quarta-feira, 6 de junho de 2012

Ver o mundo aos olhos das VirginPussyDemons

Ainda a dormir.
Em pleno sonho
Talvez
A purificação da alma humana
Encharcamento do cérebro.
Acordam...
Mais um dia de luta
Aguentar...
A realidade dos restantes
Os nossos que não encontramos
Os divinos encarnados
Merda!
Tudo...
Alfeno que paira no ar
Questiona-se a vida
Recorda-se...
Pensa-se...
Sente-se...
Merda esta agora vida
Aonde está a que queria
Fuga
Destino carne
Humano
Animal
Afinal humano
Vida
Ainda virgindade
Estado mental
Porta dimensional
O que será?
Como, depois?
Vida humana
Pensamentos demónio
Terra...

Poética Free Style Contemporânea pelo Professor Fusível Social

Lugares e Não-Lugares da KopoLândia

Entramos àquela hora tão certa para alguns e lá estamos naquele lugar. Sentimos o “place”. Cheiramos o ambiente. Ouvimos os sons daquela pequena sociedade. Às vezes parece que não estamos lá. Fazem-nos então chegar a uma outra realidade. Gostamos. Não Gostamos. Mais ou menos...
Tudo nos faz conduzir para algo. Tentamos descobrir o feiticeiro da noite. Encontramo-lo. Perdê-mo-lo. Nunca chegamos a encontrar seja o que for. Uma das coisas da noite...
Estar naquele lugar que escolhemos passa a representar uma vida encenada. Nós ao volante. Eles ao volante. A estrada, a noite...
Olhe! Dê-me mais um copo! Sim! É já!... E o jogo começa. Os dados são lançados...
Às vezes, aquele lugar já não é lugar nenhum. É apenas um convite para mais um jogo. A inteligência maligna agora comanda o acto. Entram os actores. A plateia assiste. Os bilhetes ficam a cargo da esperança. Mais uma batalha do que representa a sociabilização da nossa vivência...
O caldeirão da KopoLãndia transborda de tanto o encherem. Por vezes chega-se ao caos. Tudo se tira do bolso mais escondido que temos para mostrar a nossa autoridade. Faz-se batota. Ninguém vê ou faz-se que não se vê. O pano verde parece que esconde essas coisas. Dos jogadores que batalham espera-se ansiosamente pelo mais capaz. Não convém subir ao pódio para receber a medalha. Fica para o bode expiatório da cerimónia. Benzida é claro pelo mandante do jogo. It´s Time Now to Play The Best Cards...
A KopoLândia é terra nata da surpresa inteligível. Acaba por ser afinal de contas um lugar e não-lugar em toda a sua magnitude...
Transforma-se, ao longo do desenrolar, num camaleão do ser local e pessoal...
Estar... Ser... e Pensar... Abismam em artefactos fora do que se já conheceu transformando-se numa ponte para coisas mais próximas do que chamamos Futuro Progressivo!
KopoLândia, significado de construção do Presente, do Passado em direcção ao Futuro. Tudo de uma forma cíclica, de vai-vém. Lugar e Não-Lugar das viagens Antropo-Psico-Sociológicas!

Do noctívago Professor Fusível Social

Os WineReasonThought

Apareceram cá na Terra com um propósito. Ainda não sabemos qual. Pensa-se que será a tribo reconciliadora face à guerra vigente. Fazem sim dos copos um modo de vida paralelo à realidade de todos os sóbrios. Vêem a vida com uns olhos de que poucos se podem gabar. Com o seu nariz apurado deslindam mistérios daqui do planeta. Investigadores de tudo quanto seja perseguem-nos afincadamente. Prometem aterrar dentro em breve. Não sabemos é quando!
Tribo das tribos da lucidez humana vindos directamente a mando do Deus Baco. Camões esse grande investigador social muito escreveu sobre eles. Comunidade superlativa que faz dos seus pensamentos soluções para a humanidade. Mergulhados do seu aroma conseguem representar realidades que não estamos habituados. Desafiam a normalidade. Criam formas diferentes de viver. Futuristas com “flavour” avant-garde duma civilização. Tipo profetas de um mundo perdido de esquemas falidos. Uma tribo marcante...
Abrangem toda a sociedade. Difíceis de se caracterizarem. Actores dum teatro que poucos conhecem. Filhos de encenações que fogem ao corrente social. Ideias da criatividade e potencialidade da humanidade...
Os WineReasonThought são considerados por vezes como outsiders, mas analisando um pouco mais de perto verifica-se que de facto estão inseridos bem na sociedade, comportam-se é de maneira diferente da qual a maioria não aceita bem. São por vezes marginalizados. Querem-nos pôr de parte, é certo. Mas apesar disso, como grupo, funcionam como introdutores de mudança em algo que há muito se mantém igual. Querem transformar o que significa para nós a vida em uma outra forma de vida. Já se pensou na hipótese de um outro planeta, ou uma ilha muito bem isolada, arrastados da sociedade, mas parece que isso não ia resultar visto estes seres se adaptarem com muita facilidade.
Os seus diálogos argumentam com toda a sua capacidade sobre tudo o que se possa imaginar. Levam-nos à exaustão do pensamento humano. Exploram sabiamente os conteúdos descomplicando as dificuldades das questões. Solucionam problemas. Simples!
Os WineReasonThought transportam consigo qualquer coisa de diferente, construindo a humanidade copo a copo deslumbrando uma realidade utópica que teima em não desaparecer!
Os WineReasonThought...

Tribalismos do então Professor Fusível Social

Se a Música desse Dinheiro...(wondering)

Um Pai de 40 anos com 3 filhas:

Se a frase bonita que eu escrevi no cabeçalho fosse verdade, ou seja, que poderiamos comer em restaurantes “La Moustache” todos os dias “À La Gardet”, acontecia o seguinte:

1 - O padre era o primeiro, visto este ser estar em contacto directo com o Conhecimento Supremo: Deus ele próprio.
Montava uma banda de Extreme Power Black Metal Speedy Gonzalez ligado aos sinos e em recepção mórbida com os mortos do cemitério.
Punha umas virgens imaculadas nos sub-vocals e era ver tudo quanto era chavalada com o mastro erguido bandeirado com o emblema nacional de Portugal.
À frente nas vocalizações rezava a voz do Diabo do próprio padre.
Nas guitarras ia arranjar os Mecânicos da zona, peritos em Acústica Ambiental.
No baixo ia caçar os manobradores de navios de refugiados do Congo do Porto de Leixões.
Nos tambores ia às obras buscar os percussionistas aborígenes.
E tinhamos então a banda formada mesmo por detrás da Igreja.

2 – Tudo quanto era gaja montava bandas SexTalkSeduction, nova vaga Avant-Garde da música moderna contemporânea.
Vestidas a “matar”. Hormonas nos píncaros. Lixo “Cantabile” a dar com fartura. Umas “danças do mastro” para apimentar o cozinhado e tinhamos uma banda do movimento Pussy Power Destruction.

3 – Os homens casados, lá das terreolas, fartos e arrependidos do sacrifício matrimonial viravam-se para a Tristeza Nacional: O Fado! Aquele género de música que os estrangeiros tanto gostam, porque lá não há tristeza. Só cá em Portugal. Deve ser do clima lusitânio!

4 – Os putos depois de analisarem a passarada decidiam com cautela montar uma banda de Pimba.
Tarados natos. Uma vez que nasceram com os olhos abertos, e como a primeira coisa a verem foi a “passarinha” daquela gaja que os pariu, que por sinal se chamava mãe, fixaram em suas mentes com o objectivo obtuso de suas vidas.
O Pimba, interjeição popular que significa “ir ao pipi” ficou marcado na história contemporânea de elite dos gajos ligados à música visceralmente como o nome alvo daquilo que pretendiam da música.

5 – Deus ele próprio sentenciou como pecado capital a Não Integração Numa Banda. Os Mandamentos foram todos à merda e a merda ficou como Mandamento de 1ª Instância.

...A Paz vinha de certeza à Terra...

Opinião dum grande amigo do Professor Fusível Social

Na Pele dos ZeroTalking

Uma Tribo urbana sediada com cotas pagas em tudo quanto seja localidade da nossa urbe.
Orquestram conversas introdutórias dum mundo que aparentemente não existe. Mas existe de facto! É, segundo as pessoas que vivem em paz, um mundo de “La Mierda”. Definição do povo guerreiro basco, na nossa consaguínea Espanha. “La Mierda” é um termo usado por uma tribo que representa tudo aquilo que não queremos para a nossa vida. Nem dado. “La Mierda”, é verdade, um termo pejorativo da nossa gramática lexical. “La Mierda” são os dejectos do mundo.
Este bando faz conversas sem sentido humano apenas com o objectivo de subjugar as pessoas alvo. Diálogos-duelo do bem falar das terreolas alheias à civilização. Puros confrontos verbais. Porque em Portugal não convém comprar uma arma para dar um tiro a quem queremos. Frustados que fazem da inveja o sangue que lhes corre nas veias. Despiques territoriais em que todo o espaço tem de ser conquistado à bruta. Desgarradas orais ofensivas. O outro é o inimigo. Prima do anti-social. Comunidade que não existe como seres sociais. Um estado de ZeroWay. As suas expressões faciais do quotidiano falam mais que suas bocas. Serpentes cuspideiras do mal. A maldade na sua essência. O mal encarnado, pondo de parte aqui a religião e dirigindo-me directamente para a questão social em si.
Vestida a pele dos ZeroTalking, uma tribo urbana zeroficada, parasita da sociedade.

