que é
Já foi tempo dos sorrisos
E das gargalhadas
Agora só na Assembleia da República
A Palhaçada do Costume
Andarem-se todos a mandar foder
E ainda a ver
Se levam Portugal
A bom porto
O sítio da Diversão
Em Portugal
Tudo o resto faliu
Já não tem assunto
Uma ideia fabulosa:
Deixar de haver partidos
Facções
E juntarem todos
Para salvar esta merda
Associação dos Tristes de Portugal
E pelo o que se assiste
Nos canais de divertimento
Nas televisões
Em sítios de suposta diversão
Em Bares
Em Discotecas
O que se assiste
Não tem nada a ver
Com divertimento
Só se for
As habituais tangas
Ou as bobedeiras
Ou a droga nos cornos
Uma forma de divertimento
Frustrada
Das Elites de Portugal
Como não há nada de novo
E tudo virou marasmo
Aparece a tanga
A ver se as coisas mudam
Uma solução do mundo
Para resolver problemas
Que tem dado os seus frutos
Aqui na Portugalândia
Basta ver televisão
Mais propriamente
Programas de Comédia
Ou frequentar
Determinados sítios
Aqui na Lusitânia
Aonde reina
Os Contos Mágicos
De Tanguice Nacional
Parece que isto vai
De vento em proa
Tem tendência a melhorar
Vai depender
Da orientação do vento
Ou seja
Do lado em que o vento bater
Já não se diverte em Portugal
Já não há diversão
A sua prima
A Azia
É o que está a dar
Está na moda
Andar com azia é que é
Já foi tempo dos sorrisos
E das gargalhadas
Agora só na Assembleia da República
A Palhaçada do Costume
Andarem-se todos a mandar foder
E ainda a ver
Se levam Portugal
A bom porto
O sítio da Diversão
Em Portugal
Tudo o resto faliu
Já não tem assunto
Uma ideia fabulosa:
Deixar de haver partidos
Facções
E juntarem todos
Para salvar esta merda
Associação dos Tristes de Portugal
sábado, 26 de novembro de 2011
Santa Estupidez à Hora de Ponta
É sair à rua
E assistir
À palhaçada do costume
Tolos e tolitos
Todos em demanda
Qual deles
O mais tolo
Parece que foi decretado
Andar muito rápido
Para escapar
À velocidade do som
Deve ser mais uma técnica avançada
De condução automobilística
Ou a motorizada a duas rodas
Parece haver uma competição
A ver quem anda mais depressa
Faz crescer os cabelos no peito
E as consequências na cabeça
É andarem todos tolos
Todos os dias
Como as Terras do Além
São habitadas
Por estes seres
Não há mesmo nada a fazer
Já nasceram assim
Portanto fica tudo na mesma
Tolos e mais tolos
De um lado para o outro
Nas terreolas do desasossego
Na rua confusão
Em casa confusão
No trabalho mais confusão
Os que coçam os tomates
Também fazem confusão
Enfim
Confusão do caralho
Aqui nas Terreolas do Além
Comissão dos Amigos da Estrada
E assistir
À palhaçada do costume
Tolos e tolitos
Todos em demanda
Qual deles
O mais tolo
Parece que foi decretado
Andar muito rápido
Para escapar
À velocidade do som
Deve ser mais uma técnica avançada
De condução automobilística
Ou a motorizada a duas rodas
Parece haver uma competição
A ver quem anda mais depressa
Faz crescer os cabelos no peito
E as consequências na cabeça
É andarem todos tolos
Todos os dias
Como as Terras do Além
São habitadas
Por estes seres
Não há mesmo nada a fazer
Já nasceram assim
Portanto fica tudo na mesma
Tolos e mais tolos
De um lado para o outro
Nas terreolas do desasossego
Na rua confusão
Em casa confusão
No trabalho mais confusão
Os que coçam os tomates
Também fazem confusão
Enfim
Confusão do caralho
Aqui nas Terreolas do Além
Comissão dos Amigos da Estrada
terça-feira, 22 de novembro de 2011
A Virgem da Redtrotinetemóbile de Milheirós de Poiares
Ora vem para cima
Ora vem para baixo
Aí vem ela
Com o seu Redmóbile
A azia
Ela traz consigo
Todos os dias
Sempre que passa
Por nós
É um cheiro ao suor
Das actividades de patrulha
Efectuadas por ela
Vai todos os dias à missa
Rezar pelo seu patrono
Para lhe dar sorte
Nas lides da estrada
Como também pertence
À lide
Vamos mandar foder
Aí vem ela toda tola
Como todos os tolos da terra
Como nenhum deles
Bate bem da bola
Estão bem uns para os outros
Como o trabalho
Não surte qualquer efeito
Nestas entidades
Uma vez que só fazem merda
Só mesmo o copo de vinho
Os pode salvar
A virgem é mais uma
Da Terra do Além
Que com a sua trotinete
Faz maravilhas na estrada
Desde incomodar
Tudo e todos
Sem falar
Nas suas míticas patrulhas
A ver se está tudo no sítio
Como não tem mais nada que fazer
Nada melhor do que dar que fazer
Aos outros
Andando eles todos
Uns atrás dos outros a foderem-se
Como isto é terra de tolos
E não há nenhum certo
Nada como mandar foder
Para melhorar o dia
A virgem do Redtrotinetemóbile
Anda sempre molhada
No banco
Porque tudo lhe dá tesão
Há quem diga
Que anda à caça de Pau
Mais uma personagem
Da Terra do Além
Milheirós de Poiares
Comissão de Antropologia Aplicada Portuguesa
Ora vem para baixo
Aí vem ela
Com o seu Redmóbile
A azia
Ela traz consigo
Todos os dias
Sempre que passa
Por nós
É um cheiro ao suor
Das actividades de patrulha
Efectuadas por ela
Vai todos os dias à missa
Rezar pelo seu patrono
Para lhe dar sorte
Nas lides da estrada
Como também pertence
À lide
Vamos mandar foder
Aí vem ela toda tola
Como todos os tolos da terra
Como nenhum deles
Bate bem da bola
Estão bem uns para os outros
Como o trabalho
Não surte qualquer efeito
Nestas entidades
Uma vez que só fazem merda
Só mesmo o copo de vinho
Os pode salvar
A virgem é mais uma
Da Terra do Além
Que com a sua trotinete
Faz maravilhas na estrada
Desde incomodar
Tudo e todos
Sem falar
Nas suas míticas patrulhas
A ver se está tudo no sítio
Como não tem mais nada que fazer
Nada melhor do que dar que fazer
Aos outros
Andando eles todos
Uns atrás dos outros a foderem-se
Como isto é terra de tolos
E não há nenhum certo
Nada como mandar foder
Para melhorar o dia
A virgem do Redtrotinetemóbile
Anda sempre molhada
No banco
Porque tudo lhe dá tesão
Há quem diga
Que anda à caça de Pau
Mais uma personagem
Da Terra do Além
Milheirós de Poiares
Comissão de Antropologia Aplicada Portuguesa
sexta-feira, 18 de novembro de 2011
Rest
I will smoke my last cigar
seating here with my loneliness
to finish what I’m thinking
and forget what they are
those persons that I am
in time, in my way
only an accident
me in this way
I just could die now
cause I kissed her face once
I just could say goodbye now
cause I brought music to this dance
You could now rest your soul
stop running against time
to try courage than hiding
from yourself
to feel the seasons in your heart
cause change it’s so close
beneath from one step of you
from the eyes of those
Put aside of you yourself
bring some light to the dark
refuse your last cigar
forget what they are
those persons that I am
in time, in my way
only an accident
me in this way
I just could lie now
cause I kissed her face once
I just could say why now
cause I brought music to this dance
You could now rest your soul
in a beautiful grave
ashes to ashes...
buried only in your head
You could now rest your soul
so close...
beneath from one step of you
from the eyes of those.
Urban Poetry Words
seating here with my loneliness
to finish what I’m thinking
and forget what they are
those persons that I am
in time, in my way
only an accident
me in this way
I just could die now
cause I kissed her face once
I just could say goodbye now
cause I brought music to this dance
You could now rest your soul
stop running against time
to try courage than hiding
from yourself
to feel the seasons in your heart
cause change it’s so close
beneath from one step of you
from the eyes of those
Put aside of you yourself
bring some light to the dark
refuse your last cigar
forget what they are
those persons that I am
in time, in my way
only an accident
me in this way
I just could lie now
cause I kissed her face once
I just could say why now
cause I brought music to this dance
You could now rest your soul
in a beautiful grave
ashes to ashes...
buried only in your head
You could now rest your soul
so close...
beneath from one step of you
from the eyes of those.
Urban Poetry Words
Seven lives from an Indian man
The coffee is boiling in my hands
against the cold of the out side
so cool this feeling
the sounds of the music around
around, the ground beneath
be alive in this small town
stopped in time waiting for
I remember about those
seven lives from an Indian man
About what the Indian man said to me
- Son bring peace than war
inside you about everyone
play how much you can
till you reach your heaven
inside you about everyone
then you walk alone with everyone aside
with everything inside
feet over feet
till you count your steps
feet over feet again
behind those dark shadows
of this big trees
then you see the Indian man
right beside you, with you
beneath the ashes of time
that you kept in your closet
for a long, long time
I saw him again
the Indian man with a few more years
in his words... Human thoughts
on his own advice that he kept for me
myself now, I try hardly to be
be old in this mind, in this young life
myself, another one, I try to be too
I remember about those
seven lives from an Indian man
About what the Indian man said to me
- Walk aside of the chair where you are living
where the eyes can’t see the images in the background
walk aside directly to your big closed door
facing what you are looking for
cause when we have anything
something is everything
so wait for your time
when someone would be there
as everything and not as something
And I remember about those
seven lives from an Indian man
but who should I believe?
friends, an old man, the Indian man
he that kept inside my grief
from this twisted mind
since those seven years
how should I believe?
friends, an old man...
Urban Poetry Words
against the cold of the out side
so cool this feeling
the sounds of the music around
around, the ground beneath
be alive in this small town
stopped in time waiting for
I remember about those
seven lives from an Indian man
About what the Indian man said to me
- Son bring peace than war
inside you about everyone
play how much you can
till you reach your heaven
inside you about everyone
then you walk alone with everyone aside
with everything inside
feet over feet
till you count your steps
feet over feet again
behind those dark shadows
of this big trees
then you see the Indian man
right beside you, with you
beneath the ashes of time
that you kept in your closet
for a long, long time
I saw him again
the Indian man with a few more years
in his words... Human thoughts
on his own advice that he kept for me
myself now, I try hardly to be
be old in this mind, in this young life
myself, another one, I try to be too
I remember about those
seven lives from an Indian man
About what the Indian man said to me
- Walk aside of the chair where you are living
where the eyes can’t see the images in the background
walk aside directly to your big closed door
facing what you are looking for
cause when we have anything
something is everything
so wait for your time
when someone would be there
as everything and not as something
And I remember about those
seven lives from an Indian man
but who should I believe?
friends, an old man, the Indian man
he that kept inside my grief
from this twisted mind
since those seven years
how should I believe?
friends, an old man...
Urban Poetry Words
Live and let live
The world is lost
The feelings don ´t worth
People are nothing
Everything change from bad to worse
Improvement is a illusion
Illusions mean reality
Live and let live !
Live and let live !
Promises that we hear
Everyday, unrealisable for sure !
Glittering as they should be
To blind us from the real truth
A future punishment
Of this egoistic world
So, live and let live !
Live and let live !
Urban Poetry Words
The feelings don ´t worth
People are nothing
Everything change from bad to worse
Improvement is a illusion
Illusions mean reality
Live and let live !
Live and let live !
Promises that we hear
Everyday, unrealisable for sure !
Glittering as they should be
To blind us from the real truth
A future punishment
Of this egoistic world
So, live and let live !
Live and let live !
Urban Poetry Words
Macabre Fun
There are some people who like to prejudice
Doing frightful things
Outraging against human life
Results are guiltless victims
Without any justification.
