quarta-feira, 6 de junho de 2012
Brothers of Blood
A Comunicação na Sociedade
O Budismo em Portugal
Curso Que As Mulheres Andam a Tirar: SEDUÇÃO!
Os CaceteWisdomEyes
O Planeta Zultron
Sociologia da Família
quinta-feira, 3 de maio de 2012
Guerras Tribais na NetGaláxia (Explanação sucinta)
A Acústica do Snooker
Os WordGunBoys
Os Ravers, sua Tribo e a Sociabilização Utópica
Matumbina e a Cambalhota Africana
Os PBC (PoliceBehaviourControl) [Full text]
A Casa de Meninas
O Estudante Universitário Ideal
A Sociologia da Biblioteca
Ser Doutor em Portugal!
A Guerra das Bandas 2
Os ROADSTREETWARRIORS (full text)
quarta-feira, 2 de maio de 2012
A Tribo Aveiropoocihell
Como Fazer um Romance Literário
Os Godsons
Os Papatolas
A Tribo Politikos
quinta-feira, 5 de abril de 2012
Bricolage: Técnicas de Apanhar Cagalhões
Temos que analizar o cagalhão
Ver o tipo de cagadela
A sua forma
A sua textura
As suas características
Se é aguado
Se é sólido
O cheiro aqui também é importante
Se cheira pouco a merda
Se cheira a merda que tresanda
Depois é pegar na ferramenta
A pá e a vassoura
Técnicas do Recipiente
E Material de Arrasto
Apanhar o cagalhão
Ou os cagalhões
Isto quando se caga muito
E dirigirmo-nos
Para o caixote do lixo
Ao despejá-lo
Mais uma técnica a utilizar
Formas Aplicadas
De deitar o cagalhão no cotentor
Como se pode ver
Tudo tem uma técnica
Puta que pariu!
Postado pelos Catitas do Bricolage
domingo, 1 de abril de 2012
É Tempo de mudar o Óleo à Joana
E tendo em conta
A máquina em questão
Ela tem de estar bem quente
Mete-se os dedos no cilindro
Para verificar a temperatura
E confirmar a viscosidade
Se aquilo escorregar bem
Está na hora
De introduzir o pistão
Verificar a anilha de afinação
Estando tudo ok
Dá-se início à cambalhota do motor
Quando ela estiver
A saltar que fode
Convém Inspecionar os faróis
A ver se as luzes estão fortes
Se estão alinhadas
Devidamente equilibradas
Se a luz faz bicos
Depois vê-se os amortecedores
E dá-se um jeito nas molas
Para ela não saltar tanto
Depois da manutenção frontal
À que verificar a secção traseira
Confirmar o aperto do bujão
Lubrificar com a palheta dos dentes
Espetar dois dedos
Para abrir um pouco o buraco
Preparação da introdução
E vai dar-se início
À canzana do motor
Depois de estar a trabalhar com ela
Algum tempo
E quando ela começar a chiar pa caralho
Tem de se aplicar um silenciador
Com rodinhas
No bocal dianteiro cramalheiro
Quando começar a aparecer
Sonzinhos médio-graves
E o óleo vier todo cá para fora
A máquina está finalmente afinada
Liga dos Mecânicos da Velha Guarda das Terras do Além
Vários Significados do Som do Sino da Igreja de Milheirós de Poiares
...Há dias que é...
1- Chegada de Jesus Cristo ao Calvário.
2- Aparecimento de Deus na Terra: Mega Mortos Milheirós.
3- Desvirginamento da Virgem Maria (que é quando há confusão valente na Parvónia).
4- A extinção da fraternidade em Milheirós de Poiares
5- Azia do caralho neste dia lá para cima nos mecanismos do sino da Igreja.
6- Hora dos gajos pinoqueiros irem às putas (o padre a mandar vir no sino).
7- O pecado em Milheirós de Poiares.
8- Será que devemos dividir o pão por todos?
9- Que se fodam os outros (Deus é o caminho).
10- Beatização canónica das velhas da igreja com cera ecológica.
Postado pela Associação Amigos da Terra
Terras em Guerra umas com as Outras
A competição é muita
Questões territoriais
Questões de espaço
De coisas
Do maldito materialismo
Gajo duma terra
Não grama naturalmente
Outro gajo doutra terra
A guerra está instalada
Em Portugal agora vive-se
Em ilhas isoladas
Afinal Portugal é um arquipélago
É arriscado andar de terra em terra
Já os antropólogos se vêm fodidos
Para entender tanto indio na Lusitânia
É de verificar que alguns
Atá falam dialectos diferentes
Ficando as questões de linguagem
Uma autêntica balbúrdia
Já ninguém se entende
O lusitano por vezes
Sente-se perdido
Com tanta diferença
Tem a sua cultura
Chega a outra terra
E a sua bagagem já não chega
Confusão
Ninguém se entende
São tudo coisas
Que existem
Para alimentar a guerra
Esta guerra que existe de facto
De terra em terra
Qual das terras é a melhor
As coisas
As pesooas
Etc
O fim da coesão dum país
Portugal
Etnografia Prática pelo Assistente do Professor Fusível Social
Por Que é Que Não se Vai Muitas Vezes ao Pito
1º Faz mal à saúde.
2º Estraga a passarinha.
3º Começa a não cheirar muito bem (o vulgar cheiro ó leite, que nem com lixívia forte sai).
4º O Padre fica chateado (nomeadamente em Milheirós de Poiares).
5º Aumenta do Défice.
6º Ela (a gaja) fica tola.
7º Deus castiga-nos.
8º Deixamos de ser senhores.
9º Deixamos de ser paneleiros (pois já estamos habituados ao rótulo).
10º A Sociedade deixa de ser o que é.