Na urbe com o Professor Fusível Social

Realidade Auto-Vietnam nas Estradas de Portugal

Mete bala no tambor. Pensa-se num pente. Culatra atrás. E carrega-se no gatilho. Pum! Pum! A situação em que se vive nas estradas da antiga terra em que as moedas eram de ouro. Os blindados comandam o jogo. A infantaria segue. Nas cidades planeia-se. Nos caminhos do destino minam-se as possibilidades. Uma batalha sem general. Todos se auto-comandam. A vitória será alcançada. Os tambores e as bandeiras juntam-se à festa. O povo participa. E temos a realidade que alguns tentam esconder! O nosso Auto-Vietnam Americano Civil! Uma guerrilha que nunca se entendeu. Caiu no que caiu. O Portugal Rodoviário!
Estrategas de toda a parte poêm em prova os seus conhecimentos inteligentes marciais. É luzes que alguma coisa dizem. É o som das viaturas que comentam algo. É o aparato visual que nos desenha pensamentos. São as suas pessoas que coisas expressam. Etc, etc, etc...
É o Portugal Bélico! Será a guerrilha tribal liderada pelos Turras daqui do bairro nacional?
Portugal, país de guerrilheiros desvocacionados...
Um país onde a coisa mais simples de se fazer se torna difícil.
Portugal um cantinho à beira do colapso!
Um teatro onde o que se deveria de fazer não se faz! Mas representa-se as futilidades que o comportamento social nos acaba por mostrar!
Portugal, um País Animal!
Portugal, um Circo Social de Variedades!
A guerra humana!
A raça total que se virou contra si mesma.!
A falta de valores.
A falta de humanidade perdida já há muito tempo.
O caos: A Realidade Auto-Vietnam cá no nosso de todos Portugal!...

Em combate com o soldado Professor Fusível Social

Porque Queremos Ser Ricos?!

Ter dinheiro é sempre bom. Para o ganhar só o conseguimos a trabalhar, a roubar, um prémio nos jogos de fortuna e azar ou viver às custas de alguém que nos abone capital para os nossos inevestimentos de consumidor.
Exacto! Consumidor! Ora aí está o problema! O consumo! É ele que nos faz precisar de dinheiro para obter determinadas coisas que queremos!
É certo ser preciso comprar as coisas mais básicas para a sobrevivência. Há gente que vive apenas assim. Vivem para o essencial. Uma coisa que esta sociedade não está para aí virada. Basta observar.
A sociedade gera-nos orgânicamente uma necessidade quase vital para que consumamos. Mais e cada vez mais. Logicamente para alimentar a sociedade ela própria. Uns vivem com os outros e por ai adiante.
Ter ou não ter dinheiro está nesta civilização marcado profundamente. Só somos ou merecemos ser consoante o dinheiro que temos, embora existam pessoas aqui na Terra que pensem de uma forma mais natural e humana.
Ser rico é o sonho de quase a maioria de todas as muitas pessoas que aqui habitam. Ser rico é alívio da agonia social em que vivem. Em que vivemos. Porque não temos descanso. O dinheiro afinal não chega para nada. Ganha-se, gasta-se, quer-se mais, às vezes não se consegue, alguns então roubam e estamos no bem-vindo mundo capitalista que as potências mundiais nos incutiram. Muito bem-vindo ao Mundo Actual! E isto sem qualquer tipo de propaganda político-partidária. Simplesmente uma análise histórico-social. E mais não digo...
Esta situação é a culpada da Mobilidade Social a que estamos habituados a ver. Na sociedade, nos jornais, na televisão, na comunidade, na família, e quando damos por isso já estamos nós num outro país a lavar retretes mas a ganhar tanto como um advogado do nosso país de origem. É de pensar! Mais! Quando regressamos de férias ao nosso Portugal é o “desfile” de vaidades e senhorices que assistimos nas nossa estradas e aldeias e vilas e cidades do nosso cantinho lusitânio. É aparecer de veículo motorizado a cinco rodas, o pneu suplente, todo artilhado, comprado novo, usado ou alugado para o “teatro” dando ares de quem conquistou o cabo da boa esperança incluindo o Adamastor e algumas sereias. É certo que ninguém os atura. Mas trazem dinheiro, por isso, à que fazer um esforço, hipócrisia, mais propriamente.
Ora bem! Concluíndo e fazendo uma conclusão que todo o “português” perceba chega-se à conclusão que sem estas notas e moedas que o Banco de Portugal faz estamos mal aviados. Mas não é só aqui nesta ilha do paraíso, de algumas coisas, que isto acontece. Também no resto do mundo se vive momentos existenciais um pouco preocupantes. É a globalização que temos. Os problemas de uns passam a ser o problema de outros, as coisas boas guardam-se, e estamos de volta, novamente ao Planeta Terra Now! A Crise Mundial. O dinheiro o judas!!...

Economia pelo Professor Fusível Social

Escrever no Espaço Tribal Portugal

Bem! Escrever todos nós escrevemos ou pensamos que escrevemos. Alguns gatafunham! Aqueles indivíduos que ainda andam no infantário mas que já mostram sinais de irreverência assinalável. O futuro das nossas gerações!
Escrever representa pois um acto de comunicação parecido à fala. É uma das ferramentas da comunicação humana e às vezes animal. Certos animais têm essa capacidade.
Com ela podemos dizer quase tudo o que quisermos. Através dela conseguimos de facto dizer o que queremos, directamente, ou não. Sermos frontais, hipócritas, honestos ou simplesmente caminhar para a não comunicação.
A criatividade aliada à imaginação jogam neste campo, lado a lado, criando o resultado obtido.
Podemos entender ou não o que se escreve.
Podemos escrever em várias línguas.
Podemos nos esconder no próprio Português, que é ideal para isso. Não fosse Camões Camões e Fernado Pessoa Fernando Pessoa! Assim como outros mais escritores da nossa Literatura...
Podemos ajudar escrevendo.
Podemos ofender.
Fazer mal ou adoecer moralmente.
Podemos viver com a escrita.
Com nós e com os outros.
E como tal escreve-se assim em Portugal. Também escreveu-se assim no passado.

Escrevendo com Professor Fusível Social

Os Pimba Nation

O Pimba é irmã de sangue da pornografia. Ora está tudo explicado! Mas, catano! Será que em portugal só se pensa em pinanço?! Ou são os imigrantes que vêm cá de férias que pensam o quanto inteligentes o são e que nós portugueses, que afinal ficamos cá na terra a lutar pelos nosso direitos, somos todos uma cambada de burros?! Devem pensar eles que talvez portugal adore este tipo de “difusão musical”! O que fazem então os que assistem a concertos de Pimba?! Ah! Esqueci-me, são apenas os meios-esquizofrénicos sociais...
Os PimbaNation vêem e falam, a toda a hora, assuntos relacionados com sexologia. Sexo como ciência ou uma particularidade comportamental dos humanos e dos bichos faz parte do vocabulário constante dos Pimbaleiros. Sexo aliás é uma coisa que se decobriu bem à pouco tempo.Antigamente não havia sexo! Os filhos vinham despachados pela distribuidora Cegonha. Às vezes nem se pagava portes. Tudo bons amigos!
Os Pimbaleiros ensinam como pôr o “zézito” no “buraco do paraíso”.
Os PimbaNation são a tribo que descobriu o sexo depois de toda a gente estar farta de o fazer e de o desenvolver. Porque estar “na estrada” de carrinha ou roullote a fazer que se canta e às vezes em playback não dá tempo para umas pinadelas. Sejam elas de longa duração, rapidinhas, ou com pastilhas Duracell. Há que “informar” o povo: eis a máxima do Pimbaleiro.
Foi dito no ínicio que é irmã do Pôrno. Bem, bem vistas as coisas, não estamos a falar de pornografia como é feita nos EUA (histórias razoáveis e actrizes de se lhe tirar o chapéu) mas sim, de pornagrafia pirosa, badalhoca bem ao jeito das lides da “azeitice” portuguesa pró-imigrantes, que vêm dos países para onde foram se asilar convencidos que trazem para os parolos da terra a sabedoria suprema da vida!
Os PimbaNation marcam a sua diferença. À que respeitar. Mesmo que a sua cultura não traga nada de cultural construtivo e progressivo para a sociedade. Chega de “lodo” social! Há que limpar os “rios” da sociedade! Para que a vida possa simplesmente existir. Sem grandes complicações...