We should apply a punishment
To not drop in obliteration
This macabre fun of them.
Macabre fun
Macabre fun
Make that this poor souls are revenged
As we will sentence, condemning them
With the same severity, equal which they applied.
Macabre fun
Macabre fun
Urban Poetry Words
Doing frightful things
Outraging against human life
Results are guiltless victims
Without any justification.
We should apply a punishment
To not drop in obliteration
This macabre fun of them.
Macabre fun
Macabre fun
Make that this poor souls are revenged
As we will sentence, condemning them
With the same severity, equal which they applied.
Macabre fun
Macabre fun
Urban Poetry Words
Human Race end...
The reality it’s changing and we don’t know what to do
Are we strong enough to believe in salvation?
No!!! Our race is condemned to the end!
Destructible us we are it will means mutilation…
Mutilation of the human fucking race!!…
Destruction is a obvious way and we will follow her
Until the end
There will not be any possible salvation to our race
Banishment a reality.
War!… a way of surviving
Destruction a consequence of war
That makes the enjoyable death
kill even more!…
Feeling death…
Being death…
Us we shall be remain !!!…
Urban Poetry Words
Are we strong enough to believe in salvation?
No!!! Our race is condemned to the end!
Destructible us we are it will means mutilation…
Mutilation of the human fucking race!!…
Destruction is a obvious way and we will follow her
Until the end
There will not be any possible salvation to our race
Banishment a reality.
War!… a way of surviving
Destruction a consequence of war
That makes the enjoyable death
kill even more!…
Feeling death…
Being death…
Us we shall be remain !!!…
Urban Poetry Words
Dúvidas do para além da Morte
Nascemos com uma vida
Vivemos com destino a uma morte
Morrer de facto, não sabemos
Parece ninguém saber
O fim de uma vida física
O corpo resta, sepultado apenas
Do espirito, da alma humana
Se morre de facto, também não sabemos
Parece ninguém saber
Vida para além da morte física
Uma questão antiga,
Uma dúvida primordial
Será possível ?
E se for de facto ?
Como será ?
Não sabemos
Parece ninguém saber
Todavia esta conclusão finita
De que a vida termina em morte
Não parece satisfatória
Não parece ter sentido
Uma vida inteira só com este fado
Terá que existir uma continuação !
Talvez este espaço físico anterior
Seja um processo de preparação
Ou um processo de avaliação
Para uma outra vida vindoura
De carácter espiritual
Ou como encarnação
Mas viver como, não sabemos
Parece ninguém saber
Restando-nos esperar apenas
Para esclarecer
As dúvidas do para além da Morte !
Poesia Urbana
Vivemos com destino a uma morte
Morrer de facto, não sabemos
Parece ninguém saber
O fim de uma vida física
O corpo resta, sepultado apenas
Do espirito, da alma humana
Se morre de facto, também não sabemos
Parece ninguém saber
Vida para além da morte física
Uma questão antiga,
Uma dúvida primordial
Será possível ?
E se for de facto ?
Como será ?
Não sabemos
Parece ninguém saber
Todavia esta conclusão finita
De que a vida termina em morte
Não parece satisfatória
Não parece ter sentido
Uma vida inteira só com este fado
Terá que existir uma continuação !
Talvez este espaço físico anterior
Seja um processo de preparação
Ou um processo de avaliação
Para uma outra vida vindoura
De carácter espiritual
Ou como encarnação
Mas viver como, não sabemos
Parece ninguém saber
Restando-nos esperar apenas
Para esclarecer
As dúvidas do para além da Morte !
Poesia Urbana
Harmonia Após Vida
Dias que passam alimentando cada vez mais o ódio
Ódio macabramente suportado
De não poder possuir-te, de seres…
Eternamente minha
A realidade marca o destino incontestado
Contrariedade da minha vontade
Abruptamente delineado por uma força divina
Penoso é o caminho do penitente
Dias a fim de colossais sofrimentos
Em que perpetuam esperanças nos pensamentos
Esperanças de um amor possivelmente concretizável
Do qual da vida lhe daria prazer de vida resplandecente
Mas tal força, impostamente, o sentenciou
Com marca de impossível absolvência
Pecado mortal como pena da resplandecência
Apoteosamente como delito punível
Pondo término o seu caminho existencial…
Caminho esse cegamente seguido
Caminho puritano sem espaço lacunal.
Inconformado de seu fim malogrado
Perfaz vingança de tão injusta decisão
Executando por mãos próprias a cruel sacrificação
Do seu amor acto incompreensível,
Suicídio seguidamente congratulado!!!…
Poesia Urbana
Ódio macabramente suportado
De não poder possuir-te, de seres…
Eternamente minha
A realidade marca o destino incontestado
Contrariedade da minha vontade
Abruptamente delineado por uma força divina
Penoso é o caminho do penitente
Dias a fim de colossais sofrimentos
Em que perpetuam esperanças nos pensamentos
Esperanças de um amor possivelmente concretizável
Do qual da vida lhe daria prazer de vida resplandecente
Mas tal força, impostamente, o sentenciou
Com marca de impossível absolvência
Pecado mortal como pena da resplandecência
Apoteosamente como delito punível
Pondo término o seu caminho existencial…
Caminho esse cegamente seguido
Caminho puritano sem espaço lacunal.
Inconformado de seu fim malogrado
Perfaz vingança de tão injusta decisão
Executando por mãos próprias a cruel sacrificação
Do seu amor acto incompreensível,
Suicídio seguidamente congratulado!!!…
Poesia Urbana
A Vontade de Trabalhar aqui nas Terreolas
De manhã acorda-se sempre com vontade
Não da vontade de trabalhar
Mas da vontade da vontade
De fazer mais merda
Merda está definida nos dicionários
Como qualquer actividade
Que resulta sempre em merda
Já para não falar da azia
De que é trabalhar
Aqui nas Terreolas do Além
Já não há vontade
A vontade de trabalhar
Foi declarada morta
Está lá registada
No Registo Civil
Andar na vida
Sempre a ajustar contas
Não fosse isto Portugal
Terra de atrasados mentais
Parece que têm sempre algo a dizer
Nem que seja merda
Nas palavras
Nos comportamentos
Com as coisas
Com tudo em que ponham mãos
Essa vontade é resultado
Do mandar foder
Que é o trabalho
Aqui nas Terreolas da Guerra
Um autêntico infantário
De bebés cheios de birras
Já para não falar
Dos chorões dos patrões
Que quando chega ao fim do mês
Então é que é ver birras
De caixão à cova
Porque trabalha-se
Logo recebe-se
Porque a vida
É difícil para todos
Para Patrões
Para empregados
Já para não abordar
A questão da chulagem
Que é os ordenados
Aqui nas Terras do Além
Do lindo Portugal
Talvez isto explique
A azia laboral no perímetro
A falta de vontade de trabalhar
Não admira haver tanta merda
Aqui na vida social
Das terrinhas de Portugal
A vontade que já foi...
Crónicas da Avozinha Gestrudes
Não da vontade de trabalhar
Mas da vontade da vontade
De fazer mais merda
Merda está definida nos dicionários
Como qualquer actividade
Que resulta sempre em merda
Já para não falar da azia
De que é trabalhar
Aqui nas Terreolas do Além
Já não há vontade
A vontade de trabalhar
Foi declarada morta
Está lá registada
No Registo Civil
Andar na vida
Sempre a ajustar contas
Não fosse isto Portugal
Terra de atrasados mentais
Parece que têm sempre algo a dizer
Nem que seja merda
Nas palavras
Nos comportamentos
Com as coisas
Com tudo em que ponham mãos
Essa vontade é resultado
Do mandar foder
Que é o trabalho
Aqui nas Terreolas da Guerra
Um autêntico infantário
De bebés cheios de birras
Já para não falar
Dos chorões dos patrões
Que quando chega ao fim do mês
Então é que é ver birras
De caixão à cova
Porque trabalha-se
Logo recebe-se
Porque a vida
É difícil para todos
Para Patrões
Para empregados
Já para não abordar
A questão da chulagem
Que é os ordenados
Aqui nas Terras do Além
Do lindo Portugal
Talvez isto explique
A azia laboral no perímetro
A falta de vontade de trabalhar
Não admira haver tanta merda
Aqui na vida social
Das terrinhas de Portugal
A vontade que já foi...
Crónicas da Avozinha Gestrudes
A Legião dos Homens de Preto em Milheirós de Poiares
Como tudo acabou
Ainda por cima
Com a austeridade
Nada como andar
Vestido de preto
Desde as cuecas
Até ao par de meias
Calcinhas
Camisinha
E casaquinho
Fumar pirolitos de tabaco
Para cagar na cena
Beber até cair
Para esquecer
E sair fora porta
Pela noite adentro
Conversas para entreter
Os passarinhos da atmosfera
E olhar para o relógio
A ver se vai
Mais um copo de tintol
Ou a cerveja da velha guarda
Quando tudo está fodido
Aí é que o negro da roupa
Sobressai
Está tudo fodido
Nem o futebol
Da caixa mágica
Salva as hostes
É tempo de zarpar
Para outro poiso
Porque aqui
Parece que vai haver
Merda
Vida Social pela Coligação dos Amigos da Noite
Ainda por cima
Com a austeridade
Nada como andar
Vestido de preto
Desde as cuecas
Até ao par de meias
Calcinhas
Camisinha
E casaquinho
Fumar pirolitos de tabaco
Para cagar na cena
Beber até cair
Para esquecer
E sair fora porta
Pela noite adentro
Conversas para entreter
Os passarinhos da atmosfera
E olhar para o relógio
A ver se vai
Mais um copo de tintol
Ou a cerveja da velha guarda
Quando tudo está fodido
Aí é que o negro da roupa
Sobressai
Está tudo fodido
Nem o futebol
Da caixa mágica
Salva as hostes
É tempo de zarpar
Para outro poiso
Porque aqui
Parece que vai haver
Merda
Vida Social pela Coligação dos Amigos da Noite
sexta-feira, 11 de novembro de 2011
A Voz da Traquinice
Quando ela aparece
Vem sorrateira
Consegue surpreender
Vem nos dizer
Coisas que já sabemos
Duma sabedoria
Que não interessa
São sobretudo
Sons irritantes
Que incomodam
Pelo facto de a conhecermos
Gostam de falar ao ouvido
Tipo conselhos
Dum moralista velho
Inquietado
Pela nossa presença
Inveja
Talvez
Ou pelo gosto da traquinice
O amor em perturbar
Porque andamos incomodados
Com a vida
Com as pessoas
E assim despejamos nos outros
As nossas inquietudes
As nossas frustrações
É aí que surge essa voz
A voz da traquinice
Em nós
Tornando este sistema de vida
Numa confusão social
Quando o indivíduo
Não vai bem
Reflecte-se na sociedade
Quando a sociedade vai pior
Repercute-se no indivíduo
É tipo um sistema vicioso
Que não tem fim
Sistema tipo bola de neve
Que cada vez mais
Vai ficando degradante
Tornando isto num mal
Nessa voz da traquinice
Que só existe
Para de facto
Criar maldade
Pedagogia Social pelo Professor Fusível Social
Vem sorrateira
Consegue surpreender
Vem nos dizer
Coisas que já sabemos
Duma sabedoria
Que não interessa
São sobretudo
Sons irritantes
Que incomodam
Pelo facto de a conhecermos
Gostam de falar ao ouvido
Tipo conselhos
Dum moralista velho
Inquietado
Pela nossa presença
Inveja
Talvez
Ou pelo gosto da traquinice
O amor em perturbar
Porque andamos incomodados
Com a vida
Com as pessoas
E assim despejamos nos outros
As nossas inquietudes
As nossas frustrações
É aí que surge essa voz
A voz da traquinice
Em nós
Tornando este sistema de vida
Numa confusão social
Quando o indivíduo
Não vai bem
Reflecte-se na sociedade
Quando a sociedade vai pior
Repercute-se no indivíduo
É tipo um sistema vicioso
Que não tem fim
Sistema tipo bola de neve
Que cada vez mais
Vai ficando degradante
Tornando isto num mal
Nessa voz da traquinice
Que só existe
Para de facto
Criar maldade
Pedagogia Social pelo Professor Fusível Social
A Investida dos Índios Phumpum
Assim decorre o dia
Sem que nada se passe
E que aconteça coisas
Uma calma perdida
Que quanto menos se espera
Lá acontece
Phumpum
Mais um aviso
Os índios acordaram
Já não há sôssego
Agora querem outra coisa
Que se for a ver
É sempre a mesma coisa
Arreliarem-se
Uns aos outros
As birras do costume
Ou porque não têm
Ou porque querem ter
Começa aqui o conflito
Qual deles o mais inteligente?