Postado pela Crónica da Sexualidade das Terras do Além
Os Riscos das Redes Sociais
Com quem estamos a falar
A comunicar
Torna-se portanto
De certa maneira
Perigoso
Esta actividade social
Sobretudo com estranhos
A não ser que teclamos
Com conhecidos ou amigos
Desvendar parte das nossas vidas
Via internet
Em que os outros
Ou todo o espaço internético
Possa assistir
Torna-se pois
Numa actividade perigosa
Tornando-nos mais vulneráveis
A nível social
É claro
Que tudo vai depender
Do tipo de informação
Que pela rede circule
É preciso ter cuidado
A mesma coisa
Que se passa cá fora
Quando conversamos com alguém
Estranho
Conhecido
Ou amigo
São situações diferentes
De conversação
Cada uma tem a sua maneira
De se pôr em prática
Uma conversa
Podemos ser nós mesmos
Ou então
Representar um papel social
A vida na sociedade
Postado Pelo Professor Fusível Social
O Tipo Português de Crise em Portugal
Mas todos vivemos bem
Está difícil!
Mas continuamos a passear
Não há dinheiro!
Mas faz-se compras
Temos que apertar o cinto!
Mas vamos de férias
É a austeridade!
Mas continuamos a esbanjar dinheiro
O Português
Na sua caracterização social
E até mundial
É o tipo desgraçado
Mas que tem dinheiro
Para as outras nações
Ninguém dá nada pelo português
Porque aparenta ser miserável
Aos olhos dos outros
Mas é um gajo ou gaja
Que apesar das circunstâncias
Se desenrasca sempre bem
Do pouco faz tudo
De alguma coisa
Faz muita coisa
O biscateiro social
As suas vidas
São sempre recheadas
De carradas de problemas
A palavra problemas
É mesmo típica de Portugal
O português
Tem a habilidade
De sair sempre bem desses problemas
A verdadeira essência do português
Aqui nesta coisa meia esquisita
Portugal
Postado pelo Assistente do Professor Fusível social
Luta entre Animais às vezes na Sociedade
Numa das suas superfícies
É civilizada
Depende dos dias
Noutros
A verdadeira selva social
Em que só vemos animais
Autênticos animais
Verifica-se isto
No todo social
Desta sociedade
Nas coisas
Nas pessoas
Na linguagem
No comportamento
Enfim
Tudo
Cada vez mais
Este ciclo
Se verifica
É uma nova etapa da civilização
A modernidade dos tempos que correm
Estamos a ficar mais violentos
É uma verdade
Há quem diga que são as crises
As culpadas destas situações
Que alteram o homem
Porque o ser humano na sua essência
Apesar de ser também selvagem
A sua origem
Bem lá longe
Apesar de viver em sociedade
E depende do sítio aonde viver
Consegue por vezes ser cordial
Amistoso
Característica essêncial
Para se viver numa sociedade
A sociedade deve ser isto
Para que possa evoluir
Progredir
Tornando-se ainda mais sociedade
À medida que passa o factor tempo
São melhores os comportamentos positivos
Em vez dos negativos
Apesar de haver quem
Se alimente de negatividade
Mas a experiência
Leva-me a concluir
Que mais tarde ou cedo
Estas atitudes
Acabam por adoecer o indivíduo
Uma determinada sociedade
É hora de caminharmos
Para a verdadeira sociedade
Uma sociedade de seres humanos
Postado pelo Professor Fusível Social
Interpretação do Mundo
O que ele representa
Se há Mundo
Se há nós
O Eu
Cada indivíduo
Tem a sua própria noção de Mundo
Cada um vê o Mundo à sua maneira
A idiosincracia de cada um
Se houver
Um tipo de Esquizofrenia Social
Que todo o ser humano padece
Até deixar de ser um dia
À medida que vai conhecendo
O que o rodeia
Conseguir interpretar
As Linguagens do Mundo
É certo que existem grupos
Em que os indivíduos
Pensam da mesma maneira
Há também diferenças
Também há semelhanças
Daí o interesse
De viver no Mundo
De o descobrir
Podemos conhecer
Alguma coisa do Mundo
Podemos até o conhecer o todo
Mas esse conhecimento nunca chega
Porque o Mundo está sempre a aparecer
Diante de nós
De uma maneira completamente diferente
Não muito pelas coisas
Mas pelas pessoas
O Aspecto Social do Mundo
Estamos sempre a aprender
Por vezes também regredimos
Que se calhar
Se trata apenas
De um ajustação do conhecimento
Os Meandros da Aprendizagem
O Perfeito Labirinto do Conhecimento
O Mundo confunde-se com a realidade
A realidade baralha-se com o Mundo
Acontecem Negociações Psicológicas
Dentro de cada indivíduo
Adaptação Pessoal
Para logo a seguir
Acontecer a Adaptação Social
Para podermos estar no Mundo
Viver nele
Construção do Conhecimento Social
Enfim
Do Mundo em que vivemos
Postado pelo Professor Fusível Social
Disfunções Mentais ao Volante de uma Viatura
É o que se pode chamar
Não é que sejam incapacitados
Têm é apenas um ligeiro atraso
Devem vir das remanescências medievais
Dos tempos dos cavaleiros
Dos reis e das rainhas
A fúris da estrada
Leva a estes comportamentos
Que vão além da violência normal
Assiste-se a uma anormalidade brutal
A vulgar passadice da tola
Pelos caminhos de Portugal
Não é só aqui
Nestas terras do além
Verifica-se por todo o Portugal
Mas aqui o caso é especial
Este distrito
O de Aveiro
Estas terras próximas do além
Filhas da guerra
É peculiar nestes comportamentos
Atitudes disfuncionais ao volante
A lei agora
É matar o que vem à frente
A lei dos pistoleiros
Em terras de autênticos cowboys
A cavalo de quatro rodas
Não se compreende tanta agressão
Se um gajo não anda bem
Que fique em casa
Que não venha para a estrada
Fazer mais merda
Se gosta tanto de velocidade
Existem pistas de formula 1
O resultado do agora contemporãneo
Lixo Social Rodoviário
Em relação a este assunto
A Polícia nada faz
A Polícia está-se a cagar
Para esta situação nas estradas
Só se houver cacetada grossa
Que não falta muito
Basta ler os jornais
Da Merdaleja Portugal
É que entrevem
A violência é a palavra do dia
Nas estradas portuguesas
Por todo o lugar deste país
Resolver problemas pessoais
De conflitos sociais
De desgramações a outras entidades
Do espaço galático da estrada
Lapada velha
Xutos e Pontapés
À maneira portuguesa
Enfim
Voltamos de novo
Ao infantário
De pistola de plástico
Merda atrás de merda
A foder os outros
Comissão dos Amigos da Estrada
A Negatividade do Mundo
A vida?