Tribalismos do Professor Fusível Social

Brothers of Blood

Nascemos, vivemos e um dia morremos: a Vida dos seres vivos. A biologia...
Irmãos de Sangue é um tema abordado pela sociologia e outras ciências sociais, também expresso nas artes e demais ramos do saber.
É afortunado quem na vida tenha amigos deste tipo ou família. Poderá também ter dissabores por os ter. Mas viver uma realidade assim não é para todos.
Irmãos de Sangue é uma forma de estar na vida perante as adversidades que esta possa apresentar. É uma armadura contra tudo e todos dos indesejáveis. Pode ser ainda uma mais valia nas coisas positivas da vida. É pretencer a uma pequena família unida por fortes laços de amizade ou fraternidade, lealdade, respeito e liberdade.
“Comunitar” nesta situação é um privilégio e viver assim é muito melhor. Termos sempre alguém de confiança na qual podemos contar. As relações sociais são sempre mais intensas, mais vividas. Os sentimentos são de sangue, saem directamente do “coração”.
É, sem dúvida, um tipo de sociedade pouco vista. Muitos a procuram. Poucos a desenvolvem. Poucos a alcançam. Etc,...
Estará a sociedade preparada para este tipo de estar? Nós sabemos que a sociedade é alimentada por coisas contraditórias a este exemplo. Não seria melhor para nós haver uma sociedade mais assim? A pensar...
Na sociedade, o Professor Fusível Social

A Comunicação na Sociedade

É dificil de descrever este tema nos dias que correm. Podemos contudo tentar explicar como se comunica na nossa sociedade. A comunicação é difícil. Comunicar o que os outros não estão preparados para comunicar é sempre trabalhoso. Há que haver sintonia. Deixar os amuos na chupeta que mamamos na nossa infância. Caminhar sim, para o crescimento social saudável!
A comunicação em sociedade é feita de variadas formas podendo ser utilizado uma quantidade massiva de técnicas para o fazer. Podemos recorrer, hoje em dia, a uma panóplia de instrumentos, para que a nossa comunicação seja, de facto, assertiva.
Comunicar com o outro é saltar fronteiras do nosso eu em direcção ao “tu” tornando-o “nós”, quase em modo familiar. Porque no fundo, e apesar do que existe na sociedade, somos uma grande família, uma tribo grande recheada de muitas tribos urbanas. Somos um puzzle em que cada peça é necessária à conclusão do mesmo, fazendo a “ideia” que todas as peças fazem juntas, harmoniosamente.
Não se trata de ideologia o que aqui falamos porque efectivamente poderá existir harmonia social no nosso viver.
Saber comunicar é essencial. Em todas as suas formas (verbalmente, não-verbal, trajando, conduzindo, sociabilizando no fim). Não se trata somente de educação, existem outros valores implicados. Há que descobrir pessoalmente quais e passo a passo dirigir-nos para uma sociedade saudávelmente comunicativa. É com a comunicação que conseguimos quase tudo nas nossas vidas, um facto.
Podemos culpar, já que estamos no fim, a sociedade ou as pessoas de intolerância face às diferenças. Não resolve nada rotular acções. As pessoas têm essa consciência. Podemos arranjar outras desculpas, mas...
Para acabar fica neste espaço uma ideia: Sem Comunicação Efectiva não vamos a lado nenhum!

Sociolizando com o Professor Fusível Social

O Budismo em Portugal

É preciso é ter calma e sentir buda a todo o momento mesmo que Portugal se afunde numa crise social...risos...Portugal é uma terra de palhaços sérios que fazem rir!
O Budismo é mais uma filosofia paliativa que serve para tapar os olhos a muitos ou deitar areia nas “esferas” da sociedade para que esta gripe. É mais uma peça do puzzle social que serve para levar a outras coisas, sempre a pensar no papel verde, enriquecendo quem vive à custa de pessoas mal informadas! Portugal não precisa de terapias, desta ciência ou de outras, Portugal precisa é que haja dinheiro ao fim do mês, e com fartura se faz favor!...

Alerta do Professor Fusível Social

Curso Que As Mulheres Andam a Tirar: SEDUÇÃO!

Seduzir é a realidade de toda a mulher. Sedução é o curso universitário de suas vidas! Encantar como a linguagem das sereias no tempo de Camões tudo e todos e algum que falte esquecido!
É sair de casa, mesmo às vezes distraído, e topamos logo estas situações. Vai-se ao pão e está a gaja a piscar o olho ao padeiro! Vai-se buscar o gás e está a gaja toda dobrada mostrando a “prateleira”! Vai-se ao café e está a gaja sentada de uma maneira que nos pensar se nos vamos “comer”! Está a gaja na rádio a dizer as notícias e escutamos a gaja a engatar o mundo! Vai-se para a universidade e está a gaja a aprender a engatar culturalmente! Vamos para o trabalho e a gaja vem na rua a bambalear-se toda vendendo-se a todos os que passam! Vai-se à igreja e chegamos ao inferno: Bacanal Comunitário!
A palavra a fixar é sedução. Uma fome tremenda de apreciação social de cariz sexual, porque não temos mais nada para vender. Nem mesmo as crianças estão a salvo. É o mundo no seu melhor.
Serão palavras de um padre ou de um seminarista em formação teológica? Nunca se sabe! Mas quem já conhece mulheres isto acaba por enjoar, chegando mesmo a fartar para caraças.
Os objectos que fazem parte do equipamento social também têm o seu papel na sedução. É sexo por tudo quanto é lado. Vemos a mensagem: Pinar é bom e tem de ser a toda a hora seja com quem for!!
As mulheres não deixam de ser umas vítimas de toda esta encenação social. Uma coisa criada por esta. E as mulheres ingénuas, levando tudo na brincadeira, seguem o comboio social da decadência moral. Estamos no inferno como os religiosos falam!

Moralidades do Professor Fusível Social

Os CaceteWisdomEyes


São abençoados pela sua visão de sabedoria universal extra-galáctica. São a ponte entre nós humanos e os seres mais inteligentes do universo, sejam lá quem forem!
Quando vêm armados com o seu “cacete fumante” conseguem “alcançar” o Todo completo, tornando-se omnipresentes em relação aos mundos. Têm os olhos da consciência social. Abarcam o conhecimento em toda a sua concepção.
Os CaceteWisdomEyes são uma tribo por quem toda a gente teme. São muita maus como indivíduos relacionais. Armam-se para escapelar suas vítimas. Aliás, fazem colecção de troféus humanos.
Pensa-se ser uma tribo em franca expansão na nossa sociedade estando representada em todos os lugares do mundo. Investigadores sociais da Universidade de São Francisco, E.U.A., declararam que se trata de uma tribo problema, estando-se a estudar neste momento soluções inteligentes.

Em nome das tribos sãs do mundo. O Professor Fusível Social.

O Planeta Zultron

O Planeta: Outra Coisa Qualquer! Pois tudo o que existe neste planeta, a Terra, está falido e demitido de qualquer tentativa de melhorar pelas diferenças...
A Música não traz nada de novo, é apenas repetição bonita de repetição!
O Teatro representa a podridão social!
As RestantesArtes expressam a Morte Social!
Os Mídias informam-nos desinformação social!
A Cultura afinal não existe, porque não há cultura!
A Política está corrompida!
O Desporto está desacreditado!
Os Cursos são utópicos face ás realidades portuguesas!
As pessoas desiludem-se umas com as outras!
A Diversão deixou de ser divertida!
...
A Guerra é a única coisa verdadeira e honesta que existe!!...
...
QUEREMOS POIS UM PLANETA LIMPO DE INTERFERÊNCIAS!

Sonhando com Professor Fusível Social

Sociologia da Família

A Família nos dias que correm já não é e se calhar nunca será a mesma...Chegarem à conclusão que na família ninguém se conhece ao certo dada a representação que decorreu durante esses anos todos.
Porquê a encenação dentro do seio familiar? Mecanismos de defesa? Hipocrisia? Um mecanismo social de pessoas conscienciosas da sociedade? Protecção do Eu? Etc...Questões que os sociólogos tentam explicar...
A família tradicional já morreu. Tradicional aqui significando aquele estar em família de uma forma despreocupada e ingénua aonde reina o “amor”. Aquele sentimento em que todos se “amam” incondicionalmente, também associado à religiosidade. Agora, nos tempos que correm, nas aldeias ou nas cidades verifica-se um novo modelo de família, na qual habitam indivíduos diferentes uns dos outros, marcadamente. Existe sim um “entendimento em cima da mesa”, e a partir daqui se desenrola a famíla moderna no dia-a-dia.
A família é mais racional do que era. Menos emocional do que era. Não há tantas “prisões psicológicas”. Isto na maioria das famílias por este mundo fora.
A Família neste momento representa apenas uma etapa pré-sociedade para que possamos “voar” sozinhos. Nela se procura o que se pode encontar na sociedade. Pôe-nos á prova, testando-nos. Tudo está em jogo no que respeita a nível psicológico e social. É então uma “rampa de lançamento” para se descobrir novos “mundos”.
A Modernidade...

Sociolizando pelo Professor Fusível Social

quinta-feira, 3 de maio de 2012

Guerras Tribais na NetGaláxia (Explanação sucinta)

Todos os guerreiros de todas as tribos do planeta Terra e outros planetas do universo se encontram em guerra campal nestes sítios!
Artilhados dum dispositivo electrónico “pirolitizado” com um “cabito” à galáxia Net fazem do seu dia um momento zen bélico. Por outros termos, dão azo às suas insatisfações teritoriais.
Nestas guerras se pode examinar que de facto não estão em guerra, mas sim são a guerra personificada. Vê-se os planos mirabolosos de alguns no futuro. Vê-se a sociedade na actualidade. Atinge-se o pensamento que a NetGaláxia está a passar por momentos difíceis. Mas a agremiação por fora não aparenta nada de especial. Pois não! É preciso um olhar atento! Tudo o que vemos são bombas prestes a explodir, andando eles e elas a arrastar o rastilho pelas ruas à espera duma pequena faísca para se dar o Momento Finale. A eclosão dos verdadeiros seres humanos daqui do planeta Terra. O “planeta pacífico” da “nossa galáxia”.
Tudo é discutido e criticado na NetGaláxia usando os seus utilizadores os melhores dicionários para poderem embelezar suas “palavras” para que possam “cair” nos seus adversários da forma mais letal. Verifica-se uma chacina social a céu aberto.
O espaço internet é comparado aos Komités do ValeTudo.
Na NetGaláxia acabou de morrer o indivíduo diferença. Nada é tolerado. Estamos num estado Zero Tolerance. E salve-se quem puder, porque a bomba social já foi activada e ninguém sabe ao certo como desactivá-la.
NetGaláxia é, em vocábulo bonito, a “Arena” propriamente dita. Onde para olhos de quem comanda a Society é o local ideal para se pôr à prova as destrezas humanas pessoais aqui na “selva”.
Valores são esquecidos automaticamente. Estamos “escondidos”, ninguém nos vê! Eis o verbo!
Deus, o pai que está acima destes rótulos civilizacionais, não está conseguindo “intervir”. Pois a acreditação, que tanto precisava, e que não a consegue executar, faz dele um inútil aos olhos da sociedade. Chega-se, hoje em dia, à conclusão científica que Deus não existe, não há “intervenções”. Os seus “filhos” também não conseguem arranjar palavras e outras formas que façam demover as pessoas. Tudo acaba por ficar numa desacreditação social de tudo o que nos rodeia.
A Net é como um caldeirão, em que se despeja lá tudo. Chega-se-lhe o lume e fica a “cozinhar”.
É este o cenário que nos transmite a NetGaláxia...