Que artimanhas se vão usar?
Para levar avante
Mais uma pequena vingança
Não dormem descansados
Pensam guerra
Todos os dias
Esta tribo que não vive
De tão mergulhados neste lamaçal
Que é viver
Em constante desatino
Uns com os outros
Passadices e mais passadices
A tribo Phumpum não se adapta
Caindo por terra frustrada
Partindo então para a guerra
Entre eles
E entre estranhos à sua tribo
Já neles há pouca união
Sendo uma tribo desintegrada
Destruturada
Sem organização social
Foi tudo para o ar
Já não existe nada
Ou seja
Esta tribo deixou de existir
Antropologia Contemporânea pelo Professor Fusível Social
Sem que nada se passe
E que aconteça coisas
Uma calma perdida
Que quanto menos se espera
Lá acontece
Phumpum
Mais um aviso
Os índios acordaram
Já não há sôssego
Agora querem outra coisa
Que se for a ver
É sempre a mesma coisa
Arreliarem-se
Uns aos outros
As birras do costume
Ou porque não têm
Ou porque querem ter
Começa aqui o conflito
Qual deles o mais inteligente?
Que artimanhas se vão usar?
Para levar avante
Mais uma pequena vingança
Não dormem descansados
Pensam guerra
Todos os dias
Esta tribo que não vive
De tão mergulhados neste lamaçal
Que é viver
Em constante desatino
Uns com os outros
Passadices e mais passadices
A tribo Phumpum não se adapta
Caindo por terra frustrada
Partindo então para a guerra
Entre eles
E entre estranhos à sua tribo
Já neles há pouca união
Sendo uma tribo desintegrada
Destruturada
Sem organização social
Foi tudo para o ar
Já não existe nada
Ou seja
Esta tribo deixou de existir
Antropologia Contemporânea pelo Professor Fusível Social
quarta-feira, 9 de novembro de 2011
Maníacos ao Volante
Aí vai o maniento
Com tanta mania que até mete nojo
Sempre armado em esperto
A pensar que é mais inteligente
Que os outros
Assapa no pedal
Toma lá!
Ó paneleiro!
Chupa-me a pissa!
Toma lá esta também!
E assim continua o gajo
Com uma mania do caralho
Mais maníaco que os tolos
Do Júlio de Matos
Uma raça de gajos
Que habita agora em Portugal
Como compraram a estrada
À Junta Autónoma das Estradas
Ou seja ao Governo
Tentam fazer dela o que querem
Andando aí todos
A mandarem-se foder
Qual deles o mais maníaco
Para não ficar atrás
Toma lá! Chupa!
Chupa! Toma lá!
E esta merda nunca mais acaba
Não há maneira de internar
Estes gajos com parafusos desapertados
Nem o trabalho os salva
Nem as putas ajudam
Puta que pariu
Esta merda toda
Destes tolos do caralho
Maníacos
Psiquiatria Social pelo Ti Manel das Côves
Com tanta mania que até mete nojo
Sempre armado em esperto
A pensar que é mais inteligente
Que os outros
Assapa no pedal
Toma lá!
Ó paneleiro!
Chupa-me a pissa!
Toma lá esta também!
E assim continua o gajo
Com uma mania do caralho
Mais maníaco que os tolos
Do Júlio de Matos
Uma raça de gajos
Que habita agora em Portugal
Como compraram a estrada
À Junta Autónoma das Estradas
Ou seja ao Governo
Tentam fazer dela o que querem
Andando aí todos
A mandarem-se foder
Qual deles o mais maníaco
Para não ficar atrás
Toma lá! Chupa!
Chupa! Toma lá!
E esta merda nunca mais acaba
Não há maneira de internar
Estes gajos com parafusos desapertados
Nem o trabalho os salva
Nem as putas ajudam
Puta que pariu
Esta merda toda
Destes tolos do caralho
Maníacos
Psiquiatria Social pelo Ti Manel das Côves
Polícia Vai Abrir Casa de Putas
Em São joão da Madeira
Estão a ser feitas as operações
Para levar a cabo
A construção
De uma nova casa de putas
Porque mandar para o pito
É essencial ao nosso ofício
Vão ser feitos
Todos os esforços
Para que o antro de putas
Seja concluído
O mais rápido possível
Ao lado irá ser edificado
Também
Uma casa de paneleiros
Para quem gosta de apanhar no cú
Andar em cenas alternativas
Experimentar coisas esquisitas
Pelo que se observa
Os polícias têm suado muito
No seu trabalho diário
Desde fazer massa à enxada
Assentar tijolo
Fazer o reboco às paredes
E como ginástica
Fazer uns pisos
Sempre a abrir
Uma superbock a meio da tarde
Ou uma sagres
Para os gajos da velha guarda
Uma cigarrada
E continua a achapar massa
O suor é de facto muito
Têm-se trabalhado muito
A mesma rotina de todos os dias
A ver o que os outros andam a fazer
Existe a necessidade
De fazer então mais uma casa de putas
Para se efectivamente
Mandar para a cona
Fodas por Portugal
E para todos os paneleiros
Que andam de marcha atrás
Ou que andam enjoados de cona
O Governo irá financiar
O Templo das Putas
Uma vez que é uma medida
Para o bem da comunidade
Além disso também faz bem à saúde
Uma vez que faz crescer o pau
E aumentar a vontade
De ir mais vezes ao pito
A Polícia de São João da Madeira
Está a fazer todos os esforços
Para que a casa de putas
Seja concluída
Uma vez que a comunidade está ansiosa
De mandar também para a cona
O Bom trabalho dos Polícias
Magazine Express Alcovitice de São joão da Madeira
Estão a ser feitas as operações
Para levar a cabo
A construção
De uma nova casa de putas
Porque mandar para o pito
É essencial ao nosso ofício
Vão ser feitos
Todos os esforços
Para que o antro de putas
Seja concluído
O mais rápido possível
Ao lado irá ser edificado
Também
Uma casa de paneleiros
Para quem gosta de apanhar no cú
Andar em cenas alternativas
Experimentar coisas esquisitas
Pelo que se observa
Os polícias têm suado muito
No seu trabalho diário
Desde fazer massa à enxada
Assentar tijolo
Fazer o reboco às paredes
E como ginástica
Fazer uns pisos
Sempre a abrir
Uma superbock a meio da tarde
Ou uma sagres
Para os gajos da velha guarda
Uma cigarrada
E continua a achapar massa
O suor é de facto muito
Têm-se trabalhado muito
A mesma rotina de todos os dias
A ver o que os outros andam a fazer
Existe a necessidade
De fazer então mais uma casa de putas
Para se efectivamente
Mandar para a cona
Fodas por Portugal
E para todos os paneleiros
Que andam de marcha atrás
Ou que andam enjoados de cona
O Governo irá financiar
O Templo das Putas
Uma vez que é uma medida
Para o bem da comunidade
Além disso também faz bem à saúde
Uma vez que faz crescer o pau
E aumentar a vontade
De ir mais vezes ao pito
A Polícia de São João da Madeira
Está a fazer todos os esforços
Para que a casa de putas
Seja concluída
Uma vez que a comunidade está ansiosa
De mandar também para a cona
O Bom trabalho dos Polícias
Magazine Express Alcovitice de São joão da Madeira
Novo Mundo
Tinha entrado num novo mundo agora
As personagens já não eram os mesmos
O bem e o mal tinham-se confundido
A aparência e o real misturaram-se
Tão bem, tão bem,
Exactamente como um sonho real
Era impossível acordar daquele universo
Da forma como se ponham as coisas
De uma ordem tão organizada
Mas ao mesmo tempo caótica
Tudo ruía para mim, à minha volta
Para quem eu lutava tudo era um benefício
Sozinho não tinha forças para tamanha energia
Uma forma de poder conjunta, social
No entanto lá andava eu sobrevivendo
Àquele jogo bem planeado
Tipo um fantoche na mão de alguns actores
Sem que da encenação soubesse
Ter-se-iam apercebido os espectadores
Os habituais consumidores
O público mais geral que rodeia
Daquela maquinação cénica
Simplesmente assim,
Sublimemente humana
Uma arte que não tem livro de orientação
Uma arte em que as coisas acontecem naturalmente
Ainda assim com a premeditação
Surgem sempre de forma original
Pensando nós que fora planeado
Dado à complexidade das situações
Mas somos nós…
Os seres humanos que habitam esta Terra!
Poesia Urbana
As personagens já não eram os mesmos
O bem e o mal tinham-se confundido
A aparência e o real misturaram-se
Tão bem, tão bem,
Exactamente como um sonho real
Era impossível acordar daquele universo
Da forma como se ponham as coisas
De uma ordem tão organizada
Mas ao mesmo tempo caótica
Tudo ruía para mim, à minha volta
Para quem eu lutava tudo era um benefício
Sozinho não tinha forças para tamanha energia
Uma forma de poder conjunta, social
No entanto lá andava eu sobrevivendo
Àquele jogo bem planeado
Tipo um fantoche na mão de alguns actores
Sem que da encenação soubesse
Ter-se-iam apercebido os espectadores
Os habituais consumidores
O público mais geral que rodeia
Daquela maquinação cénica
Simplesmente assim,
Sublimemente humana
Uma arte que não tem livro de orientação
Uma arte em que as coisas acontecem naturalmente
Ainda assim com a premeditação
Surgem sempre de forma original
Pensando nós que fora planeado
Dado à complexidade das situações
Mas somos nós…
Os seres humanos que habitam esta Terra!
Poesia Urbana
Confusão Social
Nas manhãs, nas tardes, nas noites
Às vezes, quando a estupidez acorda
Sai à rua e desenrola-se como o costume
Aquela confusão nas pessoas
Que não compreendem as outras
Não fazendo um esforço sequer
Para melhor compreender a vida
Mas é sempre assim que ficam
Ignorantes das vontades dos outros
Continuando comportamentos incorrectos
Faltando aquela justiça humana
Que qualquer pessoa saudável a tem
Caindo esta sociedade numa confusão
Culpa porque alguns a criam
Que podemos nós justos fazer?
Para que tal jamais não aconteça
Viver assim perde a graça
A sociedade torna-se mais animal
As atitudes irracionais surgem do nada
Pois nunca há justificações para a ilibar
Por vezes o caos já está tão desenvolvido
Que qualquer outra reacção
Só a vem melhor intensificar
Penso que às vezes seja uma força superior a nós
Algo no ambiente que nos influencia
Nas emoções, nos pensamentos, na parte física
As quais em conjunto turbilham a sociedade
Que poucos se apercebem
Resultando numa Confusão Social.
Poesia Urbana
Às vezes, quando a estupidez acorda
Sai à rua e desenrola-se como o costume
Aquela confusão nas pessoas
Que não compreendem as outras
Não fazendo um esforço sequer
Para melhor compreender a vida
Mas é sempre assim que ficam
Ignorantes das vontades dos outros
Continuando comportamentos incorrectos
Faltando aquela justiça humana
Que qualquer pessoa saudável a tem
Caindo esta sociedade numa confusão
Culpa porque alguns a criam
Que podemos nós justos fazer?