Esta merda?
Representa o Absoluto Nada
Uma coisa que nada não é
E que aparenta ser alguma coisa
mas que afinal nada é
O vazio
As coisas na sua essência
As pessoas
O Bicheza Social
O formigueiro que é esta merda
A confusão iminente
Que vêm de sempre
De coisas negativas
Coisas más para nós
A doença social
O adoecer das pessoas
As relações sociais
Que estão a morrer
O mundo que está a caminhar
Para o fim
O desentendimento humano
A guerra do mundo
Destas coisas negativas
Que nos alimentam todos os dias
Ao que se sabe
Ninguém tem a solução
Nem as soluções que se encontraram
São mais ou menos positivas
Para aonde vamos?!
Postado pelo Assistente do Professor Fusível Social
A Azia do Caralho nas Manhãs do dia em Milheirós de Poiares
Foi diagnosticado doença
Esta situação
A que se assiste
Em Milheirós de Poiares
A Azia Matinal
Nas Segundas Feiras
Foi provado que o mal
Deriva de problemas ambientais
O ambiente anda doente
O Clima é podre
Basta olhar para a cara das pessoas
E sentir o ódio latente
Que têm uns pelos outros
É uma terra
Em que não se grama nada
estas entidades pessoais
Vivem dentro delas
Um autêntico Abismo Existêncio-Social
A azia é o resultado final
Destas interações sociais doentias
Acordam com ódio
Trabalham com ódio
Comem com ódio
Dormem com ódio
E sonham com ódio
O Ódio
O grande problema destas pessoas
O potenciador
A Maldita Estrada
A Destruição Social Vigente
Desta terra Milheirós de Poiares
Em que se torna quase impossível
De andar na rua
Sem haver merda grossa
A acontecer do dia maravilhoso
Ou seja
a definição de dia aqui na Parvónia
Mais um dia de merda
A juntar á merda da semana
À merda do mês
E à merda do ano
Por alguns anos de merda
Uma vida de merda
Milheirós de Poiares
Parvónia do Lixo Social
Associação Vamos Viver Felizes!
A Adele e a Tristeza Musical
Que não ouve o que canta
Para ela tudo que faça som
É mais uma música para se vender
Como é que há pessoas
Que ouvem estas tristezas
Músicas depressivas
Temas para alimentar
A azia dos dias da semana
Portugal é cliente da Adele
Porque isto aqui nas quinas
É uma tristeza do caralho
Só vejo tristes à minha frente
Ficou provado que com Adele
Caminhamos para a depressão
Até já teve direito a prémios
Estas merdas de música
Que só alimentam
A doença em nós
O que se passa com os editores
São surdos
Ou querem adoecer o pessoal
O pessoal quer andar feliz
Ó!
Enganei-me!
Estou afinal em Portugal
A terra da Tristeza
Que o diga o Fado
A Expressão Nacional
Da tristeza dos Lamentos de Portugal
Crónica da Rádio: Ouvidos da Alma bem Abertos!
Os PontapéNaBola
Viva o meu clube! E mais nada!
Chuta a bola! Corre prá frente! Acerta na baliza!
Os PontapéNaBola!
Segundo os antropólogos esta equipa de indivíduos são perdidos pela bola. Dormem com ela de noite. Amam a bola! E toda a sua vida anda à volta da bola. Não fosse ela redonda.
Em todo o planeta se verifica este comportamento, mesmo em tribos afastadas umas das outras. Pois são daquelas tribos que existem de facto, mas que são distribuidas no globo por várias tribos, cada uma no seu local convivendo com as demais.
PontapéNaBola possuem caracteristicas psicológicas de origem na agressão. Seu “modo vivendis” assenta precisamente neste tipo de comportamento.Arrastam-no para tudo na sua vida.
A lógica do seu “modo operandis” é discutida constantemente entre os elementos do grupo. É difícil de perceber qual o seu verdadeiro ou inconsciente objectivo. Não se percebe para que serve. Investigadores reflectiram e concluíram que talvez esteja associado ao crescimento acelerado da barba. Tornando-os mais machos. Um requesito importante no seu meio social.
Dar uns chutos na bola e preparar o jogo com o objectico de enfiar a bola na baliza é visto como uma analogia da relação sexual, afirmam investigadores de psicologia e sexologia aplicada.
PontapéNaBola é uma tribo competitiva. A sua essência e razão de existir cai sobre o princípio de que têm de ser os melhores. Limpando o “sarampo” aos seus adversários.
Esta tribo interage com muitas outras tribos. Uma tribo social. Comunitária. Em cada terreola do planeta existe um exemplar deste tipo de tribo. Estão em todo o lado!
Antropologia Social do Professor Fusível Social
Manifestações Tribais na Assembleia da “Banana” da República
Constituição Tribal:
Os CDS_Indians: Comunidade dos Sertos
Os PSD_Indians: Povo Social Divino
Os PS_Indians: Povo Sabedoria
Os PCP_Indians: Povo Comunitário Planetário
Os BE_Indians: Bando Endo-Melhoria
Os Verdes_Indians: Natura
Os OtherThing_Indians: Mesclagem de Tribos
Discute-se e argumenta-se o ideal “Banana” para a sociedade. O que é “Banana”? “Banana” é o resultado económico-social pretendido. “Banana” é o representante desse ideal. “Banana” é um termo tribal ancestral que representa a sociedade. “Banana” é o que nós todos queremos! Daí a frase mítica: os macacos gostam de bananas! O macaco, primata social. O macaco, nós, sociedade. As bananas, as opções para a sociedade.