Antropologia Social pelo Professor Fusível Social
(Alcovitice Social Aplicada Contemporânea)

A Acústica do Snooker

Tacadas, tabelas, bolas a bater e bolas no buraco e os sons que isso fazem. Bem, aqui é preciso dizer que há mesmo artistas! Falar acusticamente e jogar snooker é preciso ter “pinta”. O Snooker jogado nos cafézitos do nosso Porugal...
Quando a bola branca fala com outra bola ou bolas diz-nos sempre alguma coisa. Falta saber o quê! Será o Tempo!? As notícias!? Uma gaja jeitosa que entrou!? Tudo questões que passam pelos ouvidos de quem joga e assiste ao jogo de snooker.
Os sons do Snooker são únicos. Têm um timbre que não é igual a mais nada. Nem mesmo os dentes dos elefantes a roçarem uns nos outros se assemelha! É mesmo único!
Pode-se jogar de diversas maneira este jogo: Visualmente ou Sonoramente ou então conjugá-los.
Este jogo é nos útil para o quotidiano. Podemos aprender inúmeras coisas a jogar snooker. É pois um livro de Filosofia práctica!
Acusticamente falando este jogo produz sons que entram em nós. Falam directamente para os ouvidos e o cérebro. É um jogo psicológico, sem dúvida!
O Snooker afinal!

Explicação do Professor Fusível Social

Os WordGunBoys

Mal começa os dias as suas palavras azedam de caminho. À que partir para a destruição. Vamos escrever!...
Assim se formam os WordGunBoys desde novos, tornando-se naquilo dos autores que lemos em qualquer “sítio”.
Recebem ordens do Supremo Sensibilidade para matarem tudo quanto se mexa na sociedade. São terríveis!
Cada palavra, cada letra, é escolhida meticulosamente como as balas do cowboy Billy The Kid, para os seus duelos.
Fazem da escrita e da literartura cultural de Portugal uma arena de tiros e facadas. O Faroeste autêntico...

Tristeza do Professor Fusível Social

Os Ravers, sua Tribo e a Sociabilização Utópica

A procura das energias perdidas.
A procura da harmonia humana por entre suas manifestações.
A Música e a Dança como manifestação corpórea e espiritual.
O uso de “pastilhas” psicológicas como alavanca para a catárse das suas opressões. Ainda a práctica do uso do “cogumelo mágico” nas suas “festas” que dilatam seus olhos para uma realidade fictícia. O encarnamento dos Ravers em Clownons.
As vestes com que esta tribo se mascára. Uma forma de fuga da realidade subjugadora. Contra o que a normalidade veste.
A linguagem que usam foi fruto de um desenvolvimento da própria linguagem em si, a nível de comunicação. Aplicam o SightExtraLight. Conseguindo, eles, ver coisas que os outros, sóbrios, não veêm. Superdesenvolvidos!
Funcionam como uma sociedade secreta. Todas as suas operações são feitas à socapa. Mas uma vez lá, nos sítios onde se reúnem, o mundo deixa de importar. Ficam mergulhados numa atmosfera “especial” fazendo-os sentir como Filhos do Caminho e da Luz Social...Muito curioso!
Difíceis de encontar, misturam-se com o resto da sociedade.
São, á vista disto, uma tribo à parte na procura da sua Energia Vital com práticas um pouco utópicas face ao que a sociedade é na Real!...

Olhares étnicos do Professor Fusível Social

Matumbina e a Cambalhota Africana

África! África Minha! África Nossa! A terra de onde viemos e que um dia para lá iremos!
Ora, estando então em África e a curtir aquela natureza, só nos vai faltar as duas coisas mais importantes daquela terra. A Matumbina e a Cambalhota Africana. O que se vai explicar do que se trata: Matumbina, a fêmea, por excelência. A Cambalhota: actividade lúdica sexual.
Posto isto, é só juntar estes dois ingredientes e temos o Ramboia Bacanal Africana, mais conhecida entre os indígenas por RBA. O qual todos veneram fazendo com isso um culto em que seu ritual acompanhado ou não pelo Ritmo os fazem entrar em transe profundo entrando em contacto com a deusa Kamasutra. Neste teatro tribal são desenvolvidos conceitos elaborados da Cambalhota Africana, em que os mais velhos fazem questão de ensinarar aos mais novos e novas os ensinamentos aprendidos com a Moka dos tambores dos Drums.
É o clima e a carne que fazem da Cambalhota Africana o prato preferido de quem lá vive e de quem África visita.
Matumbina é na sua definição a mulher fêmea ideal. A que dá mais tusa dentre as mulheres do mundo. “Seu jardim é quente pra caraças”, uma expressão africana do sexo oposto!
Matumbina e a Cambalhota Africana é um regressar às origens mais remotas, aquela procura do sexo mais verdadeiro e natural. A Procura Ocidental!

Uma Expedição experiênciada pelo Professor Fusível Social

Os PBC (PoliceBehaviourControl) [Full text]

Formados pela escola práctica do comportamento social eclesiástico adoptam uma filosofia de vida de polícias do comportamento da sociedade. Com altos estudos no campo do comportamento desejam que toda a gente sejam como eles ou como os que veêm nos livros e filmes cinematográficos. Destacados para patrulhar a sociedade têm esse objectivo injectado no sangue. São pois, uma tribo reguladora dos costumes da nossa civilização. Analisando o comportamento das pessoas “ao pintelho”, com os seus olhos EagleEyes, nas metamorfoses quotidianas do mesmo.
Como tribo são uma classe de requinte, à parte, mais propriamente, uma elite. Um género de maçonaria. Muito parecidos com tribos de conceito Pró-Choice Social.
Habitam também entre nós misturados no aglomerado civilizacional. Atacam ou interveêm quando menos se espera. Temos, pois claro, de estar sempre à alerta.
As suas origens remontam ao tempo dos nazis, da Segunda Grande Guerra Mundial, da Alemanha. Consideram-se uma raça superior sendo a sua presença na sociedade um mais que. Desprezam as outras classes. Acham-se sim, filhos de Deus à sua imagem mais pura.
Antropólogos norte-americanos descobriram agora esta nova forma de selecção da espécie humana planeada pelos PBC. Uma raça entre nós prestes a dominar o espaço terrestre!

Antropolizando com o Professor Fusível Social

A Casa de Meninas

A Casa de Meninas ou vulgo Bordel ou ainda mais “poval”, Casa das Putas é pois um espaço recreativo do alivío. Nele lá vamos para exercitar o “zézito” e dar-lhe um pouco de bem-estar. O mesmo que ir ao ginásio trabalhar o “cabedal”.
Uma vez lá também podemos dar liberdade às nossas pulsões mais selvagens. Além disso, elas têm em cartaz a opção Tarzan e Jane, entre outras, a qual podemos de facto vestir os dois papéis, conforme os gostos.
Podemos também escolher entre mulheres a sério, projectos de mulheres e a opção mais cara, seres do outro mundo, que vêm com vários buracos...Isto é claro, tudo com preservativo! Não vá a associação Abraço fazer mais um protesto!...
Um relato das vivências aqui em Portugal posto de uma maneira educativa.

Relato do Professor Fusível Social

O Estudante Universitário Ideal

Receita da Avó Gertrudes:

Levar uma vida santa, que nem mesmo os santos canonizados a tiveram.
Levantar-se sempre tarde após uma noite bem relaxada.
Ler uma letras durante o dia.
Passear o resto da tarde pelo maravilhoso Portugal.
Passar a noite nos copos, e chegar bêbado a casa ou residência.
Sonhar com a salvação de Portugal!
...

Culinária Social do Professor Fusível Social

A Sociologia da Biblioteca

Para começar, o que fazem lá aquelas entidades lá de volta dos livros? Estarão a guardar os livros? Os Guardiões do Conhecimento às Portas do Paraíso? Terão os livros medo de sair à rua? E o que fazem seguranças lá também?! Os livros valem assim tanto dinheiro ou é ouro? Serão todos juntos a Irmandade da Sabedoria Incontestável?...
Lá não há criatividade permitida! É apenas um depósito morto de palavras! 0,00001% X (-00) do que dizem esses compêndios, os gajos e gajas que lá estão e ainda os que para lá vão mais os que hão-de ir não aplicam nada do que aprendem. Conclusão!?...Sem palavras...
Será um local de Engate Sócio-Cultural?...
Tudo um manancial de questões que os nossos sociólogos tentam dar resposta sem contudo obterem gratificações. Pensa-se, e isto segundo os antropólogos, que a Biblioteca funcione como uma Porta Dimensional para a Eternidade! Só pode...