Para que tal jamais não aconteça
Viver assim perde a graça
A sociedade torna-se mais animal
As atitudes irracionais surgem do nada
Pois nunca há justificações para a ilibar
Por vezes o caos já está tão desenvolvido
Que qualquer outra reacção
Só a vem melhor intensificar
Penso que às vezes seja uma força superior a nós
Algo no ambiente que nos influencia
Nas emoções, nos pensamentos, na parte física
As quais em conjunto turbilham a sociedade
Que poucos se apercebem
Resultando numa Confusão Social.
Poesia Urbana
Afectos Sexuais
As mais jovens fazendo o que as mais velhas fazem
Ou gostavam de fazer
Os rabinhos, as maminhas, as perninhas, o olhar à matadora
Que nelas entram em competição
Para consigo e para com entre elas
Na melhor aceitação possível
Dum prémio social sexual
É de afectos sexuais que a maioria vive
É algo que nos alimenta os dias
É uma necessidade tão natural
Às vezes imposta, sim senhor
Porque a sociedade assim o quer ditar
Mas temos que viver com isso
Fazendo nós as escolhas…
Ela olha para mim e o rosto dela fala-me algo
Diferente às vezes do que a boca me diz
O corpo dela às vezes diz-me coisas
Tão diferentes e contraditórias
Enganando aquele olhar não tão maduro
É uma das naturezas dela, dissimular
Ou porque não dominam a linguagem
Ou simplesmente porque estão confusas
Pensamento e corpo são duas artes
Difíceis de conjugar
De pô-las a trabalhar juntas…
A saia que vestem
As calças que vestem
O top que vestem
As calcinhas que vestem
Tudo adereços desse jogo sexual.
Mas uma questão me assola
Sexo com pensamento
Não é o sexo, animal
Irracional como dizem
Um impulso mais forte
Do que o controle da nossa mente
Aquele desejo que quando activado
Dispara em todas as direcções
Dai ser usado como arma
Pelos Afectos Sexuais:
Aquela doçura tão característica
Duma aproximação sexual…
Poesia Urbana
Ou gostavam de fazer
Os rabinhos, as maminhas, as perninhas, o olhar à matadora
Que nelas entram em competição
Para consigo e para com entre elas
Na melhor aceitação possível
Dum prémio social sexual
É de afectos sexuais que a maioria vive
É algo que nos alimenta os dias
É uma necessidade tão natural
Às vezes imposta, sim senhor
Porque a sociedade assim o quer ditar
Mas temos que viver com isso
Fazendo nós as escolhas…
Ela olha para mim e o rosto dela fala-me algo
Diferente às vezes do que a boca me diz
O corpo dela às vezes diz-me coisas
Tão diferentes e contraditórias
Enganando aquele olhar não tão maduro
É uma das naturezas dela, dissimular
Ou porque não dominam a linguagem
Ou simplesmente porque estão confusas
Pensamento e corpo são duas artes
Difíceis de conjugar
De pô-las a trabalhar juntas…
A saia que vestem
As calças que vestem
O top que vestem
As calcinhas que vestem
Tudo adereços desse jogo sexual.
Mas uma questão me assola
Sexo com pensamento
Não é o sexo, animal
Irracional como dizem
Um impulso mais forte
Do que o controle da nossa mente
Aquele desejo que quando activado
Dispara em todas as direcções
Dai ser usado como arma
Pelos Afectos Sexuais:
Aquela doçura tão característica
Duma aproximação sexual…
Poesia Urbana
O Amor da Gaja Z
Lá andava ela pela vida de uma forma estranha
A saber se fazia as coisas como os outros
Ou se queria fazer as coisas como ela queria
No amor parecia ter-se esquecido de o sentir
Para com ela e com os outros
As situações que lhe surgiam
Eram tudo provas de inteligência
A ver quem era o melhor num desempenho
Quando ela ignorava que em termos de sentimentos
A unidade não era mensurável em quantidade
Mas sim na qualidade que cada um transpirava
Não se sentia o sal da vida naquela alma
Mas ela não era a única
Pois havia muitos irmãos que dela padeciam
Tornando com isso a vida de alguns um pouco esquisita
…
Não tiveram a sorte de aprender a viver por eles mesmos
Sem olhar a comparações alheias
Ver a vida com os nossos olhos é mais difícil
É não ter bengalas de qualquer tipo
A ajudar-nos em qualquer situação
É procuramos constantemente em nós próprios
Sobre o que é isto e com quem queremos a partilhar
Mas penso que a vida a irá fazer aprender
Como se aprende a viver
Sem usar os outros para ela pensar que está a crescer
Mas sim sentir honestamente bem lá no fundo
Aquela transformação orgânica
Que nos faz sentir que estamos a viver
Ora sozinhos ora irmãmente
Numa sociedade comunidade.
É este o amor da gaja Z
Aquele tipo de amor que se vê por aí
Que não sabem amar
Que não sabem o que é o Amor
De onde vem
Como aparece
Porquê que aparece
O que o faz aparecer
Como se o utiliza
Na vida com os outros…
Poesia Urbana
A saber se fazia as coisas como os outros
Ou se queria fazer as coisas como ela queria
No amor parecia ter-se esquecido de o sentir
Para com ela e com os outros
As situações que lhe surgiam
Eram tudo provas de inteligência
A ver quem era o melhor num desempenho
Quando ela ignorava que em termos de sentimentos
A unidade não era mensurável em quantidade
Mas sim na qualidade que cada um transpirava
Não se sentia o sal da vida naquela alma
Mas ela não era a única
Pois havia muitos irmãos que dela padeciam
Tornando com isso a vida de alguns um pouco esquisita
…
Não tiveram a sorte de aprender a viver por eles mesmos
Sem olhar a comparações alheias
Ver a vida com os nossos olhos é mais difícil
É não ter bengalas de qualquer tipo
A ajudar-nos em qualquer situação
É procuramos constantemente em nós próprios
Sobre o que é isto e com quem queremos a partilhar
Mas penso que a vida a irá fazer aprender
Como se aprende a viver
Sem usar os outros para ela pensar que está a crescer
Mas sim sentir honestamente bem lá no fundo
Aquela transformação orgânica
Que nos faz sentir que estamos a viver
Ora sozinhos ora irmãmente
Numa sociedade comunidade.
É este o amor da gaja Z
Aquele tipo de amor que se vê por aí
Que não sabem amar
Que não sabem o que é o Amor
De onde vem
Como aparece
Porquê que aparece
O que o faz aparecer
Como se o utiliza
Na vida com os outros…
Poesia Urbana
segunda-feira, 7 de novembro de 2011
Mandar Foder com o Trabalho em Milheirós de Poiares
Tirando a azia
Em que se acorda todos os dias
Nada como mandar foder
Pelo dia fora de trabalho
Dá para ouvir
Com o cagaçal que fazem
Que a vontade é muita
Ou seja
Já nasceram fartos de trabalho
Uma chatice trabalhar
Quem assiste às operações de trabalho
Dá logo para ver
A guerra que o trabalho é
Desde incomodar toda a gente
Aonde depois ninguém se entende
Até passarem mais tarde o dia
A mandarem-se foder
Uns aos outros
A doença é crónica
É um mal que já vem de nascença
Basta olhar para a cara deles
Para saber que trabalho já acabou
A actividade laboral aqui em Milheirós
São as operações que provocam a azia
Dum passado de desentendimentos
Em que ninguém se dá
E que usam o trabalho
Como remédio para a doença
O trabalho morreu de facto
Aqui em Milheirós de Poiares
Comissão dos Trabalhadores de Portugal
Em que se acorda todos os dias
Nada como mandar foder
Pelo dia fora de trabalho
Dá para ouvir
Com o cagaçal que fazem
Que a vontade é muita
Ou seja
Já nasceram fartos de trabalho
Uma chatice trabalhar
Quem assiste às operações de trabalho
Dá logo para ver
A guerra que o trabalho é
Desde incomodar toda a gente
Aonde depois ninguém se entende
Até passarem mais tarde o dia
A mandarem-se foder
Uns aos outros
A doença é crónica
É um mal que já vem de nascença
Basta olhar para a cara deles
Para saber que trabalho já acabou
A actividade laboral aqui em Milheirós
São as operações que provocam a azia
Dum passado de desentendimentos
Em que ninguém se dá
E que usam o trabalho
Como remédio para a doença
O trabalho morreu de facto
Aqui em Milheirós de Poiares
Comissão dos Trabalhadores de Portugal
domingo, 6 de novembro de 2011
Formas de Vida
É curioso as formas de vida que se observam
O lado oculto dessas vidas
Como se processam no dia-a-dia
Uns que se escondem nos carros
Pelo que ostentam como valor
Pela arma que dele fazem
Uns que se escondem nas profissões
Pelo que representam como estatuto
Pela arma que dela fazem
Uns que se escondem nos outros
Pelo que convivem como vida
Pela arma que deles fazem
Formas de vida para combater algo
Não sei o quê, ainda…
É curioso as formas de vida que se observam
O porquê dessas razões tão fúteis
De andarem à volta não sei do quê
Para quê, e por quem
Glória, Honra, Prestigio social?
Conversas comunitárias sem conteúdo
Trânsito diário caótico
Relacionamentos doentios
Tudo um reflexo duma mentalidade deturpada
Que não quer ver outra coisa
Que não quer crescer
Filha duma monotonia viciante
Aqui, ali, acolá, lá longe
Não interessa, os mesmos serão de certeza
Fazendo crer que de lá são
Cuspindo na hospitalidade local
Não interessa, os mesmos serão de certeza
Nestas formas de vida que se observam!
Poesia Urbana
O lado oculto dessas vidas
Como se processam no dia-a-dia
Uns que se escondem nos carros
Pelo que ostentam como valor
Pela arma que dele fazem
Uns que se escondem nas profissões
Pelo que representam como estatuto
Pela arma que dela fazem
Uns que se escondem nos outros
Pelo que convivem como vida
Pela arma que deles fazem
Formas de vida para combater algo
Não sei o quê, ainda…
É curioso as formas de vida que se observam
O porquê dessas razões tão fúteis
De andarem à volta não sei do quê
Para quê, e por quem
Glória, Honra, Prestigio social?
Conversas comunitárias sem conteúdo
Trânsito diário caótico
Relacionamentos doentios
Tudo um reflexo duma mentalidade deturpada
Que não quer ver outra coisa
Que não quer crescer
Filha duma monotonia viciante
Aqui, ali, acolá, lá longe
Não interessa, os mesmos serão de certeza
Fazendo crer que de lá são
Cuspindo na hospitalidade local
Não interessa, os mesmos serão de certeza
Nestas formas de vida que se observam!
