Como é moda
E todos os parolos
Que têm dinheiro
Ou que não sabem
O que fazer com ele
Vão para lá todos
É só assistir
À nojeira Social
Que é todos os anos
O ir passar férias ao Algarve
Temos que ir para o Algarve
Primeiro
Deve ser o único sítio
De Portugal
Aonde de facto se vai ao pito
É o único sítio
De heterosexuais do país
O resto do continente
Só se assiste a paneleiragens
A sociedade anda para trás
No resto do país
Tirando as putas e os putanheiros
Amantes de cenas de teatro na cama
A vida é pois um teatro
Fodas tipo revista Maria
No Algarve
Tudo mama em tudo
Tudo é mais caro
Daí a tesão em gastar dinheiro
No sul de Portugal
Tudo é diferente
É pois o que devia de ser
Pelo resto do país
Negócio social de alguns
Também questões políticas
Porque tudo que mete mafia
Está lá o paneleiro do político
Amante da verdade esquizofrénica
Do tamanho dos seus bolsos
E muita publicidade na televisão
Para meter areia nos olhos das pessoas
Portugal no seu melhor
Basta ler jornais
Para ver a merda que isto Portugal é
No Algarve
Uma terra como a merda das outra terras
A diferença está na temperatura da água
Deve ser dos banhos tórridos
Das gajas boas que por lá vão
No Algarve
De facto
Só se pensa em cona
Cona é vida
Tudo o que se bebe
Tudo o que se come
E outras merdas que se bota abaixo
Só nos faz pensar em cona
Deve ser para dar trabalho
Às putas do sul
O motor do Algarve
Por isso é que toda a gente
Quer ir para lá
Postado pela Comitiva do Jardim Zoológico de Estudos Ambientais de Portugal
domingo, 15 de julho de 2012
Sociedade de Merda: Conclusão Final desta Vida
Depois de tanto ano nela
Chegou-se à conclusão
Que isto tudo
É uma valente merda
Quando se fala de merda
Vem à cabeça sociedade
Quando se fala de sociedade
Vem logo merda à cabeça
Tudo isto mostra
Que esta merda já acabou
O ser humano
Indivíduo da casta social
Merdalóide
E ainda por cima
Muitos mais ainda
Merdalóide Sociedade
Grupo de merdas
Que vivem em conjunto
Fazendo mais merda
Na merda da sociedade
Logo
E não é preciso
Ser muito inteligente
O Mundo é mesmo uma merda
Agora como aqui andamos
Temos de ter cuidado
Não vá algum palhaço
Puxar o autoclismo
Senão é que vamos
Todos para o caralho
Postado pela Avozinha Italiana Vitalis
Chegou-se à conclusão
Que isto tudo
É uma valente merda
Quando se fala de merda
Vem à cabeça sociedade
Quando se fala de sociedade
Vem logo merda à cabeça
Tudo isto mostra
Que esta merda já acabou
O ser humano
Indivíduo da casta social
Merdalóide
E ainda por cima
Muitos mais ainda
Merdalóide Sociedade
Grupo de merdas
Que vivem em conjunto
Fazendo mais merda
Na merda da sociedade
Logo
E não é preciso
Ser muito inteligente
O Mundo é mesmo uma merda
Agora como aqui andamos
Temos de ter cuidado
Não vá algum palhaço
Puxar o autoclismo
Senão é que vamos
Todos para o caralho
Postado pela Avozinha Italiana Vitalis
Autoridade Cívil de Milheirós de Poiares
É a nova guarda
A Guarda Territorial da Parvónia
Tem como funções principais
Ver por aonde anda a passarada
Ver se os passarinhos estão a voar
Se o alcatrão da estrada é o mesmo
Se os patos ainda vêm nadar ao rio
Existe também em paralelo
A Comissão Controladora de Gajas Boas
Verificar se estão maduras
Para a gente se poder deitar com elas
Ir ao céu sem ir à Igreja
Atalhos práticos da vida
Existem ainda mais funções
Verificação da temperatura ambiental
Sendo o trabalho efectuado
Por uma Delegação de Meteorologia
Que vem de vez em quando
Com umas antenas especiais
Confirmar os níveis de calor
Existe também a comissão Super-bock Patrol
Ver quantas cervejas
Foram botadas a baixo
Nas tarde de calor de verão
Na city Milheirós de Poiares
Está também no terreno
A Brigada Charuto Strike Action III
Verificação Visual do charuto
O vício dos Índios
Miseráveis
Resposta do seu comportamento ao volante
Existe também a Comissão Supervisora
De Estudos Ambientais
Ver se há azia do caralho nos cafés
Trabalhando em paralelo
Com a Farmácia Lopes
Oferendo pastilhas para as cólicas
É sem dúvida uma terreola
Digna do nome Autoridade
Existe autoridade para tudo
Para tudo é preciso permissão
Se não a malta fica chateada
Resultado do andar com os azeites
O azeite é tanto
Que nem sequer chegam as oliveiras todas
Do Alentejo e dos Trás-os-Montes
Além disso existe a Entidade Controladora
Que rege O Rali Internacional de Milheirós de Poiares
Um desporto muito em voga
Aqui na Terra do Além
Desde que haja dinheiro para ir para o mecânico
A máquina é para se foder
Como tudo na vida
A vida é uma foda
A vida social de Milheirós de Poiares
Fodas e fodinhas todo o dia
Filhos dum povo da Autoridade
O engraçado é que aqui na parvónia
Nem sequer há polícia
Nem guarda
Quanto mais exército
Tirando as vezes
Que passam Aviões a Jacto Militares
Consequências Psicológicas do Vinho
E mais merdas que nos agarram
Tipo o charuto Bill the Kid
Mais um retrato da situação desta terra.
Postado pelo Serviço Internacional de Fiscalizações Rodoviárias de Portugal
A Guarda Territorial da Parvónia
Tem como funções principais
Ver por aonde anda a passarada
Ver se os passarinhos estão a voar
Se o alcatrão da estrada é o mesmo
Se os patos ainda vêm nadar ao rio
Existe também em paralelo
A Comissão Controladora de Gajas Boas
Verificar se estão maduras
Para a gente se poder deitar com elas
Ir ao céu sem ir à Igreja
Atalhos práticos da vida
Existem ainda mais funções
Verificação da temperatura ambiental
Sendo o trabalho efectuado
Por uma Delegação de Meteorologia
Que vem de vez em quando
Com umas antenas especiais
Confirmar os níveis de calor
Existe também a comissão Super-bock Patrol
Ver quantas cervejas
Foram botadas a baixo
Nas tarde de calor de verão
Na city Milheirós de Poiares
Está também no terreno
A Brigada Charuto Strike Action III
Verificação Visual do charuto
O vício dos Índios
Miseráveis
Resposta do seu comportamento ao volante
Existe também a Comissão Supervisora
De Estudos Ambientais
Ver se há azia do caralho nos cafés
Trabalhando em paralelo
Com a Farmácia Lopes
Oferendo pastilhas para as cólicas
É sem dúvida uma terreola
Digna do nome Autoridade
Existe autoridade para tudo
Para tudo é preciso permissão
Se não a malta fica chateada
Resultado do andar com os azeites
O azeite é tanto
Que nem sequer chegam as oliveiras todas
Do Alentejo e dos Trás-os-Montes
Além disso existe a Entidade Controladora
Que rege O Rali Internacional de Milheirós de Poiares
Um desporto muito em voga
Aqui na Terra do Além
Desde que haja dinheiro para ir para o mecânico
A máquina é para se foder
Como tudo na vida
A vida é uma foda
A vida social de Milheirós de Poiares
Fodas e fodinhas todo o dia
Filhos dum povo da Autoridade
O engraçado é que aqui na parvónia
Nem sequer há polícia
Nem guarda
Quanto mais exército
Tirando as vezes
Que passam Aviões a Jacto Militares
Consequências Psicológicas do Vinho
E mais merdas que nos agarram
Tipo o charuto Bill the Kid
Mais um retrato da situação desta terra.
Postado pelo Serviço Internacional de Fiscalizações Rodoviárias de Portugal
terça-feira, 10 de julho de 2012
Aviões Full Power Motion Destruction Milheirós City
É a nova gama de bólides
Que pairam em Milheirós Parvónia
Milheirós de Poiares
City of the Golden Light
Vêm por aí abaixo
Ou por aí acima
Qual deles o mais tolo
Já nem se trata
De conduzir a merda de uma viatura
Mas antes
Fode-la a mais que pudermos
Para depois comprar outra
Terra do dinheiro
Esbanjado à toa
Leva-se a crer que se está a preparar
O campeonato distrital de sucatas
Andarmos até as rodas saírem fora
Quando o carro vai para o mecânico
Coitado já vai morto
Só nos resta falar com o padre
E preparar o enterro da máquina
Que também tem dias
Que os carros parecem
Bombas pneumáticas
De tirar água aos canos
Lixo sonoro a rodear as nossas terreolas
Temos alturas aqui na merdaleja
Que é pois a altura
De aviões descolarem
Da supererfície terrestre
Ou outros a aterrarem
Não no meio das pernas
Mas no solo da Terra
Também é uma terra
Aonde não há putas
São mais gajas vestidas de putas na terra
O vulgar meter nojo
É de olhar para elas
E logo apetecer
Mandar para a cona
Ficamos por uma foda normal
Fodas de luxo
Temos que ir para a América
Ou então como passatempo
Sentarmo-nos e levar no cú
O santo dia inteiro
A Parvónia Milheirós de Poiares
E terreolas adjacentes
Servem para estes doutores
Do mandar carros para a sucata
Se divertirem
Basta olhar atentamente
Para a cara deles
Conduzir dá tesão.
Comissão dos Amigos da Estrada
Que pairam em Milheirós Parvónia
Milheirós de Poiares
City of the Golden Light
Vêm por aí abaixo
Ou por aí acima
Qual deles o mais tolo
Já nem se trata
De conduzir a merda de uma viatura
Mas antes
Fode-la a mais que pudermos
Para depois comprar outra
Terra do dinheiro
Esbanjado à toa
Leva-se a crer que se está a preparar
O campeonato distrital de sucatas
Andarmos até as rodas saírem fora
Quando o carro vai para o mecânico
Coitado já vai morto
Só nos resta falar com o padre
E preparar o enterro da máquina
Que também tem dias
Que os carros parecem
Bombas pneumáticas
De tirar água aos canos
Lixo sonoro a rodear as nossas terreolas
Temos alturas aqui na merdaleja
Que é pois a altura
De aviões descolarem
Da supererfície terrestre
Ou outros a aterrarem
Não no meio das pernas
Mas no solo da Terra
Também é uma terra
Aonde não há putas
São mais gajas vestidas de putas na terra
O vulgar meter nojo
É de olhar para elas
E logo apetecer
Mandar para a cona
Ficamos por uma foda normal
Fodas de luxo
Temos que ir para a América
Ou então como passatempo
Sentarmo-nos e levar no cú
O santo dia inteiro
A Parvónia Milheirós de Poiares
E terreolas adjacentes
Servem para estes doutores
Do mandar carros para a sucata
Se divertirem
Basta olhar atentamente
Para a cara deles
Conduzir dá tesão.