Questões Sociais sobre Equipamentos pelo Professor Fusível Social

Ser Doutor em Portugal!

Antes de mais, quero ser tratado, e é uma ordem, por Sr. Excelentíssimo Doutor!
Portugal atravessa uma crise de valores isto falado e dito pelo Sr. Doutor...Por favor tratem-me por Sr. Excelentíssimo Doutor...
Realçando o papel dos estudantes numa instituição educativa para alimentar os egos dos senhores doutores...
Este país está cheio de doutores e vai esgotar no futuro até bater no tecto...
Será que existem realidades prácticas para as carradas de cursos que se tiram em Portugal?
Qual a lógica andar-se a formar para ser doutor para um país de bestas quadradas! Ainda não percebi aonde é que está o brilhantismo e esforço de ser licenciado para coisa alguma aqui!
Como vocês podem observar isto está cada vez pior...É Portugal esqueci-me...onde ter já alguma coisa faz de muita gente pensar que é o supremo, etc, etc...Portugal ao seu mais alto nível!

Situação Real Portuguesa Questionável pelo Professor Fusível Social

A Guerra das Bandas 2

A Banda Y faz músicas a dizer mal da Banda X. A Banda X por sua vez faz 4 músicas brutais no seu novo albúm para responder às agressões da Banda Y.
É o pão nosso de cada dia nos dias duma banda que habitam os nossos sítios.
A música agora deixou de ser palco das salas de ensaios e espectáculos reais passando a ser a rua o novo palco da música contemporânea. Mais não digo senão, ainda levo um tiro de caçadeira de canos cerrados marca ShotGun!
Mais uma realidade da nossa sociedade...

Observações do Professor Fusível Social

Os ROADSTREETWARRIORS (full text)


Uma tribo um tanto igual ao que foram os Apaches no seu tempo. Uma tribo guerreira inagualável na nossa história na sua natureza mais natural.
Comem guerra ao pequeno-almoço e deitam-se sonhando com guerras. Vivem de tal ordem a guerra que suas vidas apenas se traduzem em pura guerra no seu mais perfeito significado. Pura Guerra! Suas mentes não têm sossêgo. Tudo o que debitam de suas cabeças é resultado de muito combater. A palavra e o conceito de amor não existe simplesmente. É bazucada a toda a hora. Batalhas duns cérebros que vivem a vida e as nossas com uma visão marcial do mundo...
Os Roadstreetwarriors são uma tribo constituída por indivíduos que são sempre aquilo que não estamos á espera. É este o seu segredo. Verdadeiros camaleões sociais.
Quando em posse de “suas” viaturas e uma vez na estrada viram lobos bravos, puros selvagens, a pura natureza no que de mais selvático podemos nos aperceber. Em tudo nas suas acções se traduz em batalhas a trabalhar. O outro é o inimigo! Tudo explicado nas suas encenações automobilísticas...de carro, de mota, de camião, de tractor, de avião, etc, tudo serve...
Estes indivíduos mesmo no seio da própria tribo originam conflitos quando as suas metas não são atingidas. Nada altruístas. De tão egoístas, socialmente falando, conseguem originar um pleno caos ambiental que se pode constatar no sonoro que produzem. Não é preciso ser músico para se topar e sentir essa melodia sonora social caótica e bélica que criam!
É pois, então, uma das tribos, os Roadstreetwarriors, que mais “trabalho” e “pachorra” dão aos antropólogos de analisar e compreender! Pode surgir a pergunta porquê analisá-los. Simples de responder. Para os integrar na nossa sociedade parametrizando com o que existe de socialmente aceitável à vida de todos.
Estes mesmos antropólogos chegaram à conclusão que para se fazer ou chegar a qualquer coisa a nível social terá de se ultrapassar este problema que esta tribo está a criar, pois tudo na sociedade está impregnado com o cunho destes indivíduos.
Poderemos nós cidadãos aceitar esta situação?!...Fica a questão!...

Urbanidades do Professor Fusível Social

quarta-feira, 2 de maio de 2012

A Tribo Aveiropoocihell

Esta tribo urbana habita uma das cidades de Portugal: Aveiro.
Eles são designados pelo rótulo de Annoying State of Mind, catogorizado pelos antropólogos britânicos Smith Swallow e Rabecca Harrison.
São caracterizados por serem uma tribo que se mistura com as demais, tendo como objectivo o incomodamento pessoal ou colectivo. Munem-se de várias técnicas para o conseguirem, desde a linguagem, o comportamento, a utilização de objectos, etc...
Com a linguagem desenvolvem tipos de conversa em que o fim a alcançar é importunar as pessoas, às vezes os cães também, sobretudo aqueles que não lhes dão cartão à sua feminilidade que impõem a todo o custo. Com o comportamento utilizam todos os tipos de estar incomodativos que possam encontrar, o típico azedume e mal-estar. Com a utilização de objectos, bem, aqui tudo pode ser usado, desde aos automóveis, roupas, telemóveis, encenações, etc, etc, etc...
São um povo que desperta o interesse de cientistas sociais. Compreender o porquê de ser assim tão chato como o caraças na nossa sociedade. Sem dúvida um assunto deveras interessante a desenvolver por estes antropólogos.
Avaliando ainda as suas características psicológicas chegamos à conclusão que as Aveiropooccihell sofrem, de facto, de um síndrome GajaBoaNãoPodeSerIgnorada. Este síndrome ainda não tem tratamento estando a ser estudado por psiquiatras alemães. Esta patologia pode se tornar perigosa, pois se a dita gaja vem com uma pistola na bolsa ainda mata um gajo! E não queremos isso, por causa do excesso de personalidades nas nossas cadeias.
Elas querem dominar o mundo, chegaram à conclusão os investigadores, querem sim comprá-lo mesmo a prestações para fazer dele o que o seu ego quiser. Ora mas isto leva-nos ao Bacanal Social, uma consequência que o Vaticano já vetou com muita azia. Pinar faz mal! É melhor ficarmos pelas revistas sociais, seja lá o que eles fazem no planeta Terra.
Elas pensam mesmo que o mundo vive, mas todo, à volta delas. Vivem numa esquizofrenia social nunca sabendo realmente quem são aos olhos dos outros nem quais os verdadeiros motivos das suas acções. Só pensam nelas próprias e estão se a cagar para o que passa à volta...talvez novelas a mais naquelas cabeças seja o problema...
Algumas delas, as mais ambiciosas, tiram cursos universitários...
É claro, uma tribo urbana em acentuado crescimento, uma tribo bullie, não benéfica ao harmonioso convívio da massa geral. Sim! Um problema social!

Urbanidades do Professor Fusível Social

Como Fazer um Romance Literário

Agora nos nossos tempos é fácil como o aço!...Sigam o meu “raciocínio”...
Segue-se ou estuda-se um indivíduo ou indivíduos durante, mais ou menos, 37 dias. Isto com umas paragens pelo caminho na tasca do sr. Alípio, comendo umas pataniscas e uns copos de vinho, enquanto se reflecte sobre a elaboração do romance... Vai-se desenvolvendo umas personagens, suas inter-ligações, uns cenários...um copo de vinho do garrafão Terras do Além... e temos quase pronto o romance faltando só dar aos dedos na maquineta de escrever. Nada de gajas durante 115 dias para que a criatividade não perca a pujança...Chegando ao escritório e sentando o traseiro na cadeira, comprada de propósito na Maxmat, secção Office, dá-se início ao cuspir de ideias para o papel. Durante o processo de criação adicionam-se uns temperos (vinagre com fartura, malagueta e um pouco, mas não muito de veneno social) e leva-se ao lume, deixando estar na queima durante, mais ou menos, 41,25 minutos e...EUREKA...Fez-se luz....cagou-se mais um romance de puro Lodo Literário Social (LSS) que nem as areias movediças do continente africano têm comparação... Parte-se para a guerra das editoras e da edição de livros aqui na nossa terra lusitana sempre rezando a todos os deuses que possam existir e teremos com alguma sorte o livrinho romanceado cá fora, à venda nas nossas “humildes” livrarias...É de pensar!

Práticas do Professor Fusível Social

Os Godsons


São filhos de uma divindade suprema enviados e com uma missão na Terra.
Ainda não sabemos qual é o seu objectivo. Estamos fechados em nossos laboratórios a estudar hipóteses experimentais. Anunciado pela Routers esta afirmação dos antropólogos investigadores escandinâvios Peter Lightsight e Gustof Landoffall.
Utilizam diversas técnicas recorrendo à mais alta tecnologia posta ao serviço pelos seu tutor. Consideram-se orientadores duma sociedade faminta de regulação. Esta regulação ainda está a ser investigada como é feita. Esperam-se notícias que poderam ser relatadas por qualquer ordem informativa social.
Não se sabe ao certo se se reunem para receberem ordens de seu mestre. De que forma, etc... Se serão seres ultra-evoluídos à escala universal. A Nasa ainda não proferiu qualquer observação sobre o assunto. Mais, Fox Mulder e Dana Scully da série X-Files prometem voltar à realidade social deste planeta, e chegarem à conclusão que afinal a vida extra-terrestre não é mais do que vida terrestre bastante desenvolvida.
Também espalham socialmente de modo eficaz as suas pretensões por quem lhes interesse de um modo bastante inteligente usando dos meios mais sofisticados que conhecemos.
Alta Tecnologia! Futuro! Os Godsons...
Estarão a criar ou desenvolver uma nova raça?! Também não sabemos! Estarão de certa forma ligados ao movimento nazista da purificação da raça humana, seja lá o que isso queira significar, para nós humanos...
Uma forma de preságio tipo o filme O Extreminador, só que aqui posta em prática por certo grupo. Padronização Social Era...
Os Godsons...