Poesia Urbana
Sociedade Incompreensível
A sociedade mata-me dia após dia
Com a sua estupidez colectiva
Uma incompreensão pela diferença que existe
Mas nada posso fazer para mudar tanta cabeça
Talvez de uma outra forma mais inteligente
Poderei alterar o decurso desta situação
Estou farto de imposições culturais
Estou farto de autoritarismos mentais
A estúpida da incompreensão humana
Que não consegue enxergar um traço de luz
Nas suas mentes socialmente limitadas
Às vezes tento ouvir o vento
Que parece falar-nos aos ouvidos
Dizendo-nos coisas importantes sobre a vida
Que me fazem ver melhor as situações
Das conversas que tomam vários sentidos
Das músicas que significam várias coisas
Fazendo uma interpretação melhor do viver
Do que nos rodeia
Do que nos influencia
Do que nos põem à prova
Para ver se estamos prontos
Para esta sociedade incompreensível
Poesia Urbana
Com a sua estupidez colectiva
Uma incompreensão pela diferença que existe
Mas nada posso fazer para mudar tanta cabeça
Talvez de uma outra forma mais inteligente
Poderei alterar o decurso desta situação
Estou farto de imposições culturais
Estou farto de autoritarismos mentais
A estúpida da incompreensão humana
Que não consegue enxergar um traço de luz
Nas suas mentes socialmente limitadas
Às vezes tento ouvir o vento
Que parece falar-nos aos ouvidos
Dizendo-nos coisas importantes sobre a vida
Que me fazem ver melhor as situações
Das conversas que tomam vários sentidos
Das músicas que significam várias coisas
Fazendo uma interpretação melhor do viver
Do que nos rodeia
Do que nos influencia
Do que nos põem à prova
Para ver se estamos prontos
Para esta sociedade incompreensível
Poesia Urbana
sábado, 5 de novembro de 2011
As Editoras em Portugal
Quando se escreve alguma coisa
E se quer publicar
Logo chegam os problemas
Na edição
Com as editoras
Escrever o que se quer
E não ser censurado
Não ser condicionado
Com determinado tipo de escrita
Tudo vai depender
Aonde se vai editar os escritos
As pessoas que estão
Por detrás da Editora
Os interesses a ter em conta
O agradar a quem
Qualquer escritor
Quer escrever o que quer
Sem objecções
Está-se a borrifar
Para o socialmente correcto
Porque há que inovar
Arrojar
Sair de um certo padrão
Institucionalizado
Para de facto vendermos a ideia
Porque é isso
Que as pessoas procuram
Novidade
E o escritor
E a obra
Não cair no esquecimento
Com o passar dos tempos
Uma situação que se assiste
A censura em Portugal
Era tempo de acabar
Com este tipo de situações
Para dar mais liberdade
Às pessoas
À cultura
E não reprimir esta forma de arte
Este tipo de trabalho
Texto escrito por Professor Fusível Social
E se quer publicar
Logo chegam os problemas
Na edição
Com as editoras
Escrever o que se quer
E não ser censurado
Não ser condicionado
Com determinado tipo de escrita
Tudo vai depender
Aonde se vai editar os escritos
As pessoas que estão
Por detrás da Editora
Os interesses a ter em conta
O agradar a quem
Qualquer escritor
Quer escrever o que quer
Sem objecções
Está-se a borrifar
Para o socialmente correcto
Porque há que inovar
Arrojar
Sair de um certo padrão
Institucionalizado
Para de facto vendermos a ideia
Porque é isso
Que as pessoas procuram
Novidade
E o escritor
E a obra
Não cair no esquecimento
Com o passar dos tempos
Uma situação que se assiste
A censura em Portugal
Era tempo de acabar
Com este tipo de situações
Para dar mais liberdade
Às pessoas
À cultura
E não reprimir esta forma de arte
Este tipo de trabalho
Texto escrito por Professor Fusível Social
O Desfuncionamento Social
A verdade é uma
...nada funciona neste sistema
Ou parece que funciona
E até pode enganar alguns
Mas na realidade
Nada funciona
Parece de facto funcionar
Que no futuro
Desaba até à morte
Desregulação social
As pessoas parece não funcionarem bem
Em comunidade
Em que a sociedade foge dos eixos
Despertando comportamentos pouco normais
Atitudes anormais
Caem-se em hipocrisias
Em falsidades
Fingimentos
O teatro no seu melhor
Teatro social
Anda tudo em disputa
Competição
Concorrências
Do mesmo lixo que se come
Todos os dias
De informação viciada
Ou duma novidade que já não é nova
Informação que chateia
Incómodos informativos
Sai-se à rua
E não há nada de novo
A mesma rotina
O marasmo social
A não ser as notícias
Da guerra civil social
Dos nossos dias modernos
Caminhamos para o adeus social
Pois nada tem funcionado
A não ser as coisas
Que convêm ao sistema
O sistema das coisas curriqueiras
O desfuncionamento social
Duma novidade que era preciso
Da inovação social
Estando tudo agora a morrer
Injectados com o lixo do passado
Sociologia Contemporânea pelo Professor Fusível Social
...nada funciona neste sistema
Ou parece que funciona
E até pode enganar alguns
Mas na realidade
Nada funciona
Parece de facto funcionar
Que no futuro
Desaba até à morte
Desregulação social
As pessoas parece não funcionarem bem
Em comunidade
Em que a sociedade foge dos eixos
Despertando comportamentos pouco normais
Atitudes anormais
Caem-se em hipocrisias
Em falsidades
Fingimentos
O teatro no seu melhor
Teatro social
Anda tudo em disputa
Competição
Concorrências
Do mesmo lixo que se come
Todos os dias
De informação viciada
Ou duma novidade que já não é nova
Informação que chateia
Incómodos informativos
Sai-se à rua
E não há nada de novo
A mesma rotina
O marasmo social
A não ser as notícias
Da guerra civil social
Dos nossos dias modernos
Caminhamos para o adeus social
Pois nada tem funcionado
A não ser as coisas
Que convêm ao sistema
O sistema das coisas curriqueiras
O desfuncionamento social
Duma novidade que era preciso
Da inovação social
Estando tudo agora a morrer
Injectados com o lixo do passado
Sociologia Contemporânea pelo Professor Fusível Social
O Trabalho numa Editora Discográfica
Entra uma banda
Com o seu trabalho
Vem o editor
Vamos lá gravar!
Primeiro tenho que ouvir!
Põe-se a ouvir
Foda-se!
Isto é mesmo bom!
Pega nesse trabalho
Copia-o
E vende-o a outra banda
A banda grava
O editor recebe
A banda vem para a estrada
E põe-se a tocar
O que os outros
Já andam há muito a tocar
Outra situação
Entra uma banda
Com o seu trabalho
Vem o editor
Vamos lá gravar!
Primeiro tenho que ouvir!
Põe-se a ouvir
Foda-se!
Diz para ele
Grande merda!
Ó pá!
Não digam nada!
Esta banda não vale um caralho!
Bico calado!
Vamos lá embora gravar!
Esta merda
Que eu preciso
De ganhar dinheiro
A banda grava
O editor mete o dinheiro ao bolso
A banda vem para a estrada
E põe-se a fazer
Figura de urso
Realidades da vida de uma Editora Discográfica
Com o seu trabalho
Vem o editor
Vamos lá gravar!
Primeiro tenho que ouvir!
Põe-se a ouvir
Foda-se!
Isto é mesmo bom!
Pega nesse trabalho
Copia-o
E vende-o a outra banda
A banda grava
O editor recebe
A banda vem para a estrada
E põe-se a tocar
O que os outros
Já andam há muito a tocar
Outra situação
Entra uma banda
Com o seu trabalho
Vem o editor
Vamos lá gravar!
Primeiro tenho que ouvir!
Põe-se a ouvir
Foda-se!
Diz para ele
Grande merda!
Ó pá!
Não digam nada!
Esta banda não vale um caralho!
Bico calado!
Vamos lá embora gravar!
Esta merda
Que eu preciso
De ganhar dinheiro
A banda grava
O editor mete o dinheiro ao bolso
A banda vem para a estrada
E põe-se a fazer
Figura de urso
Realidades da vida de uma Editora Discográfica
Hipocrisia Social
Situação que se tem assistido diariamente
Não se fazer o que se sente
Mas dizer o que convém
Para que não haja confusão
A falsidade no real
Iludindo com boas intenções
Não saber com quem se está
Andar de pé atrás
À cautela
Desconfiar de tudo e todos
Porque é o que é esta sociedade
Na sua maioria
Actores sociais
Do Teatro da Decadência Social
Agora as pessoas
Não valem nada
Tusto
Já não se pode confiar em ninguém
Porque o conhecimento interpessoal
Provoca mazelas
Sofrimento
Está-se a partir para a solidão
Que é o remédio social
Para se poder viver em paz
Sem conflitos
Sem dar confiança a ninguém
Porque as pessoas trepam
Na nossa consideração
Abuso de Confiança
Começando a partir daqui
O Calvário das Relações Humanas
Tudo isto nos mostra
A Hipocrisia
A Hipocrisia Social desta sociedade
Um Mundo de Aparências
A falta de moral
De valores
Que também é explicado
Pela própria decadência social
Nisto de se ter tornado
Uma autêntica selva
Habitada por bichos sociais
Que fazem tudo
Para valer a sua razão
Apesar de às vezes estarem errados
O Erro Existêncial Social
E não parece haver alguém
Que os eduque
A ter um comportamento
Verdadeiramente Social
Sociologia Contemporânea pelo Professor Fusível Social
Não se fazer o que se sente
Mas dizer o que convém
Para que não haja confusão
A falsidade no real
Iludindo com boas intenções
Não saber com quem se está
Andar de pé atrás
À cautela
Desconfiar de tudo e todos
Porque é o que é esta sociedade
Na sua maioria
Actores sociais
Do Teatro da Decadência Social
Agora as pessoas
Não valem nada
Tusto
Já não se pode confiar em ninguém
Porque o conhecimento interpessoal
Provoca mazelas
Sofrimento
Está-se a partir para a solidão
Que é o remédio social
Para se poder viver em paz
Sem conflitos
Sem dar confiança a ninguém
Porque as pessoas trepam
Na nossa consideração
Abuso de Confiança
Começando a partir daqui
O Calvário das Relações Humanas
Tudo isto nos mostra
A Hipocrisia
A Hipocrisia Social desta sociedade
Um Mundo de Aparências
A falta de moral
De valores
Que também é explicado
Pela própria decadência social
Nisto de se ter tornado
Uma autêntica selva
Habitada por bichos sociais
Que fazem tudo
Para valer a sua razão
Apesar de às vezes estarem errados
O Erro Existêncial Social
E não parece haver alguém
Que os eduque
A ter um comportamento
Verdadeiramente Social
Sociologia Contemporânea pelo Professor Fusível Social
Os PromenadeViature Tribe
Sair de casa
Entrar na viatura
Porque estamos fartos
De estar em casa
Que é uma merda lá estar
Começar a palhaçada
Coçar os colhões
Ao volante duma viatura
Passear se faz favor
O dia inteiro
De preferência
Porque o gasóleo está barato
Visitar muita coisa
Ou chatear os cornos a todos
Mais uma tribo
Muito dada ao trabalho
Conhecida por padecer
Transtorno Ter Que Trabalhar
São filhos da actividade:
Cheirar o cú aos outros
Ver o que andam a fazer
Ou seja
Vestirem a farda
De polícias da guarda civil
E patrulharem a terreola
Tirar apontamentos
Ou passar multas
E comunicar aos nossos chefes
De volta à tribo
Fazer as danças da chuva
Com vinho branco
Ou cerveja
Ou a ver a futebolada
Ou à mesa numas cartadas
Depois de se estudar o território
Da terreola do além
Fazer marcações no mapa
Para não esquecer o estudo
Para no dia seguinte
Irmos coçar os colhões para a estrada
E dar continuidade ao estudo
Alcovitice Social Aplicada
Para depois nas nossas conversas
Termos assunto
Tirando a merda
Que se costuma dizer nos diálogos
Os PromenadeViature Tribe
São mais uma tribo urbana
Em ascenção
São aos molhos
São muitos
Têm muitos adeptos
Sinal de que em Portugal
Não se anda a trabalhar
Ou seja
Dedicam-se ao passeio
De viatura de quatro rodas
Faz parte das medidas de austeridade do Governo
Porque assim reduzem pessoal
Nas esquadras da polícia
Antropologia Social pelo Assistente do Professor Fusível Social
Entrar na viatura
Porque estamos fartos
De estar em casa
Que é uma merda lá estar
Começar a palhaçada
Coçar os colhões
Ao volante duma viatura
Passear se faz favor
O dia inteiro
De preferência
Porque o gasóleo está barato
Visitar muita coisa
Ou chatear os cornos a todos
Mais uma tribo
Muito dada ao trabalho
Conhecida por padecer
Transtorno Ter Que Trabalhar
São filhos da actividade:
Cheirar o cú aos outros
Ver o que andam a fazer
Ou seja
Vestirem a farda
De polícias da guarda civil
E patrulharem a terreola
Tirar apontamentos
Ou passar multas
E comunicar aos nossos chefes
De volta à tribo
Fazer as danças da chuva
Com vinho branco
Ou cerveja
Ou a ver a futebolada
Ou à mesa numas cartadas
Depois de se estudar o território
Da terreola do além
Fazer marcações no mapa
Para não esquecer o estudo
Para no dia seguinte
Irmos coçar os colhões para a estrada
E dar continuidade ao estudo
Alcovitice Social Aplicada
Para depois nas nossas conversas
Termos assunto
Tirando a merda
Que se costuma dizer nos diálogos
Os PromenadeViature Tribe
São mais uma tribo urbana
Em ascenção
São aos molhos
São muitos
Têm muitos adeptos
Sinal de que em Portugal
Não se anda a trabalhar
Ou seja
Dedicam-se ao passeio
De viatura de quatro rodas
Faz parte das medidas de austeridade do Governo
Porque assim reduzem pessoal
Nas esquadras da polícia
Antropologia Social pelo Assistente do Professor Fusível Social
O Trabalhador das Terreolas
Começa o dia
Foda-se
Tenho que ir trabalhar
Mete-se no carro
Ou na motorizada
E puta que pariu
Vocês todos
Toma lá!