Vive-se neste momento dias de guerra na assembleia da “banana”, na sociedade, no mundo!
Tenta-se o concílio das tribos. Que já dura tempo a fartar! Já desde os tempos remotos quando a sociedade dava os seus primeiros passos como civilização. Com vista à paz social!
Nas discussões, mais propriamente, “batatada” argumentativa ou dialéctica nunca se chega a lado nenhum.
O chefe-mor de todas as tribos encontra-se indeciso e apreensivo. Seus conselheiros o confundem mais. Os Xamãs não conseguem prever espiritualidades adequadas.
Sobrevive-se um clima de incerteza e insegurança!
A Assembleia da “Banana” borbulha por completo. A nação índia está abalada. As divindades estão sem respostas!...
Antropologia pelo Professor Fusível Social
Os Musikatos
Os Musikatos é uma super família constituída por muitas tribos ou subtribos se lhes quisermos chamar assim. Deles fazem parte os Drums, assim como os Kordas, os Wind, os Vox e muitas outras que teimam em aparecer. Sobre quem são cada uma dessas tribos que fazem parte dos Musikatos iremos falar num outro artigo ou artigos mais adiante. Por agora iremos apenas falar sobre a tribo principal em si. A tribo total, os Musikatos.
Em primeiro lugar, são, a quem os observa, uma tribo constituída por elementos um pouco diferentes do que estamos habituados a ver. Pelas suas vestes, pelos seus modos e pela sua aparência. À quem os chame de excêntricos devido à sua postura na sociedade. Embora muitos dos Musikatos se apresentem trajando uma normalidade mais aceitável.
Têm conflitos constantes com os Consevadoris, uma outra tribo presente na sociedade, que iremos também falar mais adiante em textos.
Fazem da sua vida e do que produzem nos seus dias o que podemos chamar de Arte. Assim é a realidade do que criam porque foge sem dúvida ao que habita aqui na Terra. Procuram a diferença, para melhor.
Como exemplo duma característica psicológica sua, esta tribo numa conversa, além de entenderem o que a gente entende também a nível sonoro conseguem “ver” outras coisas. Tudo é Som, tudo é Música! Assim enxergam...
É uma tribo de raça apurada para a sensibilidade auditiva. Juntos com outros seres vivos, como o cão, o morcego, o golfinho e outros formam uma espécie de “especiais”. Possuem, de facto, características que os fazem ser diferentes da normalidade, do vulgar.
Os Musikatos como linguagem, além das que as pessoas normais possuem, têm uma outra que as fazem se tornar mais aptas. Um tipo de psico-linguagem que neste caso a usam como música para as suas comunicações.
Pode ser suficiente para concluirmos que têm uma forma de ser e comunicar um pouco extraterrestre, precisamente por se afastarem da dita normalidade que paira aqui no planeta. Um exemplo disso é o filme Encontros Imediatos de 3º Grau. Vejam o filme!
Os Musikatos apresentam sim uma nova forma de ser e estar na sociedade. Uma tribo “especial”...
Antropologia Social pelo Professor Fusível Social
Os MotaCabedalBarulho
O sonho desta tribo é andar de mota a 253,75 kilómetros por hora com uma “boneca” atrás toda artilhada.
Esta civilização tem como actividade principal efectuar estudos aplicados de sonorização ambiental. Quanto mais cagaçal fizer a mota melhor é a máquina. Conseguem com as suas experiências dominar as hostes. Alcatrão Liso é a sua terra natal. Nativos da velocidade e da destreza motocíclica.
Reunem-se em pequenas ou grandes concentrações, onde pavonear é o pão nosso de cada dia. Fazem apresentações do seu veículo, a mota, e vendem as suas “damas” à comunidade.
Enchem-se de cerveja e vinho e à mistura uns cacetes para iluminar os olhos andando estes depois de mota com as lanternas acesas.
Também curtem ou fazem que curtem música. Mas o que interessa é as gajas boas com um valente par de mamas em cima do palco para a gente se babar toda pela boca ou pela calças abaixo.
Os MotaCabedalBarulho são uma tribo da nossa actualidade!
Urbanidades pelo Assistente do Professor Fusível Social
Tarzan: Um Outsider
Conta a história que nascera na selva ou que fora abandonado pelos seus pais. O que interessa é que foi parar à selva. Foi criado e cresceu pela selva. Um selvagem aos olhos da sociedade.
Tarzan são os olhos duma sociedade numa selva. O que será e como deverá de ser. Tarzan também é aquilo que a sociedade não quer. É o que acontece àqueles que não querem fazer o que a sociedade dita. É o castigo da sociedade. O castigo da humanidade.
Pois é, mas Tarzan contrariou isso tudo e consegui sobreviver naquele mundo tão diferente do que a sociedade nos representa. Alcançou a sua procura e bem-estar apesar das vicissitudes da sua vida.
Foi e é estudado pela sociedade como forma de comparação e igualmente fruto de um pouco de inveja.
Desenvolveu-se naquela selva e comunicou com aquele mundo. Se falava ou não, não sabemos. Embora em muitos filmes cinematográficos o apresentem como ser falante. Alcançou uma realidade sua. Criou uma coisa que a soceidade não estava à espera. Daí o seu interesse desta por esta personagem. Coisas novas fazem despertar a curiosidade!
A selva serve aqui de analogia a todos os lugares que possamos viver, dentro ou fora duma sociedade. Podemos nos sentir como Tarzan. Podemos ser um Tarzan das nossas vidas. Aos olhos duma sociedade, etc.
A Sociologia e outras Ciências Sociais caracterizam-no como um Outsider. Exactamente! Pois está ou esteve fora da Sociedade ou do que dela é característico, como normalmente aceitável ou permitido. Isto explica tudo, pois a diferença dá trabalho e chatice!