Comissão dos Amigos da Estrada
Aplicações de Silicone de Aperto de Cona para Putas Profissionais
Material para putas
Que levam à brava na cona
Ou seja
Para as já rôtas do ofício
Sistema para virar o motor ao contrário
Levar os kilómetros a zero
E dar início a uma nova rotação
A fêmea já poderá levar mais no bujão
Graças a estas milagrosas aplicações
São de fácil instalação
Basta apenas abrir as pernas
E atarrachar as aplicações
Terá de se fazer antes uns furos na cona
Abrir rosca
Neste caso terá de ser uma rosca bem larga
Untada com bastante vaselina
Para não ganhar muita rebarba
Juntamente depois com uma redução
Que é para o cliente futuro
Não se queixar de correntes de ar
Vindas directamente do cú
Quando a gaja está com as pernas abertas
Uma vez feita a aplicação
Do Aperto Conal
Buraquinho mais apertado
Uma delícia para os amantes
Das saudosas virgens de cona justa
Assim um gajo já se vem mais depressa
Não sendo preciso
O buraco traseiro
Para despejar os cansados colhões
Graças a estas aplicações de silicone
A puta irá poder dar mais prazer ao cliente
Este despacha-se mais rápido
E ela não é tão massacrada na cona
Serviço Express Conal
Sempre do lado do cliente
Para tal a puta tem de estar inscrita
Na Associação Cambalhotas e Truques na Cama Corporation
Pagar as quotas anualmente
Tudo fácil de se fazer
Graças ao nosso sistema social
Associação das Putas do Planeta Terra
Servir bem o cliente
Levá-lo ao Céu...
Que levam à brava na cona
Ou seja
Para as já rôtas do ofício
Sistema para virar o motor ao contrário
Levar os kilómetros a zero
E dar início a uma nova rotação
A fêmea já poderá levar mais no bujão
Graças a estas milagrosas aplicações
São de fácil instalação
Basta apenas abrir as pernas
E atarrachar as aplicações
Terá de se fazer antes uns furos na cona
Abrir rosca
Neste caso terá de ser uma rosca bem larga
Untada com bastante vaselina
Para não ganhar muita rebarba
Juntamente depois com uma redução
Que é para o cliente futuro
Não se queixar de correntes de ar
Vindas directamente do cú
Quando a gaja está com as pernas abertas
Uma vez feita a aplicação
Do Aperto Conal
Buraquinho mais apertado
Uma delícia para os amantes
Das saudosas virgens de cona justa
Assim um gajo já se vem mais depressa
Não sendo preciso
O buraco traseiro
Para despejar os cansados colhões
Graças a estas aplicações de silicone
A puta irá poder dar mais prazer ao cliente
Este despacha-se mais rápido
E ela não é tão massacrada na cona
Serviço Express Conal
Sempre do lado do cliente
Para tal a puta tem de estar inscrita
Na Associação Cambalhotas e Truques na Cama Corporation
Pagar as quotas anualmente
Tudo fácil de se fazer
Graças ao nosso sistema social
Associação das Putas do Planeta Terra
Servir bem o cliente
Levá-lo ao Céu...
A Liga dos Fodidos como o Caralho
Milheirós de Poiares
Parvónia City
Terra do Além
Território dos Deficientes Mentais
Sempre fodidos
Fodidos como o caralho
E como solução para os problemas
Foder toda a gente
Basta observá-los um pouco
A estupidez da sua sociabilização
Nem os Chromahon mais atrasados
Se comportavam assim
Até mesmo em chimpanzés débeis mentais
Com disfunções assinaláveis no cérebro
Não se verifica tal situação
Parvónia City
Milheirós de Poiares
Virou mesmo o que o nome representa
Uma Valente Merda Social
Teatro de Guerra Social
Grande Palco de Invejas
Interpretado pelos invejosos do Curral
Devido à merda que abunda na terra
Desde andarem todos drunfados
A SG Charutos Smoking Style
Ainda presos à terra
Para os mais corajosos
Merda Cacete do Pior Haxixe
Ganza
Que há no mercado
Vindo directamente de Marrocos
Mais uma terra de tolos
Aqui já começam a levantar vôo
Aos encharcados da vela
Com sangue de cristo no papo
Da marca Vinho Tinto
Sacrifícios da vida
Ou então branco mais suave
Sangue de Cristo com lexívia
Combustível alternativo
Para os mais jovens
A loirinha fresquinha
Sem cuecas que está calor
Uma vez que estamos
Na época do cio
Basta vê-las passar tolas de carro
Apertadas de dores
Com fome de chouriço
Depois temos os sóbrios
Bem
Aqui estes vivem noutra galáxia
Dentro desta merda
Uma terra assinalável
Uma terra com vários mundos
Vários tipos de seres
Depois desta gastronomia do vício
Viciados do Caralho
É ver merda a acontecer
Todos os dias
Na puta da rua
Nos caminhos
Nas estradas
Nos lugares
Nos tascos
No trabalho
Em casa
Na cama
Em tudo
Qual deles o melhor
Fodidos com a vida
Fodidos com o trabalho
Fodidos com o dinheiro
Fodidos com o patrão
Fodidos com as pessoas
Fodidos com a mulher
Fodidos com as putas
Material aberto como o caralho
Para a gente despejar os colhões
Que de tanto levarem na cona
As bordas até batem palmas
Fodidos com a família
Portanto
Fodidos com o mundo
Conclusão
O mundo em Milheirós de Poiares
É mesmo uma merda
Capítulo Primeiro
Do Livro da Miséria Humana
Social.
Postado pela ASSOCIAÇÃO VAMOS VIVER FELIZES!
Chega de se foderem uns aos outros
Não! á Deficiência Mental
É tempo de seremos Homens e Mulheres
E vivermos como gente
E não as fodas e fodinhas
Do dia-a-dia
Que é viver nesta merda de terra
Terra da Guerra
Dos putos bravos da sociedade!
Parvónia City
Terra do Além
Território dos Deficientes Mentais
Sempre fodidos
Fodidos como o caralho
E como solução para os problemas
Foder toda a gente
Basta observá-los um pouco
A estupidez da sua sociabilização
Nem os Chromahon mais atrasados
Se comportavam assim
Até mesmo em chimpanzés débeis mentais
Com disfunções assinaláveis no cérebro
Não se verifica tal situação
Parvónia City
Milheirós de Poiares
Virou mesmo o que o nome representa
Uma Valente Merda Social
Teatro de Guerra Social
Grande Palco de Invejas
Interpretado pelos invejosos do Curral
Devido à merda que abunda na terra
Desde andarem todos drunfados
A SG Charutos Smoking Style
Ainda presos à terra
Para os mais corajosos
Merda Cacete do Pior Haxixe
Ganza
Que há no mercado
Vindo directamente de Marrocos
Mais uma terra de tolos
Aqui já começam a levantar vôo
Aos encharcados da vela
Com sangue de cristo no papo
Da marca Vinho Tinto
Sacrifícios da vida
Ou então branco mais suave
Sangue de Cristo com lexívia
Combustível alternativo
Para os mais jovens
A loirinha fresquinha
Sem cuecas que está calor
Uma vez que estamos
Na época do cio
Basta vê-las passar tolas de carro
Apertadas de dores
Com fome de chouriço
Depois temos os sóbrios
Bem
Aqui estes vivem noutra galáxia
Dentro desta merda
Uma terra assinalável
Uma terra com vários mundos
Vários tipos de seres
Depois desta gastronomia do vício
Viciados do Caralho
É ver merda a acontecer
Todos os dias
Na puta da rua
Nos caminhos
Nas estradas
Nos lugares
Nos tascos
No trabalho
Em casa
Na cama
Em tudo
Qual deles o melhor
Fodidos com a vida
Fodidos com o trabalho
Fodidos com o dinheiro
Fodidos com o patrão
Fodidos com as pessoas
Fodidos com a mulher
Fodidos com as putas
Material aberto como o caralho
Para a gente despejar os colhões
Que de tanto levarem na cona
As bordas até batem palmas
Fodidos com a família
Portanto
Fodidos com o mundo
Conclusão
O mundo em Milheirós de Poiares
É mesmo uma merda
Capítulo Primeiro
Do Livro da Miséria Humana
Social.
Postado pela ASSOCIAÇÃO VAMOS VIVER FELIZES!
Chega de se foderem uns aos outros
Não! á Deficiência Mental
É tempo de seremos Homens e Mulheres
E vivermos como gente
E não as fodas e fodinhas
Do dia-a-dia
Que é viver nesta merda de terra
Terra da Guerra
Dos putos bravos da sociedade!
segunda-feira, 2 de julho de 2012
Rádio Bomba
É sabido que a
guerra existe, mesmo a vê-la na televisão conseguimos apercebermo-nos do que
ela pode ser. Mas ela existe mesmo, bem perto de nós. Está em todo o lado. Em
tudo o que nos rodeia. A Rádio não é exepção. Transporta consigo todo o
mal-estar da sociedade. Torna-se ofensiva sem motivo. Sente-se uma agressão
constante em cada palavra e som ouvidos. Já não se comunica. Agora põe-se
bombas no ar para bombardear tudo e todos. Vivemos então uma guerra no ar.
Porquê? Ficaram essas criaturas possuídas de maldade contida. Do que fazem
significa catárse para as suas frustações ou falta de coragem para falarem de
facto com as pessoas? Porquê essa competição humana doentia que deturpa por
completo o que devia de ser a humanidade? Estuda-se para quê? Não deviamos
compreender melhor o mundo e as pessoas? Para onde iremos a caminhar assim nos
paralelos das relações humanas? Há quem lhe chame muita coisa. De facto é muita
coisa. Deixemos as complicações e partemos para a simplicidade. Ver o mundo com
os olhos de quem já viu muita coisa mas mesmo assim conseguir por de lado todas
as interferências e ver o lado mais práctico e saudável das interacções
humanas. Chega de bombas! Sociabilização sim, mas saudável, sem máculas de
veneno!...
Escutando aos
ouvidos do Professor Fusível Social
Humanos
O que os seres
humanos querem?
Com a maldade
que encarnam em seus corpos?