Chupa!
Toma lá mais!
Chupa lá esta!
Ou seja
Mandar foder
Tudo e todos
Sem saber quem é
Chega ao trabalho
Puta que pariu
Nunca mais acaba
Esta merda
Com sorte
Também manda foder
Os colegas de trabalho
E com mais sorte ainda
O patrão
Este manda-o o foder também
E continua o dia de trabalho
Por fim chega ao fim da jornada
E vamos embora para casa
Não esquecer passar no tasco
Beber umas loiras
E mandar umas boquitas
Pelo caminho
A mesma receita
Mandar foder tudo
E puta que pariu
Esta merda
Quando chegamos a casa
Vamos directamente à casa-de-banho
E cagamos para esta merda
Amanhã há mais
E continua a saga do trabalhador
Aqui nas terreolas
Congregação dos Trabalhadores Portugueses
Foda-se
Tenho que ir trabalhar
Mete-se no carro
Ou na motorizada
E puta que pariu
Vocês todos
Toma lá!
Chupa!
Toma lá mais!
Chupa lá esta!
Ou seja
Mandar foder
Tudo e todos
Sem saber quem é
Chega ao trabalho
Puta que pariu
Nunca mais acaba
Esta merda
Com sorte
Também manda foder
Os colegas de trabalho
E com mais sorte ainda
O patrão
Este manda-o o foder também
E continua o dia de trabalho
Por fim chega ao fim da jornada
E vamos embora para casa
Não esquecer passar no tasco
Beber umas loiras
E mandar umas boquitas
Pelo caminho
A mesma receita
Mandar foder tudo
E puta que pariu
Esta merda
Quando chegamos a casa
Vamos directamente à casa-de-banho
E cagamos para esta merda
Amanhã há mais
E continua a saga do trabalhador
Aqui nas terreolas
Congregação dos Trabalhadores Portugueses
A Ordem Social
Há que manter a ordem
A ordem deste sistema todo
Ou de pequenas partes do global
Que é a sociedade
Evitar as desordens
O que foge à normalidade
Porque não convém
Porque cria problemas
A ordem são todos os procedimentos
Sociais
Humanos
Que fazem as leis
Do viver em sociedade
As regras sociais
Sem elas
Isto seria o caos
Ninguém se entenderia
Uma situação
Que está a começar a acontecer
Nos dias de hoje
Surgem contra sistemas
Contra culturas
Diferentes modos de viver
Maneiras diferentes
De se ver a vida
Logo
Isto cria contratempos
Tornando a sociedade
Num autêntico reboliço
É certo que é utópico
Uma sociedade perfeita
Que agrade a todos
O consenso entre todos
Também não existe
Há sempre divergências
Ficando a ganhar
O que tiver a maioria
A seu favor
Excluindo automaticamente
Os que tiverem contra
São partidos que se tomam
Em prol de um objectivo
De vida em sociedade
Sociologia Contemporãnea pelo Professor Fusível Social
A ordem deste sistema todo
Ou de pequenas partes do global
Que é a sociedade
Evitar as desordens
O que foge à normalidade
Porque não convém
Porque cria problemas
A ordem são todos os procedimentos
Sociais
Humanos
Que fazem as leis
Do viver em sociedade
As regras sociais
Sem elas
Isto seria o caos
Ninguém se entenderia
Uma situação
Que está a começar a acontecer
Nos dias de hoje
Surgem contra sistemas
Contra culturas
Diferentes modos de viver
Maneiras diferentes
De se ver a vida
Logo
Isto cria contratempos
Tornando a sociedade
Num autêntico reboliço
É certo que é utópico
Uma sociedade perfeita
Que agrade a todos
O consenso entre todos
Também não existe
Há sempre divergências
Ficando a ganhar
O que tiver a maioria
A seu favor
Excluindo automaticamente
Os que tiverem contra
São partidos que se tomam
Em prol de um objectivo
De vida em sociedade
Sociologia Contemporãnea pelo Professor Fusível Social
As Tascas de Portugal e a Carroça
Normalmente
Tirando alguns dias
Sem contar com os fim-de-semana
Que é quando se bebe mais
Os dias do costume
Depois de virem da rua
Entram pela tasca adentro
Um bocado com os azeites
A azia do costume
Do pai nosso dos nossos dias
Começam-se a mandar foder
Uns aos outros
E dá-se ínicio
Ao primeiro copo de vinho
Branco ou tinto
Tanto faz
Que venha cheio
A conversa continua ainda
Um bocada azeda
Zupa!
O segundo copo de vinho
A azia vai dissipando
Levando ainda algum tempo a sarar
Agora mais bitaites
Já não muitas bôcas
Catrapumba!
O terceiro copo de vinho
O paleio começa a compor-se
Alguns abraços
E nada de beijos
Pelo caminho
O quarto copo de vinho
Aqui já se tratam bem
Comprimentam-se mutuamente
E os abraços já não acabam
Quando acabam por ficar
Com uma valente carroça
Com uma bebedeira
De caixão à cova
Bem
Aqui é vê-los a rossarem-se
Uns aos outros
Carícias para aqui
Carícias para ali
Beijinhos para aqui
Beijinhos para ali
Puta que pariu
O que o vinho faz!...
Relatos da Nossa Terra Portugal
Tirando alguns dias
Sem contar com os fim-de-semana
Que é quando se bebe mais
Os dias do costume
Depois de virem da rua
Entram pela tasca adentro
Um bocado com os azeites
A azia do costume
Do pai nosso dos nossos dias
Começam-se a mandar foder
Uns aos outros
E dá-se ínicio
Ao primeiro copo de vinho
Branco ou tinto
Tanto faz
Que venha cheio
A conversa continua ainda
Um bocada azeda
Zupa!
O segundo copo de vinho
A azia vai dissipando
Levando ainda algum tempo a sarar
Agora mais bitaites
Já não muitas bôcas
Catrapumba!
O terceiro copo de vinho
O paleio começa a compor-se
Alguns abraços
E nada de beijos
Pelo caminho
O quarto copo de vinho
Aqui já se tratam bem
Comprimentam-se mutuamente
E os abraços já não acabam
Quando acabam por ficar
Com uma valente carroça
Com uma bebedeira
De caixão à cova
Bem
Aqui é vê-los a rossarem-se
Uns aos outros
Carícias para aqui
Carícias para ali
Beijinhos para aqui
Beijinhos para ali
Puta que pariu
O que o vinho faz!...
Relatos da Nossa Terra Portugal
E.A.K. Syndrome: Explicação
Tendo sido efectuado
Altos estudos de Antropologia Espacial
Vimos agora definir
Este conceito moderno
Da civilização humana
E.A.K. significa
Extraterrestrial Aereal Knowledge
Ou seja
Conhecimento Extraterrestre
Via aérea
Pensamentos ou conhecimento
Captado no ar
Recebido pelo ambiente
Syndrome
O sindroma
O mal
A que estão sujeitos
Os indivíduos
É um tipo de conhecimento
De saber
Além seres humanos
Contacto directo com o espaço
Com seres superiores do universo
Conseguindo um conhecimento
Que ultrapassa as barreiras
Do que se consegue
Aqui na Terra
Ou podem ser Problemas de Retorno
Das ondas enviadas pelos satélites
Que estão lá em cima da Terra
No Espaço
Devem interferir
Com as Ondas Gama dos cérebros
Há quem o caracterize
Como uma doença
Mas as conclusões mostram
Que se trata apenas
De um conhecimento adquirido
Pelo trabalho intelectual
Ou seja
Muito suor
Desses indivíduos
Como foge da normalidade
Foi considerado sindrome
Porque simplesmente
Escapa do âmbito do normal
Do que deve ser
Um ser humano
Aqui neste planeta Terra
A Aceitação Social
Já muito foi discutido
E altos trabalhos foram feitos
Acerca do assunto
Concluíndo
São apenas seres humanos diferentes
Uma nova raça
A qual deve ser aceite
Respeitada
Por todos os outros
Chamando o Conceito Igualdade
Todos diferentes
Todos iguais
Antropologia Social pelo Professor Fusível Social
Altos estudos de Antropologia Espacial
Vimos agora definir
Este conceito moderno
Da civilização humana
E.A.K. significa
Extraterrestrial Aereal Knowledge
Ou seja
Conhecimento Extraterrestre
Via aérea
Pensamentos ou conhecimento
Captado no ar
Recebido pelo ambiente
Syndrome
O sindroma
O mal
A que estão sujeitos
Os indivíduos
É um tipo de conhecimento
De saber
Além seres humanos
Contacto directo com o espaço
Com seres superiores do universo
Conseguindo um conhecimento
Que ultrapassa as barreiras
Do que se consegue
Aqui na Terra
Ou podem ser Problemas de Retorno
Das ondas enviadas pelos satélites
Que estão lá em cima da Terra
No Espaço
Devem interferir
Com as Ondas Gama dos cérebros
Há quem o caracterize
Como uma doença
Mas as conclusões mostram
Que se trata apenas
De um conhecimento adquirido
Pelo trabalho intelectual
Ou seja
Muito suor
Desses indivíduos
Como foge da normalidade
Foi considerado sindrome
Porque simplesmente
Escapa do âmbito do normal
Do que deve ser
Um ser humano
Aqui neste planeta Terra
A Aceitação Social
Já muito foi discutido
E altos trabalhos foram feitos
Acerca do assunto
Concluíndo
São apenas seres humanos diferentes
Uma nova raça
A qual deve ser aceite
Respeitada
Por todos os outros
Chamando o Conceito Igualdade
Todos diferentes
Todos iguais
Antropologia Social pelo Professor Fusível Social
Ir às Putas em Portugal
Putas de estrada
Casa de Putas
Casa de Alterne
Bôites
Quando um gajo lá chega
O que encontra?
Tudo uma cambada de biscateiras
Vai para lá qualquer uma
Dar a cona e o cú e fazer broches
Tudo uma cambada de aldrabonas
Deviam sim de lá pôr
Verdadeiras Putas
Gajas que gostem
De levar mesmo na cona
E não esta merda
Que nós vemos
Fodas tipo novela das 9
Fodas para gajos casados
Em que a foda
É sempre a mesma merda
Há que inovar
Novas técnicas de ir ao pito
Levarem um gajo ao céu
Abrirmos os olhos
E estarmos no paraíso
Além disso
Só deviam de lá estar
Gajas mesmo boazonas
Com um valente par de mamas
Uma cona boa como o aço
Um rabo guloso
E uma boca
Que chupasse o pau como o aço
E não as rotas que lá aparecem
Que têm a cona mais larga
Que a velha Maria Alice
É tudo quanto um gajo podia pedir
Pela roubalheira que é
Ir foder às putas e pagar
Era tempo de isto acabar
E começar a aparecer
Verdadeiras Modernas casas de Putas
Assim não enganavam ninguém
E não esta merda
Que se assiste em Portugal
Comissão dos Pinoqueiros de Portugal
Casa de Putas
Casa de Alterne
Bôites
Quando um gajo lá chega
O que encontra?