Explorações Antropológicas do Professor Fusível Social

Os Papatolas

Os Papatolas vivem no mesmo mundo que nós! Descobriu-se recentemente fruto duma expedição pelo planeta Terra em toda a sua superfície subsidiado pelo governo português, mais precisamente pelo Ministério da Ciência e da Cultura em parceria. Veio a se descobrir que de facto habitam o mesmo espaço terreal do que nós, seres humanos simples. Emanam a mesma corporeidade que nós, por isso se deduz que sejam humanos. Mas que por sinal “convivem” entre nós. Suas características psicológicas mais assinaláveis: comem ou querem comer a cabeça de toda a gente ou quem lhes agite a consciênia ou a sua realidade, não querendo sequer admitir diferenças de tipo qualquer. Usam de tudo o que encontram para se armarem para que as suas batalhas possam ser vitoriosas.
Um perigo para a sociabilidade saudável do ser humano! Cartaz de protesto da Organização Activista Greenpeace. Que passou a ser agora palavra de ordem para este despertar social!
Resta aqui ficar o meu relato, dos que já despertaram para esta situação, e para os que há muito tempo os investigam...

Despertares Antropológicos do Professor Fusível Social

A Tribo Politikos


No outro dia, numa conversa de café, descobri a existência de uma tribo de nome Politikos. Perguntei ao meu amigo: Quem são? Ao que ele me respondeu somos todos nós! Fiquei pasmado.
Ele me explicou que todos nós somos como eles, mais verdadeiros e humanos se calhar mas quando se veste a camisola deles a situação muda de caso. Entre eles existem subtribos cada uma defendendo um modo diferente de viver na sociedade. Dificilmente se entendem, é xutos e pontapés a toda a hora. Mas mesmo assim conseguem levar a sua economia a bom porto. Parece impossível.
Nós somos como eles porque entendemos as coisas assim como eles. Mas somos mais honestos.
Explicou-me também que já desde o passado remoto se comportam assim, que pouco mudaram ao longo do tempo. O que é curioso, sendo no entanto interessante terem mantindo essa peculiaridade que para nós não deixa de ser um sinal característico da sua espécie.
Antropólogos de todo o mundo inclusivé antropólogos espaciais relataram que nunca tinham visto uma espécie assim, tão igual a si mesma, ao longo de tantos anos-luz. Estes mesmos cientistas afirmaram também que nunca houvera qualquer desenvolvimento mental nesta tribo, que desde o tempo dos Gregos, até aos nossos dias, vemos sempre a mesma coisa: a trapaça social. Uma doença muito perigosa que se desenvolveu no seio desta comunidade propagando-se a todas as outras corroendo a sociedade em geral, caíndo no que vemos hoje com os nossos olhos.
Já se pôs a questão do extremínio desta tribo, mas seria cair no mesmo que as pretensões de Hitler.
Fica-se apenas com a solução de os deixarem cá ficar ignorando as suas actividades, ou seja, ir ao circo, não gostar daquilo, mas bater palmas... Não adianta ser de outra maneira. As coisas não mudam. As coisas parece que não vão mudar. Algumas custaram imenso a mudar. A Chupice Maquinada Ou Mafia à Portuguesa irá continuar, por muito tempo, enquanto houver apenas dois gajos no mundo, neste lindo Portugal. Calma! No resto do mundo o campeonato ao que parece atinge mesmo níveis de Caos Estratosfer. Bem! É o mundo em que estamos...

Descobertas Antropológicas do Professor Fusível Social

quinta-feira, 5 de abril de 2012

Bricolage: Técnicas de Apanhar Cagalhões

Primeiro
Temos que analizar o cagalhão
Ver o tipo de cagadela
A sua forma
A sua textura
As suas características
Se é aguado
Se é sólido
O cheiro aqui também é importante
Se cheira pouco a merda
Se cheira a merda que tresanda
Depois é pegar na ferramenta
A pá e a vassoura
Técnicas do Recipiente
E Material de Arrasto
Apanhar o cagalhão
Ou os cagalhões
Isto quando se caga muito
E dirigirmo-nos
Para o caixote do lixo
Ao despejá-lo
Mais uma técnica a utilizar
Formas Aplicadas
De deitar o cagalhão no cotentor
Como se pode ver
Tudo tem uma técnica
Puta que pariu!

Postado pelos Catitas do Bricolage

domingo, 1 de abril de 2012

É Tempo de mudar o Óleo à Joana

Neste caso
E tendo em conta
A máquina em questão
Ela tem de estar bem quente
Mete-se os dedos no cilindro
Para verificar a temperatura
E confirmar a viscosidade
Se aquilo escorregar bem
Está na hora
De introduzir o pistão
Verificar a anilha de afinação
Estando tudo ok
Dá-se início à cambalhota do motor
Quando ela estiver
A saltar que fode
Convém Inspecionar os faróis
A ver se as luzes estão fortes
Se estão alinhadas
Devidamente equilibradas
Se a luz faz bicos
Depois vê-se os amortecedores
E dá-se um jeito nas molas
Para ela não saltar tanto
Depois da manutenção frontal
À que verificar a secção traseira
Confirmar o aperto do bujão
Lubrificar com a palheta dos dentes
Espetar dois dedos
Para abrir um pouco o buraco
Preparação da introdução
E vai dar-se início
À canzana do motor
Depois de estar a trabalhar com ela
Algum tempo
E quando ela começar a chiar pa caralho
Tem de se aplicar um silenciador
Com rodinhas
No bocal dianteiro cramalheiro
Quando começar a aparecer
Sonzinhos médio-graves
E o óleo vier todo cá para fora
A máquina está finalmente afinada

Liga dos Mecânicos da Velha Guarda das Terras do Além

Vários Significados do Som do Sino da Igreja de Milheirós de Poiares

(Tradução Sonora Moderna a partir da Disciplina Percussão):

...Há dias que é...

1- Chegada de Jesus Cristo ao Calvário.

2- Aparecimento de Deus na Terra: Mega Mortos Milheirós.

3- Desvirginamento da Virgem Maria (que é quando há confusão valente na Parvónia).

4- A extinção da fraternidade em Milheirós de Poiares

5- Azia do caralho neste dia lá para cima nos mecanismos do sino da Igreja.

6- Hora dos gajos pinoqueiros irem às putas (o padre a mandar vir no sino).

7- O pecado em Milheirós de Poiares.

8- Será que devemos dividir o pão por todos?

9- Que se fodam os outros (Deus é o caminho).

10- Beatização canónica das velhas da igreja com cera ecológica.


Postado pela Associação Amigos da Terra

Terras em Guerra umas com as Outras

Também as terras não se gramam
A competição é muita
Questões territoriais
Questões de espaço
De coisas
Do maldito materialismo
Gajo duma terra
Não grama naturalmente
Outro gajo doutra terra
A guerra está instalada
Em Portugal agora vive-se
Em ilhas isoladas
Afinal Portugal é um arquipélago
É arriscado andar de terra em terra
Já os antropólogos se vêm fodidos
Para entender tanto indio na Lusitânia
É de verificar que alguns
Atá falam dialectos diferentes
Ficando as questões de linguagem
Uma autêntica balbúrdia
Já ninguém se entende
O lusitano por vezes
Sente-se perdido
Com tanta diferença
Tem a sua cultura
Chega a outra terra
E a sua bagagem já não chega
Confusão
Ninguém se entende
São tudo coisas
Que existem
Para alimentar a guerra
Esta guerra que existe de facto
De terra em terra
Qual das terras é a melhor
As coisas
As pesooas
Etc
O fim da coesão dum país
Portugal

Etnografia Prática pelo Assistente do Professor Fusível Social

Por Que é Que Não se Vai Muitas Vezes ao Pito

Situações: (Os Dez Mandamentos do Padreco)

1º Faz mal à saúde.

2º Estraga a passarinha.

3º Começa a não cheirar muito bem (o vulgar cheiro ó leite, que nem com lixívia forte sai).

4º O Padre fica chateado (nomeadamente em Milheirós de Poiares).

5º Aumenta do Défice.

6º Ela (a gaja) fica tola.

7º Deus castiga-nos.

8º Deixamos de ser senhores.

9º Deixamos de ser paneleiros (pois já estamos habituados ao rótulo).

10º A Sociedade deixa de ser o que é.