Em tudo o que
fazem nós conseguimo-la ver
Toda a sua
linguagem transpira o mal
Fazer mal pelo
mal para conseguir superiorizar
Estar em cima
do topo do mundo
O mundo Mierda
em que vivemos
Não se vê nada
de positivo nas suas auras
As energias
são destructivas
Ao ponto de
num ápice nos sentirmo-nos mal
Falando,
escrevendo, cantando, trabalhando, fodendo e nunca mais acaba...
Sempre a matar
o que de humano possa existir
Alguém ficou
de fora?
Ficou, há que
matar
Matar, matar,
matar
Para morremos
também neste cemitério vivo!...
Vivendo ao pé
da Morte, o Professor Fusível Social
Ver ou Não Ver, eis a Questão!
Será que as
coisas são as coisas?
Será a verdade
aquilo que nós vemos?
Vemos alguma
coisa?
Nós eu?
Nós os outros?
Influências?
Será que a
sociedade nos dá alguma coisa?
Dará mesmo?
Estamos todos
no mesmo plano psicológico?
Social?
Outra coisa
qualquer?
Rótulos pois.
Nomes.
Complicações.
O pensamento é
mais simples.
As linguagens
só baralham!
O que a gente
das gentes chama de cultura.
Essa coisa!
Tão
importante.
Para as
cabeças.
Parasitas nos
meandros do viver.
Que afinal não
vivem.
Mortos duma
guerra contemporânea.
Que alguns
querem.
Que alguns
tentam monipolizar.
Para todos
brincarmos.
Uns com os
outros.
No circo
social dos “seres inteligentes”...
Será
inteligência?
O que é a
inteligência?
Será o que os
livros definem?
Nos impoêm?
Nos nós
encharcados que somos?
De tanta
“merda” nas nossas memórias!
Sentimos o
rebentar desta coisa.
A sociedade.
A vida...
Para onde
iremos assim?
Que até lixo
comemos!...
Na vida,
Professor Fusível Social.
O Mundo da Bola
O mundo da
bola é como a bola de cristal das feiticeiras, permite-nos ver o mundo de uma
determinada maneira sempre positiva. A Bola está em tudo até nas mulheres.
Bolas à frente, bolas atrás e baliza ao centro, o golo fica ao critério dos
jogadores e da equipa. A Bola é como o planeta Terra, mais ou menos redonda,
antigamente era assim, remendada também servia para os jogitos. A Bola é como a
vida, sempre a girar e com um objectivo. Da Bola se fazem maravilhas em toda a
sua extensão, dentro e fora de campo. Jogadores, todos quisemos ser, mas
Jogadores só apenas alguns conseguiram. A Bola é o Arkanoid social das nossas
vidas, muitos se veêm nela e a vida nela se vê. Já se evitaram guerras por
causa de um Jogo da Bola. Não sei porquê mas este maldito jogo transporta em si
qualquer coisa de diferente. O jogo em si, o seu mundo, as pessoas, o que se
escreve, etc. Toda a gente comenta a Bola, um objecto que fisicamente é simples
como o caraças e que dá tanta tinta para se escrever ou outras formas de
comunicação relacionadas. A Bola é isso, uma coisa pequena mas grande!
Observando o
Mundo da Bola com o Professor Fusível Social
A Agressão do Mundo
É tão simples
e fácil de compreender quando ela existe e nos aparece numa bandeja dizendo que
é nossa amiga. Nós ingénuos acreditamos e voltamos a cair nas suas mãos tão
doces. Porque esta doçura já me tráz recordações que alguns ventos me disseram.
Tudo nesta sociedade tem um preço. Ninguém dá nada a ninguém. Nem mesmo todos
os deuses juntos nem mestres de toda a merda que possa existir. A vida não vem
nos livros. A Bíblia não explica a nossa vida como deve ser vivida. Os profetas
só nos enganaram. Estes todos juntos tentaram pescar o peixe todo para a sua
mesa, só os acompanharam quem não teve cabeça para fazer as coisas sozinhos. O
mundo não precisa de tutores de vida, a vida está sempre em nós, temos é de a
procurar, sim, sozinhos. Para conseguir viver livremente com os outros sem
qualquer tipo de influência. A confusão que se vê para aí é fruto,
precisamente, dessa merda toda. Deixar as coisas fluir e não sermos paizinhos
de tudo e todos. Qualquer dia vou pôr um reclame na minha janela: Sei o que é a
vida e vendo a patacas a toda a gente, entrem e experimentem! Sucesso
garantido, melhor que o casino e as putas! O mundo vai se encarregar de os
levar ao meu consultório, tenho a solução para o mundo! Era fácil de mais. O
mundo é sempre mais! O que vemos ainda não é nada. Isso seria substimar o poder
do mundo...
Essa agressão
pode ser traduzida por muita coisa, tudo aquilo que se possa imaginar para nos
fazer quebrar nas nossas acções diárias. Tudo são formas de o mundo falar com
nós. Estar sozinho ou acompanhado não interessa tudo depende com quem. Esse
alguém pode ser muita coisa, pode ser nada, bem, qualquer coisa, que represente
algo para nós, com ou sem o cunho da sociedade, do mundo. Essa agressão
pode-nos aparecer de variadas formas, é preciso decifrá-la, entendê-la e lutar
por dias melhores de paz. Pois é a paz que todos nós queremos. Que caminhos
tomamos ou vamos tomar isso depende de cada um. De “polícias” está o mundo já
farto fartíssimo!
Isto explica
um pouco, aqui de uma forma humilde, o quanto o mundo se pode tornar para nos
“orientar” para os seus caminhos, caminhos de alguns...
Sociologia
Quotidiana pelo Professor Fusível Social
Música: Um Certo Condicionamento
Basicamente
Música
Significa
Merda Psico-Emocional
Merda que segundo os Antropólogos
É merda que os seres humanos fazem
Para se foderem uns aos outros
Mandar bocas
E ainda há departamentos
Nomeadamente
Departamento da Cultura
A apoiar esta merda
Ouvir música é pois
Um acto cultural
Ter que gramar a merda dos outros
Merda emocional
Psicológica
Passarmos um bocado do nosso tempo
A sermos condicionados
Tudo para bem cozinhar o coração
Mal passado por favor
E condimentar a mente
Se faz favor pouco sal
Uma das dietas propostas
Pelo Ministério da Cultura
Para alimentar
A doença do ser humano
Cultura
A Música
Portugal e o Mundo
Postado por Magazine Vida Saudável
Música
Significa
Merda Psico-Emocional
Merda que segundo os Antropólogos
É merda que os seres humanos fazem
Para se foderem uns aos outros
Mandar bocas
E ainda há departamentos
Nomeadamente
Departamento da Cultura
A apoiar esta merda
Ouvir música é pois
Um acto cultural
Ter que gramar a merda dos outros
Merda emocional
Psicológica
Passarmos um bocado do nosso tempo
A sermos condicionados
Tudo para bem cozinhar o coração
Mal passado por favor
E condimentar a mente
Se faz favor pouco sal
Uma das dietas propostas
Pelo Ministério da Cultura
Para alimentar
A doença do ser humano
Cultura
A Música
Portugal e o Mundo
Postado por Magazine Vida Saudável
Extinção do Respeito: Portugalândia
Já ninguém se entende
Agora a lei
Os filmes dos dias
Dos dias da azia
É cacetada velha e pontapés
Se já antes
Não batiam bem da bola
Agora é que os parfusos
Desapertaram todos
Neste momento na rua
Só se vê pistoleiros
Paneleiros da guerra
Que em vez de mandarem para a cona
Em gajas boas
Gastam o tempo
Em fodas e fodinhas
A legião da caniçada
Por entre terras
Do marasmo social
Todos na rua
Todos na vida
De calças baixadas
A cagar bem alto nos outros
O cheiro a merda é tanto
Que Deus até já se cagou todo
Na terra ou no ar
Ou nos mais radicais
Na água
Tudo a fazer merda
Nesta merda de terras
Parvónia Land
Entre o douro e Vouga
Postado pela Liga dos Desconectados do Planeta Terra
Agora a lei
Os filmes dos dias
Dos dias da azia
É cacetada velha e pontapés
Se já antes
Não batiam bem da bola
Agora é que os parfusos
Desapertaram todos
Neste momento na rua
Só se vê pistoleiros
Paneleiros da guerra
Que em vez de mandarem para a cona
Em gajas boas
Gastam o tempo
Em fodas e fodinhas
A legião da caniçada
Por entre terras
Do marasmo social
Todos na rua
Todos na vida
De calças baixadas
A cagar bem alto nos outros
O cheiro a merda é tanto
Que Deus até já se cagou todo
Na terra ou no ar
Ou nos mais radicais
Na água
Tudo a fazer merda
Nesta merda de terras
Parvónia Land
Entre o douro e Vouga
Postado pela Liga dos Desconectados do Planeta Terra
Psicólogos, O Que São?!
Ninguém sabe,
ninguém mesmo! Vindos do planeta Zultron a nova banda de música com energias à
venda em todos os supermercados sempre a preços baixos veio para revolucionar o
sistema. Foda-se o sistema é fodido de se vencer! São muitos! Não interessa, os
zultronenses estão cá para isso! Vencer o sistema e todos os que se lhe
oponham.
Psicólogos é
isso mesmo: estudar os outros para lhes quebrandos todas as suas respostas
conseguirem o que querem. Vou ser psicólogo. Está escrito na Tábua do Rei
Ricardo quando este nela fazia surf. Bué laré!
Em tudo em que
se metem a desculpa é a psicologia, as energias, e mais coisas que quiserem
ouvir. Não faltam aí é livros para alimentar a logorreia cultural que não
sabemos se nos leva a lado algum. Estamos aqui pelas pessoas. Foda-se! Eu
também e não sou nenhum psicólogo. O meu curso foi a puta da vida. Não precisei
de nenhum filha da puta de curso para me rotularem de ser humano. Uma das
funções dos cursos, sejam estes de que espécie forem. O que interessa afinal é
estar de facto aqui e com isso fazer alguma coisa com o estar aqui. Ponto!
Estes seres
são muito complicados. É certo que vieram de terras de seres
ultra-inteligentes. Não há ninguém como eles. Só encontrei na net e na chamada
“Street” carradas e resmas e paletes deles só com nomes diferentes, há que ser
original, mas a merda vai dar ao mesmo. Para quê chatearmo-nos! Há diferenças.
Diferenças que os vossos “livros” tão bem “falam” e escrevem!
Ser e estar
num planeta depende de muita coisa. Aqui na Terra precisamos de uma vida para
sabermos. Sim!, nem mesmo a ler ou a viver muito conseguimos ultrapassar o
experienciar vivendo duma vida. Tudo o resto apenas ajuda. Às vezes complica,
mas aqui entram vocês para baralhar mais um pouco. Perdendo-nos e encontrando-nos
a chave fulcral do jogo! É ver a quantidade de fórmulas para a saúde de um
indivíduo que existem para aí. Já perdi a conta! Mas ainda vai haver mais,
porque Zultron é um mundo criativo. Agora juntando o verdadeiro significado que
criação possa dizer aqui nas terras lusitânias e chegamos à bagunça
psico-social-tudo-tudo existente. Mas há solução! Não a guerra, mas a simples
verdadeira compreensão alheia e claro o RESPEITO!