Tarzan é como definição todo aquele ou aqueles indivíduos que se encontrem nesta mesma situação a nível social.
Tarzan foi, é, e poderá ser qualquer um de nós!...
Antropologia pelo Professor Fusível Social
Os CalçaJustaNoPedal
Segundo reza a história ninguém sabe a origem desta tribo. Não se sabe como surgiram na sociedade. Se serão fruto duma necessidade social. Estudados e analisados por outras tribos vizinhas, despertam a curiosidade de quem os vê.
Utilizam um instrumento caricato: a bicicleta e uma calcinha justa. Um utensílio constituído por um quadro, duas rodas, pedais, cramalheiras e carretos, uns “collants” e muita vontade de dar ao pedal.
São amigos do ambiente. Compinchas de todas as associações pró-ambientais. Greenpeace Activists são seus irmãos de luta. Lutam por um Planeta Verde! Tirando os dias quando a gente os ouve que é só bocaria velha. Também sofrem de azia crónica.
É sabido que se reúnem semanalmente, ao fim-de-semana, numa localidade existente em Portugal.
Porque são uma tribo “partida” socialmente. Encontrando-se espalhada por outras tribos. Uma subtribo.
Nessa reuniões alcança-se a paz suprema do planeta. Comunicam com os seus semelhantes de todo o universo. Falam de tudo desenvolvendo soluções para essa paz universal. Expôem seus escritos na ferramenta livro com vista à partilha de ideias e alcance de mais uns trocos no bolso. Bebem uns “canecos” misturando energia à sua comezaina. Sempre alegres vêm o mundo de uma forma positiva. Além de estarem inseridos numa tribo têm como finalidade dos seus encontros estabelecer relações com outras tribos. O Conhecimento Planetário!
Sáo pois, os CalçaJustaNoPedal uma tribo assinalável da Antropologia Urbana. Investigadores querem fazer desta tribo um exemplo da sociabilidade aqui no planeta Terra.
Mais urbanidades do Professor Fusível Social
Os Drums
As entidades musicais que mais “cagaçal” fazem num colectivo. Escondem-se num conjunto de instrumentos fazendo aquilo a que chamam música. Dão porrada a toda a hora nas suas interpretações. Estão divididos por entre a era do metal e da madeira. Tocam armados com duas lanças.
Esta tribo é uma sub-tribo da tribo Musikatos. Dão se todos bem havendo por vezes alguns desacatos musicais. Mas os Drums conseguem sempre resolver a situação. São considerados por ser quase não considerados Musikatos, devido à velha questão se o que fazem é de facto música!...
A sua origem, ao que parece, nasceu em África, a terra dos tambores e dos chocalhos. O ritmo é o coração da sua identidade amando estes tudo e todos à sua volta. Em África esta tribo servia de elo comunicativo com as outras tribos, desenhando eles as acções passadas, presentes e futuras dos guerreiros que defendiam cada tribo. Serviam também juntos com o resto dos Musikatos para executarem danças rituais para o corpo e o espírito. Os Drums regulam pois a harmonia intra-tribal e extra-tribal. São mediadores.
Tanto em África como no Ocidente e Oriente nós sentimos a sua presença. Cada um à sua maneira.
Num grupo musical a sua função é tabelar a música em si. “Servirem à mesa” todo o grupo e todo o mundo que os assiste.
Na sociedade actual servem agora de contadores narrativo-musicais assim como seus companheiros musicais.
Juntos com os Musikatos formam uma super-tribo noticiadora do que se passa no planeta e universo que se julga ser importante para todos. São uma forma de activismo. Activismo Social mais precisamente.
Agora deturpados, servem também para animar a malta!
É esta por conseguinte a definição que melhor encontrei dos Drums...
Tribalismos do Professor Fusível Social
Os Tok-Tok Pum-Pum (Full Text)
São seres que vivem nos subterrâneos da sociedade. Vivem escondidos por entre multidões. Difíceis de se encontrarem.
Pertencem a uma categoria inferior da tribo Musikatos.
Fazem das suas acções perfeitos diálogos sonoros, acústicos. Têm o som na sua alma. “Falam” sonoramente com os objectos, qualquer tipo de objecto.
Pensa-se, e isto segundo antropólogos conceituados, que esta tribo não terá desenvolvido linguagem, falada ou outro tipo qualquer. Pelo que se conhece desta sociedade rudimentar ainda não conhecemos outras formas de linguagem. É pois um campo de investigação a fervilhar. Das suas comunicações precárias chega-se à conclusão que possuem poucos conhecimentos de música. Isto devido ao simples facto de suas composições sonoras serem vulgares. A melodia existente nas suas “composições” não apresenta qualquer tipo de novidade. O ritmo igualmente. A única coisa a assinalar é os diferentes timbres que usam. Uma música tímbrica sobretudo. Amantes concerteza da Percussão, conscientes ou não disso.
Morfologicamente não são conhecidos, até agora, relatos de suas características. São e foram pouco conhecidos.
Podem se encontrar em qualquer parte da sociedade, em qualquer sítio. Sentimos e ouvimos logo a sua presença.
São as criaturas mais “invisíveis” da nossa sociedade.
Os Tok-Tok Pum-Pum são daquelas tribos que, ao que parece, pretendem se manter no anonimato. Sociais sim, mas apenas dentro do seu grupo.