Postado pela Crónica da Sexualidade das Terras do Além

Os Riscos das Redes Sociais

Nunca sabemos ao certo
Com quem estamos a falar
A comunicar
Torna-se portanto
De certa maneira
Perigoso
Esta actividade social
Sobretudo com estranhos
A não ser que teclamos
Com conhecidos ou amigos
Desvendar parte das nossas vidas
Via internet
Em que os outros
Ou todo o espaço internético
Possa assistir
Torna-se pois
Numa actividade perigosa
Tornando-nos mais vulneráveis
A nível social
É claro
Que tudo vai depender
Do tipo de informação
Que pela rede circule
É preciso ter cuidado
A mesma coisa
Que se passa cá fora
Quando conversamos com alguém
Estranho
Conhecido
Ou amigo
São situações diferentes
De conversação
Cada uma tem a sua maneira
De se pôr em prática
Uma conversa
Podemos ser nós mesmos
Ou então
Representar um papel social
A vida na sociedade

Postado Pelo Professor Fusível Social

O Tipo Português de Crise em Portugal

Está uma crise do caralho!
Mas todos vivemos bem
Está difícil!
Mas continuamos a passear
Não há dinheiro!
Mas faz-se compras
Temos que apertar o cinto!
Mas vamos de férias
É a austeridade!
Mas continuamos a esbanjar dinheiro
O Português
Na sua caracterização social
E até mundial
É o tipo desgraçado
Mas que tem dinheiro
Para as outras nações
Ninguém dá nada pelo português
Porque aparenta ser miserável
Aos olhos dos outros
Mas é um gajo ou gaja
Que apesar das circunstâncias
Se desenrasca sempre bem
Do pouco faz tudo
De alguma coisa
Faz muita coisa
O biscateiro social
As suas vidas
São sempre recheadas
De carradas de problemas
A palavra problemas
É mesmo típica de Portugal
O português
Tem a habilidade
De sair sempre bem desses problemas
A verdadeira essência do português
Aqui nesta coisa meia esquisita
Portugal

Postado pelo Assistente do Professor Fusível social

Luta entre Animais às vezes na Sociedade

A sociedade afinal é animal
Numa das suas superfícies
É civilizada
Depende dos dias
Noutros
A verdadeira selva social
Em que só vemos animais
Autênticos animais
Verifica-se isto
No todo social
Desta sociedade
Nas coisas
Nas pessoas
Na linguagem
No comportamento
Enfim
Tudo
Cada vez mais
Este ciclo
Se verifica
É uma nova etapa da civilização
A modernidade dos tempos que correm
Estamos a ficar mais violentos
É uma verdade
Há quem diga que são as crises
As culpadas destas situações
Que alteram o homem
Porque o ser humano na sua essência
Apesar de ser também selvagem
A sua origem
Bem lá longe
Apesar de viver em sociedade
E depende do sítio aonde viver
Consegue por vezes ser cordial
Amistoso
Característica essêncial
Para se viver numa sociedade
A sociedade deve ser isto
Para que possa evoluir
Progredir
Tornando-se ainda mais sociedade
À medida que passa o factor tempo
São melhores os comportamentos positivos
Em vez dos negativos
Apesar de haver quem
Se alimente de negatividade
Mas a experiência
Leva-me a concluir
Que mais tarde ou cedo
Estas atitudes
Acabam por adoecer o indivíduo
Uma determinada sociedade
É hora de caminharmos
Para a verdadeira sociedade
Uma sociedade de seres humanos

Postado pelo Professor Fusível Social

Interpretação do Mundo

O que o Mundo é para nós
O que ele representa
Se há Mundo
Se há nós
O Eu
Cada indivíduo
Tem a sua própria noção de Mundo
Cada um vê o Mundo à sua maneira
A idiosincracia de cada um
Se houver
Um tipo de Esquizofrenia Social
Que todo o ser humano padece
Até deixar de ser um dia
À medida que vai conhecendo
O que o rodeia
Conseguir interpretar
As Linguagens do Mundo
É certo que existem grupos
Em que os indivíduos
Pensam da mesma maneira
Há também diferenças
Também há semelhanças
Daí o interesse
De viver no Mundo
De o descobrir
Podemos conhecer
Alguma coisa do Mundo
Podemos até o conhecer o todo
Mas esse conhecimento nunca chega
Porque o Mundo está sempre a aparecer
Diante de nós
De uma maneira completamente diferente
Não muito pelas coisas
Mas pelas pessoas
O Aspecto Social do Mundo
Estamos sempre a aprender
Por vezes também regredimos
Que se calhar
Se trata apenas
De um ajustação do conhecimento
Os Meandros da Aprendizagem
O Perfeito Labirinto do Conhecimento
O Mundo confunde-se com a realidade
A realidade baralha-se com o Mundo
Acontecem Negociações Psicológicas
Dentro de cada indivíduo
Adaptação Pessoal
Para logo a seguir
Acontecer a Adaptação Social
Para podermos estar no Mundo
Viver nele
Construção do Conhecimento Social
Enfim
Do Mundo em que vivemos

Postado pelo Professor Fusível Social

Disfunções Mentais ao Volante de uma Viatura

Vulgares atrasados mentais
É o que se pode chamar
Não é que sejam incapacitados
Têm é apenas um ligeiro atraso
Devem vir das remanescências medievais
Dos tempos dos cavaleiros
Dos reis e das rainhas
A fúris da estrada
Leva a estes comportamentos
Que vão além da violência normal
Assiste-se a uma anormalidade brutal
A vulgar passadice da tola
Pelos caminhos de Portugal
Não é só aqui
Nestas terras do além
Verifica-se por todo o Portugal
Mas aqui o caso é especial
Este distrito
O de Aveiro
Estas terras próximas do além
Filhas da guerra
É peculiar nestes comportamentos
Atitudes disfuncionais ao volante
A lei agora
É matar o que vem à frente
A lei dos pistoleiros
Em terras de autênticos cowboys
A cavalo de quatro rodas
Não se compreende tanta agressão
Se um gajo não anda bem
Que fique em casa
Que não venha para a estrada
Fazer mais merda
Se gosta tanto de velocidade
Existem pistas de formula 1
O resultado do agora contemporãneo
Lixo Social Rodoviário
Em relação a este assunto
A Polícia nada faz
A Polícia está-se a cagar
Para esta situação nas estradas
Só se houver cacetada grossa
Que não falta muito
Basta ler os jornais
Da Merdaleja Portugal
É que entrevem
A violência é a palavra do dia
Nas estradas portuguesas
Por todo o lugar deste país
Resolver problemas pessoais
De conflitos sociais
De desgramações a outras entidades
Do espaço galático da estrada
Lapada velha
Xutos e Pontapés
À maneira portuguesa
Enfim
Voltamos de novo
Ao infantário
De pistola de plástico
Merda atrás de merda
A foder os outros

Comissão dos Amigos da Estrada

A Negatividade do Mundo

O que representa o Mundo?
A vida?
Esta merda?
Representa o Absoluto Nada
Uma coisa que nada não é
E que aparenta ser alguma coisa
mas que afinal nada é
O vazio
As coisas na sua essência
As pessoas
O Bicheza Social
O formigueiro que é esta merda
A confusão iminente
Que vêm de sempre
De coisas negativas
Coisas más para nós
A doença social
O adoecer das pessoas
As relações sociais
Que estão a morrer
O mundo que está a caminhar
Para o fim
O desentendimento humano
A guerra do mundo
Destas coisas negativas
Que nos alimentam todos os dias
Ao que se sabe
Ninguém tem a solução
Nem as soluções que se encontraram
São mais ou menos positivas
Para aonde vamos?!

Postado pelo Assistente do Professor Fusível Social

A Azia do Caralho nas Manhãs do dia em Milheirós de Poiares

Segundo os Médicos Especialistas:
Foi diagnosticado doença
Esta situação
A que se assiste
Em Milheirós de Poiares
A Azia Matinal
Nas Segundas Feiras
Foi provado que o mal
Deriva de problemas ambientais
O ambiente anda doente
O Clima é podre
Basta olhar para a cara das pessoas
E sentir o ódio latente
Que têm uns pelos outros
É uma terra
Em que não se grama nada
estas entidades pessoais
Vivem dentro delas
Um autêntico Abismo Existêncio-Social
A azia é o resultado final
Destas interações sociais doentias
Acordam com ódio
Trabalham com ódio
Comem com ódio
Dormem com ódio
E sonham com ódio
O Ódio
O grande problema destas pessoas
O potenciador
A Maldita Estrada
A Destruição Social Vigente
Desta terra Milheirós de Poiares
Em que se torna quase impossível
De andar na rua
Sem haver merda grossa
A acontecer do dia maravilhoso
Ou seja
a definição de dia aqui na Parvónia
Mais um dia de merda
A juntar á merda da semana
À merda do mês
E à merda do ano
Por alguns anos de merda
Uma vida de merda
Milheirós de Poiares
Parvónia do Lixo Social

Associação Vamos Viver Felizes!

A Adele e a Tristeza Musical

Mais uma gaja
Que não ouve o que canta
Para ela tudo que faça som
É mais uma música para se vender
Como é que há pessoas
Que ouvem estas tristezas
Músicas depressivas
Temas para alimentar
A azia dos dias da semana
Portugal é cliente da Adele
Porque isto aqui nas quinas
É uma tristeza do caralho
Só vejo tristes à minha frente
Ficou provado que com Adele
Caminhamos para a depressão
Até já teve direito a prémios
Estas merdas de música
Que só alimentam
A doença em nós
O que se passa com os editores
São surdos
Ou querem adoecer o pessoal
O pessoal quer andar feliz
Ó!
Enganei-me!
Estou afinal em Portugal
A terra da Tristeza
Que o diga o Fado
A Expressão Nacional
Da tristeza dos Lamentos de Portugal

Crónica da Rádio: Ouvidos da Alma bem Abertos!

Os PontapéNaBola

Viva o meu clube! E mais nada!

Chuta a bola! Corre prá frente! Acerta na baliza!

Os PontapéNaBola!

Segundo os antropólogos esta equipa de indivíduos são perdidos pela bola. Dormem com ela de noite. Amam a bola! E toda a sua vida anda à volta da bola. Não fosse ela redonda.

Em todo o planeta se verifica este comportamento, mesmo em tribos afastadas umas das outras. Pois são daquelas tribos que existem de facto, mas que são distribuidas no globo por várias tribos, cada uma no seu local convivendo com as demais.