Estar num só
sítio representa um desafio enorme para o indivíduo em que tudo à volta o
quanto o possa perturbar o deixe sempre sereno. A PAZ....Irmãos!
Um abracito do
querido Professor Fusível Social
Comportamento Social
Esta palavra
já não existe ou se existia passou a ter um novo significado: Confusão do
Caraças! Sim! Confusão do Catano ou como se diz em bom português: Confusão do
Caralho! Em galego: Mais valia viver com os gajos da E.T.A. All The Time.
Ninguém se entende. Nem aquela coisa que muitos dizem ser bonita: a Escola,
consegue trazer melhorias ao nosso galinheiro. A sociedade está consumida por
completo por este veneno que é a sociabilização doentia que se tornou viver em
sociedade. Sair à rua agora representa vestir o fardamento e disparar “À La
Gardet” até que muita merda se faça! Ok! Estamos aqui! Seja bem-vindo! E aí
vamos nós...
O verdadeiro
curso das nossas vidas é saber como viver nesta valente merda! Ora nem mais! O
grande curso da nossa actualidade! A escola afinal foi e será sempre uma perda
de tempo de mel para o fel da vida. O que lá se anda a fazer?! Bem não
interessa! Os que lá trabalham têm de lá continuar para poderem sobreviver, o
resto que se lixem, que acordem e vejam com olhos de ver a realidade das
coisas!
Estamos todos
afinal cercados por merda de todos os lados, nem mesmo ilhas se salvam. Até o
próprio mar está mergulhado de merda até ao pescoço. Basta andar lá um bocado
para ver os verdadeiros piratas ainda em acção. Na Terra não há salvação. No
Mar também. A Lua é o que é. Os outros planetas a mesma coisa. Fodidos! Estamos
mesmo fodidos!...
Fazer e ser
aqui na Terra agora mudou de rumo. Os actores assim o previram, mas nem estes
se escaparam. Está tudo entregue à bicharada! A solução é a guerra! A guerra!
Então vamos todos para a guerra. Errado! Meu caro, você está desactualizado! Já
estamos na guerra! Ora bolas!...
Pois é, isto
aqui na terra atravessa dias de embarque para parte alguma com destino para
parte incerta sem que ninguém saiba porque se souberem fica tudo fodido
novamente. O ser humano tem de ser isolado! Começarem a construirem ilhas
artificiais a dar com pau vai ser o negócio da humanidade em que cada um põe lá
a merda que quiser e fica na sua. Cada um faz a sua cultura, come o que quiser,
em todos os sentidos, trabalha se quiser, lá também não vai haver Direcção
Inspeccionadora do Trabalho, etc, etc... O verdadeiro paraíso libertador da
raça humana! Já não iremos ouvir e aturar as merdas dos outros, enfim, o
paraíso! Vai-se à pesca quando se quiser, mete-se o anzol quando nos der na
gana, etc, etc...o paraíso!
Bem, aqui
ficou uma visão de uma pessoa já com uma certa idade e que com o desenrolar dos
anos chegou a esta brilhante conclusão! Está porreiro não está!? Para lá
caminhamos um dia! Há que aguentar...
Um abraço
sociológico do Professor Fusível Social
Caminhos
Porque andam
uns atrás dos outros?
Que caminhos
querem?
Não têm os
seus?
Porque não se
procuram um pouco?
Porquê imitar os
outros?
Não caem em
confusão?
Pessoal,
social?
Andamos uns de
encontro aos outros?
Em encontrões?
Lutamos lutas
que acabam por não ser as nossas?
Chegamos à
conclusão que algo não está bem?
Olhamos para
nós?
Olhamos depois
para os outros?
Merda! Aonde estamos!?
Estar no mundo
e não saber quem somos?
Porque os
outros o fazem?
Porque nos
dizem para fazer?
Porque
fazemos?
Ficamos com
medo de não o fazer?
Merda!
A sociedade é
uma tremenda confusão!
De papéis
entregues à solta!
Temos de os
saber escolher!
Para não nos
aleijarmos!
Mais, mais,
mais!
Porque viver
aqui é isso.
Não faltam aí
é vidas feitas de confusão.
Da confusão
que é a vida.
De não
tomarmos um caminho certo.
Só nosso e de
mais ninguém.
É difícil.
Sim, é muito
difícil!
Mas a vida de
facilidades não existe.
Se existe é
por que algo não está bem.
Estaremos no
nosso personagem?
No teatro da
vida?
Sentimos isso?
Então!
O que falta a
essas pessoas?
Este rodear
cercante de perdas de tempo.
A vida um dia
há-de-lhes ensinar.
Não será
preciso ser velho.
Mas sentir bem
lá no fundo
Do que esta
merda representa!
Para todos nós
Com nós dentro
do nosso eu!...
Pelo Professor
Fusível Social
1 Ecomenda no Armazém de Artigos Ligados ao Sexo
1 caixa de perservativos
“Power Container”
1 cx. de
acessórios anais “Weird Stuff”
1 cx. de
pílulas “Activation 365 Days”
1 cx. de bolas
eróticas “Ronaldo, com óculos de sol prateados”
1 cx. de
vídeos eróticos “Tugas Pimba Nation”
1 cx. de
vibradores “Conan: The Brave”
1 cx. de
vibradores “Real Paradise”
1 cx. de
filmes pornográficos “Os Uivos das Freiras”
1 cx. de
revistas pornográficas “O Padre Safado”
1 cx. de
pastilhas Viagra “Duracell”
1 cx. de
preservativos “Real Cock Flavour”
1 cx. de
pílulas “Excitation Tony Carreira”
1 cx. de
perfumes eróticos “Gasóleo”
1 cx. de cd´s
de músicas eróticas “Toyota Yaris”
1 cx. de
laxantes eróticos “Famel Zundapp”
1 cx. de
tangas eróticas “Tarzan”
1 cx. de
acessórios sado-masoquistas “Marilyn Manson”
1 cx. de
pomada pápa-cótas “Marco Paulo”
1 cx. de
perservativos vaginais “Pirelli-Dunlop”
1 cx. de vaselina “Hot Easy Way”
1 cx. de
vibradores “Banana do Equador”
1 cx. de
masturbadores masculinos “Ana Malhoa Doll”
1 cx. de
pomada lubrificadora “Canto e Castro Power”
1 cx. de cd´s
de música erótica “Ford Mustang Motor”
1 cx. de
cuequinhas eróticas “Pink Pussy”
2 bilhetes
para dança de salão “Hot Rôsso Latino”
1 cx. de
gelados eróticos “Calipo Ice Cock”
1 cx. de
vídeos pornográficos “ A Violoncelista”
1 cx. de vibradores long-size “A Ticket
To Heaven”
1 cx. de
vídeos médicos “Ginecologia: O Buraco Dá Gravete”
De um grande
amigo do Professor Fusível Social
Zeca Estacionâncio e Quim Roscas: O Que É Isso?!
Vendo bem a
coisa, representa O Drogado e o Bêbado. Por que é que custa dizer merda 100.000
vezes Infinito na vez do que dizem. Ou seja, da merda que sai das suas cabeças
irá directamente para a merda do que são. Defeito de nascença: Instestino
Grosso Ligado Directamente à Língua. Prognóstico: Sem cura. Não há alternativa
de internamento. Camas esgotadas. Temos cá muitos na mama por pouco querem
fazer pela vida. Portugal na maioria.
Estes dois
palhaços são os típicos sanguessugas culturais do nosso cá portugal. País que
acolhe todo o tipo de merda que se possa imaginar. Gozar é o que se reza cá em
portugal real. Não custa nada fazer o que fazem. Até os deficientes da Cerci
representam melhor do que estes dois parvónios. Como é que as cidades os
receberam? Segundo sabemos estes dois marmitas vieram de uma vilazeca lá do
norte de portugal. Mais dois esquizofrénicos loucos que estão próximos de
ganhar um bilhete gratuito para o Júlio de Matos para divertirem os médicos e
seus companheiros de longa data. Mas parece que para estas bandas a
micro-sociedade se apresenta assim. Fazem do Teatro o teatro que fazem pensando
que fazem teatro, visão popular destes dois deturpados. Há soluções para estes
dois caramelos: TRABALHAR! Um trabalho tanto igual aos demais mais conscientes.
É pena que os apoiem, o que vem mostrar que são tão iguais a estes. Sintoma de
evitamento à rejeição. Para quê alimentar estes egos. Porque não pensam Terra?
Ver e sentir de facto o que é a vida. De críticas o mundo está farto! Precisa
sim é de soluções construtivas para um melhor viver e evoluir. Mas a Cultura é
que tem culpa, pois apoia, infelizmente, este tipo de facilitismo digestivo
cultural. A cultura deixou, à muito, de ser cultura, para passar a ser esgoto humano.
Afinal,
perguntando nós honestamente, sentimos, de facto alguma coisa de positivo
destes dois palhaços baratos?! Fica a questão!...
Comecem a ver
as coisas!... Professor Fusível Social
A Internet
Estou a tentar
ler qualquer coisa!
Foda-se! Ainda
não consegui!
Afinal não
estou a ler!
Estão a
mandar-me foder!...
Como as letras
das frases dizem caralho...
Agora estou a
ler!
Cheguei à
conclusão que não li nada!
As palavras
não valem nada!
Vejo os gajos
e as gajas lá escondidos!
Olha! Aquele
está com o rabo de fora!
Aquela
mostrou-me as mamas!
Alto! Afinal
estão-me a vender qualquer coisa!
Azar do
caralho! Pedi factura...
A guerra
começou!
Até o brilho
do écran mudou!
Foda-se, Puta
que pariu!
As imagens
agora dizem outra coisa!
Mostrou-me o
rabo outra vez!
As mamas da
gaja são boas como o caralho!
Gostava de as
morder!
Foda-se,
apanhei um choque!
Perdi a tesão!
A gaja era
mesmo boa!...
As palavras
neste momento já falam outra língua!
Olha! Olha! O
camarinha está na net!
Não é ele
caralho!
É o
Ronaldo!...
Foda-se!
Escreve como ele e tudo!
...
Cheguei ao fim
desta merda toda e não vi nada
Fonix!
As palavras
agora fugiram!
Foram para
onde?!
Olha! Estão na
minha cabeça!
Toma lá! Pum!
Saíu?!
Não!
Aleijaste-me!...