Tudo uma cambada de biscateiras
Vai para lá qualquer uma
Dar a cona e o cú e fazer broches
Tudo uma cambada de aldrabonas
Deviam sim de lá pôr
Verdadeiras Putas
Gajas que gostem
De levar mesmo na cona
E não esta merda
Que nós vemos
Fodas tipo novela das 9
Fodas para gajos casados
Em que a foda
É sempre a mesma merda
Há que inovar
Novas técnicas de ir ao pito
Levarem um gajo ao céu
Abrirmos os olhos
E estarmos no paraíso
Além disso
Só deviam de lá estar
Gajas mesmo boazonas
Com um valente par de mamas
Uma cona boa como o aço
Um rabo guloso
E uma boca
Que chupasse o pau como o aço
E não as rotas que lá aparecem
Que têm a cona mais larga
Que a velha Maria Alice
É tudo quanto um gajo podia pedir
Pela roubalheira que é
Ir foder às putas e pagar
Era tempo de isto acabar
E começar a aparecer
Verdadeiras Modernas casas de Putas
Assim não enganavam ninguém
E não esta merda
Que se assiste em Portugal
Comissão dos Pinoqueiros de Portugal
O Folclore Português e o Rachar de Lenha
Passe a música na rádio
Ou nos espectáculos a que se assiste
Estamo-nos a preparar
Para ouvir ou assistir
A mais uma actividade
De Rachar da Lenha
Dar porrada com música
Ou a nível instrumental
Ou no campo da lírica
Do que se diz por palavras
Vai chegar o tempo
Que no folclore
Vão começar a introduzir
Caralhadas e pancadaria à séria
Para resolver o problema
Que é o que se trata nesta música
Da Confusão Social
Típica do verdadeiro Português
Que por onde passe
Ou esteja
Tem de sempre haver merda
Não fosse isto
Um país de merda
Mãe da brutalidade
Agressividade
E descontentamento com a vida
Traduzindo
Mandar vir que fode
Com música e palavras
Ou seja
Fazer parte da Guerra Cívil Portuguesa
Da actualidade do agora Portugal
É um género de música
Que caracteriza sem dúvida
O ser Português
Descontente e pronto a fazer merda
Criando merda
E por sua vez
Aparecendo merda
Merda Social
Estudos Etnográficos pelo Gabinete de Etnografia de Portugal
Ou nos espectáculos a que se assiste
Estamo-nos a preparar
Para ouvir ou assistir
A mais uma actividade
De Rachar da Lenha
Dar porrada com música
Ou a nível instrumental
Ou no campo da lírica
Do que se diz por palavras
Vai chegar o tempo
Que no folclore
Vão começar a introduzir
Caralhadas e pancadaria à séria
Para resolver o problema
Que é o que se trata nesta música
Da Confusão Social
Típica do verdadeiro Português
Que por onde passe
Ou esteja
Tem de sempre haver merda
Não fosse isto
Um país de merda
Mãe da brutalidade
Agressividade
E descontentamento com a vida
Traduzindo
Mandar vir que fode
Com música e palavras
Ou seja
Fazer parte da Guerra Cívil Portuguesa
Da actualidade do agora Portugal
É um género de música
Que caracteriza sem dúvida
O ser Português
Descontente e pronto a fazer merda
Criando merda
E por sua vez
Aparecendo merda
Merda Social
Estudos Etnográficos pelo Gabinete de Etnografia de Portugal
Lançamento de Foguetes em Milheirós de Poiares
Estamos no tempo
Da Segunda Grande Guerra Mundial
Há que posicionar
O lançador de foguetes
Temos que calcular
As coordenadas
Conhecer o inimigo
Dar ínicio ao lançamento
De petardos para o ar
Abertura das Jornadas Bélicas
Bazucadas para toda a gente
Em Milheirós de Poiares
Tornar isto tudo uma merda
A nível sonoro
Um cagaçal do caralho
Assustar que fode as pombas
Pôr as galinhas a cacarejar mais
Cagar o terreno
Com a merda das canas
Ter cuidado para não arrebentar
As patas
Coincidir com o badalar do sino
Ficarmos dentro do Teatro Social
Ver quem atira mais longe
Os foguetes para o ar
Mandar para a atmosfera
Foguetes cada vez mais potentes
A ver se acertamos
Em algum avião que passe distraído
Mandando-o para o caralho
Um sinal de bravura
Da elite dos fogueteiros
Quando começar a haver merda
Manda-se como resposta
Uma rajada de petardos
Por aí fora
Assim vai mesmo tudo
para o caralho mais velho
Uma actividade recreativa
Muito em voga
Na terra de Milheirós de Poiares
Uma semelhança
Com o Batalhão de Artilharia
Do Exército Alemão
No tempo da Grande Guerra
Isto anda mesmo tudo fodido
É preciso ter cuidado!...
Comissão de Estudos Etnográficos de Portugal
Da Segunda Grande Guerra Mundial
Há que posicionar
O lançador de foguetes
Temos que calcular
As coordenadas
Conhecer o inimigo
Dar ínicio ao lançamento
De petardos para o ar
Abertura das Jornadas Bélicas
Bazucadas para toda a gente
Em Milheirós de Poiares
Tornar isto tudo uma merda
A nível sonoro
Um cagaçal do caralho
Assustar que fode as pombas
Pôr as galinhas a cacarejar mais
Cagar o terreno
Com a merda das canas
Ter cuidado para não arrebentar
As patas
Coincidir com o badalar do sino
Ficarmos dentro do Teatro Social
Ver quem atira mais longe
Os foguetes para o ar
Mandar para a atmosfera
Foguetes cada vez mais potentes
A ver se acertamos
Em algum avião que passe distraído
Mandando-o para o caralho
Um sinal de bravura
Da elite dos fogueteiros
Quando começar a haver merda
Manda-se como resposta
Uma rajada de petardos
Por aí fora
Assim vai mesmo tudo
para o caralho mais velho
Uma actividade recreativa
Muito em voga
Na terra de Milheirós de Poiares
Uma semelhança
Com o Batalhão de Artilharia
Do Exército Alemão
No tempo da Grande Guerra
Isto anda mesmo tudo fodido
É preciso ter cuidado!...
Comissão de Estudos Etnográficos de Portugal
Para que se Tiram Cursos agora em Portugal e demais
Com a crise aí à porta
Como é que estes gajos e gajas
Ainda pensam em tirar cursos
Com um país num estado caótico
A nível económico
A nível social
Com poucas expectativas de emprego
Mesmo para licenciados
Já não chega ter canudo
Isto tudo apenas nos mostra
A decadência que Portugal se tornou
A frustação de se viver neste país
A nível de falências
Também já chegaram às universidades
Ou seja
Também não têm dinheiro
Tirando algumas
Que ainda sobrevivem
Um futuro nada risonho
Para quem estuda
As condições que oferecem
Já não chegam
Para o que devia de ser
Além disso tiram-se cursos
E quando ingressam no mercado de trabalho
Rapidamente se arrependem
De o terem feito
Pode-se falar de qualquer tipo de formação
Qualquer tipo de curso que se tire
Isto está tudo fodido!
Como diz um bom português
Em todos os aspectos
Da vida social em Portugal
Pela europa também não está melhor
Tirando alguns países
Que ainda apresentam sinais de progresso
Mas a crise afecta toda a união europeia
Inclusivé outros continentes
Estados Unidos da América
Etc
Já houve quem disse
Que tirar cursos em Portugal
É perder tempo
Mais vale agarrar um emprego
Ou trabalho que ninguém quer
E ganhar assim ao menos dinheiro
É o mercado de agora
É a situação do país
E demais
Estudos de Mercado de Trabalho em Portugal
Como é que estes gajos e gajas
Ainda pensam em tirar cursos
Com um país num estado caótico
A nível económico
A nível social
Com poucas expectativas de emprego
Mesmo para licenciados
Já não chega ter canudo
Isto tudo apenas nos mostra
A decadência que Portugal se tornou
A frustação de se viver neste país
A nível de falências
Também já chegaram às universidades
Ou seja
Também não têm dinheiro
Tirando algumas
Que ainda sobrevivem
Um futuro nada risonho
Para quem estuda
As condições que oferecem
Já não chegam
Para o que devia de ser
Além disso tiram-se cursos
E quando ingressam no mercado de trabalho
Rapidamente se arrependem
De o terem feito
Pode-se falar de qualquer tipo de formação
Qualquer tipo de curso que se tire
Isto está tudo fodido!
Como diz um bom português
Em todos os aspectos
Da vida social em Portugal
Pela europa também não está melhor
Tirando alguns países
Que ainda apresentam sinais de progresso
Mas a crise afecta toda a união europeia
Inclusivé outros continentes
Estados Unidos da América
Etc
Já houve quem disse
Que tirar cursos em Portugal
É perder tempo
Mais vale agarrar um emprego
Ou trabalho que ninguém quer
E ganhar assim ao menos dinheiro
É o mercado de agora
É a situação do país
E demais
Estudos de Mercado de Trabalho em Portugal
Por Que É Que São Todos Uns Filhos da Puta a Conduzir
Depois de se terem feitos
Estudos Aplicados Ontológicos
Chegou-se à seguinte conclusão
Tudo malta fixe
Que não fazem mal
A uma mosca
Atenciosos com toda a gente
E respeitadores
Quando entram nas viaturas
Cai tudo por terra
Viram logo
Filhos da puta
Crê-se que seja por causa
Dos Efeitos Sonoros do Motor
E Questões Acústicas do Ambiente
Começando logo de imediato
A guerra civil nas estradas
Pelas terreolas fora
Uma situação que já vem do passado
Dos nossos ancestrais
Estando na comunidade
Tudo um mar de rosas
Até conseguimos chamar àquilo vida
Quando se dirigiam para algum lado
A carro com rodas de pedra
Ou mais adiante na História
No tempo dos Cowboys
A cavalo ou carroça
Tudo se tornava num inferno
Começando num instante
As pistoladas do Faroeste
O problemas está nas viaturas
Não devem ter sido feitas
Para seres humanos
Pois quando o homem
Anda de viatura a quatro rodas
Ou cagadeira sonora a duas
Vira logo um bicho
Devem ser também por causa
De interferências no cérebro
Parecendo andar a matar
Tudo e todos
Era tempo de acabar
Com esta situação
Postado pela Comissão dos Amigos da Estrada
Estudos Aplicados Ontológicos
Chegou-se à seguinte conclusão
Tudo malta fixe
Que não fazem mal
A uma mosca
Atenciosos com toda a gente
E respeitadores
Quando entram nas viaturas
Cai tudo por terra
Viram logo
Filhos da puta
Crê-se que seja por causa
Dos Efeitos Sonoros do Motor
E Questões Acústicas do Ambiente
Começando logo de imediato
A guerra civil nas estradas
Pelas terreolas fora
Uma situação que já vem do passado
Dos nossos ancestrais
Estando na comunidade
Tudo um mar de rosas
Até conseguimos chamar àquilo vida
Quando se dirigiam para algum lado
A carro com rodas de pedra
Ou mais adiante na História
No tempo dos Cowboys
A cavalo ou carroça
Tudo se tornava num inferno
Começando num instante
As pistoladas do Faroeste
O problemas está nas viaturas
Não devem ter sido feitas
Para seres humanos
Pois quando o homem
Anda de viatura a quatro rodas
Ou cagadeira sonora a duas
Vira logo um bicho
Devem ser também por causa
De interferências no cérebro
Parecendo andar a matar
Tudo e todos
Era tempo de acabar
Com esta situação
Postado pela Comissão dos Amigos da Estrada
As Queimas das Fitas do Porto
Estando lá dentro do recinto
Passa um drogado
Passa um bêbado
Passa outro drogado
Passa outro bêbado
Passado mais um bocado
Passa mais outro drogado
Passa mais outro bêbado
Tudo uma desgraça
É tudo a beber e a fumar merdas
Para não poderem com a carroça
Lá nas queimas
Faz-se a introdução aos Shots
E o cair para o lado
Faz-se os agarrados à cerveja
Chivas de caixão à cova
Introdução ao vinho tinto
E a bobedeira descomunal
Depois mais tarde
Os meandros do cacete
Haxixe e suas consequências
Para os mais arrojados
Os amigos da coca
Snifando linhas de branca
E o limiar alterado da realidade
Para os mais pacíficos
Muita erva da boa
Andando estes caramelos
Toda a noite nas nuvens
Quando chega lá para a meia-noite
Assiste-se a mais um filme
O Retorno dos Zombies
Mais tarde
A nóia
As nóias
E seus efeitos
Aturarem-se uns aos outros
Sempre a comer nos ouvidos
Balbúrdia musical
Estando próximo
O momento de descolagem
Do Planeta Terra
Ou então
Uma visita
Ao acampamento do INEM
Para uma lavagem ao organismo
Ficando pronto
Como o aço
Preparado para mais uma aventura
No mundo dos copos
Ou no mundo da droga
A realidade das queimas do Porto
E ainda querem estes futuros doutores
Fazerem alguma coisa pelo país
Só mesmo visto...