PontapéNaBola possuem caracteristicas psicológicas de origem na agressão. Seu “modo vivendis” assenta precisamente neste tipo de comportamento.Arrastam-no para tudo na sua vida.

A lógica do seu “modo operandis” é discutida constantemente entre os elementos do grupo. É difícil de perceber qual o seu verdadeiro ou inconsciente objectivo. Não se percebe para que serve. Investigadores reflectiram e concluíram que talvez esteja associado ao crescimento acelerado da barba. Tornando-os mais machos. Um requesito importante no seu meio social.

Dar uns chutos na bola e preparar o jogo com o objectico de enfiar a bola na baliza é visto como uma analogia da relação sexual, afirmam investigadores de psicologia e sexologia aplicada.

PontapéNaBola é uma tribo competitiva. A sua essência e razão de existir cai sobre o princípio de que têm de ser os melhores. Limpando o “sarampo” aos seus adversários.

Esta tribo interage com muitas outras tribos. Uma tribo social. Comunitária. Em cada terreola do planeta existe um exemplar deste tipo de tribo. Estão em todo o lado!

Antropologia Social do Professor Fusível Social

Manifestações Tribais na Assembleia da “Banana” da República

Constituição Tribal:

Os CDS_Indians: Comunidade dos Sertos

Os PSD_Indians: Povo Social Divino

Os PS_Indians: Povo Sabedoria

Os PCP_Indians: Povo Comunitário Planetário

Os BE_Indians: Bando Endo-Melhoria

Os Verdes_Indians: Natura

Os OtherThing_Indians: Mesclagem de Tribos

Discute-se e argumenta-se o ideal “Banana” para a sociedade. O que é “Banana”? “Banana” é o resultado económico-social pretendido. “Banana” é o representante desse ideal. “Banana” é um termo tribal ancestral que representa a sociedade. “Banana” é o que nós todos queremos! Daí a frase mítica: os macacos gostam de bananas! O macaco, primata social. O macaco, nós, sociedade. As bananas, as opções para a sociedade.

Vive-se neste momento dias de guerra na assembleia da “banana”, na sociedade, no mundo!

Tenta-se o concílio das tribos. Que já dura tempo a fartar! Já desde os tempos remotos quando a sociedade dava os seus primeiros passos como civilização. Com vista à paz social!

Nas discussões, mais propriamente, “batatada” argumentativa ou dialéctica nunca se chega a lado nenhum.

O chefe-mor de todas as tribos encontra-se indeciso e apreensivo. Seus conselheiros o confundem mais. Os Xamãs não conseguem prever espiritualidades adequadas.

Sobrevive-se um clima de incerteza e insegurança!

A Assembleia da “Banana” borbulha por completo. A nação índia está abalada. As divindades estão sem respostas!...

Antropologia pelo Professor Fusível Social

Os Musikatos

Os Musikatos é uma super família constituída por muitas tribos ou subtribos se lhes quisermos chamar assim. Deles fazem parte os Drums, assim como os Kordas, os Wind, os Vox e muitas outras que teimam em aparecer. Sobre quem são cada uma dessas tribos que fazem parte dos Musikatos iremos falar num outro artigo ou artigos mais adiante. Por agora iremos apenas falar sobre a tribo principal em si. A tribo total, os Musikatos.

Em primeiro lugar, são, a quem os observa, uma tribo constituída por elementos um pouco diferentes do que estamos habituados a ver. Pelas suas vestes, pelos seus modos e pela sua aparência. À quem os chame de excêntricos devido à sua postura na sociedade. Embora muitos dos Musikatos se apresentem trajando uma normalidade mais aceitável.

Têm conflitos constantes com os Consevadoris, uma outra tribo presente na sociedade, que iremos também falar mais adiante em textos.

Fazem da sua vida e do que produzem nos seus dias o que podemos chamar de Arte. Assim é a realidade do que criam porque foge sem dúvida ao que habita aqui na Terra. Procuram a diferença, para melhor.

Como exemplo duma característica psicológica sua, esta tribo numa conversa, além de entenderem o que a gente entende também a nível sonoro conseguem “ver” outras coisas. Tudo é Som, tudo é Música! Assim enxergam...

É uma tribo de raça apurada para a sensibilidade auditiva. Juntos com outros seres vivos, como o cão, o morcego, o golfinho e outros formam uma espécie de “especiais”. Possuem, de facto, características que os fazem ser diferentes da normalidade, do vulgar.

Os Musikatos como linguagem, além das que as pessoas normais possuem, têm uma outra que as fazem se tornar mais aptas. Um tipo de psico-linguagem que neste caso a usam como música para as suas comunicações.

Pode ser suficiente para concluirmos que têm uma forma de ser e comunicar um pouco extraterrestre, precisamente por se afastarem da dita normalidade que paira aqui no planeta. Um exemplo disso é o filme Encontros Imediatos de 3º Grau. Vejam o filme!

Os Musikatos apresentam sim uma nova forma de ser e estar na sociedade. Uma tribo “especial”...

Antropologia Social pelo Professor Fusível Social

Os MotaCabedalBarulho

O sonho desta tribo é andar de mota a 253,75 kilómetros por hora com uma “boneca” atrás toda artilhada.

Esta civilização tem como actividade principal efectuar estudos aplicados de sonorização ambiental. Quanto mais cagaçal fizer a mota melhor é a máquina. Conseguem com as suas experiências dominar as hostes. Alcatrão Liso é a sua terra natal. Nativos da velocidade e da destreza motocíclica.

Reunem-se em pequenas ou grandes concentrações, onde pavonear é o pão nosso de cada dia. Fazem apresentações do seu veículo, a mota, e vendem as suas “damas” à comunidade.

Enchem-se de cerveja e vinho e à mistura uns cacetes para iluminar os olhos andando estes depois de mota com as lanternas acesas.

Também curtem ou fazem que curtem música. Mas o que interessa é as gajas boas com um valente par de mamas em cima do palco para a gente se babar toda pela boca ou pela calças abaixo.

Os MotaCabedalBarulho são uma tribo da nossa actualidade!

Urbanidades pelo Assistente do Professor Fusível Social

Tarzan: Um Outsider

Conta a história que nascera na selva ou que fora abandonado pelos seus pais. O que interessa é que foi parar à selva. Foi criado e cresceu pela selva. Um selvagem aos olhos da sociedade.

Tarzan são os olhos duma sociedade numa selva. O que será e como deverá de ser. Tarzan também é aquilo que a sociedade não quer. É o que acontece àqueles que não querem fazer o que a sociedade dita. É o castigo da sociedade. O castigo da humanidade.

Pois é, mas Tarzan contrariou isso tudo e consegui sobreviver naquele mundo tão diferente do que a sociedade nos representa. Alcançou a sua procura e bem-estar apesar das vicissitudes da sua vida.

Foi e é estudado pela sociedade como forma de comparação e igualmente fruto de um pouco de inveja.

Desenvolveu-se naquela selva e comunicou com aquele mundo. Se falava ou não, não sabemos. Embora em muitos filmes cinematográficos o apresentem como ser falante. Alcançou uma realidade sua. Criou uma coisa que a soceidade não estava à espera. Daí o seu interesse desta por esta personagem. Coisas novas fazem despertar a curiosidade!

A selva serve aqui de analogia a todos os lugares que possamos viver, dentro ou fora duma sociedade. Podemos nos sentir como Tarzan. Podemos ser um Tarzan das nossas vidas. Aos olhos duma sociedade, etc.

A Sociologia e outras Ciências Sociais caracterizam-no como um Outsider. Exactamente! Pois está ou esteve fora da Sociedade ou do que dela é característico, como normalmente aceitável ou permitido. Isto explica tudo, pois a diferença dá trabalho e chatice!

Tarzan é como definição todo aquele ou aqueles indivíduos que se encontrem nesta mesma situação a nível social.

Tarzan foi, é, e poderá ser qualquer um de nós!...

Antropologia pelo Professor Fusível Social

Os CalçaJustaNoPedal

Segundo reza a história ninguém sabe a origem desta tribo. Não se sabe como surgiram na sociedade. Se serão fruto duma necessidade social. Estudados e analisados por outras tribos vizinhas, despertam a curiosidade de quem os vê.

Utilizam um instrumento caricato: a bicicleta e uma calcinha justa. Um utensílio constituído por um quadro, duas rodas, pedais, cramalheiras e carretos, uns “collants” e muita vontade de dar ao pedal.

São amigos do ambiente. Compinchas de todas as associações pró-ambientais. Greenpeace Activists são seus irmãos de luta. Lutam por um Planeta Verde! Tirando os dias quando a gente os ouve que é só bocaria velha. Também sofrem de azia crónica.

É sabido que se reúnem semanalmente, ao fim-de-semana, numa localidade existente em Portugal.

Porque são uma tribo “partida” socialmente. Encontrando-se espalhada por outras tribos. Uma subtribo.

Nessa reuniões alcança-se a paz suprema do planeta. Comunicam com os seus semelhantes de todo o universo. Falam de tudo desenvolvendo soluções para essa paz universal. Expôem seus escritos na ferramenta livro com vista à partilha de ideias e alcance de mais uns trocos no bolso. Bebem uns “canecos” misturando energia à sua comezaina. Sempre alegres vêm o mundo de uma forma positiva. Além de estarem inseridos numa tribo têm como finalidade dos seus encontros estabelecer relações com outras tribos. O Conhecimento Planetário!

Sáo pois, os CalçaJustaNoPedal uma tribo assinalável da Antropologia Urbana. Investigadores querem fazer desta tribo um exemplo da sociabilidade aqui no planeta Terra.

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