O Rebento do
Professor Fusível Social
Diálogo Paterno
Sou jovem
Tenho a idade
dos que pensam que já sabem tudo
Temos de facto
aquela sensação que estamos a ver o mundo
Os velhos são
os velhos
Aqueles que já
não acompanham o mundo...
Errado! Meu
filho!
Nós vemos de
facto o mundo
Vemo-lo é com
outros olhos
Com uns olhos
de quem já viu muita coisa
De quem já
experimentou muita coisa
Conseguimos
com esta idade decidir
Escolher
caminhos
Apesar dos
obstáculos
Que aparecem
sempre na vida...
Desculpa pai!
Sou jovem!
Mas por que é
que me estás a ajudar?...
Porque sou de
facto teu amigo
Porque gosto
de ti, como pai
Porque quero
que o mundo não te faça mal
Este mundo não
é o que aparenta
Quero-te
oferecer os meus olhos
Para que
possas ir mais longe do que eu...
Obrigado pai!
Papá Professor
Fusível Social
Humanidade
Esqueçam!
Deixou a Terra à muito tempo. Já os homens dos mamutes andavam à sua procura.
Nunca encontraram. Apenas mamutes. Mamutes era o que viam. Mesmo bêbados e
depois dumas pinadelas “À La Selvage” continuavam a ver a mesma coisa. Joane, a
puta da tribo já se queixava do mesmo. Só mamutes. Resmas deles. Sempre a
aviar!
A Terra está
diferente! Nem mesmo os artistas com as suas aldrabices culturais conseguem
pintar a Terra mais bonita. A beleza agora está no meio das pernas da Joane. O
paraíso purificador dos grandes guerreiros da nossa contemporaneidade. Ganham
força na espada da salvação. A “Cacetada Divina” é de facto a prova da
existência de Deus para estes bravos do pelotão. É forjando o “ferro” no “Poço
da Glória” que as suas lutas ganham sucesso. Fazem crescer mais pêlos no peito.
O bigode fica mais grosso. E por aí adiante. A qualidade de Joane prova o que o
Deus Kamasutra dissera. A sério! É ver para crer! Com tanta rodagem e paletes
de quilómetros na “Caixa de Pandora” Joane ainda não aprendeu a verdadeira e
honesta arte do Deus Kamasutra. Conan já perdera a força por várias vezes.
Neste tempo ainda não havia Livro de Reclamações. A Deco ainda não existia. O
Futebol ainda era jogado com uns calhaus. Bem! A pré-história! Mas Joane
existia de facto! Cobrava naquele tempo 20 pedrinhas azuis com cheiro a leite
de cabrito selvagem. Uma pechincha! Não tinha é claro direito a factura nem era
deduzido no IRS como despezas de saúde pinal. Não interessa! Ainda continua o
mesmo na nossa actualidade.
A humanidade
está neste momento, então, no Plexo Conal. A fonte de energia humana mais pura
que podemos encontrar! Arrastou-se socialmente em tudo para isto. Kona, o Deus
da Energia solidifica o mastro dos navios do nosso mar. Navegar fica mais
fácil. É a moeda da nossa sociedade. Se ainda não é, pouco faltará para ser. De
facto é essa a realidade que nos espera. Voltaremos com certeza ao tempo dos
mamutes, em que espetar o pau, andar à caça, para nos “alimentar”, será o pão
nosso de cada dia. Terás fome e terás primeiro de rezar ao Deus Kona. Não
sabemos se te ouvirá. Não interessa, comes o que vier à rede até encontrares
alguma coisa de jeito. Teremos sempre a Joane, não é o que deveria de ser mas
tem uma fonte para matar a nossa sede, nem que seja ilusória. Cuidado com a
cegueira da sociedade. Por ser grande e constituída por muitos, com mais cegos
ainda, teremos por nós próprios decidir o melhor caminho para a nossa energia
crescer...
quarta-feira, 6 de junho de 2012
Ver o mundo aos olhos das VirginPussyDemons
Ainda a
dormir.
Em pleno sonho
Talvez
A purificação
da alma humana
Encharcamento
do cérebro.
Acordam...
Mais um dia de
luta
Aguentar...
A realidade
dos restantes
Os nossos que
não encontramos
Os divinos
encarnados
Merda!
Tudo...
Alfeno que
paira no ar
Questiona-se a
vida
Recorda-se...
Pensa-se...
Sente-se...
Merda esta
agora vida
Aonde está a
que queria
Fuga
Destino carne
Humano
Animal
Afinal humano
Vida
Ainda
virgindade
Estado mental
Porta dimensional
O que será?
Como, depois?
Vida humana
Pensamentos
demónio
Terra...
Poética Free
Style Contemporânea pelo Professor Fusível Social
Lugares e Não-Lugares da KopoLândia
Entramos
àquela hora tão certa para alguns e lá estamos naquele lugar. Sentimos o
“place”. Cheiramos o ambiente. Ouvimos os sons daquela pequena sociedade. Às
vezes parece que não estamos lá. Fazem-nos então chegar a uma outra realidade.
Gostamos. Não Gostamos. Mais ou menos...
Tudo nos faz
conduzir para algo. Tentamos descobrir o feiticeiro da noite. Encontramo-lo.
Perdê-mo-lo. Nunca chegamos a encontrar seja o que for. Uma das coisas da
noite...
Estar naquele
lugar que escolhemos passa a representar uma vida encenada. Nós ao volante.
Eles ao volante. A estrada, a noite...
Olhe! Dê-me
mais um copo! Sim! É já!... E o jogo começa. Os dados são lançados...
Às vezes,
aquele lugar já não é lugar nenhum. É apenas um convite para mais um jogo. A inteligência
maligna agora comanda o acto. Entram os actores. A plateia assiste. Os bilhetes
ficam a cargo da esperança. Mais uma batalha do que representa a sociabilização
da nossa vivência...
O caldeirão da
KopoLãndia transborda de tanto o encherem. Por vezes chega-se ao caos. Tudo se
tira do bolso mais escondido que temos para mostrar a nossa autoridade. Faz-se
batota. Ninguém vê ou faz-se que não se vê. O pano verde parece que esconde
essas coisas. Dos jogadores que batalham espera-se ansiosamente pelo mais
capaz. Não convém subir ao pódio para receber a medalha. Fica para o bode
expiatório da cerimónia. Benzida
é claro pelo mandante do jogo. It´s Time Now to Play The Best Cards...
A KopoLândia é
terra nata da surpresa inteligível. Acaba por ser afinal de contas um lugar e
não-lugar em toda a sua magnitude...
Transforma-se,
ao longo do desenrolar, num camaleão do ser local e pessoal...
Estar...
Ser... e Pensar... Abismam em artefactos fora do que se já conheceu
transformando-se numa ponte para coisas mais próximas do que chamamos Futuro
Progressivo!
KopoLândia,
significado de construção do Presente, do Passado em direcção ao Futuro. Tudo
de uma forma cíclica, de vai-vém. Lugar e Não-Lugar das viagens
Antropo-Psico-Sociológicas!
Do noctívago
Professor Fusível Social
Os WineReasonThought
Apareceram cá
na Terra com um propósito. Ainda não sabemos qual. Pensa-se que será a tribo
reconciliadora face à guerra vigente. Fazem sim dos copos um modo de vida
paralelo à realidade de todos os sóbrios. Vêem a vida com uns olhos de que
poucos se podem gabar. Com o seu nariz apurado deslindam mistérios daqui do
planeta. Investigadores de tudo quanto seja perseguem-nos afincadamente.
Prometem aterrar dentro em breve. Não sabemos é quando!
Tribo das
tribos da lucidez humana vindos directamente a mando do Deus Baco. Camões esse
grande investigador social muito escreveu sobre eles. Comunidade superlativa
que faz dos seus pensamentos soluções para a humanidade. Mergulhados do seu
aroma conseguem representar realidades que não estamos habituados. Desafiam a
normalidade. Criam formas diferentes de viver. Futuristas com “flavour”
avant-garde duma civilização. Tipo profetas de um mundo perdido de esquemas
falidos. Uma tribo marcante...
Abrangem toda
a sociedade. Difíceis de se caracterizarem. Actores dum teatro que poucos
conhecem. Filhos de encenações que fogem ao corrente social. Ideias da
criatividade e potencialidade da humanidade...
Os
WineReasonThought são considerados por vezes como outsiders, mas analisando um
pouco mais de perto verifica-se que de facto estão inseridos bem na sociedade,
comportam-se é de maneira diferente da qual a maioria não aceita bem. São por
vezes marginalizados. Querem-nos pôr de parte, é certo. Mas apesar disso, como
grupo, funcionam como introdutores de mudança em algo que há muito se mantém
igual. Querem transformar o que significa para nós a vida em uma outra forma de
vida. Já se pensou na hipótese de um outro planeta, ou uma ilha muito bem
isolada, arrastados da sociedade, mas parece que isso não ia resultar visto
estes seres se adaptarem com muita facilidade.
Os seus
diálogos argumentam com toda a sua capacidade sobre tudo o que se possa
imaginar. Levam-nos à exaustão do pensamento humano. Exploram sabiamente os
conteúdos descomplicando as dificuldades das questões. Solucionam problemas.
Simples!
Os WineReasonThought
transportam consigo qualquer coisa de diferente, construindo a humanidade copo
a copo deslumbrando uma realidade utópica que teima em não desaparecer!
Os
WineReasonThought...
Tribalismos do
então Professor Fusível Social
Se a Música desse Dinheiro...(wondering)
Um Pai de 40
anos com 3 filhas:
Se a frase
bonita que eu escrevi no cabeçalho fosse verdade, ou seja, que poderiamos comer
em restaurantes “La Moustache” todos os dias “À La Gardet”, acontecia o
seguinte:
1 - O padre
era o primeiro, visto este ser estar em contacto directo com o Conhecimento
Supremo: Deus ele próprio.
Montava uma
banda de Extreme Power Black Metal Speedy Gonzalez ligado aos sinos e em
recepção mórbida com os mortos do cemitério.
Punha umas
virgens imaculadas nos sub-vocals e era ver tudo quanto era chavalada com o
mastro erguido bandeirado com o emblema nacional de Portugal.
À frente nas
vocalizações rezava a voz do Diabo do próprio padre.
Nas guitarras
ia arranjar os Mecânicos da zona, peritos em Acústica Ambiental.
No baixo ia
caçar os manobradores de navios de refugiados do Congo do Porto de Leixões.
Nos tambores
ia às obras buscar os percussionistas aborígenes.
E tinhamos
então a banda formada mesmo por detrás da Igreja.
2 – Tudo
quanto era gaja montava bandas SexTalkSeduction, nova vaga Avant-Garde da
música moderna contemporânea.
Vestidas a
“matar”. Hormonas nos píncaros. Lixo “Cantabile” a dar com fartura. Umas
“danças do mastro” para apimentar o cozinhado e tinhamos uma banda do movimento
Pussy Power Destruction.