Liga da Luta contra a Toxicodependência em Portugal
Passa um drogado
Passa um bêbado
Passa outro drogado
Passa outro bêbado
Passado mais um bocado
Passa mais outro drogado
Passa mais outro bêbado
Tudo uma desgraça
É tudo a beber e a fumar merdas
Para não poderem com a carroça
Lá nas queimas
Faz-se a introdução aos Shots
E o cair para o lado
Faz-se os agarrados à cerveja
Chivas de caixão à cova
Introdução ao vinho tinto
E a bobedeira descomunal
Depois mais tarde
Os meandros do cacete
Haxixe e suas consequências
Para os mais arrojados
Os amigos da coca
Snifando linhas de branca
E o limiar alterado da realidade
Para os mais pacíficos
Muita erva da boa
Andando estes caramelos
Toda a noite nas nuvens
Quando chega lá para a meia-noite
Assiste-se a mais um filme
O Retorno dos Zombies
Mais tarde
A nóia
As nóias
E seus efeitos
Aturarem-se uns aos outros
Sempre a comer nos ouvidos
Balbúrdia musical
Estando próximo
O momento de descolagem
Do Planeta Terra
Ou então
Uma visita
Ao acampamento do INEM
Para uma lavagem ao organismo
Ficando pronto
Como o aço
Preparado para mais uma aventura
No mundo dos copos
Ou no mundo da droga
A realidade das queimas do Porto
E ainda querem estes futuros doutores
Fazerem alguma coisa pelo país
Só mesmo visto...
Liga da Luta contra a Toxicodependência em Portugal
sexta-feira, 28 de outubro de 2011
Ambiente Psicopatizado nas Terreolas
Pois é
É a realidade do que está a acontecer
Por estas bandas
Por estas terras de Portugal
Os comportamentos de outrora
Mais ou menos sociais
Tornaram-se agora piores
Mais degradados
Doentios
Anti-sociais
É este o termo para caracterizar
A sociedade destas terreolas
Os comportamentos ficaram mais violentos
Uma Heteroagressividade evidente
Em comunhão
Com Comportamentos Obsessivos-Compulsivos
Qualquer tipo de intercomunicação
Caiu agora por terra
Já não estamos num planeta de seres humanos
Agora é o salve-se quem puder
Os individuos adoptaram em sua defesa
Comportamentos psicopatas
A vulgar Filha da Putagem
Como diz o Povo
Uma criminalidade notória
O social agora acaba
E começa então o individual
Cada um por si
Já ninguém é amigo de ninguém
Uma terra de inimigos
Dos seus comportamentos
Podem-se esperar de tudo
Tudo vai depender da criatividade
Do desviado socialmente
Do criminoso
Tudo depende da habilidade
De determinado individuo
De fazer o seu ajuste de contas
Por assim dizer
Verifica-se também
Comportamentos vingativos
Sucessivos
Espaçados por pequenos espaços de tempo
O tempo de espera para se vingar
Aplicação de Condicionamentos Operantes
Que o levem à vitória
De determinada situação social
Da competição Infantil
Desta sociedade nas terreolas
De se afirmar novamente
Pois é uma falta de afirmação
No que resulta estes comportamentos
Questões pessoais da sua personalidade
Impor-se nesta sociedade
Nem que seja com a violência
Que é o pão nosso de cada dia
Por estas terreolas
O remédio aplicado
Para sarar as feridas
Desta Autêntica Guerra Civil
Fica portanto instalado
Nestas terras e pessoas
Um ambiente doentio
Psicopatizado
Que foge da normalidade
Do que é ser normal
A nível social
Uma sociedade já por si morta
Que todos os dias
Morre cada vez mais
Psiquiatria Social pelo Professor Fusível Social
É a realidade do que está a acontecer
Por estas bandas
Por estas terras de Portugal
Os comportamentos de outrora
Mais ou menos sociais
Tornaram-se agora piores
Mais degradados
Doentios
Anti-sociais
É este o termo para caracterizar
A sociedade destas terreolas
Os comportamentos ficaram mais violentos
Uma Heteroagressividade evidente
Em comunhão
Com Comportamentos Obsessivos-Compulsivos
Qualquer tipo de intercomunicação
Caiu agora por terra
Já não estamos num planeta de seres humanos
Agora é o salve-se quem puder
Os individuos adoptaram em sua defesa
Comportamentos psicopatas
A vulgar Filha da Putagem
Como diz o Povo
Uma criminalidade notória
O social agora acaba
E começa então o individual
Cada um por si
Já ninguém é amigo de ninguém
Uma terra de inimigos
Dos seus comportamentos
Podem-se esperar de tudo
Tudo vai depender da criatividade
Do desviado socialmente
Do criminoso
Tudo depende da habilidade
De determinado individuo
De fazer o seu ajuste de contas
Por assim dizer
Verifica-se também
Comportamentos vingativos
Sucessivos
Espaçados por pequenos espaços de tempo
O tempo de espera para se vingar
Aplicação de Condicionamentos Operantes
Que o levem à vitória
De determinada situação social
Da competição Infantil
Desta sociedade nas terreolas
De se afirmar novamente
Pois é uma falta de afirmação
No que resulta estes comportamentos
Questões pessoais da sua personalidade
Impor-se nesta sociedade
Nem que seja com a violência
Que é o pão nosso de cada dia
Por estas terreolas
O remédio aplicado
Para sarar as feridas
Desta Autêntica Guerra Civil
Fica portanto instalado
Nestas terras e pessoas
Um ambiente doentio
Psicopatizado
Que foge da normalidade
Do que é ser normal
A nível social
Uma sociedade já por si morta
Que todos os dias
Morre cada vez mais
Psiquiatria Social pelo Professor Fusível Social
Os DeliverySpeedHell
Os gajos da Distribuição
Há que entregar
Esta merda
O mais rápido possível
Sempre abrir
Pelo caminho
Foder meia dúzia de gajos
A concorrência
Ou então
Vai tudo para o caralho
Para combater
A nossa azia social
Para a gente ficar
Bem-dispostos
Chegar ao local de destino
E dar uma de santo
Regressar à base
E continuar a dar em santo
O Êxtase da Purificação Social
Quando tivermos
Que sair outra vez
Dar-se-á início
Mais uma vez então
À Palhaçada Rodoviária
Das Terras do Além
Como somos uns gajos porreiros
Apesar de andarmos
Só a fazer merda
Merda Social
Introdução aos Estudos
Dos Conflitos Sociais Aplicados
Toda a gente nos grama
Toda a gente nos adora
Como somos pais
Do Indrominanço Automóvel
Ou Carrinha a Quatro Rodas
Há que educar
Fazer baixar a bola
A toda a gente
porque somos os maiores!
Viva Portugal
A Excelência do Profissionalismo
Exemplo de Antropologia Social Urbana de um Grupo Social
pelo Assistente do Professor Fusível Social
Há que entregar
Esta merda
O mais rápido possível
Sempre abrir
Pelo caminho
Foder meia dúzia de gajos
A concorrência
Ou então
Vai tudo para o caralho
Para combater
A nossa azia social
Para a gente ficar
Bem-dispostos
Chegar ao local de destino
E dar uma de santo
Regressar à base
E continuar a dar em santo
O Êxtase da Purificação Social
Quando tivermos
Que sair outra vez
Dar-se-á início
Mais uma vez então
À Palhaçada Rodoviária
Das Terras do Além
Como somos uns gajos porreiros
Apesar de andarmos
Só a fazer merda
Merda Social
Introdução aos Estudos
Dos Conflitos Sociais Aplicados
Toda a gente nos grama
Toda a gente nos adora
Como somos pais
Do Indrominanço Automóvel
Ou Carrinha a Quatro Rodas
Há que educar
Fazer baixar a bola
A toda a gente
porque somos os maiores!
Viva Portugal
A Excelência do Profissionalismo
Exemplo de Antropologia Social Urbana de um Grupo Social
pelo Assistente do Professor Fusível Social
Escolas de Música e a Gatunagem Legal de Música
Instalamo-nos no instrumento
Pautas e partituras à frente
E começa a gatunagem musical
Dando-se início
A mais uma peça de teatro
De como roubar trabalhos
De uma forma legal
Porque está institucionalizado
Neste tipo de sociedade
Este tipo de comportamento
Rouba aqui
Rouba ali
Copia aqui
Copia ali
Colagem aqui
Colagem ali
E temos as nossas músicas
A nossa obra musical
Em vez de procurarmos
Em nós
A verdadeira Alma da Música
Mesmo dentro de nós
Criar uma Personalidade Musical
Puxar pela cabeça
Em vez
Da Falha Crónica de Criatividade
Melhor interpretar
Imitar
O que os outros tocam
Imitar comportamentos
Porque o mundo é uma brincadeira
E somos todos amigos
Andando a cheirar o cú
Uns aos outros
Mas continuamos sempre amigos
A escola é nossa amiga
A sociedade é nossa amiga
Estamos a ganhar um bilhete gratuito
Para um desemprego futuro
Pois alimentar o nosso ego
Ou a sociedade
De coisas já tocadas
Exploradas
Divulgadas
Só nos faz cair
No ridículo
Na trapaça
A Aldrabice Musical
Que agora nos dias que correm
Se adoptou a gatunagem
Andar a comer música mastigada
Em escolas e escolinhas
De professor em professor
Para mais tarde
Darmos conta
Que apenas tocamos
O que os outros já tocaram
Ou seja
Andamos afinal
A perder o nosso precioso tempo.
Texto elaborado pela Comunidade dos Músicos de Alma de Portugal e do Mundo
Pautas e partituras à frente
E começa a gatunagem musical
Dando-se início
A mais uma peça de teatro
De como roubar trabalhos
De uma forma legal
Porque está institucionalizado
Neste tipo de sociedade
Este tipo de comportamento
Rouba aqui
Rouba ali
Copia aqui
Copia ali
Colagem aqui
Colagem ali
E temos as nossas músicas
A nossa obra musical
Em vez de procurarmos
Em nós
A verdadeira Alma da Música
Mesmo dentro de nós
Criar uma Personalidade Musical
Puxar pela cabeça
Em vez
Da Falha Crónica de Criatividade
Melhor interpretar
Imitar
O que os outros tocam
Imitar comportamentos
Porque o mundo é uma brincadeira
E somos todos amigos
Andando a cheirar o cú
Uns aos outros
Mas continuamos sempre amigos
A escola é nossa amiga
A sociedade é nossa amiga
Estamos a ganhar um bilhete gratuito
Para um desemprego futuro
Pois alimentar o nosso ego
Ou a sociedade
De coisas já tocadas
Exploradas
Divulgadas
Só nos faz cair
No ridículo
Na trapaça
A Aldrabice Musical
Que agora nos dias que correm
Se adoptou a gatunagem
Andar a comer música mastigada
Em escolas e escolinhas
De professor em professor
Para mais tarde
Darmos conta
Que apenas tocamos
O que os outros já tocaram
Ou seja
Andamos afinal
A perder o nosso precioso tempo.
Texto elaborado pela Comunidade dos Músicos de Alma de Portugal e do Mundo
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