Antropologia Social pelo Professor Fusível Social
quinta-feira, 22 de março de 2012
Manifestações em Portugal e no Mundo - Coisa do Passado (Análise)
As greves
As manifestações
A revolta das gentes
Do povo
Na sua maioria
Pois só o povo
Faz barulho em Portugal e no Mundo
Os outros
Deixam a carroça andar
São tudo coisas
Já ultrapassadas
A ideia de manifestação
De greves
Em si
Já estão desatualizadas
É preciso em Portugal
Um mecanismo de luta
Com mais força
Mais preciso
Que tenha sucesso
Que resolva de facto
Os problemas da sociedade
E não cairmos no passado
Pois é uma ideia
Já com muitos anos
Talvez teve os seus resultados
No tempo de outrora
Agora é preciso
Criar um movimento social
Que de facto
Faça alterar
As coisas deste sistema
Que ao que parece
Não está a funcionar
Pelo menos funciona para alguns
Não para a maioria
Daí a não coesão social
Que se assiste
Daí a crise social
Todas estas medidas
Que se têm tomado
É de fazer rir
Ao todo social
Porque nada tem mudado
Assiste-se a uma inércia social
Está tudo na mesma
Os problemas são sempre os mesmos
Cada vez piores
Nada muda
E se não se fizer de facto
Alguma coisa
Irá ficar tudo igual
O presente e o futuro
De Portugal
Do Mundo
Sociologia Contemporânea pelo Professor Fusível Social
Fuga para o Estrangeiro: Tenham Pena de Nós!
De muitos portugueses
Pegar na mala
Tipo Linda de Suzy
Cagar em Portugal
E aí vamos nós
Cantar fora de Portugal
Quando lá chegamos
Uma outra realidade
Um outro mundo
Poderá ou não haver
Oportunidades para nós todos
Mas pelo menos
Estamos a tentar
Ter saído dum marasmo
Que é Portugal
A nível social
Sempre o foi
E continua a ser
Não vai ser a Política
Igual ou diferente
Que vai mudar esta merda
Daí os nossos conterrâneos
Fugirem deste lamaçal
Repleto de Factores Sociais Doentios
E procurarem lá fora
Uma nova luz de vida
Mas nem tudo são rosas
Nem tudo o que sabemos
É o que se lê em jornais
Ou em telejornais
Também há dificuldades
Lá fora
No estrangeiro
Os ritmos de vida
Também são diferentes
É preciso sorte
Gostarem de nós
Irem com a nossa cara
E a partir daqui
Tudo ou alguma coisa
Se pode resolver
Enfim
Vivermos melhor
Neste mundo
Postado pelo Assistente do Professor Fusível Social
terça-feira, 20 de março de 2012
Pessoal a Trabalhar na Estrada em Milheirós de Poiares
Planeta Terra:
Mandar foder o dia inteiro
Ora para cima
Ora para baixo
Ora para ali
Ora para acolá
O capítulo da guerra
Ainda está em execução
Acelera para ali
Acelera para acolá
E esta merda nunca mais acaba
Trabalhar ao volante de uma viatura
É uma suadeira do caralho
Um gajo quando anda na rua
É um cheiro ó suor
Que não se pode
Conduzir é uma actividade
Que é preciso
Um curso universitário
Tirar o curso
Filha da Putagem Aplicada ao Volante
Para Atrasados Mentais Crónicos
Que passam o dia inteiro
A foderem-se uns aos outros
Até uma virgem
Que nunca levou pois no bujão
Faz esta merda
De conduzir à tolo
Condução Animal Portugal (C.A.P.)
Parece que o que fazem é bué de difícil
E o Job é mais outra merda
Que se faz por aí
É uma actividade
Que também está ligada ao Teatro
Pois um gajo só vê filmes
Todo o santo dia
Em Milheirós de Poiares
Os Pistoleiros do Diabo
A Azia do Caralho com Rodas
Estou Farto de Trabalhar
Velocidade que até faz crescer
Os cabelos dos colhões
Parece esta merda de terra
Uma pista de aviões supersónicos
Qual deles o mais drogado
Ou encharcado da vela
Nunca mais chega às cinco
Foda-se para esta merda
Viva o trabalho
Viva os tolos
Em Milheirós de Poiares
Comissão dos Amigos da Estrada
domingo, 18 de março de 2012
A Rebardadeira, a Prima e o Mandar Trabalhar
Destinada a trabalhos duros
Corta quase todo o tipo de material
Dependendo do tipo de disco
Que lá se ponha
Quando um gajo corta à rebardeira
Fica logo tolo da cabeça
Antes de começar a utilzar
A máquina rebarbadeira
E segundo o manual de instruções
Deve-se ingerir
Uma determinada quantidade
De aquardente velha
Para processos de aquecimento
No respectivo trabalho
Pois faz muito frio de Inverno
Quando o trabalho da rebarbadeira
Chega por fim ao término
Há que botar abaixo
Uma garrafa de bom vinho
Vinho tinto da velha guarda
Quando já estamos tortos
Que nem cepos encharcados
O melhor a utilizar a seguir
É a sua prima
A Motosserra a Gasolina
Também faz um cagaçal do caralho
Pondo toda a gente bem disposta
Depois disto tudo
O melhor é relaxar.
Comissão Técnica do Trabalho em Portugal
sábado, 17 de março de 2012
Guerra Tribal nas Estradas de Portugal
E são apenas alguns
O Distribuidor só curte distribuidores
E nem todos lhe cheira
O Taxista só se dá com taxistas
E não são todos
O Motorista dos Trolhas
Só se relaciona a bem
Com Motoristas de Trolhas
Ficando com os azeites com alguns
O Motorista dos Bombeiros
Só simpatiza com motoristas de Bombeiros
Ficando também às vezes
Com uma azia do caralho
Quando passa por ele outro motorista
Que não vai à missa dele
Os gajos do INEM
Só curtem gajos do INEM
Mas também desgostam de alguns
O Motorista de Autocarro
Só é cordial com motoristas de autocarro
E não são todos
...
Tirando agora as Tribos Profissionais
Tudo o resto é para cagar
Cagar na sopa
É o que a gente vê
Na puta das estradas de Portugal
Comissão dos Amigos da Estrada
Febras da Net
Lindas como o caraças
Mamas dum gajo ficar doente
Cona de irmos ao céu
E rabos que só apetece
Lá pôr a piroca
Tirando a merda que se lê na Net
E o lixo que se observa
Estas gajas vêm trazer
A satisfação visual
Que faltava na net
Os olhos até ficam em bico
Com tanta rata boa
Por isso é que a Internet
De vez em quando
Anda meia flipada
Há mesmo muita puta na Net
Qual delas a melhor
A foder
A fazer brochada
Ou a apanhar no olho do cú
Qual delas fazem o melhor filme
A melhor pose
A melhor provocação
Enfim
As Febras da maravilhosa Net
Depois há aquelas rotas do caralho
Com a cona mais aberta
Que o túnel do marquês
Com os folhos de fora
Que até batem palmas
Há gostos para tudo...