3 – Os homens
casados, lá das terreolas, fartos e arrependidos do sacrifício matrimonial
viravam-se para a Tristeza Nacional: O Fado! Aquele género de música que os
estrangeiros tanto gostam, porque lá não há tristeza. Só cá em Portugal. Deve
ser do clima lusitânio!
4 – Os putos
depois de analisarem a passarada decidiam com cautela montar uma banda de
Pimba.
Tarados natos.
Uma vez que nasceram com os olhos abertos, e como a primeira coisa a verem foi
a “passarinha” daquela gaja que os pariu, que por sinal se chamava mãe, fixaram
em suas mentes com o objectivo obtuso de suas vidas.
O Pimba,
interjeição popular que significa “ir ao pipi” ficou marcado na história
contemporânea de elite dos gajos ligados à música visceralmente como o nome
alvo daquilo que pretendiam da música.
5 – Deus ele
próprio sentenciou como pecado capital a Não Integração Numa Banda. Os
Mandamentos foram todos à merda e a merda ficou como Mandamento de 1ª
Instância.
...A Paz vinha
de certeza à Terra...
Opinião dum
grande amigo do Professor Fusível Social
Na Pele dos ZeroTalking
Uma Tribo
urbana sediada com cotas pagas em tudo quanto seja localidade da nossa urbe.
Orquestram
conversas introdutórias dum mundo que aparentemente não existe. Mas existe de
facto! É, segundo as pessoas que vivem em paz, um mundo de “La Mierda”.
Definição do povo guerreiro basco, na nossa consaguínea Espanha. “La Mierda” é
um termo usado por uma tribo que representa tudo aquilo que não queremos para a
nossa vida. Nem dado. “La Mierda”, é verdade, um termo pejorativo da nossa
gramática lexical. “La Mierda” são os dejectos do mundo.
Este bando faz
conversas sem sentido humano apenas com o objectivo de subjugar as pessoas
alvo. Diálogos-duelo do bem falar das terreolas alheias à civilização. Puros
confrontos verbais. Porque em Portugal não convém comprar uma arma para dar um
tiro a quem queremos. Frustados que fazem da inveja o sangue que lhes corre nas
veias. Despiques territoriais em que todo o espaço tem de ser conquistado à
bruta. Desgarradas orais ofensivas. O outro é o inimigo. Prima do anti-social.
Comunidade que não existe como seres sociais. Um estado de ZeroWay. As suas
expressões faciais do quotidiano falam mais que suas bocas. Serpentes
cuspideiras do mal. A maldade na sua essência. O mal encarnado, pondo de parte
aqui a religião e dirigindo-me directamente para a questão social em si.
Vestida a pele
dos ZeroTalking, uma tribo urbana zeroficada, parasita da sociedade.
Na urbe com o
Professor Fusível Social
Realidade Auto-Vietnam nas Estradas de Portugal
Mete bala no
tambor. Pensa-se num pente. Culatra atrás. E carrega-se no gatilho. Pum! Pum! A
situação em que se vive nas estradas da antiga terra em que as moedas eram de
ouro. Os blindados comandam o jogo. A infantaria segue. Nas cidades planeia-se.
Nos caminhos do destino minam-se as possibilidades. Uma batalha sem general. Todos
se auto-comandam. A vitória será alcançada. Os tambores e as bandeiras
juntam-se à festa. O povo participa. E temos a realidade que alguns tentam
esconder! O nosso Auto-Vietnam Americano Civil! Uma guerrilha que nunca se
entendeu. Caiu no que caiu. O Portugal Rodoviário!
Estrategas de
toda a parte poêm em prova os seus conhecimentos inteligentes marciais. É luzes
que alguma coisa dizem. É o som das viaturas que comentam algo. É o aparato
visual que nos desenha pensamentos. São as suas pessoas que coisas expressam.
Etc, etc, etc...
É o Portugal
Bélico! Será a guerrilha tribal liderada pelos Turras daqui do bairro nacional?
Portugal, país
de guerrilheiros desvocacionados...
Um país onde a
coisa mais simples de se fazer se torna difícil.
Portugal um
cantinho à beira do colapso!
Um teatro onde
o que se deveria de fazer não se faz! Mas representa-se as futilidades que o
comportamento social nos acaba por mostrar!
Portugal, um
País Animal!
Portugal, um
Circo Social de Variedades!
A guerra
humana!
A raça total
que se virou contra si mesma.!
A falta de
valores.
A falta de
humanidade perdida já há muito tempo.
O caos: A
Realidade Auto-Vietnam cá no nosso de todos Portugal!...
Em combate com
o soldado Professor Fusível Social
Porque Queremos Ser Ricos?!
Ter dinheiro é
sempre bom. Para o ganhar só o conseguimos a trabalhar, a roubar, um prémio nos
jogos de fortuna e azar ou viver às custas de alguém que nos abone capital para
os nossos inevestimentos de consumidor.
Exacto!
Consumidor! Ora aí está o problema! O consumo! É ele que nos faz precisar de
dinheiro para obter determinadas coisas que queremos!
É certo ser
preciso comprar as coisas mais básicas para a sobrevivência. Há gente que vive
apenas assim. Vivem para o essencial. Uma coisa que esta sociedade não está
para aí virada. Basta observar.
A sociedade
gera-nos orgânicamente uma necessidade quase vital para que consumamos. Mais e
cada vez mais. Logicamente para alimentar a sociedade ela própria. Uns vivem
com os outros e por ai adiante.
Ter ou não ter
dinheiro está nesta civilização marcado profundamente. Só somos ou merecemos
ser consoante o dinheiro que temos, embora existam pessoas aqui na Terra que
pensem de uma forma mais natural e humana.
Ser rico é o
sonho de quase a maioria de todas as muitas pessoas que aqui habitam. Ser rico
é alívio da agonia social em que vivem. Em que vivemos. Porque não temos
descanso. O dinheiro afinal não chega para nada. Ganha-se, gasta-se, quer-se
mais, às vezes não se consegue, alguns então roubam e estamos no bem-vindo
mundo capitalista que as potências mundiais nos incutiram. Muito bem-vindo ao Mundo
Actual! E isto sem qualquer tipo de propaganda político-partidária.
Simplesmente uma análise histórico-social. E mais não digo...
Esta situação
é a culpada da Mobilidade Social a que estamos habituados a ver. Na sociedade,
nos jornais, na televisão, na comunidade, na família, e quando damos por isso
já estamos nós num outro país a lavar retretes mas a ganhar tanto como um
advogado do nosso país de origem. É de pensar! Mais! Quando regressamos de
férias ao nosso Portugal é o “desfile” de vaidades e senhorices que assistimos
nas nossa estradas e aldeias e vilas e cidades do nosso cantinho lusitânio. É
aparecer de veículo motorizado a cinco rodas, o pneu suplente, todo artilhado,
comprado novo, usado ou alugado para o “teatro” dando ares de quem conquistou o
cabo da boa esperança incluindo o Adamastor e algumas sereias. É certo que
ninguém os atura. Mas trazem dinheiro, por isso, à que fazer um esforço,
hipócrisia, mais propriamente.
Ora bem!
Concluíndo e fazendo uma conclusão que todo o “português” perceba chega-se à
conclusão que sem estas notas e moedas que o Banco de Portugal faz estamos mal
aviados. Mas não é só aqui nesta ilha do paraíso, de algumas coisas, que isto
acontece. Também no resto do mundo se vive momentos existenciais um pouco
preocupantes. É a globalização que temos. Os problemas de uns passam a ser o
problema de outros, as coisas boas guardam-se, e estamos de volta, novamente ao
Planeta Terra Now! A Crise Mundial. O dinheiro o judas!!...
Escrever no Espaço Tribal Portugal
Bem! Escrever
todos nós escrevemos ou pensamos que escrevemos. Alguns gatafunham! Aqueles
indivíduos que ainda andam no infantário mas que já mostram sinais de
irreverência assinalável. O futuro das nossas gerações!
Escrever
representa pois um acto de comunicação parecido à fala. É uma das ferramentas
da comunicação humana e às vezes animal. Certos animais têm essa capacidade.
Com ela
podemos dizer quase tudo o que quisermos. Através dela conseguimos de facto
dizer o que queremos, directamente, ou não. Sermos frontais, hipócritas,
honestos ou simplesmente caminhar para a não comunicação.
A criatividade
aliada à imaginação jogam neste campo, lado a lado, criando o resultado obtido.
Podemos
entender ou não o que se escreve.
Podemos
escrever em várias línguas.
Podemos nos
esconder no próprio Português, que é ideal para isso. Não fosse Camões Camões e
Fernado Pessoa Fernando Pessoa! Assim como outros mais escritores da nossa
Literatura...
Podemos ajudar
escrevendo.
Podemos
ofender.
Fazer mal ou
adoecer moralmente.
Podemos viver
com a escrita.
Com nós e com
os outros.
E como tal
escreve-se assim em Portugal. Também escreveu-se assim no passado.
Escrevendo com
Professor Fusível Social
Os Pimba Nation
O Pimba é irmã
de sangue da pornografia. Ora está tudo explicado! Mas, catano! Será que em
portugal só se pensa em pinanço?! Ou são os imigrantes que vêm cá de férias que
pensam o quanto inteligentes o são e que nós portugueses, que afinal ficamos cá
na terra a lutar pelos nosso direitos, somos todos uma cambada de burros?!
Devem pensar eles que talvez portugal adore este tipo de “difusão musical”! O
que fazem então os que assistem a concertos de Pimba?! Ah! Esqueci-me, são
apenas os meios-esquizofrénicos sociais...
Os PimbaNation
vêem e falam, a toda a hora, assuntos relacionados com sexologia. Sexo como
ciência ou uma particularidade comportamental dos humanos e dos bichos faz
parte do vocabulário constante dos Pimbaleiros. Sexo aliás é uma coisa que se
decobriu bem à pouco tempo.Antigamente não havia sexo! Os filhos vinham
despachados pela distribuidora Cegonha. Às vezes nem se pagava portes. Tudo
bons amigos!
Os Pimbaleiros
ensinam como pôr o “zézito” no “buraco do paraíso”.
Os PimbaNation
são a tribo que descobriu o sexo depois de toda a gente estar farta de o fazer
e de o desenvolver. Porque estar “na estrada” de carrinha ou roullote a fazer
que se canta e às vezes em playback não dá tempo para umas pinadelas. Sejam
elas de longa duração, rapidinhas, ou com pastilhas Duracell. Há que “informar”
o povo: eis a máxima do Pimbaleiro.
Foi dito no
ínicio que é irmã do Pôrno. Bem, bem vistas as coisas, não estamos a falar de
pornografia como é feita nos EUA (histórias razoáveis e actrizes de se lhe
tirar o chapéu) mas sim, de pornagrafia pirosa, badalhoca bem ao jeito das
lides da “azeitice” portuguesa pró-imigrantes, que vêm dos países para onde
foram se asilar convencidos que trazem para os parolos da terra a sabedoria
suprema da vida!
Os PimbaNation
marcam a sua diferença. À que respeitar. Mesmo que a sua cultura não traga nada
de cultural construtivo e progressivo para a sociedade. Chega de “lodo” social!
Há que limpar os “rios” da sociedade! Para que a vida possa simplesmente
existir. Sem grandes complicações...
Brothers of Blood
Nascemos,
vivemos e um dia morremos: a Vida dos seres vivos. A biologia...
Irmãos de
Sangue é um tema abordado pela sociologia e outras ciências sociais, também
expresso nas artes e demais ramos do saber.
É afortunado
quem na vida tenha amigos deste tipo ou família. Poderá também ter dissabores
por os ter. Mas viver uma realidade assim não é para todos.
Irmãos de
Sangue é uma forma de estar na vida perante as adversidades que esta possa
apresentar. É uma armadura contra tudo e todos dos indesejáveis. Pode ser ainda
uma mais valia nas coisas positivas da vida. É pretencer a uma pequena família
unida por fortes laços de amizade ou fraternidade, lealdade, respeito e
liberdade.
“Comunitar”
nesta situação é um privilégio e viver assim é muito melhor. Termos sempre
alguém de confiança na qual podemos contar. As relações sociais são sempre mais
intensas, mais vividas. Os sentimentos são de sangue, saem directamente do
“coração”.
É, sem dúvida,
um tipo de sociedade pouco vista. Muitos a procuram. Poucos a desenvolvem.
Poucos a alcançam. Etc,...
Estará a
sociedade preparada para este tipo de estar? Nós sabemos que a sociedade é
alimentada por coisas contraditórias a este exemplo. Não seria melhor para nós
haver uma sociedade mais assim? A pensar...
Na sociedade,
o Professor Fusível Social
A Comunicação na Sociedade
É dificil de
descrever este tema nos dias que correm. Podemos contudo tentar explicar como
se comunica na nossa sociedade. A comunicação é difícil. Comunicar o que os
outros não estão preparados para comunicar é sempre trabalhoso. Há que haver
sintonia. Deixar os amuos na chupeta que mamamos na nossa infância. Caminhar
sim, para o crescimento social saudável!
A comunicação
em sociedade é feita de variadas formas podendo ser utilizado uma quantidade
massiva de técnicas para o fazer. Podemos recorrer, hoje em dia, a uma panóplia
de instrumentos, para que a nossa comunicação seja, de facto, assertiva.
Comunicar com
o outro é saltar fronteiras do nosso eu em direcção ao “tu” tornando-o “nós”,
quase em modo familiar. Porque no fundo, e apesar do que existe na sociedade,
somos uma grande família, uma tribo grande recheada de muitas tribos urbanas.
Somos um puzzle em que cada peça é necessária à conclusão do mesmo, fazendo a
“ideia” que todas as peças fazem juntas, harmoniosamente.
Não se trata
de ideologia o que aqui falamos porque efectivamente poderá existir harmonia
social no nosso viver.
Saber
comunicar é essencial. Em todas as suas formas (verbalmente, não-verbal,
trajando, conduzindo, sociabilizando no fim). Não se trata somente de educação,
existem outros valores implicados. Há que descobrir pessoalmente quais e passo
a passo dirigir-nos para uma sociedade saudávelmente comunicativa. É com a
comunicação que conseguimos quase tudo nas nossas vidas, um facto.
Podemos
culpar, já que estamos no fim, a sociedade ou as pessoas de intolerância face
às diferenças. Não resolve nada rotular acções. As pessoas têm essa
consciência. Podemos arranjar outras desculpas, mas...
Para acabar
fica neste espaço uma ideia: Sem Comunicação Efectiva não vamos a lado nenhum!
Sociolizando
com o Professor Fusível Social
O Budismo em Portugal
É preciso é
ter calma e sentir buda a todo o momento mesmo que Portugal se afunde numa
crise social...risos...Portugal é uma terra de palhaços sérios que fazem rir!
O Budismo é
mais uma filosofia paliativa que serve para tapar os olhos a muitos ou deitar
areia nas “esferas” da sociedade para que esta gripe. É mais uma peça do puzzle
social que serve para levar a outras coisas, sempre a pensar no papel verde,
enriquecendo quem vive à custa de pessoas mal informadas! Portugal não precisa
de terapias, desta ciência ou de outras, Portugal precisa é que haja dinheiro
ao fim do mês, e com fartura se faz favor!...
Alerta do
Professor Fusível Social
Curso Que As Mulheres Andam a Tirar: SEDUÇÃO!
Seduzir é a
realidade de toda a mulher. Sedução é o curso universitário de suas vidas!
Encantar como a linguagem das sereias no tempo de Camões tudo e todos e algum
que falte esquecido!
É sair de
casa, mesmo às vezes distraído, e topamos logo estas situações. Vai-se ao pão e
está a gaja a piscar o olho ao padeiro! Vai-se buscar o gás e está a gaja toda
dobrada mostrando a “prateleira”! Vai-se ao café e está a gaja sentada de uma
maneira que nos pensar se nos vamos “comer”! Está a gaja na rádio a dizer as
notícias e escutamos a gaja a engatar o mundo! Vai-se para a universidade e
está a gaja a aprender a engatar culturalmente! Vamos para o trabalho e a gaja
vem na rua a bambalear-se toda vendendo-se a todos os que passam! Vai-se à
igreja e chegamos ao inferno: Bacanal Comunitário!
A palavra a
fixar é sedução. Uma fome tremenda de apreciação social de cariz sexual, porque
não temos mais nada para vender. Nem mesmo as crianças estão a salvo. É o mundo
no seu melhor.
Serão palavras
de um padre ou de um seminarista em formação teológica? Nunca se sabe! Mas quem
já conhece mulheres isto acaba por enjoar, chegando mesmo a fartar para
caraças.
Os objectos
que fazem parte do equipamento social também têm o seu papel na sedução. É sexo
por tudo quanto é lado. Vemos a mensagem: Pinar é bom e tem de ser a toda a
hora seja com quem for!!
As mulheres
não deixam de ser umas vítimas de toda esta encenação social. Uma coisa criada
por esta. E as mulheres ingénuas, levando tudo na brincadeira, seguem o comboio
social da decadência moral. Estamos no inferno como os religiosos falam!
Moralidades do
Professor Fusível Social
Os CaceteWisdomEyes
São abençoados
pela sua visão de sabedoria universal extra-galáctica. São a ponte entre nós
humanos e os seres mais inteligentes do universo, sejam lá quem forem!
Quando vêm
armados com o seu “cacete fumante” conseguem “alcançar” o Todo completo,
tornando-se omnipresentes em relação aos mundos. Têm os olhos da consciência
social. Abarcam o conhecimento em toda a sua concepção.
Os
CaceteWisdomEyes são uma tribo por quem toda a gente teme. São muita maus como
indivíduos relacionais. Armam-se para escapelar suas vítimas. Aliás, fazem
colecção de troféus humanos.
Pensa-se ser
uma tribo em franca expansão na nossa sociedade estando representada em todos
os lugares do mundo. Investigadores sociais da Universidade de São Francisco,
E.U.A., declararam que se trata de uma tribo problema, estando-se a estudar
neste momento soluções inteligentes.
Em nome das
tribos sãs do mundo. O Professor Fusível Social.
O Planeta Zultron
O Planeta:
Outra Coisa Qualquer! Pois tudo o que existe neste planeta, a Terra, está
falido e demitido de qualquer tentativa de melhorar pelas diferenças...
A Música não
traz nada de novo, é apenas repetição bonita de repetição!
O Teatro
representa a podridão social!
As
RestantesArtes expressam a Morte Social!
Os Mídias
informam-nos desinformação social!
A Cultura
afinal não existe, porque não há cultura!
A Política
está corrompida!
O Desporto
está desacreditado!
Os Cursos são
utópicos face ás realidades portuguesas!
As pessoas
desiludem-se umas com as outras!
A Diversão
deixou de ser divertida!
...
A Guerra é a
única coisa verdadeira e honesta que existe!!...
...
QUEREMOS POIS
UM PLANETA LIMPO DE INTERFERÊNCIAS!
Sonhando com
Professor Fusível Social
Sociologia da Família
A Família nos
dias que correm já não é e se calhar nunca será a mesma...Chegarem à conclusão
que na família ninguém se conhece ao certo dada a representação que decorreu
durante esses anos todos.
Porquê a
encenação dentro do seio familiar? Mecanismos de defesa? Hipocrisia? Um
mecanismo social de pessoas conscienciosas da sociedade? Protecção do Eu?
Etc...Questões que os sociólogos tentam explicar...
A família
tradicional já morreu. Tradicional aqui significando aquele estar em família de
uma forma despreocupada e ingénua aonde reina o “amor”. Aquele sentimento em
que todos se “amam” incondicionalmente, também associado à religiosidade.
Agora, nos tempos que correm, nas aldeias ou nas cidades verifica-se um novo
modelo de família, na qual habitam indivíduos diferentes uns dos outros,
marcadamente. Existe sim um “entendimento em cima da mesa”, e a partir daqui se
desenrola a famíla moderna no dia-a-dia.
A família é
mais racional do que era. Menos emocional do que era. Não há tantas “prisões
psicológicas”. Isto na maioria das famílias por este mundo fora.
A Família
neste momento representa apenas uma etapa pré-sociedade para que possamos
“voar” sozinhos. Nela se procura o que se pode encontar na sociedade. Pôe-nos á
prova, testando-nos. Tudo está em jogo no que respeita a nível psicológico e
social. É então uma “rampa de lançamento” para se descobrir novos “mundos”.
A
Modernidade...
Sociolizando
pelo Professor Fusível Social
quinta-feira, 3 de maio de 2012
Guerras Tribais na NetGaláxia (Explanação sucinta)
Todos os
guerreiros de todas as tribos do planeta Terra e outros planetas do universo se
encontram em guerra campal nestes sítios!
Artilhados dum
dispositivo electrónico “pirolitizado” com um “cabito” à galáxia Net fazem do
seu dia um momento zen bélico. Por outros termos, dão azo às suas insatisfações
teritoriais.
Nestas guerras
se pode examinar que de facto não estão em guerra, mas sim são a guerra
personificada. Vê-se os planos mirabolosos de alguns no futuro. Vê-se a
sociedade na actualidade. Atinge-se o pensamento que a NetGaláxia está a passar
por momentos difíceis. Mas a agremiação por fora não aparenta nada de especial.