Postado pela Comissão dos Pinoqueiros de Portugal
quinta-feira, 15 de março de 2012
As Matas de Maceda, o Putedo e o Aliviar dos Colhões
Para relaxar
Circula pelas estradas da mata
Furadouro, Ovar
Maceda
E o que encontra ?
Putas
Material para o pessoal
Despejar os colhões
Em horas de aflição
Vai um home a pensar
Que é cona de cair para o lado
Foda-se
Só vê
Canhões de Artilharia Pesada
Da velha Guarda
Nada de Putas boas
Ainda mais aflito
Que se foda
Puta?
Quanto é?
São X
Vamos a isso
É estar depois 15 minutos
A escolher o arbusto mais bonito
Para mandarmos para a passarinha
Dá tanto na cona
Que a passaroca até assobia
Enganando os caçadores da região
Pensando eles
Que é boa perdiz
Que anda no mato
Uma realidade aqui tão perto de nós
Portugal
Liga dos Circuitos do Ir ao Pito em Portugal
Situação em 2012 da A32 e Soluções para o Futuro Próximo
Está feita
Agora a história é outra
Quase ninguém passa nela
Só meia dúzia de carros
De vez em quando
Ou seja
Não há guerra
Só uns tiros e balázios
De vez em quando
Solução:
Acabar com as portagens
Estão a levar muito dinheiro
Fica então a A32 de borla
Irá haver mais guerra
Mais batatada quente
Nos dias do ano
O concessionário
Auto-Estradas Douro Litoral (AEDL)
Para resolver o problema
Vai ficar encarregue
De largar umas resmas de pregos
De vez em quando
Pela via fora
Montando depois à saída da A32
Uma oficina de chico espertos
Para remendar e substituir pneus
Ganhando este alguns trocos
Irá também ser montado
Um chapeiro
Para concertar
A chapa amassada
E um sucateiro
Para mandar de vez
Para o caralho
Os calhambeques muito fodidos
Irá haver de certo
Muita animação na estrada
Estando a pensar o concessionário
Em pôr um gajo
No fim da estrada
A vender pipocas e Super-Bock
Postado pelos Amigos da Estrada
Os Demónios de Milheirós de Poiares
O pai da maldade
Porque o mundo vai mal
E nós andamos fodidos
E nós temos que os aturar
Os demónios já andam na estrada
E nas ruas do mundo
Esta terra já virou um curral
Dada a quantidade de merda
Que um gajo vê todos os dias
Não pelos porcos
Nem pelas vacas
Que um gajo se queixa
Ou do cheiro à merda
Mas sim da Merda Social
Milheirós Cagadeira Nacional
Como esta terra
Tem conexões directas com Marte
O planeta da Guerra
Segundo os paneleiros filósofos da Grécia
Basta passar por esta esterqueira
Por uns tempo
Para a merda nos subir ao nariz
Aí o cheiro começa a incomodar
Esta merda virou um Infantário
Com tanta chatice pelos dias fora
Com tanta canalhada na rua
A pé
Ou bolinha de merda com quatro rodas
Ou cagadeira sonora a duas
A lei destes demónios
É mandar foder todo o dia
Porque não se aturam
Já estão fartos uns dos outros
Como esta merda virou
Uma grande merda
Esta merda parece mesmo um curral
Todos a cagar
Todos a cagar
Viva Portugal!
Postados pelos Amigos da Estrada
Vai Abrir Casa de Putas em Milheirós de Poiares
1- Velhas da Igreja de Milheirós de Poiares
2- Beatas da velha guarda devotas de Jesus Alcovitice
3- Viúvas esfomeadas com falta de peso
4- Canhões que andam por aí a disparar
5- Divorcidas em arrefecimento glacial
6- Virgens que nunca viram uma piroca
7- Gajas que gostam de dar fodas mas que estão em greve
8- Fêmeas gostosas em situação de quarentena por doença
9- Cona gira quente à procura de namorado
10- Mulher de Milheirós de Poiares que quer casar
Associação Profissional do Putedo Nacional
Estrada Rodoviária Nacional - Confusão Portugal
Neste país
Está doente
Estrada Rodoviária Nacional
A Estrada da Morte
Os caminhos
As ruas
As vias
As Variantes
As vias rápidas
As auto-estradas
A ESTRADA
Actualmente
Tudo isto virou Defunto
Todos a matarem-se aos poucos
Todos dos dias
Todas as semanas
Nos feriados
Todo o ano
Por esta vida de muitos anos
Que já tenho
Enfim
A Guerra Campal em Portugal
A Batatada que é Portugal
Agora discute-se na estrada
Com velocidade
Com ruído
Com luzes
Com cores
Com publicidades
Com gestos
Enfim
Com tudo o que vier à mão
O retrato fiel
Do fim das pessoas
Do derradeiro final de Portugal
Postado pelos Amigos da Estrada
Um Amor
esta minha natureza que, de agora, venho
o já ocupares um espaço…
no meu pensamento… nesse espaço
que me enche… que algo enche
que amar é pois, o que, de agora, faço
A inocência em uma flor imatura
que numa primavera procura o tempo
a natureza de uma flor madura
o partilhar algo de mais que me lembro
Das memórias restou a mesma morada
a sombra, a luz, o que a projectava
o dourado que na água via, enamorada
o olhar, os olhos, que nos resvalava
Me lembro do amor que lentamente o sinto
que são verdades que a mim, de agora, já não minto
o já me sentir como a água…
no meu sentimento… dentro d’água
que tudo ocupa… que nada me ocupa
que saudades apenas sinto, de agora, a mágoa.