Pois não! É preciso um olhar atento! Tudo o que vemos são bombas prestes a
explodir, andando eles e elas a arrastar o rastilho pelas ruas à espera duma pequena
faísca para se dar o Momento Finale. A eclosão dos verdadeiros seres humanos
daqui do planeta Terra. O “planeta pacífico” da “nossa galáxia”.
Tudo é
discutido e criticado na NetGaláxia usando os seus utilizadores os melhores
dicionários para poderem embelezar suas “palavras” para que possam “cair” nos
seus adversários da forma mais letal. Verifica-se uma chacina social a céu
aberto.
O espaço
internet é comparado aos Komités do ValeTudo.
Na NetGaláxia
acabou de morrer o indivíduo diferença. Nada é tolerado. Estamos num estado
Zero Tolerance. E salve-se quem puder, porque a bomba social já foi activada e
ninguém sabe ao certo como desactivá-la.
NetGaláxia é,
em vocábulo bonito, a “Arena” propriamente dita. Onde para olhos de quem
comanda a Society é o local ideal para se pôr à prova as destrezas humanas
pessoais aqui na “selva”.
Valores são
esquecidos automaticamente. Estamos “escondidos”, ninguém nos vê! Eis o verbo!
Deus, o pai
que está acima destes rótulos civilizacionais, não está conseguindo “intervir”.
Pois a acreditação, que tanto precisava, e que não a consegue executar, faz
dele um inútil aos olhos da sociedade. Chega-se, hoje em dia, à conclusão
científica que Deus não existe, não há “intervenções”. Os seus “filhos” também
não conseguem arranjar palavras e outras formas que façam demover as pessoas.
Tudo acaba por ficar numa desacreditação social de tudo o que nos rodeia.
A Net é como
um caldeirão, em que se despeja lá tudo. Chega-se-lhe o lume e fica a
“cozinhar”.
É este o
cenário que nos transmite a NetGaláxia...
Antropologia
Social pelo Professor Fusível Social
(Alcovitice
Social Aplicada Contemporânea)
A Acústica do Snooker
Tacadas,
tabelas, bolas a bater e bolas no buraco e os sons que isso fazem. Bem, aqui é
preciso dizer que há mesmo artistas! Falar acusticamente e jogar snooker é
preciso ter “pinta”. O Snooker jogado nos cafézitos do nosso Porugal...
Quando a bola
branca fala com outra bola ou bolas diz-nos sempre alguma coisa. Falta saber o
quê! Será o Tempo!? As notícias!? Uma gaja jeitosa que entrou!? Tudo questões
que passam pelos ouvidos de quem joga e assiste ao jogo de snooker.
Os sons do
Snooker são únicos. Têm um timbre que não é igual a mais nada. Nem mesmo os
dentes dos elefantes a roçarem uns nos outros se assemelha! É mesmo único!
Pode-se jogar
de diversas maneira este jogo: Visualmente ou Sonoramente ou então conjugá-los.
Este jogo é
nos útil para o quotidiano. Podemos aprender inúmeras coisas a jogar snooker. É
pois um livro de Filosofia práctica!
Acusticamente
falando este jogo produz sons que entram em nós. Falam directamente para os
ouvidos e o cérebro. É um jogo psicológico, sem dúvida!
O Snooker
afinal!
Explicação do
Professor Fusível Social
Os WordGunBoys
Mal começa os
dias as suas palavras azedam de caminho. À que partir para a destruição. Vamos
escrever!...
Assim se
formam os WordGunBoys desde novos, tornando-se naquilo dos autores que lemos em
qualquer “sítio”.
Recebem ordens
do Supremo Sensibilidade para matarem tudo quanto se mexa na sociedade. São
terríveis!
Cada palavra,
cada letra, é escolhida meticulosamente como as balas do cowboy Billy The Kid,
para os seus duelos.
Fazem da
escrita e da literartura cultural de Portugal uma arena de tiros e facadas. O
Faroeste autêntico...
Tristeza do
Professor Fusível Social
Os Ravers, sua Tribo e a Sociabilização Utópica
A procura das
energias perdidas.
A procura da
harmonia humana por entre suas manifestações.
A Música e a
Dança como manifestação corpórea e espiritual.
O uso de
“pastilhas” psicológicas como alavanca para a catárse das suas opressões. Ainda
a práctica do uso do “cogumelo mágico” nas suas “festas” que dilatam seus olhos
para uma realidade fictícia. O encarnamento dos Ravers em Clownons.
As vestes com
que esta tribo se mascára. Uma forma de fuga da realidade subjugadora. Contra o
que a normalidade veste.
A linguagem
que usam foi fruto de um desenvolvimento da própria linguagem em si, a nível de
comunicação. Aplicam o SightExtraLight. Conseguindo, eles, ver coisas que os
outros, sóbrios, não veêm. Superdesenvolvidos!
Funcionam como
uma sociedade secreta. Todas as suas operações são feitas à socapa. Mas uma vez
lá, nos sítios onde se reúnem, o mundo deixa de importar. Ficam mergulhados
numa atmosfera “especial” fazendo-os sentir como Filhos do Caminho e da Luz
Social...Muito curioso!
Difíceis de
encontar, misturam-se com o resto da sociedade.
São, á vista
disto, uma tribo à parte na procura da sua Energia Vital com práticas um pouco
utópicas face ao que a sociedade é na Real!...
Olhares
étnicos do Professor Fusível Social
Matumbina e a Cambalhota Africana
África! África
Minha! África Nossa! A terra de onde viemos e que um dia para lá iremos!
Ora, estando
então em África e a curtir aquela natureza, só nos vai faltar as duas coisas
mais importantes daquela terra. A Matumbina e a Cambalhota Africana. O que se
vai explicar do que se trata: Matumbina, a fêmea, por excelência. A Cambalhota:
actividade lúdica sexual.
Posto isto, é
só juntar estes dois ingredientes e temos o Ramboia Bacanal Africana, mais
conhecida entre os indígenas por RBA. O qual todos veneram fazendo com isso um
culto em que seu ritual acompanhado ou não pelo Ritmo os fazem entrar em transe
profundo entrando em contacto com a deusa Kamasutra. Neste teatro tribal são
desenvolvidos conceitos elaborados da Cambalhota Africana, em que os mais
velhos fazem questão de ensinarar aos mais novos e novas os ensinamentos
aprendidos com a Moka dos tambores dos Drums.
É o clima e a
carne que fazem da Cambalhota Africana o prato preferido de quem lá vive e de
quem África visita.
Matumbina é na
sua definição a mulher fêmea ideal. A que dá mais tusa dentre as mulheres do
mundo. “Seu jardim é quente pra caraças”, uma expressão africana do sexo
oposto!
Matumbina e a
Cambalhota Africana é um regressar às origens mais remotas, aquela procura do sexo
mais verdadeiro e natural. A Procura Ocidental!
Uma Expedição
experiênciada pelo Professor Fusível Social
Os PBC (PoliceBehaviourControl) [Full text]
Formados pela
escola práctica do comportamento social eclesiástico adoptam uma filosofia de
vida de polícias do comportamento da sociedade. Com altos estudos no campo do
comportamento desejam que toda a gente sejam como eles ou como os que veêm nos
livros e filmes cinematográficos. Destacados para patrulhar a sociedade têm
esse objectivo injectado no sangue. São pois, uma tribo reguladora dos costumes
da nossa civilização. Analisando o comportamento das pessoas “ao pintelho”, com
os seus olhos EagleEyes, nas metamorfoses quotidianas do mesmo.
Como tribo são
uma classe de requinte, à parte, mais propriamente, uma elite. Um género de
maçonaria. Muito parecidos com tribos de conceito Pró-Choice Social.
Habitam também
entre nós misturados no aglomerado civilizacional. Atacam ou interveêm quando
menos se espera. Temos, pois claro, de estar sempre à alerta.
As suas origens
remontam ao tempo dos nazis, da Segunda Grande Guerra Mundial, da Alemanha.
Consideram-se uma raça superior sendo a sua presença na sociedade um mais que.
Desprezam as outras classes. Acham-se sim, filhos de Deus à sua imagem mais
pura.
Antropólogos
norte-americanos descobriram agora esta nova forma de selecção da espécie
humana planeada pelos PBC. Uma raça entre nós prestes a dominar o espaço
terrestre!
Antropolizando
com o Professor Fusível Social
A Casa de Meninas
A Casa de
Meninas ou vulgo Bordel ou ainda mais “poval”, Casa das Putas é pois um espaço
recreativo do alivío. Nele lá vamos para exercitar o “zézito” e dar-lhe um
pouco de bem-estar. O mesmo que ir ao ginásio trabalhar o “cabedal”.
Uma vez lá
também podemos dar liberdade às nossas pulsões mais selvagens. Além disso, elas
têm em cartaz a opção Tarzan e Jane, entre outras, a qual podemos de facto
vestir os dois papéis, conforme os gostos.
Podemos também
escolher entre mulheres a sério, projectos de mulheres e a opção mais cara,
seres do outro mundo, que vêm com vários buracos...Isto é claro, tudo com
preservativo! Não vá a associação Abraço fazer mais um protesto!...
Um relato das
vivências aqui em Portugal posto de uma maneira educativa.
Relato do
Professor Fusível Social
O Estudante Universitário Ideal
Receita da Avó
Gertrudes:
Levar uma vida
santa, que nem mesmo os santos canonizados a tiveram.
Levantar-se
sempre tarde após uma noite bem relaxada.
Ler uma letras
durante o dia.
Passear o
resto da tarde pelo maravilhoso Portugal.
Passar a noite
nos copos, e chegar bêbado a casa ou residência.
Sonhar com a
salvação de Portugal!
...
Culinária
Social do Professor Fusível Social
A Sociologia da Biblioteca
Para começar,
o que fazem lá aquelas entidades lá de volta dos livros? Estarão a guardar os
livros? Os Guardiões do Conhecimento às Portas do Paraíso? Terão os livros medo
de sair à rua? E o que fazem seguranças lá também?! Os livros valem assim tanto
dinheiro ou é ouro? Serão todos juntos a Irmandade da Sabedoria
Incontestável?...
Lá não há
criatividade permitida! É apenas um depósito morto de palavras! 0,00001% X
(-00) do que dizem esses compêndios, os gajos e gajas que lá estão e ainda os
que para lá vão mais os que hão-de ir não aplicam nada do que aprendem.
Conclusão!?...Sem palavras...
Será um local
de Engate Sócio-Cultural?...
Tudo um
manancial de questões que os nossos sociólogos tentam dar resposta sem contudo
obterem gratificações. Pensa-se, e isto segundo os antropólogos, que a
Biblioteca funcione como uma Porta Dimensional para a Eternidade! Só pode...
Questões
Sociais sobre Equipamentos pelo Professor Fusível Social
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