Poesia Urbana Moderna
Doubts of the Beyond Death
We live with fate to a single death
To die as a matter of fact, we don ´t know
Seems nobody to know
The end of a single physique life
The body remains, sepulchred only
Of the spirit, of the human soul
If it dies as a matter of fact
We don ´t know either
Seems nobody to know
Life beyond physique death
An olden question, an primordial doubt
Will be possible?
And if it be as a matter of fact ?
How will it be ?
We don ´t know
Seems nobody to know
However this temporary conclusion
That life ends in death
Seems not satisfying
Seems not to make sense
A whole life just with this foredoom
Must will exist continuity!
Maybe this aforetime physique space
Be it a process of preparation
Or a process of valuation
To one another newcomer life
Of spiritual charisma
Or as incarnation
But, to live how, we don ´t know
Seems nobody to know
Remaining us to wait only
Towards to enlighten
The doubts of the beyond death!
Modern Urban Poetry
Life
That we have
So odious !
So monotonous !
Doing the same things
Every day
Such fucking life
It ´s not okay !
Such fucking life
For that we cry
So revolting !
So limiting !
However we must try to live
To accomplish the destiny
Even being a shit of life
It ´s the fucking reality !
Modern Urban Poetry
Everything is nothing
We cannot see…Cannot hear…anything
Everything is nothing
Despair?…A cause of dying for!
So we die!…We must fucking die!
They will come
Taking us to a infernal true
Demons?…Demons?…
Seizing ours souls…Dominating ours thoughts
We cannot fight…Cannot resist…Nothing
Everything is nothing
So we must fucking die…Die…Die!!!…
Modern Urban Poetry
sexta-feira, 9 de março de 2012
O que é a Música?
“A música é algo de estranho. Quase diria que é um milagre, porque fica a meio caminho entre o pensamento e o fenómeno, entre o espírito e a matéria, uma espécie de mediador nebuloso, igual e desigual das coisas a que serve de mediação: espirito que requer manifestação no tempo, e matéria que se revela sem espaço”.
Heinrich Heine (1797-1856)
Como definição eleita propûs a mim mesmo entendê-la, acrescentando o meu ponto de vista.
De início Heinrich Heine, na sua definição, faz-nos transportar numa viagem misteriosa, estranha diz ele, que é a música. Estranha por que não se compreende no seu todo; quer escrita, daí a sua evolução ao longo do tempo; quer ouvida, e assim continuará, prevalecendo a dificuldade que é e sempre foi definir a música. Porque isto de definir a música tem sempre a ver com uma perspectiva pessoal, dependendo, muitas das vezes, de inúmeros factores (sociais, psicológicos, tecnológicos, etc.), isto é, cada indivíduo tem a sua própria visão da música, mediante as suas capacidades. Por exemplo, o mesmo se aplica à definição que se possa dar do conceito de Amor. É sempre subjectivo, e nenhuma delas poderá estar errada.
De seguida transporta-nos para um campo espiritual, divino, transcendente, inexplicável: a música como intermediária entre um Deus e o Homem. Faz ainda uma referência em termos físicos, pelo que se conclui, que dos cinco sentidos do ser humano, a música como produto, só é perceptível a um e um só – a audição, no entanto, os restantes podem ser coadjuvantes desta (na composição).
A música acaba por ser, como escreveu Sócrates em relação ao conhecimento – um só sei que nada sei: cada vez que se vai conhecendo mais a música mais esta nos surpreende. A música é um tipo de linguagem que vai para além do que nós conhecemos como um simples meio de comunicação. Além duma arte, facto inegável, só dela é artista quem com ela partilhar a inteligência (talento). É antes de mais, uma Linguagem Universal. Uma parte integrante da Natureza. Uma realidade psicológica sonora. Quem sabe a Linguagem dos Mundos!?...
Foi (a definição) e é sem dúvida o carácter enigmático da música que me fez “despertar” na tentativa de algo mais saber sobre.
Para concluir e resumir, a definição de música, no meu ponto de vista e aproveitando o raciocínio de Heinrich Heine, é pois o fruto de um tipo de inteligência – Inteligência Musical. É uma linguagem que nos permite exprimir pensamentos em sentimentos e vice-versa, de uma forma matemática, através de sons. Isto é, uma relação bidireccional pensamento/sentimento na díade compositor/ouvinte num universo sonoro organizado.
Todavia, fica “no ar” a seguinte questão, saciosa de respostas por aqueles que não “vêem” a música apenas como música: terá a música alguma finalidade na Natureza? Qual? Uma vez que a música é algo de estranho...
Postado pelo Excelentíssimo Professor Doutor Fusível Social
Júlio Machado Vaz e o Sexo em Portugal
Um gajo para ir ao pito está fodido
É preciso ler uma palete
De livros de Filosofia
Nomeadamente
Autores que falam do Amor
Para se mandar para o bujão
Para além dum gajo
Ficar com uma dor de cabeça
Do catano
A ler tanta demagogia
Pois são livros
Que falam para caralho
Mas peremptoriamente
Não dizem nada
Livros ou temas sobre Amor
É a mesma coisa
Do que falar sobre o Abismo
O Buraco Negro das Emoções
Entrando lá
Nunca sabemos
Se algum dia vamos de lá sair
Sexo não são palavras
Embora se fale
Enquanto se vai ao pito
Ou quando se está a tentar ir ao pito
Sexo não é filosofia
É apenas uma parte do comportamento
Sexual Behaviour
Que pode ser bipolar
Animal ou mais humano
Tudo o resto é paleio
Filosofia Barata Sexual
Quando é para ir ao pito
É para ir ao pito
Mas como não se vai ao pito
Porque estamos em Portugal
Ir ao pito
Fica fodido de se ir
Por isso é que há médicos
Do ir ao pito
Portugal
O problema
Daí a doença
Eis a explicação
Associação Sexualidade Feliz